BITB39 iShares US Home Construction ETF Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.166666667 Sh – Cotação Hoje
iShares US Home Construction ETF Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.166666667 Sh
Resumo Fundamentalista de BITB39
O ativo BITB39 (iShares US Home Construction ETF Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.166666667 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 86,04, acumulando uma variação de +0.78% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 72,52 e a máxima de R$ 98,50. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 0.00x e P/VP de 0.00x.
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Fundo Baobá vê reforma tributária como abertura para justiça racial
São Paulo A devolução de tributos sobre o consumo para famílias de baixa renda, mecanismo conhecido como "cashback" e previsto pela reforma tributária a partir de 2027, abre caminho para uma discussão mais ambiciosa sobre justiça tributária, diz Giovanni Harvey, diretor-executivo do Fundo Baobá para Equidade Racial. "Sou defensor da tese que mais vale um mau acordo do que uma boa briga", diz Harvey. Giovanni Harvey em entrevista ao C-Level - TV Folha/Reprodução Em entrevista ao programa C-Level, Harvey diz que, em um país que segue penalizando assalariados, um debate robusto sobre tributação seria um bom caminho a tomar nas discussões sobre reparação às populações negras em resposta à escravidão —algo que não precisa, necessariamente, ocorrer sob a forma de transferência direta de dinheiro do Estado. De olho nisso, o fundo financia estudos sobre justiça tributária e deve seguir nessa trilha. Harvey está à frente de um fundo patrimonial, o Baobá, voltado para iniciativas de equidade e inclusão racial, que hoje reúne R$ 191 milhões. A expectativa é chegar a R$ 250 milhões em 2027. Criado há 15 anos a partir de discussões feitas por cerca de 200 instituições e movimentos negros, o fundo tem como diferencial não ser ligado a uma família ou empresa específica, como é comum na filantropia brasileira. Os aportes vieram da Fundação Kellogg, organização filantrópica americana fundada pelo empresário criador dos cereais matinais. Pelo acordo firmado no início do projeto, para cada valor doado, o patrocinador acrescentaria uma quantia proporcional —o chamado "matchfunding". No caso do Baobá, a cada dólar captado no Brasil, três dólares foram depositados pela Kellogg. A cada dólar captado fora do país, dois dólares foram depositados, até o limite de US$ 25 milhões (cerca de R$ 125 milhões). A quantia foi atingida há dois anos, momento em que o fundo alcançou a total autonomia para operar. Atuação político-partidária, porém, é proibida pelo estatuto. Mais recentemente, MacKenzie Scott, cofundadora da Amazon com o ex-marido Jeff Bezos, doou outros R$ 25 milhões. Fundação Lemann e B3 são outros doadores. O esforço agora, diz Harvey, é convencer pessoas físicas a doar. Um fundo patrimonial, explica o executivo, vive dos rendimentos oriundos do principal investido. Para 2026, a previsão orçamentária é de R$ 8 milhões. Para medir o impacto dos projetos que financia, o fundo utiliza dois critérios: a capacidade de influenciar o campo e os efeitos sobre comunidades. Em 15 anos, direta ou indiretamente, os investimentos alcançaram mais de 1 milhão de pessoas e cerca de 1.300 iniciativas, em um total de R$ 23 milhões. "Vamos reduzir a evasão escolar? Não compete ao Baobá fazer isso. O Baobá pode incidir sobre atores sociais que vão influenciar o desenho de políticas públicas", diz. Harvey diz que o ponto final colocado por grandes empresas em seus programas de diversidade no início de 2025 não abalou o fundo. "Não quero soar prepotente, mas nossa gestão é conservadora." Sobre o que já disse sobre essas empresas ("nunca foram aliadas", "já vão tarde"), Harvey dobra a aposta. "Temos que ter coragem de admitir o nosso tamanho", diz. "Quando acontecem episódios históricos e nós temos alianças circunstanciais, muitas vezes interessadas em agregar valor à marca, isso é uma cortina de fumaça. Muitas vezes, atrapalham mais do que ajudam." Segundo Harvey, o nível de comprometimento de grandes empresas e doadores com a promoção da diversidade é volátil. "É evidente que é importante que um episódio histórico como o de George Floyd [americano assassinado em 2020) mobilize corações e mentes de pessoas que descobrem a existência de racismo e opressão, mas racismo e opressão fazem parte do nosso cotidiano", diz. Entre os investimentos do fundo, destacam-se recursos para a Sociedade Protetora dos Desvalidos, a SPD, a mais antiga associação civil negra do Brasil; para a realização da Marcha das Mulheres Negras e para o "Black STEM", programa de bolsas para estudantes negros aceitos em universidades estrangeiras em carreiras como ciências, tecnologia, engenharia e matemática. Os ciclos de planejamento são decenais, o próximo com início em 2027. Para Harvey, é hora de se arriscar mais nas propostas de enfrentamento ao racismo —e é aí que se enquadraria o debate sobre reparação, em que a via tributária é um dos caminhos possíveis. "Não vamos conseguir enfrentar as desigualdades étnico-raciais com projetos sociais ou apenas com políticas de ação afirmativa, que são políticas conservadoras", explica, por não arranharem o 'status quo'. A reparação, afirma, é tarefa do Estado, porque o racismo estrutural no Brasil "é uma invenção do Estado." "Não vai ser o investimento social-privado que vai desfazer isso", diz. "Vão me criticar, ‘ah, você está querendo pendurar nas costas do Estado’. Tudo bem, estou preparado", diz, ressaltando que o papel do Baobá é promover o debate. Afinal, diversidade traz retorno financeiro para as empresas? "Diversidade melhora a qualidade de tudo, inclusive a percepção das oportunidades de negócios", diz ao lembrar de empreendimentos na área de logística que surgiram em favelas a partir de iniciativas locais. "Mas é preciso provar na ponta do lápis que ter um conselho constituído só por pessoas brancas não faz sentido num país com metade da população preta?", questiona. "Quem precisa de argumento financeiro é aliado de segunda categoria. Isso tem que ser enfrentado pelo que é, e não depender de uma justificativa de melhoria de performance. Mas se precisar, tudo bem, nós vamos dar", diz. Harvey recorre à história ao responder a outra das críticas feitas às reivindicações de mais pretos e pardos em universidades e em cargos de liderança —a de que esses movimentos estariam interessados somente em criar facilidades de acesso para poucos, já que as desigualdades sociais persistem. O executivo lembra que o governo de Fernando Henrique Cardoso se propôs a responder se a melhoria da qualidade das políticas públicas universais reduziria as desigualdades relativas. A resposta foi sim, gradualmente, até 2520. "Vou repetir: 2520", provoca. "Com todas as políticas públicas que foram criadas, nós ainda continuamos em desvantagem. Que privilégio é esse?" Segundo ele, há uma falsa contradição entre políticas focalizadas e universais: uma complementaria e melhoraria a outra. "Não existe SUS dos pretos. O que existe, dentro dessas estruturas, é a política transversal de ação afirmativa." Harvey reconhece que, muitas vezes, há uma certa ode ao "nós contra eles" nos discursos e isso não é bom. "Há espaço para crítica, para divergência ideológica. Esse debate não pertence à esquerda, não pertence ao movimento negro. Ele pertence à sociedade brasileira." RAIO-X | FUNDO BAOBÁ PARA EQUIDADE RACIAL
T4F prorroga prazo para venda de ações após OPA
Acionistas remanescentes terão até 18 de setembro para vender papéis por R$ 6,02, com correção pela Selic A T4F Entretenimento (SHOW3) prorrogou até 18 de setembro o prazo para que os acionistas remanescentes exerçam o direito de vender suas ações após o leilão da oferta pública de aquisição, a OPA. O período terminaria originalmente nesta quinta-feira (20). A extensão do prazo foi comunicada pela companhia em aviso aos acionistas divulgado nesta quarta-feira (19). O direito de venda, conhecido como período de put, está disponível aos investidores que ainda possuem ações ordinárias da T4F e não alienaram seus papéis no leilão da oferta. A OPA foi realizada para o cancelamento do registro da T4F como companhia aberta perante a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, e para a saída da empresa do Novo Mercado da B3. Com a prorrogação, esses acionistas terão quase mais um mês para decidir se vendem seus papéis ao ofertante. As demais condições da operação permanecem inalteradas. O preço de exercício continua equivalente ao valor praticado no leilão, de R$ 6,02 por ação, corrigido pela taxa Selic acumulada proporcionalmente entre a data do leilão e a data do pagamento. “Todas as demais condições constantes do aviso aos acionistas divulgado em 20 de julho de 2026 permanecem inalteradas”, informou a T4F. Publicidade Publicidade Também foram mantidos os procedimentos para a transferência das ações ao Banco Bradesco, responsável pela escrituração dos papéis da companhia, assim como a documentação necessária para formalizar as ordens de venda e as regras aplicáveis aos investidores não residentes. Venda pela B3 pode resultar em preço diferente A T4F ressaltou que os acionistas ainda podem vender suas ações no mercado da B3 enquanto o cancelamento do registro da companhia não for efetivado pela CVM. Essa alternativa, entretanto, representa uma negociação comum entre investidores e não garante o mesmo valor oferecido na OPA. “O acionista que vender suas ações por meio de negociações em mercado de bolsa poderá não receber preço equivalente ao Preço Final da OPA atualizado pela Taxa SELIC, desde a data do leilão até a data do efetivo pagamento”, alertou a companhia. Na prática, o investidor que negociar os papéis diretamente na bolsa ficará sujeito ao preço de mercado disponível no momento da operação. Já o exercício do direito de venda até 18 de setembro preserva o preço de R$ 6,02 por ação, acrescido da atualização pela Selic. Leia também:
Ibovespa fecha último pregão aos 167.764 pontos
Foto: Freepik Seu navegador não suporta áudio HTML5 Áudio (58s) O Ibovespa encerrou esta quarta-feira (19) em alta de 0,86%, aos 167.764,31 pontos. Interrompendo a sequência de quedas dos últimos pregões. O movimento reflete o impacto de medidas adotadas pelo Tesouro dos Estados Unidos, que ampliou o teto para recompra de títulos soberanos de longo prazo. A iniciativa arrefeceu os rendimentos das taxas internacionais e abriu espaço para o recuo dos juros futuros no Brasil, beneficiando diretamente as empresas com foco no consumo interno. Em paralelo, a valorização das commodities no cenário global deu sustentação aos ativos de maior peso na carteira teórica do índice. A alta nos preços do petróleo e do minério de ferro impulsionou o desempenho das ações ordinárias e preferenciais da Petrobras e da Vale. Maiores altas e quedas Ações em alta no Ibovespa Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11) +28,57% Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11F) +21,43% Ações em queda no Ibovespa Manufatura de Brinquedos Estrela SA (ESTR4) -18,99% Atom Educacao e Editora S.A. (ATED3) -14,00% O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.045.583.668, em meio a 3.708.157 de negócios Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3. O que é o Ibovespa e como ele funciona? O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado. O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil? A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Perguntas Frequentes sobre BITB39
Qual é a cotação de BITB39 hoje na B3?
Quanto a BITB39 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BITB39?
O que significa o P/L e o P/VP de BITB39?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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