CP

CPUR11 Capitania HBC Renda Urbana Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje

🏢 FII Híbrido / Renda Urbana

Capitania HBC Renda Urbana Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

CNPJ: 34691520000100

Preço Atual
R$ 10,43
-0.57%
Cotação oficial B3 em tempo real
Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

CPUR11 (Capitania HBC Renda Urbana Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Híbrido / Renda Urbana. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 10,43, registrando variação de -0.57% no dia. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 11.00%.

Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 10 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 10/11 (90.9%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 12.07% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
28 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 1.05x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 1.05x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +15.8%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 707.4 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 1.05 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Híbrido / Renda Urbana

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 12.07% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 20,98
Rendimento Anual (12M) R$ 1,26
Margem de Segurança +50.29%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
📑
CVM Oficial Data-base: 08/2026

Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial

Ver Relatório CVM Completo →
Patrimônio Líquido R$ 673,74 mi
VP por Cota (CVM) R$ 9,93
Total de Cotistas 1.900
Grau de Alavancagem 7,72%

O ativo CPUR11 (Capitania HBC Renda Urbana Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 10,43, acumulando uma variação de -0.57% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 9,66 e a máxima de R$ 21,00. O fundo atua no segmento de Híbrido / Renda Urbana, registrando um Dividend Yield (12M) de 12.07% e indicador P/VP de 1.05x.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 10,29
Fec. Ant: R$ 10,49
Variação Dia
Min: R$ 10,21
Max: R$ 11,05
52 Semanas
Mín: R$ 9,66
Máx: R$ 21,00
Volume
100.275
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: CPUR11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

1.05
R$ 9,93
Patrimônio Líquido
R$ 707,42 Mi
Último Rendimento
R$ 0.1000
Pagto: 2026-10-22
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.0968
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 1.2590
acumulado no ano
R$ 707,42 Mi
Quantidade de Cotas
67,83 Mi
Liquidez Diária
100.275

Sobre a CPUR11

Categoria / Segmento
Híbrido / Renda Urbana
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDOR
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 22/10/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 22/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 21/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 21/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 22/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,0590
Pagamento: 25/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 24/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 25/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 25/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 23/01/2026

Notícias relacionadas

Dark Horse: Delator relata fraude em pagamento a fundo ligado a Eduardo Bolsonaro nos EUA
EUA •

Dark Horse: Delator relata fraude em pagamento a fundo ligado a Eduardo Bolsonaro nos EUA

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo BRASÍLIA - No primeiro depoimento de sua delação premiada, o empresário Antônio Carlos Freixo Júnior indicou à Polícia Federal que houve uma fraude na operação financeira para pagamento de 12,3 milhões de dólares a um fundo aberto nos Estados Unidos por um advogado de Eduardo Bolsonaro, porque achou que estava comprando cotas de um investimento em empreendimentos imobiliários nos EUA. Dono da Entre Investimentos, ele foi o responsável por transferir recursos ao fundo depois que o banqueiro Daniel Vorcaro acertou com o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) repasses sob justificativa de financiar o filme Dark Horse, mas disse que só depois ficou sabendo disso. PUBLICIDADE Em relatório sobre o depoimento, porém, a própria Polícia Federal menciona contradições de Freixo Júnior e diz que um dos documentos assinados por sua empresa mencionava a destinação dos recursos ao filme. “O documento está, assim, em aparente contradição com a afirmação do colaborador de que desconhecia a destinação cinematográfica dos recursos”, escreveu a PF, que solicitou autorização para ouvir novamente o colaborador. Flávio e Eduardo são investigados nesse inquérito. A PF enviou documentação ao Supremo Tribunal Federal (STF) com as diligências realizadas nas últimas semanas e pediu autorização para obter novos documentos e aprofundar o caso. Também foi feito pedido ao ministro André Mendonça para prorrogar o inquérito por 90 dias. Publicidade É a primeira vez que vem a público o depoimento de Antônio Carlos Freixo Júnior depois que ele fechou um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Como antecipou o Estadão, ele entregou documentos e relatou que os recursos usados para pagamentos ao fundo ligado a Eduardo Bolsonaro no exterior tiveram como origem, no Brasil, o Banco Master. Logo depois dos pagamentos ao exterior, ele recebia repasses no Brasil para cobrir as remessas. Apenas posteriormente é que Freixo diz ter tomado conhecimento que a justificativa para envio dos valores seria financiar o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele disse que fez os repasses a pedido do dono do Banco Master porque houve um problema em uma conta no exterior do cunhado dele, Fabiano Zettel, e que iria transferir as cotas do empreendimento imobiliário para Vorcaro depois da regularização dessa conta. “Em momento algum lhe foi informado que os recursos se destinavam ao financiamento de um filme ou cinebiografia, ressaltando que jamais aceitaria participar de uma operação com esse viés em razão do elevado risco reputacional para seu portfólio de empresas”, afirmou no termo de depoimento. “A subscrição ocorreu em nome da Entre Investimentos com base na reação de confiança mantida com Daniel Vorcaro, havendo a perspectiva informal de que, após a regularização cadastral, a titularidade das cotas seria transferida para a pessoa física de Daniel ou para o Banco Master, sem a formalização de side letter”, complementou. Os documentos entregues por Freixo confirmam o pagamento de 12,3 milhões de dólares ao fundo Havengate entre fevereiro e setembro de 2025. A PF afirma que foram remetidos ao exterior R$ 72 milhões, enquanto Freixo recebeu R$ 90 milhões no Brasil. Ele entregou documentos indicando que fez os aportes por meio de subscrição a um fundo imobiliário. Freixo afirma que tomou conhecimento por reportagens na imprensa de que o fundo serviria para outro propósito que não era o mercado imobiliário e, por isso, solicitou a devolução dos valores, mas não obteve nenhuma resposta. Publicidade “Tomou conhecimento do verdadeiro propósito do fundo e da destinação dos recursos para a produção audiovisual apenas após a veiculação de matérias pela imprensa. Que diante dos fatos expostos, adotou os procedimentos formais de investidor ao encaminhar e-mails de notificação solicitando o resgate integral dos valores e a apresentação do balancete demonstrativo dos investimentos do fundo, não obtendo resposta dos gestores”, afirmou.

Empresário aponta fraude em repasse de R$ 62 milhões para o Dark Horse
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Empresário aponta fraude em repasse de R$ 62 milhões para o Dark Horse

O empresário Antônio Carlos Freixo Júnior afirmou, em seu primeiro depoimento no acordo de delação premiada, que acreditava estar investindo em empreendimentos imobiliários nos Estados Unidos quando transferiu US$ 12,3 milhões, cerca de R$ 62 milhões na cotação atual, para o fundo Havengate. Segundo ele, só posteriormente soube que os recursos estariam relacionados ao financiamento do filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Dono da Entre Investimentos, Freixo foi responsável por transferir os valores ao fundo aberto nos Estados Unidos por um advogado de Eduardo Bolsonaro. De acordo com o depoimento prestado à Polícia Federal (PF), os repasses ocorreram após o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, acertar com o vcandidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pagamentos destinados, segundo a justificativa apresentada posteriormente, à produção cinematográfica. Tudo sobre Política em primeira mão! Entre no canal do WhatsApp. Freixo declarou, no entanto, que não sabia dessa finalidade quando realizou as operações. Flávio e Eduardo Bolsonaro são investigados no inquérito, que apura a movimentação financeira relacionada ao fundo no exterior. A PF encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) documentos sobre as diligências realizadas nas últimas semanas e pediu autorização para obter novos registros e aprofundar as investigações. A corporação também solicitou ao ministro André Mendonça a prorrogação do inquérito por 90 dias. Do fundo ao Dark Horse Segundo o depoimento, Freixo realizou os aportes por meio da subscrição de cotas de um fundo imobiliário, em nome da Entre Investimentos. Ele afirmou que aceitou participar da operação com base na relação de confiança que mantinha com Vorcaro. O empresário relatou que os repasses foram solicitados pelo dono do Banco Master após um problema em uma conta no exterior de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. A expectativa, segundo Freixo, era transferir posteriormente as cotas do investimento para Vorcaro ou para o Banco Master, após a regularização da conta. “Em momento algum lhe foi informado que os recursos se destinavam ao financiamento de um filme ou cinebiografia, ressaltando que jamais aceitaria participar de uma operação com esse viés em razão do elevado risco reputacional para seu portfólio de empresas”, afirmou no termo de depoimento. Freixo acrescentou que a subscrição foi feita em nome de sua empresa e que havia uma expectativa informal de transferência futura das cotas. Segundo ele, não foi formalizado um documento complementar para registrar esse entendimento. Pagamentos chegaram a R$ 72 milhões, diz PF Os documentos entregues pelo empresário confirmam pagamentos de US$ 12,3 milhões ao fundo Havengate entre fevereiro e setembro de 2025. De acordo com a PF, foram remetidos ao exterior R$ 72 milhões, enquanto Freixo recebeu R$ 90 milhões no Brasil para cobrir as transferências. O empresário afirmou que só tomou conhecimento de que o fundo poderia ter uma finalidade diferente da aplicação imobiliária após a publicação de reportagens na imprensa sobre a destinação dos recursos à produção audiovisual. Depois de saber das informações, Freixo disse ter solicitado a devolução integral dos valores e a apresentação de demonstrativos dos investimentos. Segundo o depoimento, os pedidos foram encaminhados por e-mail, mas não houve resposta dos gestores do fundo. “Tomou conhecimento do verdadeiro propósito do fundo e da destinação dos recursos para a produção audiovisual apenas após a veiculação de matérias pela imprensa”, registra o termo. O depoimento de Freixo é o primeiro a se tornar público desde que ele firmou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Conforme informações do caso, ele também entregou documentos que indicariam que os recursos usados nos pagamentos ao fundo no exterior tiveram origem no Banco Master, no Brasil. A investigação busca esclarecer a origem, o percurso e a finalidade dos recursos enviados ao Havengate, além de apurar a participação dos envolvidos na operação financeira.

Fundos imobiliários: Confira os que mais sobem em 2026, segundo a Quantum Finance – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Fundos imobiliários: Confira os que mais sobem em 2026, segundo a Quantum Finance – Money Times

(Imagem: iStock/privetik) O Polo Crédito Imobiliário (PORD11) lidera o ranking dos fundos imobiliários com os maiores retornos acumulados em 2026, segundo levantamento da Quantum Finance ao qual o Money Times teve acesso. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Do início de janeiro até o final de setembro, o veículo registrou rentabilidade de 15,11%, enquanto o IFIX, principal índice dos FIIs na bolsa de valores (B3), acumulou queda de 0,53% no mesmo período. Quem é o líder? Gerido pela Polo Capital, o PORD11 reúne pouco mais de 50 mil cotistas e possui patrimônio líquido (PL) estimado em aproximadamente R$ 357 milhões. O fundo pertence ao nicho de recebíveis imobiliários, com investimentos majoritariamente em dívidas do setor, como os CRIs. Em seu último relatório gerencial, o veículo apontou que 97% dos CRIs de sua carteira estão ligados ao segmento residencial e 3% ao de imóveis comerciais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já entre os setores de atuação dos devedores estão energia, varejo, loteamentos e renda urbana, entre outros. Outros fundos imobiliários Na segunda posição do ranking de maiores retornos dos FIIs em 2026 está o BTG Pactual Shoppings (BPML11), gerido pelo BTG Pactual e focado em shopping centers. Com patrimônio líquido superior a R$ 886 milhões, o fundo acumula retorno de 14,69% neste ano, segundo o levantamento da Quantum Finance. Em seguida, na terceira colocação, aparece o Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11), com valorização de 13,73% em 2026. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Também do segmento de recebíveis, o veículo, gerido pela Mauá Capital, possui patrimônio líquido próximo de R$ 1,59 bilhão e cerca de 124 mil cotistas. Confira os FIIs com as maiores rentabilidades no ano, de acordo com a Quantum Finance: Fundo (ticker) Patrimônio líquido Retorno no ano PORD11 R$ 355.871.950,07 15,11% BPML11 R$ 886.303.862,35 14,69% MCCI11 R$ 1.594.373.850,45 13,73% KNSC11 R$ 1.788.939.459,44 13,55% RZAT11 R$ 430.088.334,12 11,73% MANA11 R$ 346.980.883,45 11,48% VGIR11 R$ 1.431.878.378,18 10,23% KNCR11 R$ 10.991.179.817,17 9,05% KNUQ11 R$ 2.159.100.635,50 9,04% AFHI11 R$ 505.166.737,99 8,85% IFIX – -0,53% Metodologia: foram considerados apenas fundos imobiliários com dados suficientes para cálculo do retorno no período selecionado, de 01/01/2026 até 30/09/2026. O patrimônio líquido tem como referência 30/09/2026. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre CPUR11

Qual é a cotação de CPUR11 hoje na B3?
A cotação de CPUR11 hoje está em R$ 10,43. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 10,21 e máxima de R$ 11,05.
Quanto a CPUR11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de CPUR11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de CPUR11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de CPUR11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.