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LPLP11 – Cotação Lago da Pedra Fundo Investimento Imobiliario

Fundos Imobiliários

Lago da Pedra Fundo Investimento Imobiliario

CNPJ: 37262752000130

Preço Atual
R$ 241,90
-1.27%

Resumo Fundamentalista de LPLP11

O ativo LPLP11 (Lago da Pedra Fundo Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 241,90, acumulando uma variação de -1.27% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 191,00 e a máxima de R$ 560,00. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Residencial. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 241,90
Fec. Ant: R$ 241,90
Variação Dia
Min: R$ 241,90
Max: R$ 241,90
52 Semanas
Mín: R$ 191,00
Máx: R$ 560,00
Volume
71
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.86
R$ 282,08
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a LPLP11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Residencial
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O LAGO DA PEDRA - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (LPLP11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
OLIVEIRA TRUST DTVM S.A.
CNPJ
36113876000191
Telefone
(21) 3514-0000
Endereço
Av. das Américas, 3434 - Bl. 7 Grupo 201, Barra da Tijuca — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22640-102

Dividendos

RENDIMENTO R$ 3,1004
Pagamento: 17/08/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 0,0003
Pagamento: 17/08/2026
RENDIMENTO R$ 3,3780
Pagamento: 15/07/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 25,5064
Pagamento: 15/07/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 0,0289
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 3,1028
Pagamento: 15/06/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 0,0028
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 3,1194
Pagamento: 15/05/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 0,7937
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 3,3141
Pagamento: 15/04/2026

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Celso Frateschi, agora em 'Dois Papas', narra sua vida pelos palcos e pela política
UOL - Notícias 15/08/2026

Celso Frateschi, agora em 'Dois Papas', narra sua vida pelos palcos e pela política

São Paulo Um teatro engolido por uma grande obra, em uma cidade que beira o caos, parece um argumento instigante para uma dramaturgia. Porém, a história é real e faz parte da trajetória do ator e diretor Celso Frateschi, 74, há cinco décadas nos palcos. "Tentou engolir. A gente não entrega os pontos assim. Acho que tem muita coisa para acontecer", ele corrige sobre o antigo prédio do teatro Ágora, localizado no Bexiga, que desabou parcialmente em dezembro de 2024, após a abertura de uma cratera nas obras da linha 6-laranja do metrô na capital paulista. O novo prédio do teatro, onde também fica a casa de Frateschi e de sua mulher, a arquiteta e cenógrafa Sylvia Moreira, não foi danificado e há a expectativa de que o antigo seja recuperado pelo Metrô, após o final das obras. A negociação, segundo ele, é civilizada e não tem a violência sentida por grupos como a Cia. Munguzá, despejada pela prefeitura do Teatro de Contêiner, na Luz, onde o terreno dará origem a um projeto habitacional. "Eu, particularmente, não gosto muito da vitimização que fazemos de nós mesmos. Parece que, quando a gente se vitimiza, a gente já perdeu", afirma. O segundo Ágora, na rua Rui Barbosa, tem uma sala com 50 lugares, escritório, café e jardim. Antes da obra, funcionava como uma extensão do primeiro. No dia do desabamento, Frateschi estava no espaço e foi avisado por um funcionário do Metrô sobre a necessidade de sair com urgência. "Foi um susto", diz. Três horas depois, o prédio foi liberado e segue intacto. Não foi o primeiro sobressalto do artista, preso aos 17 anos, na ditadura, quando integrava a Ala Vermelha, dissidência do Partido Comunista do Brasil. Estudava teatro com Cecília Boal e Heleny Guariba, depois torturada e assassinada na Casa da Morte, em Petrópolis. "Eu fui preso, a Dulce [Muniz] foi presa, o [Augusto] Boal foi preso, torturado e exilado, o Izaías Almada foi preso, a Denise [Del Vecchio] foi presa. Esse era o clima que se vivia", diz. A segunda prisão, no inverno de 1973, na sobreloja do Theatro São Pedro, na Barra Funda, aconteceu no meio do espetáculo "A Queda da Bastilha", que começava na rua. Frateschi interpretava um guardador de carros e Denise, com quem era casado, uma vendedora de flores. O grupo teatral já havia percebido uma movimentação estranha de Chevrolet Veraneios nos arredores, um dos sinais de alerta mais temidos da época. O elenco sabia identificar quando os veículos pertenciam à polícia: havia um miolo pintado de branco nas rodas. "Quando entrei, eles mostraram o revólver e me prenderam", lembra. A atriz explicou que o homem detido era um ator e seu marido e, em seguida, também recebeu ordem de prisão. Foram três semanas sob pressão psicológica no DOI-Codi, um centro de detenção, tortura e morte na rua Tutóia, na Vila Mariana. O ator sabia que a mulher também estava ali, o que aumentava o desespero. Em uma das noites, foi colocado na mesma cela que o irmão, Paulo Frateschi, militante da ALN, a Aliança Libertadora Nacional. "Acho que talvez fosse alguma estratégia para fazer com que meu irmão confessasse alguma coisa para mim", diz. Nascido na Lapa, na zona oeste, Frateschi está nos palcos desde a década de 1970, quando o Teatro de Arena era sua segunda casa e Boal, referência —inclusive, fez parte do Teatro Jornal 1ª Edição, embrião do Teatro do Oprimido. Perdeu as contas dos papéis no teatro, cinema e televisão até chegar a "Dois Papas", peça agora em cartaz no Tuca, em sequência ao sucesso iniciado no ano passado e que já passou por várias cidades do país. No papel do cardeal Jorge Bergoglio, depois papa Francisco, ele apresenta um duelo moral e religioso ao lado do amigo Zécarlos Machado, como o papa Bento 16, sob a direção de Munir Kanaan. Frateschi diz ter tido espaço próprio nos grupos de que participou. Depois do Arena e do São Pedro, criou o Teatro Núcleo Independente, em São Miguel Paulista, na zona leste, em parceria com associações de bairro, igrejas e escolas. Celso Frateschi caracterizado como o cardeal Jorge Bergoglio, depois papa Francisco, na peça 'Dois Papas' - Divulgação/Ale Catan O teatro no Bexiga é fruto de duas derrotas, depois que ele e o diretor Roberto Lage não tiveram os projetos selecionados em um edital para ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet. Os dois e Sylvia Moreira alugaram um espaço que estava fechado e idealizaram o centro cultural inaugurado em 1999, voltado para apresentações, cursos e reflexões teatrais. O trio estabeleceu quatro eixos que ainda norteiam as atividades, mas hoje Lage não faz mais parte da sociedade. Frateschi afastou-se do espaço quando foi secretário de Cultura de Marta Suplicy, entre 2003 e 2004, após ter sido secretário de Educação e Cultura de Santo André na gestão Celso Daniel. Presidiu ainda a Funarte entre 2007 e 2008, no segundo governo Lula, experiência que deixou cicatrizes. O ator renunciou ao cargo por meio de carta enviada ao então ministro da Cultura, Juca Ferreira, dois dias após O Globo publicar uma reportagem sobre suposto favorecimento ao Ágora. Havia também atritos com funcionários —a associação que representa a categoria acusou a gestão de Frateschi de ser autoritária e criar um clima de intimidação. "Eu não tive um dia que não fosse de greve, desde que entrei até o dia em que saí", afirma. Com Juca Ferreira, os embates eram em torno da forma de administrar a cultura. "Ele era um dos adeptos da indústria cultural. Todos os argumentos eram o quanto a cultura gera em termos de dinheiro. Tudo isso eu acho um equívoco total, mas era isso". Os projetos atrasados da Lei Rouanet e a localização da sede da Funarte no Rio de Janeiro, longe de Brasília, também foram entraves para a gestão. Frateschi acredita ter sido vítima de um processo de fritura, vindo de cima. Segundo ele, a acusação de favorecer o Ágora é mentirosa e foi criada após o teatro receber atrasado o segundo pagamento de um projeto aprovado anteriormente pela Petrobras. Ao contrário do que muitos pensam, o ator diz que não é filiado ao PT e critica a gestão federal da cultura sem preocupação com possíveis reprimendas partidárias. "Sinceramente, ainda vejo o Ministério da Cultura preso nos padrões mais neoliberais da indústria cultural. Não consigo ver nenhuma ação mais concreta." Para ele, as leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo, de incentivo cultural, deveriam ser um laboratório para o Sistema Nacional de Cultura, mas isso não ocorre por problemas de definição de critérios e fiscalização sobre o destino dos recursos. Frateschi também enxerga um ainda mal aproveitado potencial de desenvolvimento do cinema brasileiro. Diz compreender, no entanto, que nada acontece por decreto e que há a necessidade de muita negociação em relação às decisões governamentais. Curso de teatro na antiga sede do Ágora, em 2018 - Keiny Andrade/5.mai.18/Folhapress Antes de ser secretário, integrou o Arte contra a Barbárie, movimento de grupos teatrais paulistanos contra a mercantilização das artes no fim da década de 1990. Ele mantém a defesa da cultura como direito de cidadania, "muito diferente do que está acontecendo agora". "O cidadão tinha que ter acesso ao bem cultural, aos instrumentos para se desenvolver culturalmente. Isso eu acho que seria o papel do Estado. E hoje o papel é financiar grupos". As mobilizações também são diferentes, na visão do artista, e ocorrem apenas nas urgências. Um exemplo seria a "situação nonsense" enfrentada por grupos teatrais em relação à Lei de Fomento, com entraves burocráticos e atrasos na gestão Ricardo Nunes, do MDB. Enxuto e aberto também à locação para filmagens, o Ágora sobrevive com marido e mulher segurando as pontas, muitas vezes com recursos de trabalhos realizados fora do espaço cultural do Bexiga. O espírito de Augusto Boal paira no local por meio de um grupo comunitário que se reúne aos domingos. Moradores da região e de outros bairros fazem ali um teatro não profissional, com expectativa de se apresentarem ao público até o fim do ano. Outra lembrança inevitável é a do irmão morto aos 75 anos após ser esfaqueado pelo filho durante um surto psiquiátrico, em novembro do ano passado. "Meu irmão era meu herói. Um baita cara", diz sobre o ex-deputado estadual Paulo Frateschi. O dirigente histórico do PT já perdera dois filhos, de sete e 16 anos, em acidentes distintos, em 2002 e 2003. Francisco Frateschi, que matou o pai, sofreu acidente grave, passou por cirurgias, faz tratamento com medicamentos e foi internado após o crime. "Encaro como uma tragédia mesmo. A tragédia não pressupõe culpados. O teatro ensina a gente a ver essa fragilidade humana, que conhecemos muito pouco", diz sobre o destino do irmão.

Michelle expõe feridas ao aceitar gravar vídeo de campanha com Flávio dois meses após racha público
Folha - Poder 12/08/2026

Michelle expõe feridas ao aceitar gravar vídeo de campanha com Flávio dois meses após racha público

Brasília A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) se encontrou com o presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro (PL), para gravar vídeos de propaganda eleitoral nesta terça-feira (11), no primeiro contato presencial entre eles desde que fizeram gestos de reconciliação após uma crise pública no fim de junho. Michelle afirmou que "uma pedra" foi colocada na situação e que pediu votos para Flávio, mas manifestou descontentamentos que persistem em relação às brigas no clã Bolsonaro, especialmente sobre Carlos e Eduardo. "Qual família não tem problema? Conversamos e nos unimos em prol de algo muito maior para nossa nação", disse ela a jornalistas, sem detalhar como foi a conversa com o filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL). A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) em uma oração no primeiro encontro entre eles após reconciliação, em Brasília "Foi normal", declarou apenas. "É meu enteado há 19 anos, nos abraçamos." Já quando foi questionada sobre os filhos 02 e 03, disse que não iria responder. "Eu não vou polarizar. Um dia de cada vez. [...] Mas não guardo mágoa de ninguém. Até porque, se eu guardar mágoa, eu é que não vou conseguir viver. As coisas vão se ajustando aos poucos." De manhã até o fim da tarde, Flávio reuniu por volta de 30 candidatos que apoia ao Senado, inclusive Michelle, que vai concorrer no Distrito Federal, na sede de sua campanha, em Brasília, para uma série de gravações com todos eles. Também fez um breve discurso e buscou alinhar pautas da campanha, como a crítica à situação fiscal do governo Lula (PT). Como mostrou a Folha, Flávio lançou 47 nomes para o Senado, sendo que a maioria é abertamente a favor do impeachment de Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a quem o senador chamou de articulador político de Lula em entrevista aos jornalistas. Ao redor de Flávio, os candidatos gritaram em coro que apoiam o impeachment do ministro. Michelle chegou por volta das 13h50 e deixou o local, uma casa à beira do lago Paranoá, depois das 15h30, já com seus vídeos gravados. Na chegada, foi tietada pelos demais candidatos ao Senado, com quem tirou fotos. Foi servido churrasco aos convidados, além de chope —que, de acordo com os presentes foi reservado para o final das gravações. A ex-primeira-dama falou brevemente com o grupo e quis passar uma mensagem de união, segundo relatos. Em trecho publicado nas redes sociais, ela pede liberdade aos presos do 8 de Janeiro e a Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe. Questionada sobre viajar o país em campanha para Flávio, ela respondeu que isso seria difícil, já que é a principal responsável pelos cuidados com Bolsonaro, que operou o ombro e tem crises de soluço. Ela afirmou que as líderes regionais do PL Mulher poderiam apoiar o senador em seus estados. Brasília Hoje Receba no seu email o que de mais importante acontece na capital federal Carregando... Michelle, Flávio e os demais candidatos também fizeram juntos uma oração, puxada por Alcides Fernandes (PL), pastor e candidato ao Senado no Ceará. Para lançar Fernandes, o PL preteriu a indicada da ex-primeira-dama, Priscila Costa. A disputa no estado foi o ponto central da briga entre Michelle e Flávio. "Nos abraçamos, desejei boa sorte, oramos juntos e está tudo certo", disse Michelle sobre Alcides Fernandes, logo após ressaltar que segue "de forma visceral" contra a aliança entre o PL e Ciro Gomes (PSDB), a quem atribui culpa pela inelegibilidade de Bolsonaro. Foi o PDT, antigo partido de Ciro, que ingressou com uma ação na Justiça Eleitoral que levou à punição do ex-presidente. Michelle fez questão de fazer uma retrospectiva da crise, exposta e resolvida por meio de vídeos dela nas redes nas últimas semanas, afirmando que, quando entrou no PL Mulher, tinha autonomia para construir os diretórios estaduais e trabalhar candidaturas. Ao ser contrariada no Ceará, tentou deixar o cargo em novembro, mas a cúpula da sigla não aceitou sua saída, convertida em uma licença. "Foi um desgaste gerado muito grande, desnecessário. [...] E, querendo ou não, não fui tão respeitada no quesito de autonomia para trazer a mulher para política", disse. Michelle também foi questionada a respeito do vice de Flávio, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), que acabou sendo escolhido para o posto pelo senador apesar de ele ter dito, em diversas ocasiões, que queria uma mulher em sua chapa. "É claro que eu, como representante das mulheres de bem do Brasil, gostaria que fosse uma mulher. Mas, se for um vice que vai ter um olhar especial para as mulheres, para as mães atípicas...", disse ela. Pela manhã, ao falar com jornalistas, Flávio também defendeu Gaspar, chamando de farsa a acusação de que ele teria cometido estupro de vulnerável. "Foi exatamente no momento em que ele estava defendendo os aposentados roubados pelo governo do PT, inclusive pedindo a prisão do Lulinha. [Ele é] uma pessoa do bem, preparada, da área da segurança pública, que tem a nossa confiança", afirmou. FolhaJus A newsletter sobre o mundo jurídico exclusiva para assinantes da Folha Carregando... Flávio também afirmou que precisa eleger uma maioria no Senado para implementar medidas mais duras de segurança, como a redução da maioridade penal, e disse que os candidatos serão cobrados pela população a defender impeachment de ministros do STF. Ele chegou a perguntar aos seus apoiadores se eles queriam a saída de Moraes, que responderam com gritos de sim. "Eu lamento. Você vê [que] Alexandre de Moraes hoje virou o grande articulador político do Lula, promovendo encontro dentro da casa dele com outros políticos. Mas o Alexandre de Moraes veio para a seara política, então todos os políticos estão autorizados a responder dentro da política também", disse. Flávio se referia à reunião entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), feita na casa de Moraes e da qual o ministro Cristiano Zanin participou. O encontro, na semana passada, foi articulado para reaproximar os chefes do Executivo e do Senado, que estavam rompidos desde a rejeição da indicação de Jorge Messias para o STF, em abril. "Não adianta querer dar canetada, ameaçar, inventar operações contra nós, os pré-candidatos", afirmou ainda. Participaram nomes como Guilherme Derrite (PP-SP), Bia Kicis (PL-DF), Marcelo Queiroga (PL-PB), Carlos Jordy (PL-RJ) e Filipe Barros (PL-PR), entre outros.

Perguntas Frequentes sobre LPLP11

Qual é a cotação de LPLP11 hoje na B3?
A cotação de LPLP11 hoje está em R$ 241,90. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 241,90 e máxima de R$ 241,90.
Quanto a LPLP11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de LPLP11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de LPLP11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de LPLP11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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