BBGO11 BB Fundo de Investimento de Credito Fiagro Imobiliario – Cotação Hoje
BB Fundo de Investimento de Credito Fiagro Imobiliario
CNPJ: 42592257000120
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 8 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do BBGO11.
Resumo Fundamentalista de BBGO11
O ativo BBGO11 (BB Fundo de Investimento de Credito Fiagro Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 64,51, acumulando uma variação de -1.48% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 61,00 e a máxima de R$ 80,35. O fundo atua no segmento de Fiagro, registrando um Dividend Yield (12M) de 17.39% e indicador P/VP de 0.69x.
Histórico de Cotação: BBGO11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a BBGO11
O BB FUNDO DE INVESTIMENTO DE CRÉDITO FIAGRO-IMOBILIÁRIO (BBGO11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.
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Safra lidera ranking de rentabilidade da Carteira Valor
Resumo Safra Corretora lidera o ranking anual da Carteira Valor em setembro de 2026 com rentabilidade acumulada de 27,64%, superando 15 instituições financeiras participantes do programa. A estratégia de seleção mensal de cinco ações com potencial de valorização, combinada com acompanhamento periódico de empresas e cenário macroeconômico, gerou retorno de 30,55% acumulado em 2026. A carteira de outubro da Safra equilibra setores defensivos e seletivos, incluindo infraestrutura de mercado, serviços públicos e indústria, refletindo a necessidade de diversificação em ambiente de variáveis domésticas e externas complexas. Resumo supervisionado por jornalista. A Safra Corretora alcançou a primeira colocação no ranking anual da Carteira Valor, seleção que reúne as ações mais indicadas por instituições financeiras do mercado brasileiro. Em setembro de 2026, a carteira da Safra acumulava rentabilidade de 27,64% no ano, a maior entre as 16 casas participantes. A Carteira Valor reúne as dez ações mais recomendadas pelas instituições participantes. A cada mês, cada casa seleciona cinco papéis com potencial de valorização nos 30 dias seguintes. O desempenho considera a variação média dos ativos indicados, sem pesos diferentes entre as ações. Ranking anual da Carteira Valor Classificação Instituição financeira Rentabilidade acumulada no ano 1 Safra Corretora 27,64% 2 XP Investimentos 23,02% 3 Planner Corretora 17,97% 4 Ágora Investimentos 17,19% 5 Andbank 16,65% 6 Terra Investimentos 12,15% 7 Nova Futura Investimentos 11,05% 8 Monte Bravo 9,69% 9 BB Investimentos 9,49% 10 Genial Investimentos 5,85% 11 Banco Daycoval 3,66% 12 Empiricus Research 0,12% 13 Ativa Investimentos -2,17% 14 CM Capital Corretora -6,78% 15 Santander Corretora -9,29% 16 Benndorf Research -13,19% Fonte: Carteira Valor, dados referentes a setembro de 2026. Carteira de outubro combina perfil defensivo e exposição seletiva Para outubro, a carteira recomendada pela Safra Corretora é formada por B3 (B3SA3), Equatorial Energia (EQTL3), Iguatemi (IGTI11), Vale (VALE3) e WEG (WEGE3). A composição equilibra empresas ligadas à infraestrutura de mercado, serviços públicos, consumo, mineração e indústria. A estratégia busca diversificação entre setores com dinâmicas distintas, em um ambiente que exige seletividade diante das variáveis domésticas e externas. No mês, entraram B3 (B3SA3) e Iguatemi (IGTI11). Saíram BTG Pactual (BPAC11) e Multiplan (MULT3). Desempenho da carteira da Safra No acumulado de 2026, a rentabilidade acumulada da carteira recomendada pela Safra Corretora é de 30,55%, enquanto o retorno em 12 meses alcança 35,46%. A liderança no ranking anual da Carteira Valor reforça a consistência da estratégia de seleção de ações da Safra Corretora. O acompanhamento periódico das empresas, dos setores e do cenário macroeconômico orienta a composição da carteira, que é atualizada mensalmente.
Banco do Brasil (BBSA3) pode subir cerca de 100% ou cair 45% após eleição, dependendo do cenário fiscal, diz Safra – Money Times
(Imagem: iStock/Matheus Souza) As ações do Banco do Brasil (BBAS3) podem ter uma reação bastante diferente após a eleição presidencial, dependendo da trajetória fiscal adotada pelo próximo governo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em uma simulação com cinco cenários elaborada pelo Safra, o papel apresenta uma faixa de retorno total para 2027 que vai de queda de 45% a alta de 100%. A diferença de 145 pontos percentuais entre os extremos coloca o Banco do Brasil entre as ações mais sensíveis ao cenário fiscal dentro da cobertura do banco. O cenário mais negativo, chamado de ‘Grey sky’, considera ausência de consolidação fiscal, inflação elevada, aceleração da relação entre dívida e Produto Interno Bruto (PIB), Selic terminal de 16,5% e dólar a R$ 6,50 no fim de 2027. Nesse caso, o Safra calcula um tombo de 49% para BBAS3. No extremo oposto está o ‘Blue sky’, que pressupõe cortes expressivos de gastos, queda da Selic e atividade econômica forte. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nesse cenário, a taxa básica de juros terminal chegaria a 8,5%, enquanto o dólar seria projetado em R$ 4,20. Para o Banco do Brasil, o retorno total estimado seria de 94%. De todas as formas, o BB possui recomendação neutra para o banco, com preço-alvo de R$ 23. Banco do Brasil privatizado? Em caso de vitória de Flávio Bolsonaro, o BB pode ser privatizado? Essa também é uma pergunta importante que o investidor precisa ter em mente. Daniella Marques, ex-assessora especial do Ministério da Economia e ex-presidente da Caixa Econômica Federal, atualmente na campanha de Flávio, “puxou a sardinha” para seu lado ao ser indagada sobre o tema da privatização durante um evento do Grupo Esfera. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo ela, até os Correios, que acumulam rombos bilionários, perderam a janela de serem privatizados. Para Daniella, porém, “mais de 20 estatais” poderiam entrar na mira do governo e o “Banco do Brasil poderia [ser privatizado]”, pois negocia abaixo de uma vez seu patrimônio. O BB viu seu lucro derreter 60% nos últimos balanços, mas mais por questões setoriais do que por ações do governo federal, com o agronegócio vivendo um dos piores momentos da história na área de crédito. “O problema que ele está enfrentando temporariamente são os empréstimos rurais. Dos agricultores, principalmente. Só que eles estão numa situação difícil, não por culpa do governo Lula, mas por uma questão conjuntural que veio por questões principalmente externas. Primeiro, aumento do preço do fertilizante com a guerra da Ucrânia e a Rússia; depois, com a guerra do Irã com os Estados Unidos”, afirma Flavio Conde, analista da Levante. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O ESG saiu da moda? Para a Régia Capital, ele ficou ainda mais fundamental na análise de crédito
Durante a pandemia, o mundo só falava em ESG. Ações voltadas ao meio ambiente, questões sociais e de governança eram descritas como o caminho para o planeta não viver uma tragédia como aquela novamente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O dinheiro fluiu como nunca para fundos especializados, empresas anunciavam ações e mudanças em suas diretrizes. Passados poucos anos, o tema perdeu espaço. O noticiário já não fala sobre o assunto, empresas reduziram a intensidade do discurso (quando não revogaram as políticas anteriores) e parte do mercado passou a questionar a agenda. Um dos exemplos foi quando, em maio de 2026, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu tornar voluntária a adoção dos novos relatórios de sustentabilidade. Com a Resolução 244, a CVM mudou o cronograma anterior, que previa a adoção obrigatória dos padrões internacionais a partir de janeiro de 2027. Mas para a Régia Capital, uma gestora que nasceu da parceria do BB Asset com a JGP, as métricas ESG nunca foram tão importantes quanto agora. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na visão da gestora especializada em investimentos sustentáveis, o ESG deixou de ser um tema da “moda” para se tornar ações concretas e relevantes na avaliação de risco de uma empresa. Leia Também Casos recentes do mercado brasileiro ilustram o que seriam esses possíveis riscos. Na Braskem, o afundamento do solo em Maceió gerou perdas bilionárias e aumentou a pressão financeira sobre a companhia. Na Ambipar, questionamentos ligados à governança contribuíram para a deterioração da percepção de risco dos investidores. E tem as Casas Bahia, com um passivo trabalhista bilionário que piorou a situação do caixa e do endividamento. Em nenhum caso as questões ambientais, sociais e de governança foram o foco da crise, mas em todos foram fatores agravantes que não vieram à luz antecipadamente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ESG não é ideologia, é análise de risco Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fernando Tinoco, sócio e gestor de crédito da Régia Capital, afirma que ações voltadas aos fatores ESG já podem ser medidas em números hoje em dia. O endereçamento dessas métricas se mostra nos resultados financeiros, nos menores custos regulatórios, no acesso a financiamentos mais baratos e até em novas fontes de receita. "Não cobramos a agenda ESG por marketing, crença ou ideologia. Fazemos isso por uma questão de mitigação de risco", afirmou Tinoco. A Régia Capital trata a agenda como uma camada adicional de análise de risco, ao lado dos indicadores financeiros tradicionais. Para um credor, Tinoco afirma que faz diferença. Uma multa ambiental, a interrupção de uma operação por acidente de trabalho, a necessidade de investimentos não previstos diante de fatores climáticos ou mesmo danos reputacionais podem reduzir a geração de caixa e comprometer a capacidade de pagamento da empresa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Tomar atitudes para que nada disso aconteça é preservar o negócio, na visão da Régia. "Você quer estar próximo de empresas que vão se beneficiar dessa agenda ou que vão ser prejudicadas por ela?" questiona Tinoco. Lucro faz parte do objetivo A principal resistência de parte dos gestores e dos investidores em relação ao ESG nos últimos anos é a ideia de que investimentos sustentáveis exigem sacrificar o lucro e a rentabilidade da empresa. Para a gestora, essa lógica não faz sentido. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Agir em linha com fatores ESG não é abrir mão da rentabilidade financeira. Um projeto sustentável que não para em pé financeiramente não fez bem nenhum para a sociedade", disse o gestor. Segundo ele, a evolução da agenda ambiental vem mostrando justamente o contrário. Empresas mais preparadas para atender exigências regulatórias, acessar incentivos públicos e reduzir passivos ambientais tendem a enfrentar menos riscos e ter menos custos inesperados do que as companhias que não atuam nesse sentido. Para Tinoco, a premissa é o oposto: “lucro e ESG andam lado a lado”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE E essa afirmação encontra base na realidade. Dados da Anbima mostram que metade dos fundos classificados como IS, para investimento sustentável, superaram o CDI no período de maio de 2025 a abril deste ano. Os ativos com melhor desempenho registraram retornos entre 15,5% e 17,6% em 12 meses, superando o CDI de 14,8% por até 2,8 pontos percentuais. Para efeito comparativo, no mesmo período, os fundos de renda fixa (11,9%) e os multimercados (13,7%) entregaram menos. O ESG continua nas agendas Para o gestor de crédito da Régia Capital, a prova de que o ESG continua na agenda são as medidas institucionais recentes que reforçam a continuidade do tema nos bastidores. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em setembro, a Previc, autarquia federal que orienta os fundos de pensão, passou a exigir que fundações e entidades de previdência incorporem fatores ESG nos seus processos de investimento e monitoramento. Em 2024, o governo federal alterou a lei que regulamenta as debêntures incentivadas, que têm isenção tributária para pessoas físicas, retirando a permissão do benefício para projetos do setor de óleo e gás. E tem também o programa Eco Invest, do governo federal, que concede financiamento misto com a iniciativa privada para projetos de inovação verde, transição energética e novas tecnologias. Neste ano, o programa concedeu R$ 55 bilhões. Desde o lançamento, em 2024, já soma R$ 200 bilhões. “As empresas que estiverem preparadas vão se beneficiar desses programas e avançar com seus negócios. Do outro lado, para quem não se preparar, a tendência é sentir mais pressão daqui para frente”, diz. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mas o que tudo isso significa para quem investe? Tinoco argumenta que empresas que não derem atenção as ações de mitigação de risco ESG cada vez mais vão enfrentar custos maiores de financiamento, perdas por gastos não mapeados e restrições regulatórias. Para o investidor pessoa física, isso não significa necessariamente buscar rótulos ESG nas empresas ou nos fundos, mas entender como esse assunto é endereçado e se faz parte da análise de risco. O objetivo deve ser entender como essas questões podem afetar a capacidade de uma empresa gerar caixa e honrar suas dívidas ao longo do tempo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre BBGO11
Qual é a cotação de BBGO11 hoje na B3?
Quanto a BBGO11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BBGO11?
O que significa o P/L e o P/VP de BBGO11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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