LIFE11
Fundos ImobiliáriosLife Capital Partners Fundo de Investimentos Imobiliarios 1
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Sobre a LIFE11
O FII LIFE CAPITAL PARTNERS (LIFE11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Ativa.
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Sports Media e LiveMode são acusadas de controlar FFU
Três entidades do futebol brasileiro pediram à CBF que leve à Fifa denúncias contra a Sports Media Entertainment e a LiveMode, que controla a CazéTV, acusadas de montar uma estrutura que deu a investidores privados poder sobre decisões e receitas da FFU (Futebol Forte União), grupo que reúne 31 clubes das Séries A, B e C para negociar coletivamente seus direitos de transmissão. Em carta obtida pela coluna, o Sinafut (Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional), a Anaf (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol) e a Fenapaf (Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol) afirmam que a Sports Media Entertainment e a LiveMode montaram uma estrutura que retirou dos clubes o poder sobre decisões estratégicas e passou a submeter a liga aos interesses dos investidores. O documento foi enviado na sexta-feira (26) ao presidente da CBF, Samir Xaud. Procuradas pela coluna, Sports Media e LiveMode não se manifestaram até a publicação deste texto. Câmera de transmissão durante partida do Corinthians na Neo Química Arena - Eduardo Anizelli - 02.mar.2016/Folhapress Segundo as entidades, a Sports Media, ligada à gestora Life Capital Partners, passou a controlar os repasses de dinheiro aos clubes e ganhou poder de veto sobre decisões do Condomínio Forte União, estrutura criada para administrar os contratos comerciais da FFU. A carta afirma ainda que a LiveMode passou a ocupar papéis conflitantes ao negociar, em nome dos clubes, direitos de transmissão que ela própria compra para explorar comercialmente. As três entidades dizem que o modelo ameaça a autonomia dos clubes e pode violar regras da Fifa que proíbem a interferência de agentes externos na administração das associações esportivas. Por isso, pedem que a CBF encaminhe o caso à entidade internacional. A carta cita uma sequência de decisões e manifestações recentes que, segundo seus autores, reforçam a acusação. Entre elas estão uma medida cautelar do Cade desta sexta que evita obstáculos à saída de clubes da FFU, uma decisão da Justiça que impediu a Sports Media de usar pressão econômica sobre clubes e um parecer do Ministério do Esporte que apontou risco de perda de autonomia das equipes em favor de investidores financeiros. O documento também menciona reportagens segundo as quais o CEO da Sports Media teria pressionado um clube a desistir de uma ação judicial e o administrador do Condomínio Forte União teria interferido no funcionamento interno da associação de clubes. As entidades afirmam que os episódios revelam uma tentativa de "captura" do Campeonato Brasileiro por interesses financeiros. A ofensiva amplia uma disputa que já está na Justiça. Em abril, o Sinafut ajuizou ação civil pública contra a Sports Media acusando a empresa de condicionar o repasse de receitas de direitos de transmissão à assinatura de documentos internos e à desistência de processos judiciais por parte dos clubes. Na ocasião, a Sports Media afirmou que não era responsável pelos repasses financeiros aos times.
Sports Media e LiveMode são acusadas de controlar FFU
Três entidades do futebol brasileiro pediram à CBF que leve à Fifa denúncias contra a Sports Media Entertainment e a LiveMode, que controla a CazéTV, acusadas de montar uma estrutura que deu a investidores privados poder sobre decisões e receitas da FFU (Futebol Forte União), grupo que reúne 31 clubes das Séries A, B e C para negociar coletivamente seus direitos de transmissão. Em carta obtida pela coluna, o Sinafut (Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional), a Anaf (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol) e a Fenapaf (Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol) afirmam que a Sports Media Entertainment e a LiveMode montaram uma estrutura que retirou dos clubes o poder sobre decisões estratégicas e passou a submeter a liga aos interesses dos investidores. O documento foi enviado na sexta-feira (26) ao presidente da CBF, Samir Xaud. Procuradas pela coluna, Sports Media e LiveMode não se manifestaram até a publicação deste texto. Câmera de transmissão durante partida do Corinthians na Neo Química Arena - Eduardo Anizelli - 02.mar.2016/Folhapress Segundo as entidades, a Sports Media, ligada à gestora Life Capital Partners, passou a controlar os repasses de dinheiro aos clubes e ganhou poder de veto sobre decisões do Condomínio Forte União, estrutura criada para administrar os contratos comerciais da FFU. A carta afirma ainda que a LiveMode passou a ocupar papéis conflitantes ao negociar, em nome dos clubes, direitos de transmissão que ela própria compra para explorar comercialmente. As três entidades dizem que o modelo ameaça a autonomia dos clubes e pode violar regras da Fifa que proíbem a interferência de agentes externos na administração das associações esportivas. Por isso, pedem que a CBF encaminhe o caso à entidade internacional. A carta cita uma sequência de decisões e manifestações recentes que, segundo seus autores, reforçam a acusação. Entre elas estão uma medida cautelar do Cade desta sexta que evita obstáculos à saída de clubes da FFU, uma decisão da Justiça que impediu a Sports Media de usar pressão econômica sobre clubes e um parecer do Ministério do Esporte que apontou risco de perda de autonomia das equipes em favor de investidores financeiros. O documento também menciona reportagens segundo as quais o CEO da Sports Media teria pressionado um clube a desistir de uma ação judicial e o administrador do Condomínio Forte União teria interferido no funcionamento interno da associação de clubes. As entidades afirmam que os episódios revelam uma tentativa de "captura" do Campeonato Brasileiro por interesses financeiros. A ofensiva amplia uma disputa que já está na Justiça. Em abril, o Sinafut ajuizou ação civil pública contra a Sports Media acusando a empresa de condicionar o repasse de receitas de direitos de transmissão à assinatura de documentos internos e à desistência de processos judiciais por parte dos clubes. Na ocasião, a Sports Media afirmou que não era responsável pelos repasses financeiros aos times.