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BMIN3F Banco Mercantil de Investimentos S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Banco Mercantil de Investimentos S.A.

Preço Atual
R$ 22,00
-2.65%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 2 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 2/12 (16.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Caixa Líquido (R$ 0.00 Bi) | Lucro: R$ 0.01 Bi

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 8.29x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo BMIN3F (Banco Mercantil de Investimentos S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 22,00, acumulando uma variação de -2.65% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 17,25 e a máxima de R$ 26,25. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 8.29x.

Abertura
R$ 22,00
Fec. Ant: R$ 22,00
Variação Dia
Min: R$ 22,00
Max: R$ 22,00
52 Semanas
Mín: R$ 17,25
Máx: R$ 26,25
Volume
13
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: BMIN3F

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

8.29
R$ 2,65
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 94,79 Mi
R$ 94,79 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a BMIN3F

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 94,79 Mi

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O levantamento considera diferentes fontes de entrada de capital no setor, incluindo investimentos em fundos de criptomoedas, posições em contratos futuros negociados na Bolsa Mercantil de Chicago (CME), aportes de capital de risco e compras de ativos digitais por empresas. Nesta edição, o banco também ampliou a metodologia para considerar aquisições realizadas por companhias privadas, mineradoras não listadas em bolsa e entidades ligadas a governos. Segundo os analistas, a composição desses investimentos mudou significativamente ao longo do ano. Enquanto no primeiro semestre o mercado foi sustentado principalmente pelas compras de Bitcoin de empresas como a Strategy e pelos aportes em startups, o terceiro trimestre registrou uma recuperação dos fluxos para ETFs e um aumento das posições em contratos futuros. Para o JPMorgan, essa mudança aponta para uma participação mais ampla de investidores institucionais e de varejo, criando condições mais favoráveis para os fluxos de capital no quarto trimestre. ETFs de Bitcoin e Ethereum voltam a atrair investidores Os ETFs de criptomoedas foram um dos principais fatores de pressão sobre o mercado durante a primeira metade do ano. Os fundos enfrentaram retiradas significativas de recursos, especialmente em maio e junho, reduzindo uma importante fonte de demanda por Bitcoin e Ethereum. Esse cenário começou a mudar em agosto, quando os fluxos melhoraram. Segundo o JPMorgan, o saldo acumulado dos ETFs voltou a ficar positivo em 2026, embora ainda permaneça negativo quando considerado o período desde a forte correção do mercado cripto iniciada em 10 de outubro de 2025. O movimento também aparece nos mercados de derivativos. As posições institucionais em contratos futuros de Bitcoin e Ethereum na CME aumentaram nos últimos dois meses, depois de um começo de ano mais fraco. No caso do Bitcoin, o posicionamento dos investidores superou o pico anterior. Já no Ethereum, as posições se aproximaram das máximas registradas em outubro de 2025, indicando uma recuperação do interesse institucional pelas duas maiores criptomoedas. Os analistas também observaram que investidores que seguem tendências de preços, incluindo gestores conhecidos como commodity trading advisors (CTAs), começaram a reconstruir posições compradas em Bitcoin e Ethereum. Essas operações representam apostas na valorização dos ativos. Apesar da melhora, os dados não indicam uma recuperação completa do mercado. O JPMorgan observou que a alavancagem em contratos futuros perpétuos negociados em exchanges internacionais diminuiu desde os picos registrados antes da correção de outubro de 2025, mas ainda permanece acima das médias históricas. Isso significa que, embora parte dos investidores tenha reduzido sua exposição a operações com dinheiro emprestado, o mercado continua relativamente alavancado, condição que pode ampliar movimentos de queda em momentos de maior volatilidade. A recuperação dos fluxos para fundos também foi observada em setembro. Dados de mercado mostram que os ETFs à vista de Bitcoin nos Estados Unidos atraíram aproximadamente US$ 2,4 bilhões apenas na semana encerrada em 25 de setembro, enquanto os fundos de Ethereum receberam cerca de US$ 690 milhões no mesmo período. Mineradoras vendem Bitcoin e empresas mudam estratégia Enquanto os ETFs e os derivativos apresentam sinais de recuperação, outros segmentos do mercado registram mudanças importantes na movimentação de capital. As mineradoras de Bitcoin, por exemplo, acumularam vendas líquidas de aproximadamente US$ 1,8 bilhão em 2026, segundo o JPMorgan. Apesar de relevante, o valor é considerado relativamente modesto pelos analistas. Grande parte dessas vendas veio de mineradoras listadas em bolsa, que passaram a vender parte dos bitcoins produzidos e, em alguns casos, também reduziram suas reservas acumuladas para financiar investimentos em infraestrutura de inteligência artificial. A mudança reflete o movimento de empresas de mineração que estão diversificando seus negócios, aproveitando a infraestrutura de energia e centros de processamento de dados para atender à demanda crescente por serviços de IA. No segmento de tesourarias corporativas, as compras continuam concentradas nas empresas de capital aberto. A Strategy, maior companhia detentora de Bitcoin, foi responsável por uma parcela expressiva das entradas de capital no setor, especialmente no começo do ano. Já as companhias privadas realizaram aquisições menores. Segundo o JPMorgan, isso provavelmente está relacionado à menor flexibilidade para levantar recursos e à capacidade mais limitada dessas empresas de suportar oscilações no preço do Bitcoin. Os analistas também identificaram uma mudança na maneira como as empresas financiam as compras de criptomoedas. Embora ações e dívida continuem sendo utilizadas, houve um movimento gradual de substituição de empréstimos por ações preferenciais, que exigem pagamentos de dividendos. Outra transformação aparece no financiamento de empresas do próprio setor cripto. Os investimentos de capital de risco vêm se recuperando desde 2024, mas estão cada vez mais concentrados em rodadas maiores destinadas a companhias já estabelecidas. O JPMorgan também identificou uma migração do financiamento por participação acionária para operações de dívida, especialmente entre empresas de infraestrutura com receitas mais previsíveis. A tokenização de ativos também vem ganhando espaço entre os investidores, principalmente em soluções voltadas a outras empresas. Diante desse cenário, o banco avalia que o mercado chega ao último trimestre de 2026 com uma base de investidores mais diversificada do que aquela observada no primeiro semestre. Embora os US$ 50 bilhões acumulados ainda representem um ritmo inferior ao de 2025, a recuperação dos ETFs e o aumento das posições institucionais nos mercados futuros são considerados sinais positivos para os próximos meses. A avaliação, porém, diz respeito à entrada de capital e não representa necessariamente uma previsão de alta das criptomoedas. O comportamento dos preços continuará dependendo também de fatores como juros nos Estados Unidos, apetite por risco e condições de liquidez nos mercados globais. Procurando uma alternativa para aumentar seus ganhos? A Renda Fixa Digital do MB é a solução: até 18% de ganho ao ano, risco controlado e a segurança que seu dinheiro merece. Conheça agora!

Perguntas Frequentes sobre BMIN3F

Qual é a cotação de BMIN3F hoje na B3?
A cotação de BMIN3F hoje está em R$ 22,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 22,00 e máxima de R$ 22,00.
Quanto a BMIN3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker BMIN3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de BMIN3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BMIN3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BMIN3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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