CP

CPUR11

Capitania HBC Renda Urbana Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

Preço Atual
R$ 10,60
+0.00%
Abertura
R$ 10,48
Fec. Ant: R$ 10,55
Variação Dia
Min: R$ 10,32
Max: R$ 10,60
52 Semanas
Mín: R$ 9,75
Máx: R$ 11,64
Volume
1.427.856
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Dividend Yield
10.00%
P/VP
1.10
VPA
R$ 9,68
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a CPUR11

Market Cap
N/A

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 22/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,0590
Pagamento: 25/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 24/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 25/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 25/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 23/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 23/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 25/11/2025
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 24/10/2025
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 25/09/2025

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A nova carteira da ‘geração prateada’: por que os brasileiros 60+ estão investindo mais na Bolsa
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/07/2026

A nova carteira da ‘geração prateada’: por que os brasileiros 60+ estão investindo mais na Bolsa

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Desde a pandemia, o número de investidores com 60 anos ou mais na Bolsa brasileira mais que dobrou, atingindo 592 mil em 2026. A previdência privada perdeu recursos, com resgates aumentando de R$ 104,1 bilhões para R$ 153,2 bilhões. A 'geração prateada' busca diversificação e segurança financeira, investindo em ações e fundos imobiliários. A longevidade crescente no Brasil impulsiona essa tendência, exigindo planejamento financeiro mais amplo, segundo especialistas como Louise Barsi e Mariana Garcia. Abrir o resumo Número de investidores com 60 anos ou mais na Bolsa mais que dobrou desde 2020. (Foto: Adobe Stock) Foto: Adobe Stock A percepção de que os investimentos em renda variável são adequados apenas aos mais jovens vem perdendo força no Brasil. Desde a pandemia de Covid-19, o número de investidores com 60 anos ou mais na Bolsa de Valores brasileira mais que dobrou. Dados mais recentes da B3 obtidos pelo E-Investidor mostram que a participação desse público passou de 280 mil investidores em 2020, para 592 mil em 2026 — um avanço de 112,8% no período. PUBLICIDADE Ao mesmo tempo, a previdência privada vem perdendo recursos nos últimos anos. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), a captação líquida dos Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) entre outros planos privados de previdência caiu 88,8% entre 2021 e 2025. O resultado reflete o aumento gradual dos resgates desses produtos: no mesmo período, as saídas passaram de R$ 104,1 bilhões para R$ 153,2 bilhões. O movimento reflete uma mudança gradual no comportamento financeiro da população mais velha, que passou a buscar alternativas para complementar a renda, preservar o patrimônio e garantir maior segurança financeira durante a aposentadoria. Segundo a B3, as ações concentram a maior parte dos investimentos em renda variável da chamada ‘geração prateada’, como são conhecidos os investidores com 60 anos ou mais. Publicidade A maioria desse público investe em ações, com R$ 224,1 bilhões aplicados. Na sequência, os fundos imobiliários aparecem como o segundo ativo de renda variável mais procurado entre os investidores 60+, com R$ 59,6 bilhões investidos. O avanço chama a atenção, sobretudo em um momento de forte atratividade da renda fixa. Nos últimos anos, a taxa Selic saltou de 2% para 15% ao ano, o maior patamar em duas décadas. No mesmo período, os títulos do Tesouro Direto indexados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passaram a oferecer remunerações recordes, com alguns papéis pagando juros reais de cerca de 8% ao ano. Em tese, esse cenário favorece uma migração de recursos para a renda fixa. Publicidade O que explica o interesse por ativos de Bolsa? Os números da Bolsa, porém, mostram que a carteira de investimentos do investidor mais velho tem espaço para diversificação. Para Louise Barsi, economista e sócia-fundadora da AGF+, esse movimento reflete o amadurecimento financeiro dessa população. Segundo ela, quando as pessoas são mais jovens, normalmente dispõem de menos recursos para investir e tendem a buscar retornos mais rápidos. Com o passar do tempo, porém, a experiência passa a pesar mais nas decisões de investimento. Assim, mesmo quando aumenta a exposição à renda variável, o investidor costuma priorizar ações de empresas com fundamentos sólidos e resilientes às variáveis macroeconômicas. São os casos das companhias do setor financeiro, de energia, saneamento básico, seguros e telecomunicações. Publicidade Ao priorizar ações com esse perfil, o investidor tende a acelerar a criação de uma fonte de renda passiva. Segundo dados da AGF+, quem investe R$ 1 mil por mês em ações da Taesa (TAEE11), uma das empresas consideradas resilientes pela gestora, pode passar a receber, em dividendos, um valor equivalente ao aporte mensal após cerca de cinco a seis anos de investimentos. “Há ainda o interesse em construir um patrimônio que perdure para as próximas gerações. Ouço muito dos nossos clientes que desejam deixar um legado para os netos”, diz Barsi. PUBLICIDADE O mesmo contexto ajudou a impulsionar o interesse dos investidores mais velhos pelos fundos imobiliários. Além do potencial de valorização patrimonial, a classe reúne características valorizadas por quem busca complementar a renda: a distribuição recorrente de rendimentos e a isenção de Imposto de Renda. Danilo Barbosa, analista e sócio do Clube FII, destaca ainda que esses fundos oferecem diversificação ao permitir exposição a diferentes tipos de imóveis, como escritórios, galpões logísticos, ou a títulos de dívida do setor imobiliário. “Os fundos imobiliários permitem que o investidor receba uma renda proveniente de aluguéis sem a necessidade de comprar e administrar imóveis diretamente”, afirma. A 'geração prateada' ganha espaço na renda variável à medida que a aposentadoria se torna mais longa e exige novas estratégias para preservar o patrimônio e gerar renda. (Foto: Adobe Stock) Foto: Adobe Stock CONTiNUA APÓS PUBLICIDADE Brasileiros estão ficando mais velhos, e isso estimula a diversificação A tendência também acompanha a longevidade dos brasileiros, que ampliou o horizonte de planejamento e de investimentos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida no Brasil aumentou cerca de 24 anos nas últimas seis décadas. Em paralelo, o País ainda passa por um processo de envelhecimento populacional. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) divulgados em abril deste ano mostram que a parcela da população com menos de 30 anos caiu de 49,9% para 41,4% entre 2012 e 2025. No mesmo período, a participação dos idosos avançou de 11,3% para 16,6%. O retrato demográfico mostra que a terceira idade pode se estender por muito mais tempo do que se imaginava. Esse cenário exige um planejamento financeiro mais amplo, que contemple não apenas a geração de renda, mas também a formação e a preservação do patrimônio. Publicidade “Os 60 anos de hoje, não são mais os 60 anos de antigamente. A longevidade ampliou não só o horizonte financeiro, mas a necessidade de geração de renda adicional para suprir uma aposentadoria mais longeva”, ressalta Mariana Garcia, planejadora financeira Alocc, gestora de patrimônio. Faz sentido ter ações ou FIIs aos 60 anos? Em alta E-investidor Caixa acaba com sorteios aos sábados da Mega-Sena e de outras loterias; veja os novos horários Viver mais custa caro: veja quanto investir para ter uma aposentadoria até os 100 anos Em um cenário de volatilidade na renda variável e juros em patamares de dois dígitos, expor parte do patrimônio acumulado ao longo da vida em ativos de Bolsa pode parecer uma decisão arriscada. A resposta, no entanto, vai depender de três fatores principais, na avaliação de planejadores financeiros: o perfil do investidor, o tamanho do patrimônio e a expectativa de vida. Goldie Aragão, planejadora financeira CFP pela Planejar, explica que, quando estrutura o planejamento financeiro para esse público, busca entender quais são as fontes de renda e o tamanho do patrimônio do idoso frente à necessidade de renda. A partir daí, é possível avaliar o papel dos ativos de Bolsa no portfólio tanto para a geração de renda quanto para o aumento patrimonial. “É bem diferente um planejamento de uma pessoa que precisa de R$ 10 mil por mês para outra que precisa de R$ 30 mil”, afirma Aragão. “Se for uma pessoa que tem uma capacidade razoável, você pode chegar a 20%, 30%, dependendo do perfil de tolerância a risco. Caso tenha um perfil conservador, cerca de 5% parece ser razoável”, acrescenta. Já a expectativa de vida define o horizonte de cada investimento. Aragão explica que costuma elaborar planejamentos financeiros considerando uma longevidade de até 120 anos, de forma que o patrimônio seja capaz de gerar renda ao longo de toda a vida do investidor. Embora essa projeção esteja bem acima da expectativa média de vida dos brasileiros, ela acompanha uma tendência de aumento da longevidade no País. Segundo o Censo Demográfico de 2022, do IBGE, o Brasil tinha 37,8 mil pessoas com 100 anos ou mais, um contingente cerca de 54% superior ao registrado no Censo de 2010. “A cultura do bem-estar está fazendo as pessoas viverem mais”, ressalta Aragão. Publicidade Leia mais

IFIX fecha em ligeira alta e acumula ganho de 0,41% na semana -
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/07/2026

IFIX fecha em ligeira alta e acumula ganho de 0,41% na semana -

IFIX fecha em ligeira alta e acumula ganho de 0,41% na semana Marcelo Monteiro 17/07/2026 às 19:10 2 minutos de leitura Atualizado em: 17/07/2026 às 19:10 O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (17) aos 3.847,20 pontos, com ligeira alta de 0,02%, avanço de 0,96 ponto em relação ao fechamento anterior. Durante a sessão, o indicador atingiu a máxima de 3.853,38 pontos e a mínima de 3.846,04 pontos, encerrando o dia praticamente estável. Com o resultado, o índice de fundos imobiliários permaneceu acima dos 3.840 pontos e seguiu próximo do maior nível das últimas 52 semanas, cuja máxima é de 3.944,38 pontos. A mínima do período continua em 3.402,09 pontos. Na comparação semanal, o IFIX avançou 0,41%. Em 10 de julho de 2026, o índice encerrou o pregão na B3 aos 3.831,41 pontos. Nesta sexta-feira (17), terminou aos 3.847,20 pontos, uma valorização de 15,79 pontos no intervalo. O sobe-e-desce dos FIIs Entre as maiores altas do dia, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) liderou os ganhos, com valorização de 2,53%, encerrando o pregão cotado a R$ 19,01. Na segunda posição ficou o JSRE11 (JS Real Estate Multigestão), que avançou 2,35% e fechou o dia negociado a R$ 60,90. Do lado das quedas, o LIFE11 (Life Capital Partners) registrou a maior baixa da sessão, com recuo de 2,17%, terminando o dia cotado a R$ 6,87. Em seguida apareceu o TOPP11 (RBR Top Offices FII RL), que caiu 2,02% e encerrou o pregão a R$ 69,37. MXRF11 lidera negociações Entre os fundos mais negociados da sessão, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou o volume de negociações, com 1,77 milhão de cotas negociadas, e recuou 0,1%. Na sequência vieram o GGRC11 (GGR Covepi Renda), com volume de 1,62 milhão de cotas e alta de 1,02%; o GARE11 (Guardian Logística), com 1,16 milhão de cotas e recuo de 0,12%. Outros destaques foram o CPTS11 (Capitania Securities II), com 855,46 mil cotas e avanço de 0,13%; e o HFOF11 (Hedge Top FOFII 3 Fundo de Investimento Imobiliário), que movimentou 508,81 mil cotas e subiu 1,6%.

Junho registrou entrada de 41 mil novos investidores em FIIs, mostra B3
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/07/2026

Junho registrou entrada de 41 mil novos investidores em FIIs, mostra B3

O mercado de fundos imobiliários (FIIs) acrescentou 41 mil novos investidores entre maio e junho, segundo o Boletim de Produtos da B3. Com esse movimento, a base total evoluiu de 3,209 milhões para 3,25 milhões, sinalizando a continuidade da expansão do segmento mesmo em um ambiente de juros elevados. No mesmo intervalo, o número de fundos imobiliários listados na bolsa brasileira passou de 435 para 438. Já o patrimônio mantido em custódia recuou de R$ 198 bilhões para R$ 196 bilhões, de acordo com a B3. Perfil dos investidores de fundos imobiliários As pessoas físicas seguem como o principal público dos FIIs em junho, com 73,7% das posições em custódia. Em seguida, aparecem os investidores institucionais, com 20,9%. Os investidores não residentes detinham 3,7%, enquanto as instituições financeiras concentravam 0,3% das posições. Pelo critério de volume negociado, a participação das pessoas físicas foi de 39,6%. Os investidores estrangeiros responderam por 28,5% das negociações, seguidos pelos investidores institucionais, com 25%, e pelas instituições financeiras, com 6,2%. Mercado de fundos imobiliários amplia base O avanço da base de investidores ocorre enquanto os fundos imobiliários seguem atraindo quem busca diversificação e geração recorrente de renda via ativos listados. O movimento indica maior penetração do produto entre os participantes do mercado brasileiro, apesar do cenário de juros ainda elevados. Embora o patrimônio em custódia tenha mostrado leve redução de maio para junho, a entrada líquida de novos investidores reforça a disseminação dos FIIs. Esses veículos aplicam recursos em imóveis ou ativos ligados ao setor imobiliário, permitindo acesso a empreendimentos como galpões logísticos, edifícios corporativos, shopping centers, hospitais e títulos imobiliários sem a necessidade de aquisição direta de um imóvel. FIIs mais negociados em junho Segundo a B3, os fundos imobiliários com maior volume de negociação em junho foram: CPOF11 (Capitânia Office) KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários) TRXF11 (TRX Real Estate) GSFI11 (General Shopping e Outlets) XPML11 (XP Malls) MXRF11 (Maxi Renda) HGLG11 (Pátria Log) GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) GARE11 (Guardian Real Estate) KNIP11 (Kinea Índice de Preços) Os dados compõem o boletim mensal da B3, que acompanha a evolução do mercado brasileiro de fundos imobiliários, abrangendo o total de investidores, o número de produtos listados, o patrimônio em custódia e a participação de cada perfil de investidor nas negociações.