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BMIN3F Banco Mercantil de Investimentos S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Banco Mercantil de Investimentos S.A.

Preço Atual
R$ 19,50
-7.14%

Resumo Fundamentalista de BMIN3F

O ativo BMIN3F (Banco Mercantil de Investimentos S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 19,50, acumulando uma variação de -7.14% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 17,25 e a máxima de R$ 26,25.

Abertura
R$ 19,50
Fec. Ant: R$ 19,50
Variação Dia
Min: R$ 19,50
Max: R$ 19,56
52 Semanas
Mín: R$ 17,25
Máx: R$ 26,25
Volume
142
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Earning Yield
0.00%
Enterprise Value
R$ 101,23 Mi
R$ 101,23 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a BMIN3F

Market Cap
R$ 101,23 Mi

Dividendos

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São Paulo Instituições financeiras, grandes empresas de tecnologia e fabricantes de eletroeletrônicos estão entre os principais credores da Casas Bahia, que protocolou neste domingo (16) pedido de recuperação judicial com dívidas de R$ 17,3 bilhões. Lidera a lista o Banco Digio, que faz parte do Grupo Bradesco, com R$ 3,28 bilhões a receber. Depois aparecem Banco do Brasil (R$ 2,99 bilhões), a seguradora Zurich (R$ 1,98 bilhão) e o próprio Bradesco (R$ 1,5 bilhão). Os credores estão divididos em três grandes grupos: quirografários, com créditos sem garantia real, que representam a maior parte da dívida, somando R$ 16,68 bilhões; micro e pequenas empresas, com um passivo de R$ 153,8 milhões; e extraconcursais, que somam R$ 10,99 bilhões em dívidas e não estão sujeitos à soma da dívida levada à Justiça. Os extraconcursais são, em sua maior parte, instituições financeiras com propriedade fiduciária, como recebíveis de cartão, arrendamento mercantil ou adiantamento de contrato de câmbio. Na prática, quando um banco empresta dinheiro dando como garantia recebíveis ou estoques cedidos fiduciariamente, a lei trata esse credor como uma espécie de dono do ativo, não um credor comum. Por isso é comum que, em crises, esses credores sejam os primeiros a protocolar ações de execução da dívida no Judiciário. Se considerados os créditos extraconcursais, a dívida total da varejista ultrapassa os R$ 27,8 bilhões. A Casas Bahia fechou 298 lojas nos últimos dias pra reduzir o volume de dívidas - Felipe Iruatã - 17.ago.26/Folhapress Somada, toda a dívida apontada como sendo financeira chega a R$ 16 bilhões. Na conta estão bancos, fundos, seguradoras, Fidcs e linhas de financiamento. A recuperação judicial da Casas Bahia se soma a um cenário de crescimento na inadimplência aos bancos, tanto por pessoas físicas quanto jurídicas, e de dificuldades com o aumento do custo de capital. Entre os maiores credores, a companhia listou o Fidc (fundo de investimentos em direitos creditórios) IBCB-AF01, com um passivo de R$ 1,09 bilhão. Esse é um dos vários veículos de securitização usados pela Casas Bahia nos últimos anos para captar recursos fora dos bancos tradicionais. Ao lado dos fundos aparecem as dívidas tributárias: somente com ICMS aberto (não recolhido) a Casas Bahia deve R$ 1,05 bilhão, enquanto os parcelamentos com tributos estaduais somam R$ 880,2 milhões. Somente neste ponto, são quase R$ 2 bilhões em dívidas tributárias, todas extraconcursais e, portanto, fora do alcance do plano de recuperação. A indústria de eletroeletrônicos, praticamente o coração de vendas da varejista, também está exposta à dívida. A Samsung é a principal credora, com R$ 937,6 milhões em mercadorias fornecidas e que ainda não foram pagas. Em seguida estão a Electrolux (R$ 700,1 milhões), LG Electronics (R$ 623,7 milhões), Motorola Mobility (R$ 619,0 milhões), Britânia (R$ 354,8 milhões) e TCL/Semp (R$ 330,9 milhões) —todas listadas como credoras quirografárias. Aparecem ainda a Intra S.A. (Intrabank), com uma dívida de R$ 928,1 milhões, e a MK BR, dona das marcas Mondial e licenciada da Aiwa no Brasil, com R$ 494,5 milhões. Entre os fundos e gestoras que financiam a operação no mercado de capitais, além do IBCB, aparecem a Riza Agronegócio (credora extraconcursal com R$ 803,8 milhões), a Redasset Gestão de Recursos (R$ 708,0 milhões, somando posições extraconcursais e quirografárias) e a Jive Investments (R$ 354,2 milhões). A Oliveira Trust DTVM, agente fiduciário de duas emissões de debêntures da companhia, soma R$ 345,9 milhões na 10ª emissão —valor que se junta a outra posição relevante na 11ª emissão, listada separadamente na relação de credores. Fecha o grupo de instituições financeiras o Mapfre, com R$ 388,0 milhões, e o Itaú Unibanco, com R$ 208,3 milhões. Entre os quirografários, chama a atenção o volume de processos com valores pequenos, entre R$ 1.000 e R$ 10 mil. São mais de 18 mil pessoas com ações cíveis contra a companhia.

BCE revela baixa adoção das criptomoedas entre comerciantes europeus
Altcoins 16/08/2026

BCE revela baixa adoção das criptomoedas entre comerciantes europeus

20h15 ▪ 6 min de leitura ▪ por Luc Jose A. Resumir este artigo com: ChatGPT Perplexity Grok A cripto ambiciona tornar-se um meio de pagamento como os outros. Na zona do euro, ainda está longe disso. Em uma grande pesquisa realizada pelo Banco Central Europeu (BCE), observa-se que, mesmo em caso de desenvolvimento do setor seguido da entrada em vigor do regulamento MiCA, os pagamentos em cripto permanecem marginais no nível dos comerciantes. Os consumidores ainda estão apegados aos canais tradicionais de pagamento enquanto as empresas manifestam resistência para dar esse passo. Essa discrepância persiste entre as ambições da indústria cripto e os usos reais. A regulamentação europeia será suficiente para fazer as coisas mudarem? Em resumo Um estudo do Banco Central Europeu realizado com 8.205 empresas revela que a aceitação de criptomoedas continua extremamente marginal na Europa, estabelecendo-se em apenas 0,2% para o comércio online e 1% em lojas físicas. O dinheiro em espécie e o cartão bancário mantêm um domínio esmagador no mercado, apoiados pela vontade explícita do BCE de preservar o acesso ao dinheiro em espécie diante da ascensão dos pagamentos digitais e móveis. Esse atraso mercantil persiste apesar das vantagens econômicas reconhecidas da blockchain e da entrada em vigor do quadro regulatório MiCA, que oferece, no entanto, uma segurança jurídica inédita para os atores do setor. Sem a implantação de ferramentas de integração simples pelos processadores de pagamento, os criptoativos correm o risco de permanecer na Europa com o papel de reserva de valor ou investimento especulativo. A hegemonia do dinheiro em espécie e dos meios tradicionais diante da marginalidade das criptos Em todos os países da zona do euro, foi realizada uma pesquisa com 8.205 empresas. Os resultados publicados pelo Banco Central Europeu permitem fazer um diagnóstico implacável sobre a importância das moedas digitais nos pagamentos comerciais diários. Conclui-se que apenas 0,2% das empresas consultadas aceitam criptos ou stablecoins como meio de pagamento para compras online. Esse número aumenta ligeiramente em pontos de venda físicos, mas permanece limitado a modestos 1%. Em comparação, os canais tradicionais de pagamento mantêm um domínio esmagador. O dinheiro em espécie continua sendo a solução mais amplamente aceita, presente em 92% dos comércios físicos, seguido de perto pelos cartões bancários com 88%. Ao mesmo tempo, as soluções de pagamento móvel experimentam um crescimento impressionante, passando de 36% em 2024 para 68% em 2026. Essa fotografia estatística destaca a resiliência dos modos tradicionais de pagamento, especialmente em um contexto de aumento da automação nos pontos de venda. O BCE quis marcar sua reserva institucional para a conservação do dinheiro em espécie diante da rápida expansão dos pontos de pagamento de autoatendimento e do comércio digital. 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A inércia dos processadores de pagamento europeus apesar do trampolim regulatório do MiCA Além da clara preferência dos consumidores pelo dinheiro em espécie, o atraso na adoção também se deve à fragilidade da infraestrutura financeira intermediária. Mesmo que a maioria das instituições financeiras veja o interesse econômico direto das criptos, especialmente para eliminar intermediários e reduzir fortemente as taxas de transação, a análise on-chain revela que os processadores de pagamento europeus têm dificuldade em implementar essas vantagens na vida comercial. Essa falta de iniciativa surpreende, principalmente porque a aplicação completa do quadro regulatório MiCA tinha justamente o objetivo de eliminar a incerteza jurídica que bloqueava até então os investimentos e o lançamento de soluções de pagamento adequadas. Essa situação parece ainda mais estranha porque especialistas do ecossistema destacam que as regras europeias agora oferecem todas as garantias necessárias para incentivar a inovação institucional. Falando sobre essa evolução, Mark Aruliah, responsável por políticas e assuntos regulatórios EMEA da Elliptic, lembrou que, com o quadro MiCA agora em vigor, os processadores de pagamento podem desenvolver com confiança soluções de pagamento cripto compatíveis e adaptadas ao mercado europeu. Perspectivas de um mercado europeu dividido entre conformidade rígida e revolução dos usos Apesar desse sinal verde em termos de regras, ainda há um grande descompasso entre a existência de um quadro jurídico seguro e a disponibilidade de ferramentas simples para os comerciantes. Isso impede a Europa de competir com o nível de adoção observado em alguns mercados emergentes. Assim, essa lacuna entre a maturidade regulatória do continente e o uso comercial real questiona fundamentalmente o papel futuro das criptos no panorama financeiro europeu. Embora a promessa teórica de transações mais rápidas e baratas permaneça intacta, a ausência de ferramentas de aceitação fluídas e perfeitamente integradas aos terminais existentes continua a restringir o mercado. A continuação dessa transição dependerá da capacidade dos atores tecnológicos de transformar a base de conformidade oferecida pelo MiCA em produtos ergonômicos para o grande público. Sem esse esforço de acessibilidade, as criptos correm o risco de manter seu status duradouro de ativos de reserva ou especulação na Europa, deixando os pagamentos móveis e as moedas públicas com o monopólio das trocas diárias. Maximize sua experiência na Cointribune com nosso programa "Read to Earn"! Para cada artigo que você lê, ganhe pontos e acesse recompensas exclusivas. Inscreva-se agora e comece a acumular vantagens. 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Perguntas Frequentes sobre BMIN3F

Qual é a cotação de BMIN3F hoje na B3?
A cotação de BMIN3F hoje está em R$ 19,50. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 19,50 e máxima de R$ 19,56.
Quanto a BMIN3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker BMIN3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de BMIN3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BMIN3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BMIN3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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