USDB11 – Cotação Investo Bloomberg US Bond ETF Fundo de Investimento de Indice - Investimento no Exterior
Investo Bloomberg US Bond ETF Fundo de Investimento de Indice - Investimento no Exterior
Resumo Fundamentalista de USDB11
O ativo USDB11 (Investo Bloomberg US Bond ETF Fundo de Investimento de Indice - Investimento no Exterior) está sendo negociado hoje a R$ 100,01, acumulando uma variação de +0.39% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 93,00 e a máxima de R$ 109,25.
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FII HSLG11 despenca 9% e aprofunda tombo após recuperação judicial da Casas Bahia
Publicidade O fundo imobiliário HSLG11 (HSI Logística) volta a cair forte nesta terça-feira (18), ainda sob pressão das preocupações do mercado com os possíveis impactos da recuperação judicial da Casas Bahia sobre os fundos imobiliários expostos à varejista. Por volta das 11h30, a cota recuava 9,14%, a R$ 72,51. A queda ocorre um dia depois de o fundo já ter recuado 4,69%, encerrando a sessão de segunda-feira (17) a R$ 79,52. Em 20 de julho, a cota do fundo chegou a ser negociada a R$ 91,84, segundo dados da Status Invest. Considerando o preço de R$ 72,51 observado nesta terça, o HSLG11 acumula uma desvalorização de aproximadamente 21% desde aquele patamar — uma diferença de mais de R$ 19 por cota. A principal preocupação dos investidores está relacionada à concentração da receita do HSLG11 em contratos ligados à Casas Bahia. Dados apresentados pelo próprio fundo mostram que a companhia responde diretamente por 27,6% da receita contratada, enquanto sublocações relacionadas à varejista representam outros 3,3%, levando a exposição total a aproximadamente 30,9%. Procurada pelo InfoMoney, a HSI, gestora do HSLG11, não retornou aos questionamentos sobre a situação. O espaço permanece aberto para manifestação da gestora. Leia Mais: O que Cyrela e empresas de shopping revelam sobre a “nova carteira” do FII TRXF11? Exposição à Casas Bahia coloca HSLG11 no centro das atenções A concentração faz do HSLG11 um dos fundos logísticos mais diretamente afetados pela discussão sobre a situação financeira da Casas Bahia. O impacto, contudo, não necessariamente significa perda imediata dessa receita, já que a dinâmica depende da manutenção dos contratos, dos pagamentos dos aluguéis e da eventual capacidade de substituição dos locatários. Continua depois da publicidade Otmar Schneider, analista de valores mobiliários da Nord Investimentos, explica que, em uma recuperação judicial, é importante separar os aluguéis já vencidos daqueles que ainda serão pagos no futuro. Eventuais valores em atraso podem entrar no processo de recuperação, enquanto os contratos de locação que permanecem vigentes seguem outra dinâmica. “Os fundos imobiliários são muito menos impactados do que a própria empresa. Então o acionista da empresa acaba muito exposto a um pedido de recuperação judicial. No caso do fundo imobiliário, esse pedido de recuperação judicial ocorre de duas formas. Os créditos, ou seja, se aquela empresa atrasou aluguéis, então isso vai entrar como um crédito concursal, o fundo imobiliário vai ter que pleitear isso na Justiça dentro da recuperação judicial, então é mais complexo de receber”, diz o analista. O histórico recente do mercado também mostra que uma recuperação ou renegociação financeira não necessariamente significa interrupção imediata dos pagamentos de aluguel. Schneider cita o caso do GPA, que passou por um processo de recuperação extrajudicial e também tinha exposição relevante em fundos imobiliários. Continua depois da publicidade Leia Mais: Liga de FIIs completa 5 anos: o que o investidor aprendeu – e ainda precisa aprender
FIIs buscam espaço em índices e ETFs internacionais
O mercado de Fundos Imobiliários (FIIs) vivenciou uma forte expansão nos últimos anos, ao oferecer proteção patrimonial e geração de renda aos investidores. No entanto, os motores que sustentaram o crescimento na última década podem não ser os mesmos a impulsionar o mercado no futuro, segundo gestoras e fundos que atuam no setor. A institucionalização seria a chave dessa nova fase, possibilitando a entrada de fundos locais em índices e ETFs internacionais. Nesse movimento, players de relevância trabalham para aprimorar a governança, ampliar a transparência e a qualidade dos dados e avançar na padronização de informações segundo padrões internacionais. Esses passos são considerados essenciais para que os fundos listados no Brasil (e na América Latina como um todo) se tornem mais atrativos tanto para o investidor estrangeiro quanto para o investidor institucional. Expansão e próximos passos do mercado O Brasil registra 438 FIIs e um estoque financeiro de R$ 196 bilhões em custódia no mercado de bolsa, segundo o último Boletim de Produtos da B3, referente a julho de 2026. A base de investidores segue em trajetória de expansão, atingindo 3,297 milhões, 47 mil a mais do que em junho. Ao longo do ano, são contabilizados mais de 200 mil novos investidores neste mercado. Leia também Dividendos dos FIIs: confira os fundos que pagam na terceira semana de agosto Ainda que o Brasil esteja entre os principais mercados de Real Estate Investment Trust (REITs) no cenário global, na comparação com mercados mais maduros, o setor ainda seria pouco institucionalizado. Na composição do volume de fundos negociados na B3, 33% dos investidores são pessoas físicas, 34,2% institucionais e 28,9% não residentes. Agora, a meta é buscar a atração do investidor estrangeiro e institucional, mirando a composição de índices e ETFs internacionais. Para coordenar esse movimento, gestoras e fundos formaram a Latin America REITs Association (LAREAL), entidade que passa a representar a América Latina na Global REIT Alliance, coalizão de associações de diversos países que busca o aprimoramento do mercado de REITs, a adequação aos padrões globais de governança e a divulgação de indicadores dos fundos. Fomento dos REITs na América Latina Após décadas de expansão do volume negociado, ampliação no número de fundos, aumento da liquidez e pulverização da base, o desafio atual da indústria é romper fronteiras. Por isso, fortalecer o mercado de FIIs no Brasil e na América Latina, harmonizar métricas para padrões internacionais e elevar a presença dos produtos na indústria global estão entre os objetivos da LAREAL, que deve fomentar o diálogo com reguladores, investidores, provedores de índices e entidades setoriais, além de outros participantes da indústria global de REITs. O núcleo fundador da entidade contempla gestoras como Alianza, Guardian, I2A Advogados, Suno, TRX Investimentos, Valora Investimentos e Vinci Compass, além de 13 FIIs com representação relevante da indústria. Atualmente, são 21 FIIs, e a meta é atingir 45 fundos membros no primeiro ano de criação, para promover o diálogo em nome da indústria de FIIs de forma ampla. Após o anúncio da criação, em maio deste ano, a entidade estruturou o escritório físico na Rua Dr. Bacelar, em São Paulo (SP). A LAREAL vem trabalhando em quatro esferas: atração de capital, desenvolvimento de dados e análise de critérios de elegibilidade para participação de FIIs em ETFs, aprimoramento do produto e advocacy, promovendo a aproximação com governos e órgãos reguladores. A entidade deve liderar o movimento de organização do mercado, para que os investidores institucionais tenham acesso a informações traduzidas para o inglês, claras e organizadas. A partir deste semestre, a LAREAL vai fazer parte do Grupo de Trabalho de Produtos da B3, que opera a bolsa de valores brasileira. “Nós temos uma pauta com a B3 que deve ser conversada ao longo do tempo. E um ponto relevante é como podemos facilitar o acesso dessas informações, desses relatórios em inglês que estão sendo desenvolvidos no mercado brasileiro para eles nos próprios sites”, conta o presidente da LAREAL, Potyguara Camargo. Além disso, Camargo entende que é preciso tornar o mercado mais propositivo em relação às pautas propostas pelos reguladores. “Quando vem a questão da taxação de fundos imobiliários, o mercado é muito reativo a essa pauta. Uma associação com esses fundos imobiliários precisa conseguir trazer as melhores propostas para desenvolver o mercado. E não só via insights locais, mas também via insights internacionais e pelo endosso da Global REIT Alliance”, completa. Inspiração em entidades como NAREIT (EUA) e EPRA (Europa) Entre as referências da LAREAL, estão associações internacionais como a National Association of Real Estate Investment Trusts (NAREIT), nos Estados Unidos, e a European Public Real Estate (EPRA), na Europa. De acordo com o representante da LAREAL, é preciso fomentar a aproximação com esses e outros players internacionais. “Na Europa, nos Estados Unidos, eles viveram o que a gente está vivendo agora, mas 30 anos atrás. A gente consegue um endosso desses players caso a gente precise de fato travar alguma pauta”, destaca. Em sua primeira agenda internacional, a LAREAL participou, em junho, do evento REIT Week, a maior conferência anual para investidores de REITs, organizada pela NAREIT em Nova York, nos EUA. “Participamos com o intuito de aprender o que é feito lá fora, entender como essas outras associações podem nos ajudar. E isso foi bem importante.” A partir de agora, a LAREAL possui agenda fixa de participação em fóruns globais e deve ampliar sua presença em eventos a partir do ano que vem. Diferenças relevantes entre REITs e FIIs Cada mercado tem sua particularidade. Enquanto os EUA utilizam REITs, o Brasil, os FIIs e o México, os FIBRAs, o momento seria de fomentar o mercado brasileiro e latino-americano frente à indústria mundial, sem descaracterizar suas especificidades. A natureza jurídica dos REITs está entre as principais diferenças do ativo internacional em relação aos FIIs. Enquanto os FIIs são constituídos como fundos, os REITs são empresas. No entanto, essa diferenciação, na visão do presidente da associação, não seria um problema, porque os FIIs são comparáveis aos REITs em nível internacional. “Tudo que é preciso é ser considerado como REIT, dado que cada país possui sua regulamentação, é muito difícil você conseguir trackear todos.” Mas, em algumas situações, essa diferença pode ser um limitador. “Mas pode ser que um desses investidores, por exemplo, pode haver hedge fund que não pode investir em cotas, só em ações. Então isso travaria o investimento dele em fundos imobiliários, enquanto se ele for investir nos REITs europeus ou americanos, eles poderiam, porque lá são empresas corporate, são ações e não fundos que ele estaria investindo.” Principais obstáculos para atrair grandes players O Brasil poderia ter maior participação em benchmarks globais de Real Estate, na visão da LAREAL. Ao analisar o FTSE EPRA Nareit Emerging Index, por exemplo, o Brasil teria somente 8,69% de participação, com market cap que ultrapassa US$ 14,04 bilhões. O potencial adicional chegaria a US$ 12 bilhões, levando a uma fatia de 13,45% e market cap de US$ 25,5 bilhões, segundo estimativas da entidade. Entre os desafios para aproximar os FIIs de alocadores estrangeiros e fomentar a entrada de capital externo via índices e ETFs, estão a falta de padronização e as dificuldades de comunicação. Neste momento, a entidade deve atuar no processo de transição para aproximar os FIIs locais dos critérios de liquidez, transparência, governança e comparabilidade exigidos no mercado internacional, mas também deve tornar mais compreensível o entendimento por parte de fundos multimercado, fundos de pensão, investidores institucionais latino-americanos, entre outros. A entrada de fundos brasileiros em índices e ETFs internacionais é uma oportunidade, mas requer adesão a critérios objetivos de elegibilidade. Entre os requisitos, a LAREAL cita tamanho, liquidez, free float, governança, composição da base de investidores, qualidade das informações e presença em benchmarks globais. Segundo o especialista, os FIIs deveriam ser mais escolhidos para fazer parte de ETFs em nível global, mas as dificuldades de comunicação tornam mais complicado o entendimento sobre os ativos. Cada mercado tem sua particularidade. “Os FIIs imobiliários brasileiros são diferentes, mexicanos e assim por diante. Mas existem coisas que você precisa desenvolver para que essas outras pessoas consigam analisar, olhar e entender do que se trata o produto aqui do Brasil. Entendo que, em relação a relatórios, à divulgação de dados, de fato, essa tradução é a principal. Você precisa falar a mesma língua que eles”, acredita. “Os nossos gestores precisam fazer essa tradução. Conforme essas pequenas padronizações forem acontecendo, esses índices internacionais acabam olhando mais para cá”, ressalta. Outra dificuldade, aponta Camargo, está relacionada à padronização de indicadores de performance. “Enquanto a gente está falando de P/VP, lá eles estão falando de FFO”, exemplifica. Consolidação do mercado e liquidez A entrada do capital profissional depende da profundidade do mercado e da liquidez dos fundos, principalmente para veículos com regras mais rígidas de concentração e controles de risco. Nesse contexto, o mercado brasileiro de FIIs passa por um movimento de consolidação, com fusões e aquisições de fundos que formam veículos maiores e mais líquidos, na argumentação das gestoras com essas estratégias. Ao reunir fundos com estratégias semelhantes, FIIs mais robustos se tornariam mais atrativos ao investidor institucional e internacional, na visão da LAREAL. Para compor índices, o fundo precisa ser representativo frente ao mercado, com alta liquidez, para que seja possível sair da posição, se necessário. “Então, se você tem um tamanho relevante, se você tem uma liquidez relevante, a probabilidade de ele entrar é muito maior.” Dessa forma, a consolidação é extremamente importante para os players institucionais, tema que foi discutido no último REIT Week. “O mercado brasileiro é um dos mais relevantes do mundo, ele é o mais relevante entre os emerging markets, mas ele é o que mais tem quantidade de fundos. Ele tem mais quantidade de fundos do que inclusive o mercado americano, que ultrapassa um market cap de trilhão de dólares. Então o que a gente precisa fazer é realmente entender qual que é o sweet spot aqui, qual que é o ideal entre a consolidação e a não consolidação”, conclui. *Matéria publicada originalmente em ClubeFII, parceiro de B3 Bora Investir Quer analisar os seus investimentos em um só lugar? Baixe o APP B3! 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Fundo imobiliário fecha contrato com Mercado Livre e avalia impacto na cota; Ifix recua – Money Times
(Imagem: Divulgação/Mercado Livre) O Bresco Logística (BRCO11) fechou um contrato de locação com o Mercado Livre para ocupar 100% da área bruta locável (ABL) do imóvel Bresco Resende, no Rio de Janeiro. O contrato contempla uma área de 25.487,73 metros quadrados e terá prazo de cinco anos, com início na data de assinatura. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com a nova locação, o imóvel passa a operar com vacância física zero, enquanto a vacância física do portfólio do fundo cai para 1,6%. O ativo representa 4,3% da ABL total do BRCO11. Segundo o fato relevante, após o encerramento do período de descontos previsto no contrato, o aluguel corresponderá a R$ 0,034 por cota do fundo ao mês, valor 25% superior ao aluguel do contrato anterior para o imóvel. O acordo também prevê regras para uma eventual rescisão antecipada. Nesse caso, o Mercado Livre deverá comunicar a devolução do imóvel com pelo menos cinco meses de antecedência e pagar uma indenização equivalente a três vezes o aluguel vigente, proporcional ao prazo restante do contrato e corrigida pelo IPCA. Caso a rescisão ocorra até o 36º mês, a locatária também deverá devolver integralmente os descontos concedidos, corrigidos pelo índice de inflação. A partir do 37º mês, essa restituição será proporcional ao prazo remanescente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o fundo, a entrada do Mercado Livre reforça a ocupação do portfólio e melhora a receita potencial do ativo, além de reduzir a exposição à vacância. Ifix recua mais uma vez O IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira (B3), encerrou a segunda-feira (18) aos 3.654,70 pontos, com queda de 0,86%, no sexto pregão consecutivo de baixa. Com isso, desde o início de agosto, o indicador acumula desvalorização de 4,33%, enquanto, desde janeiro, recua 3,22%. Entre as maiores altas dos FIIs, o destaque ficou com o Kilima Volcano Recebíveis (KIVO11), que avançou 1,98%, a R$ 53,69. Na sequência, o Itaú Crédito Imobiliário IPCA (ICRI11) subiu 1,79%, para R$ 88,86, enquanto o WHG Real Estate (WHGR11) teve alta de 1,69%, a R$ 8,44. Ticker Variação Último KIVO11 +1,98% R$ 53,69 ICRI11 +1,79% R$ 88,86 WHGR11 +1,69% R$ 8,44 CACR11 +0,86% R$ 14,12 HFOF11 +0,82% R$ 6,12 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre as maiores quedas, o BB Premium Malls (BBPO11) liderou as perdas, recuando 4,72%, a R$ 4,64. Na sequência, o HSI Logística (HSLG11) caiu 4,35%, para R$ 79,80, enquanto o HSI Ativos Financeiros (HSAF11) registrou baixa de 3,57%, a R$ 72,08. Ticker Variação Último BBPO11 -4,72% R$ 4,64 HSLG11 -4,35% R$ 79,80 HSAF11 -3,57% R$ 72,08 ZAVT11 -2,99% R$ 9,09 VGHF11 -2,98% R$ 4,88 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre USDB11
Qual é a cotação de USDB11 hoje na B3?
Quanto a USDB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de USDB11?
O que significa o P/L e o P/VP de USDB11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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