BDLL4F Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd – Cotação Hoje
Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 0 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de BDLL4F
O ativo BDLL4F (Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd) está sendo negociado hoje a R$ 3,20, acumulando uma variação de +1.59% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 2,90 e a máxima de R$ 7,50.
Histórico de Cotação: BDLL4F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a BDLL4F
Dividendos
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Idosos são minoria, mas concentram quase metade dos investimentos na B3 no Rio Grande do Sul
Os investidores com 60 anos ou mais representam pouco mais de um em cada dez gaúchos que aplicam na B3, mas concentram quase metade de todo o dinheiro investido no Estado. Dados obtidos pelo Jornal do Comércio junto à Bolsa, referentes a setembro, mostram que essa faixa etária reúne R$ 17,9 bilhões, o equivalente a 46,9% dos R$ 38,15 bilhões mantidos por pessoas físicas do Rio Grande do Sul. A concentração chama a atenção porque os investidores mais velhos são minoria em número. Dos 315,8 mil gaúchos presentes na Bolsa de Valores, 36,5 mil têm 60 anos ou mais, ou 11,6% do total. A maior parcela dos CPFs está, na verdade, entre 25 e 39 anos: são 133,1 mil investidores, 42,1% do contingente, mas com R$ 4,92 bilhões aplicados - apenas 12,9% do estoque. A diferença aumenta quando se observa o valor médio por investidor, embora o indicador possa ser influenciado pela presença de grandes patrimônios. Entre os maiores de 60 anos, a média chega a aproximadamente R$ 490 mil. Na faixa dos 40 aos 59, cai para cerca de R$ 128 mil e, entre 25 e 39 anos, fica próxima de R$ 37 mil. Para o economista Gustavo Inácio de Moraes, professor da Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs), uma das principais explicações está no próprio ciclo de formação de patrimônio: pessoas mais velhas tiveram mais tempo para acumular recursos e, em geral, chegaram a uma fase da vida profissional em que salários e rendimentos foram maiores. “Aposentadorias, recursos provenientes do FGTS e outras entradas também podem contribuir para formar esse patrimônio”, diz. No caso gaúcho, há ainda um fator demográfico. O Rio Grande do Sul está entre os estados mais envelhecidos do País e, em 2024, 20,6% da população já tinha 60 anos ou mais. Moraes avalia que essa característica ajuda a reforçar a concentração observada nos dados da B3. "O envelhecimento da população reforça esse movimento de acúmulo patrimonial relacionado à B3 e a propensão de se investir", afirma. O economista acrescenta que a formação de patrimônio no Estado e a presença de empresas gaúchas no mercado de capitais também podem ajudar a explicar o fenômeno. Sucessões empresariais e agro ajudam a explicar concentração Para além da idade da população, características da economia gaúcha podem ajudar a entender por que uma parcela relativamente pequena de investidores mais velhos detém valores tão elevados. O professor de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Marco Martins, aponta que parte desse patrimônio foi construída ao longo de décadas e está ligada à própria trajetória de empresas e famílias empresariais do Estado. "Minha percepção é de que o Rio Grande do Sul tem um perfil etário mais envelhecido que a média do Brasil. O portfólio em ações é formado ao longo dos anos com investidores de longo prazo", explica. Martins destaca ainda os processos de sucessão empresarial ocorridos no Estado nos últimos anos. Em alguns casos, a transferência entre gerações, a venda de companhias ou operações no mercado de capitais transformaram participações empresariais em patrimônio financeiro a ser administrado. "Esse processo de sucessão muitas vezes resultou em abertura de capital e/ou venda de empresas, gerando muitas family offices encarregadas de fazer gestão de patrimônio", argumenta. Os family offices são estruturas criadas para administrar investimentos e outros ativos de famílias de alta renda. Outro componente apontado pelo economista é o agronegócio. A geração de renda pelo setor, segundo Martins, cria também a necessidade de diversificar o patrimônio para além da própria atividade produtiva. Há ainda uma particularidade importante para interpretar os números da B3: nem todo o estoque atribuído aos investidores mais velhos representa necessariamente aplicações feitas como uma decisão convencional de investimento. Uma parcela pode corresponder a participações societárias mantidas por fundadores e herdeiros de grandes companhias. "Existe um percentual relevante deste portfólio que são ações dos investidores fundadores e de segunda geração das famílias de grandes grupos empresariais, ações estas que estão no bloco de controle", observa Martins. Somados, os investidores a partir dos 40 anos representam 48,7% dos CPFs gaúchos na B3, mas concentram 86,1% do patrimônio, com R$ 32,86 bilhões.
Santander mantém carteira de FIIs para outubro
Seleção reúne 11 fundos e combina busca por renda mensal com potencial de valorização dos ativos O Santander manteve sem alterações a carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para outubro de 2026. A seleção reúne 11 fundos de diferentes segmentos e tem como objetivo superar a variação do IFIX, índice de referência dos fundos imobiliários listados na B3, em um horizonte de 12 a 24 meses. Segundo o banco, a estratégia é voltada a investidores que buscam exposição ao mercado imobiliário por meio de ativos negociados em bolsa, com possibilidade de receber rendimentos periódicos. Na composição, os analistas priorizam fundos com maior previsibilidade na distribuição de proventos e ativos negociados abaixo do valor patrimonial ou de avaliação, buscando também oportunidades de ganho de capital. Crédito imobiliário tem maior peso Os fundos de recebíveis imobiliários formam o principal bloco da carteira, com 34,5% da composição. MCCI11, HGCR11 e KNCR11 possuem participação individual de 11,5%. Publicidade Publicidade A presença relevante desses fundos reforça o foco da carteira na geração de renda. Entre os demais ativos, o Santander também mantém exposição a hedge funds, fundos de logística, shopping centers, fundos híbridos e escritórios. Os hedge funds BTHF11 e KNHF11 somam 20% da carteira. Já os fundos de tijolo ampliam a diversificação para diferentes segmentos do mercado imobiliário, incluindo XPML11, VILG11, BTLG11, GARE11, TRXF11 e TEPP11. Descontos no valor patrimonial Um dos pontos de destaque da seleção é a presença de fundos negociados abaixo do valor patrimonial. Para o Santander, esse tipo de desconto pode representar uma oportunidade de valorização dos ativos ao longo do tempo, além da geração de renda. O maior desconto da carteira aparece no TEPP11, enquanto TRXF11 e VILG11 também apresentam diferenças relevantes entre o preço de mercado e o valor patrimonial. Na outra ponta, o KNCR11 é o único fundo da seleção com P/VP positivo, segundo os dados apresentados no relatório. A estratégia, portanto, não está concentrada apenas na busca pelos maiores dividendos. A carteira combina fundos de renda com ativos que podem se beneficiar de uma eventual reprecificação no mercado. Yields chegam a 13,6% Os fundos selecionados apresentam yields estimados de dois dígitos. O maior da carteira é o BTHF11, com 13,6% em 12 meses, seguido por TRXF11, com 13,5%. KNCR11 e TEPP11 aparecem com yield estimado de 13,2%, enquanto KNHF11 apresenta 13%. Os demais fundos também possuem projeções de rendimento acima de 10%, de acordo com o relatório. A composição busca, dessa forma, combinar a distribuição periódica de rendimentos com o potencial de valorização dos fundos que apresentam desconto em relação ao patrimônio. Carteira recomendada para outubro Confira abaixo a composição completa da carteira do Santander: Fundo Código Segmento Peso P/VP Yield 12 meses estimado Estratégia Mauá Capital Rec. Imobiliários MCCI11 Recebíveis imobiliários 11,5% 0% 12,6% Renda Pátria Recebíveis Imobiliários HGCR11 Recebíveis imobiliários 11,5% -4% 12,8% Renda/Ganho de capital Kinea Rend. Imobiliários KNCR11 Recebíveis imobiliários 11,5% +3% 13,2% Renda BTG Pactual Hedge Fund BTHF11 Hedge Fund 10,0% -10% 13,6% Renda/Ganho de capital Kinea Hedge Fund KNHF11 Hedge Fund 10,0% -7% 13,0% Renda/Ganho de capital XP Malls XPML11 Shopping Centers 9,5% -9% 10,8% Renda/Ganho de capital VinciLogística VILG11 Logístico 9,0% -15% 10,6% Renda/Ganho de capital BTG Pactual Logística BTLG11 Logístico 7,0% -7% 10,0% Renda/Ganho de capital Guardian Real Estate GARE11 Híbrido 8,0% -7% 11,8% Renda/Ganho de capital TRX Real Estate TRXF11 Híbrido 5,0% -19% 13,5% Renda/Ganho de capital Tellus Properties TEPP11 Escritórios 7,0% -20% 13,2% Renda/Ganho de capital A carteira soma 100% e mantém a mesma composição do mês anterior. Com a estratégia, o Santander busca equilibrar geração de renda e potencial de valorização, mantendo exposição a diferentes segmentos do mercado imobiliário. Além da possibilidade de diversificação, liquidez e gestão profissional, o banco destaca a distribuição periódica de rendimentos como uma das características dos FIIs. Para pessoas físicas, os rendimentos distribuídos podem contar com isenção de Imposto de Renda, desde que sejam atendidas as condições previstas na legislação. Leia também:
XP, BTG e B3: setor financeiro vira 'aposta' com possível governo de Flávio
As ações da B3 subiram 22,63% e as do BTG Pactual avançaram 22,52% ontem, ficando, respectivamente, na terceira e na quarta posição entre as maiores altas do Ibovespa no pregão após o primeiro turno. Os recibos de ações da XP saltaram 24,43%. A disparada colocou as empresas do setor financeiro em destaque na aposta do mercado em uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro à Presidência. Hoje, BTG e B3 passam por leve realização de lucros, com os papéis do primeiro caindo, às 15h50, cerca de 3%, a R$ 78,42, e os da B3, 2%, a R$ 22,83. Os BDRs da XP estendem a alta da véspera, avançando 4,48%, a R$ 145,87. Relacionadas A expectativa, de toda forma, é que uma mudança de governo seja acompanhada por medidas para melhorar as contas públicas, reduzindo a percepção de risco do Brasil e abrindo espaço para juros menores. As análises apontam que esse cenário pode beneficiar principalmente empresas ligadas ao mercado de capitais, como bancos, corretoras e a bolsa. O que sustenta a aposta Mercado espera uma melhora das contas públicas. Em relatório assinado por Carlos Sequeira, o BTG incluiu B3 e XP entre suas ações preferidas em um cenário de vitória de Flávio, ao lado de empresas de varejo, construção e outros setores. Se o candidato de direita Flávio Bolsonaro for eleito, os participantes do mercado esperariam medidas mais decisivas para enfrentar os urgentes desequilíbrios fiscais do país, desencadeando uma alta BTG Pactual Contas públicas melhores podem reduzir o risco e favorecer as ações. A lógica é que, se os investidores enxergarem menor risco de descontrole da dívida pública, passam a exigir um retorno menor para colocar dinheiro no Brasil. Isso tende a reduzir os juros de longo prazo e aumenta o valor que o mercado atribui aos lucros futuros das empresas. Foi isso que começou a acontecer após o primeiro turno. O menor risco levou à queda dos juros brasileiros de dez anos, de cerca de 14,4% para 13%, na véspera. Com isso, o JPMorgan passou a considerar as ações brasileiras menos arriscadas e reduziu o retorno exigido para investir na maioria das empresas financeiras que acompanha. Juros menores também podem levar mais dinheiro para investimentos. Com a renda fixa pagando menos, ações, fundos e outros produtos financeiros tendem a ficar relativamente mais atraentes. Isso pode aumentar a movimentação na Bolsa, favorecer novas ofertas de ações e títulos e gerar mais negócios para corretoras e bancos de investimento. XP, B3 e BTG estão entre as principais beneficiadas dessa dinâmica. O JPMorgan aumentou suas projeções de lucro por ação para 2027 em cerca de 8% para a XP, 10% para a B3 e 4% para o BTG. Na segunda-feira, o volume negociado no mercado de ações chegou a R$ 103 bilhões, entre três e quatro vezes o nível anterior à eleição. Cada empresa ganha de uma maneira. Na XP, mais dinheiro migrando para produtos de investimento pode aumentar a receita obtida sobre os recursos dos clientes. A B3 ganha com um volume maior de negociações, sem precisar elevar os custos na mesma proporção. Já o BTG pode se beneficiar de uma retomada de operações como ofertas de ações, emissões de dívida e fusões e aquisições. Nem todo o setor ganha da mesma forma Parte do otimismo já entrou nos preços. Depois da disparada das ações, o JPMorgan manteve recomendação positiva para XP e BTG, mas vê mais espaço para a primeira. A B3 continuou com recomendação neutra, apesar da melhora das projeções de lucro. Os analistas também citam riscos relacionados à concorrência e aos impostos a partir de 2028. Bancos tradicionais têm uma dinâmica diferente. Juros menores podem estimular o crédito e reduzir a inadimplência, mas também pressionam algumas fontes de receita. Além disso, o JPMorgan ainda vê risco de aumento das perdas com empréstimos e reduziu as projeções de lucro para 2027 da maioria dos bancos que acompanha. Itaú e Bradesco aparecem mais bem posicionados. O Itaú segue entre os preferidos do JPMorgan por combinar rentabilidade elevada e capital disponível para crescer. O Bradesco teve sua recomendação elevada porque, na avaliação dos analistas, boa parte das dificuldades esperadas para os próximos meses já está refletida no preço da ação. Banco do Brasil mostra que a aposta eleitoral tem limites. Embora o JPMorgan reconheça que investidores podem usar as ações do BB para apostar em uma mudança política, o banco rebaixou sua recomendação para underweight, expectativa de desempenho abaixo da média dos papéis acompanhados. O problema está principalmente dentro do próprio BB. Os analistas citam a piora do crédito no agronegócio, a queda da rentabilidade e as preocupações com a posição de capital. Ainda precisa absorver os obstáculos persistentes no agronegócio, e não vemos um fator claro no curto prazo que provoque revisões relevantes para cima nas estimativas de lucro por ação JP Morgan Até a queda dos juros pode ter dois efeitos para o BB. Taxas menores podem ajudar a reduzir a inadimplência, mas também pressionar a margem financeira. Segundo o JPMorgan, o banco historicamente se beneficia de juros elevados por contar com uma base de depósitos de baixo custo e elevada liquidez.
Perguntas Frequentes sobre BDLL4F
Qual é a cotação de BDLL4F hoje na B3?
Quanto a BDLL4F paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BDLL4F?
O que significa o P/L e o P/VP de BDLL4F?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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