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RENDIMENTO R$ 0,0930
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Pagamento: 15/01/2026
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RENDIMENTO R$ 0,0950
Pagamento: 14/11/2025
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RENDIMENTO R$ 0,1000
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Crise Habitacional na Europa, por Fernando Nogueira da Costa
Europa 14/07/2026

Crise Habitacional na Europa, por Fernando Nogueira da Costa

Crise Habitacional na Europa Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo Seguir no Google por Fernando Nogueira da Costa O envelhecimento populacional e a financeirização patrimonial estão correlacionados à crise habitacional, em várias economias europeias, embora não sejam causas únicas nem atuem mecanicamente. Lá existe uma interação sistêmica entre demografia, patrimônio pessoal, política monetária, financeirização, urbanização, baixa oferta habitacional e transformação do Welfare State. A habitação deixou gradualmente de ser vista apenas como bem de uso e política social para tornar-se também ativo financeiro estratégico de proteção patrimonial. Esse deslocamento é central. O envelhecimento altera a função econômica da moradia. Em sociedades envelhecidas, as aposentadorias com Previdência Social com administração pública tornam-se pressionadas. Cresce insegurança sobre renda futura. As famílias buscam proteção patrimonial. Nesse contexto, o imóvel passa a funcionar como reserva de valor, “previdência” informal, herança intergeracional, fonte de renda via aluguel e proteção contra inflação. Logo, a moradia torna-se instrumento de segurança social privada. A financeirização amplia esse processo. No capitalismo contemporâneo, imóveis passaram a integrar portfólios globais de investimento. Entraram no sistema financeiro os fundos imobiliários, os fundos de pensão, as seguradoras, o private equity, os investidores internacionais e as plataformas financeiras. Nesse circuito especulativo do capital fictício, diante da renda futura esperada, a moradia transforma-se de direito social em classe de ativo. O ambiente de juros baixos, após 2008, foi decisivo no mercado imobiliário da Europa, bem como no mercado de ações nos EUA. Após a GCF 2008 [Great Financial Crisis], os bancos centrais europeus mantiveram juros muito baixos e liquidez abundante no período chamado de “afrouxamento monetário”. Em consequência, títulos públicos rendiam pouco e investidores buscaram ativos imobiliários. Isso impulsionou a valorização imobiliária, a especulação contra o futuro incerto, a compra para investimento e a concentração patrimonial. O envelhecimento populacionnal aumenta a preferência por ativos seguros. Populações mais velhas tendem a evitar riscos excessivos, buscar a preservação do patrimônio familiar e manter uma renda estável. Imóveis urbanos em grandes cidades europeias passaram a parecer ativos relativamente seguros, protegidos contra inflação e politicamente estáveis. Assim, poupança de gente envelhecida implicou em demanda patrimonial imobiliária. O efeito intergeracional tornou-se enorme. Quem comprou imóveis, nos anos 1970–1990, em várias cidades europeias, acumulou enorme valorização patrimonial. Já os jovens enfrentam preços muito mais altos, salários relativamente estagnados, crédito caro ou restrito, e aluguel elevado. Surge uma divisão entre proprietários patrimonializados locadores e locatários jovens excluídos do mercado. A crise habitacional não decorre apenas de “falta física de moradia”. Esse ponto é fundamental. Em várias cidades, existem imóveis vazios, apartamentos como investimento especulativo, propriedades usadas parcialmente e imóveis turísticos (Airbnb). O problema é o acesso econômico e o uso social da habitação. A financeirização altera os incentivos urbanos. Quando imóveis se tornam ativos financeiros, preços altos passam a interessar politicamente aos proprietários. Governos evitam quedas bruscas de preços, tributação patrimonial pesada e expansão excessiva de oferta capazes de reduzir a valorização. Isto porque grande parte do eleitorado já é proprietário e depende do patrimônio imobiliário. O envelhecimento reforça o conservadorismo patrimonial. Sociedades envelhecidas tendem a priorizar estabilidade, proteger a riqueza acumulada e resistir a mudanças urbanísticas bruscas. Isso reduz o adensamento urbano, a construção massiva, a reforma fundiária e a tributação imobiliária. A imigração pressiona a demanda urbana. Ao mesmo tempo, imigração, concentração econômica e metropolização ampliam demanda por moradia nas grandes cidades. Isso ocorre, especialmente, onde empregos, universidades e serviços avançados se concentram. O resultado é uma combinação explosiva entre oferta relativamente rígida, demanda crescente, crédito abundante, investimento patrimonial, juros baixos, financeirização global e envelhecimento e proteção patrimonial. Resulta em forte inflação imobiliária. O caso europeu possui particularidades. Em muitos países europeus, o solo urbano é escasso, as regras urbanísticas são rígidas, a preservação histórica limita expansão e a construção pública diminuiu após os anos 1980–1990. Além disso, as privatizações neoliberais atingiram a habitação social e a austeridade fiscal enfraqueceu o investimento público. O Welfare State, parcialmente, privatizou a segurança. Esse é um ponto estrutural profundo. Quando aposentadorias na Previdência Pública se tornam menos generosas, o crescimento desacelera e, consequentemente, os empregos tornam-se mais precários, o patrimônio imobiliário torna-se o mecanismo privado de proteção social. Assim, famílias investem mais em imóveis, governos protegem valorização patrimonial e bancos expandem crédito imobiliário. Há um paradoxo político importante. A maioria do eleitorado, em vários países, já possui imóvel e beneficia-se da valorização especulativa. Então, políticas capazes de reduzirem preços como construção massiva, tributação pesada sobre a propriedade imobiliária desocupada e controle de valorização fundiária enfrentam resistência política. Isto apesar de jovens, imigrantes e trabalhadores precários sofrerem fortemente com a crise. A crise habitacional é também uma crise de modelo de acumulação industrial. Em muitas economias avançadas, o crescimento produtivo desacelerou, a produtividade cresce menos e os salários estagnaram. Então, ativos financeiros e imóveis como acumulação de patrimônio pessoal tornaram-se as fontes centrais de enriquecimento. Isso desloca a economia da produção para a valorização patrimonial até em ativos globalizados, inclusive em países asiáticos e latino-americanos exportadores de commodities. Portanto, envelhecimento e financeirização são claramente correlacionados, mas apenas parcialmente relacionados em termos causais. O envelhecimento aumenta demanda por segurança patrimonial. A financeirização transforma imóveis em ativos globais de valorização. Juntos reforçam a patrimonialização da moradia. O resultado histórico é a moradia nas economias avançadas ter se tornado, simultaneamente, necessidade básica, ativo financeiro, previdência privada, herança familiar, mecanismo de desigualdade intergeracional e objeto de especulação global. Essa multiplicidade de funções explica por qual razão a crise habitacional contemporânea é tão difícil de resolver apenas com soluções simples de mercado. Fernando Nogueira da Costa – Professor Titular do IE-UNICAMP. Baixe seus livros digitais em “Obras (Quase) Completas”: http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ E-mail: [email protected]. O texto não representa necessariamente a opinião do Jornal GGN. Concorda ou tem ponto de vista diferente? Mande seu artigo para [email protected]. O artigo será publicado se atender aos critérios do Jornal GGN. “Democracia é coisa frágil. Defendê-la requer um jornalismo corajoso e contundente. Junte-se a nós: https://www.catarse.me/JORNALGGN “

Ibovespa sobe de olho na guerra e na inflação dos EUA; dólar cai
Criptomoedas 14/07/2026

Ibovespa sobe de olho na guerra e na inflação dos EUA; dólar cai

Ibovespa opera em alta nesta sessão, com investidores acompanhando de perto o avanço das tensões no Oriente Médio e a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos, fatores que podem influenciar os próximos passos da política monetária da maior economia do mundo. Enquanto a Bolsa brasileira avança, o dólar perde força frente ao real, em um dia de apetite por risco nos mercados. Por volta do mesmo horário, o principal índice da B3 subia 0,57%, aos 176.739,95 mil pontos. Já o dólar comercial recuava 1,22%, sendo negociado a R$ 5,08. No mercado internacional de commodities, o petróleo mantinha trajetória de alta. Após quase atingir a marca de US$ 80 por barril nas primeiras horas do pregão, a commodity avançava 2,10% e era negociada a US$ 79,78. O movimento positivo também alcançava outros segmentos do mercado brasileiro. O IFIX , principal índice de fundos imobiliários da B3, registrava valorização de 0,15%, aos 3.835,97 mil pontos. As criptomoedas também acompanhavam o cenário favorável. O Bitcoin (BTC) avançava 1,38%, enquanto o Ethereum (ETH) registrava alta ainda mais expressiva, de 4,51%, reforçando o desempenho positivo dos ativos de risco. No exterior, o ambiente também era de otimismo, com os principais mercados internacionais operando no campo positivo enquanto investidores seguem monitorando os desdobramentos da guerra no Oriente Médio e os indicadores econômicos dos Estados Unidos. Veja como operavam as bolsas lá fora: O que mexe com o mercado O Ibovespa iniciou o pregão desta terça-feira (14) em alta, impulsionado pela divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos que vieram abaixo das expectativas do mercado. O CPI (índice de preços ao consumidor) recuou 0,4% em junho na comparação com maio, enquanto a projeção dos analistas apontava para uma queda de 0,2%. "Após a divulgação dos dados, a curva de juros de americana passou a operar em queda em praticamente todos os vértices, refletindo uma percepção mais favorável para a inflação. Apesar disso, o mercado ainda atribui 54% de probabilidade a uma elevação dos juros na reunião de setembro, abaixo dos 59% observados no dia anterior", avaliou a Analista de Macroeconomia da InvestSmartXP, Sara Paixão. Ao mesmo tempo, os investidores seguem atentos ao agravamento das tensões no Oriente Médio. Pelo segundo dia consecutivo, as forças norte-americanas promoveram ofensivas contra alvos iranianos, enquanto Teerã respondeu com novas ações militares, intensificando a disputa em torno do Estreito de Ormuz, uma das mais importantes rotas para o transporte global de petróleo. Veja também as maiores altas do Ibovespa VALE3: +1,88% a R$ 74,22; RADL3: +1,76% a R$ 18,52; B3SA3: +1,65% a R$ 15,37; HAPV3: +1,63% a R$ 10,63; RDOR3: +1,55% a R$ 36,11. E as maiores baixas

Ibovespa futuro, dólar, Oncoclínicas protocola pedido de recuperação extrajudicial e outras notícias
Bitcoin 14/07/2026

Ibovespa futuro, dólar, Oncoclínicas protocola pedido de recuperação extrajudicial e outras notícias

Ibovespa futuro, dólar, Oncoclínicas protocola pedido de recuperação extrajudicial e outras notícias Publicado às 9h20 – atualizado às 9h33 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDQ26 contrato com vencimento para 19 de agosto de 2026) abriu em alta nesta terça-feira, 14. Às 9h32 subia 0,76% aos 178.690 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Dólar Às 9h32 o dólar comercial caía 0,97% cotado a R$ 5,082 na venda. Minério, petróleo, ouro e bitcoin (9h15) Petróleo Brent: +3,85% (US$ 86,5). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: +1,19% (US$ 63.005) Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,70% (US$ 4.033) Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,81% aos 760,5 iuanes (US$ 112,16). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 9h14 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,55% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,19%. Nasdaq futuro subia 0,39%. Notícias corporativas A Vale (VALE3) se manifestou nesta terça-feira, 14, sobre as informações publicadas pelo blog de Lauro Jardim, no O Globo. A Vale esclareceu que “regularmente avalia oportunidades de investimento no curso de suas atividades, em especial aquelas sobre ativos com potencial contribuição às prioridades estratégicas da companhia”. Também explicou que “decisões quanto à alocação de capital seguem rigoroso processo de avaliação, incluindo aspectos técnicos, econômicos e financeiros, e são tomadas em conformidade com as políticas e regras de governança da Vale”. Nesse sentido, afirmou que “avaliou a oportunidade e descartou qualquer investimento relacionado ao ativo de minério de ferro localizado em Corumbá”. O blog de Lauro Jardim reportou nesta terça-feira, 14, que uma nova controvérsia surgiu na Vale a uma semana da eleição do novo presidente do conselho de administração da mineradora. Essa controvérsia envolve uma negociação para a recompra de um complexo de minas em Corumbá que a empresa havia vendido para os irmãos Joesley e Wesley Batista em 2022. De acordo com a coluna, em maio, o então chairman da Vale, Daniel Stieler; os conselheiros Manoel Lino Oliveira, o Ollie, e Heloisa Bedicks; o CEO Gustavo Pimenta e o diretor Fabio Ferraz jantaram com os irmãos Batista e, no dia seguinte, num jato particular, seguiram para visitar as minas, conhecidas como Sistema Centro-Oeste. Ainda de acordo com Lauro Jardim, em 6 de maio, Ollie, candidato a chairman por indicação da acionista Previ, enviou a Stieler e a Gustavo Pimenta um e-mail, em que sugere que se estude uma joint venture entre Vale e a J&F. O blog destaca que outros colegas de conselho Ollie souberam do jantar e da visita quase dois meses depois de ter ocorrido e Ollie teve que se explicar aos outros conselheiros. A Oncoclínicas (ONCO3) informou nesta quarta-feira, 14, que distribuiu um pedido de Recuperação Extrajudicial “a fim de implementar um ambiente jurídico estável, seguro e transparente para a negociação e implementação da reestruturação e reperfilamento das dívidas financeiras quirografárias da companhia no montante aproximado de R$ 5,1 bilhões, bem como outros créditos intercompany (créditos abrangidos)”. Em um fato relevante a companhia explicou que conta com a adesão expressa ao Plano dos Credores Signatários titulares de aproximadamente 37% dos créditos abrangidos. Segundo a Oncoclínicas, é “percentual suficiente para o ajuizamento da Recuperação Extrajudicial e que demonstra apoio relevante aos esforços para viabilizar a reestruturação das obrigações financeiras da companhia”. A Oncoclínicas dispõe do prazo de 90 dias, a contar do processamento da Recuperação Extrajudicial, para obter o percentual mínimo necessário à homologação do seu plano de recuperação extrajudicial, assegurando, assim, a vinculação de 100% dos créditos abrangidos aos novos termos e condições de pagamento a serem definidos no Plano. O Plano poderá envolver, ainda que não necessariamente, a capitalização da Oncoclínicas pelos seus acionistas; a conversão de parte dos créditos abrangidos em participação acionária na companhia; a substituição de parte dos créditos abrangidos por novas dívidas; alongamento do cronograma de amortização dos créditos abrangidos. A Oncoclínicas esclareceu que a Recuperação Extrajudicial não abrangerá as obrigações operacionais correntes da companhia com seus clientes, fornecedores e outros parceiros de negócios, essenciais para a sua operação e continuidade de suas atividades, as quais continuarão sendo honradas regular e tempestivamente nos seus respectivos vencimentos, sem qualquer interrupção ou descontinuidade. “As operações da Oncoclínicas seguem sendo conduzidas normalmente no atendimento a clientes, fornecedores e colaboradores”, destacou a companhia no fato relevante. Dentre as medidas tomadas para a reestruturação de sua situação financeira, a controlada da companhia, Centro Paulista de Oncologia, na qualidade de locatária, rescindiu o contrato de locação atípico na modalidade built-to-suit celebrado com a locadora Tellus Healthcare & Mixed-Use FII – Fundo de Investimento Imobiliário – Responsabilidade Limitada relativo ao imóvel na Av. Angélica em São Paulo/SP. A multa pela rescisão tem valor aproximado estimado em R$ 76 milhões e foi incluída na lista de créditos abrangidos; e a controlada da companhia, Centro Brasileiro de Radioterapia Oncologia e Mastologia – CEBROM, na qualidade de locatária, rescindiu o contrato de locação atípico na modalidade built-to-suit celebrado com Goiânia Medical Center relativo a um pretendido hospital em Goiânia/GO, cuja multa pela rescisão está sendo apurada pela locatária nos termos do contrato e ainda é incerta e ilíquida. A Embraer (NYSE: EMBJ / B3: EMBJ3) terá mais uma vez uma forte presença no Farnborough International Airshow, no Reino Unido, reforçando seu momento de crescimento contínuo, impulsionado pelo aumento de entregas de aeronaves, carteira de pedidos recorde e expansão dos negócios em mercados globais estratégicos. O evento bienal, que acontece de 20 a 24 de julho no Farnborough International Exhibition & Conference Centre, em Hampshire, próximo de Londres, na Inglaterra, terá entre seus destaques a exibição do E195-E2, o avião narrowbody da companhia, e a aeronave multimissão de transporte militar e reabastecimento KC-390 Millennium. Além disso, a Embraer apresentará sua visão de futuro para a mobilidade aérea urbana por meio da Eve Air Mobility, que exibirá um modelo em tamanho real (mock-up) do eVTOL e uma experiência de voo simulado. “A Embraer está preparada para um crescimento sustentável, apoiada por uma forte demanda em todos os negócios, expansão da presença global e investimentos contínuos em eficiência e inovação”, afirmou Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer. “Vemos uma demanda consistente em todos os segmentos de atuação, e Farnborough oferece uma oportunidade única para interagir com clientes, fortalecer parcerias e buscar novas oportunidades de negócios em todo o mundo”, afirmou. No primeiro semestre de 2026, a Embraer entregou 109 aeronaves, um aumento de aproximadamente 20% em relação às 91 aeronaves entregues no mesmo período do ano passado. BlackRock reduz participação na Usiminas A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Usiminas, conforme informado pela siderúrgica nesta terça-feira, 5. A BlackRock em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações preferenciais de emissão da Usiminas, sendo que, em 9 de julho de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a corresponder a 26.609.040 ações preferenciais e 34.399 American Depositary Receipts (ADRs), totalizando 26.643.439 ações, representando aproximadamente 4,864% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; e 21.602.682 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 3,943% do total de ações preferenciais. “O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock. A Cyrela (CYRE3) divulgou a prévia operacional do segundo trimestre (2T26). A companhia lançou 20 empreendimentos no trimestre, totalizando um volume de R$ 3,840 bilhões, ao se excluir as permutas, e tomando como base apenas o %CBR, 34% superior ao mesmo período do ano anterior e 120% acima do 1T26. No semestre, os lançamentos foram de R$ 5,58 bilhões comparados a R$ 6,24 bilhões em 2025. Do VGV lançado no trimestre, 93% serão reconhecidos via consolidação e 7% via método de equivalência patrimonial. Considerando a visão 100%, e ao se incluir as permutas, o volume lançado no 2T26 foi de R$ 4,96 bilhões, 20% superior ao mesmo período do ano anterior e 105% acima do 1T26. As permutas nos lançamentos foram R$ 106 milhões no 2T26 vs. R$ 195 milhões no 2T25 e R$ 38 milhões no 1T26. A participação da companhia nos lançamentos do trimestre atingiu 79%, acima do 2T25 (73%) e superior ao 1T26 (73%). Do VGV lançado no trimestre, 84% serão reconhecidos via consolidação e 16% via método de equivalência patrimonial. No semestre, o VGV de lançamentos atingiu R$ 7,39 bilhões, sendo 18% inferior ao mesmo período de 2025. Ao se excluir as permutas e tomando como base apenas o %CBR, o volume de vendas líquidas contratadas neste trimestre somou R$ 2,561 bilhões no 2T26, 14% superior ao mesmo período do ano anterior e 18% acima do 1T26. As vendas líquidas do trimestre serão 91% reconhecidas via consolidação e 9% via método de equivalência patrimonial. No semestre, as vendas contratadas atingiram R$ 4.726 milhões, sendo 9% superiores ao mesmo período de 2025. Das vendas líquidas realizadas no trimestre, R$ 278 milhões se referem à venda de estoque pronto (11%), R$ 1,053 bilhão à venda de estoque em construção (41%) e R$ 1,231 bilhão à venda de lançamentos (48%). Dessa forma, a Cyrela atingiu uma velocidade de vendas (VSO) de lançamentos de 32% no trimestre. Ao se incluir as permutas e tomando como base a visão 100%, as vendas líquidas contratadas neste trimestre somaram R$ 3,467 bilhões, 6% acima do valor registrado no 2T25 e 18% superiores ao 1T26. Os resultados operacionais apresentados estão sujeitos à revisão da auditoria. A Eztec (EZTC3) divulgou a prévia operacional do segundo trimestre de 2026 (2T26). No 2T26, a companhia registrou vendas brutas de R$ 675 milhões e vendas líquidas de R$ 578 milhões, alta de 21% e 18,2%, na comparação anual. No primeiro semestre, a companhia atingiu o maior volume de vendas semestrais de sua história: R$ 1,43 bilhão em vendas brutas e R$ 1,275 bilhão em vendas líquidas, crescimento de 48% e 47% respectivamente em relação ao primeiro semestre de 2025. A Eztec lançou três empreendimentos no segundo trimestre, somando um valor geral de venda (VGV) potencial de R$ 773 milhões, alta de 57,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025. A Bradsaúde (SAUD3) divulgou que a Atlântica Hospitais, sociedade controlada indiretamente pela Bradsaúde voltada ao investimento em hospitais, após o implemento das respectivas condições suspensivas, concluiu o fechamento da transação pela qual foram incluídos na parceria “Atlântica D’Or” determinados ativos imobiliários de propriedade do grupo Rede D’Or (RDOR3) visando a construção e futura operação de um hospital no bairro de São Conrado, na cidade do Rio de Janeiro, cuja gestão médica ficará sob a responsabilidade da Rede D’Or. Será mantida a estrutura societária existente da parceria, com participação de 50,01% para a Rede D’Or e 49,99% para Atlântica. “A expansão da parceria com a Rede D’Or está alinhada com a estratégia da Atlântica de investir na cadeia de valor do setor de saúde por meio de parcerias com players estabelecidos na operação de hospitais, reforçando o papel da Bradsaúde de consolidadora do ecossistema de saúde da Organização Bradesco”, afirmou a companhia em um comunicado. A agência de classificação de risco Fitch afirmou o rating nacional de longo prazo ‘AA-(bra)’ da Intelbras (INTB3). A perspectiva é “estável”. A agência destacou que o rating da Intelbras reflete sua forte posição de negócios no Brasil, apoiada pela produção de equipamentos eletrônicos nos segmentos de segurança, tecnologia da informação e comunicação e energia. Também comenta que a companhia possui uma carteira diversificada, o que mitiga oscilações na rentabilidade e na geração de caixa. A classificação também incorpora a reduzida alavancagem e a robusta liquidez da Intelbras – fatores cruciais para o perfil de crédito. A Fitch afirma ainda que a classificação é limitada pelo risco de obsolescência inerente ao setor de produtos eletrônicos e pela exposição da rentabilidade às oscilações do câmbio e dos preços das principais matérias-primas, bem como pelo porte mediano da empresa, que a expõe à concorrência de grandes pares globais. Além disso, mudanças em benefícios fiscais, incluindo tarifas de importação, podem afetar de forma relevante a competitividade e as margens operacionais da Intelbras. A Frasle (FRAS3) anunciou na véspera que seu conselho de administração aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP). O montante a ser pago é de R$ 69.771.130,19 e corresponde ao valor bruto de R$ 0,251577 por ação. Os acionistas serão remunerados nas proporções de suas participações no capital social da companhia, no valor líquido de R$ 0,213840 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 15%, ressalvadas exceções legais. Terão direito ao recebimento dos JCP todos os acionistas titulares de ações da companhia na base acionária de 16 de julho de 2026. As ações serão negociadas “ex-direito” ao JCP a partir de 17 de julho. No dia 24 de agosto de 2026, será iniciado o pagamento. A construtora PDG (PDGR3) divulgou que seu conselho de administração aprovou a destituição de Mauricio Tiso de Souza dos cargos de diretor presidente e diretor de relações com investidores. Em substituição, foi aprovada, com efeitos imediatos, a eleição de Roberto Giarelli, atual diretor vice-presidente financeiro da companhia, que, então, passará a acumular também os cargos de diretor presidente e diretor de relações com investidores da PDG. O executivo tem mais de 25 anos de experiência profissional no setor bancário, com atuação no Brasil, Itália, França e Argentina, atuando na gestão de empresas no Brasil desde 2004 e ocupa cargos de direção na PDG desde 2017. Agenda de proventos desta terça, 14: A Moura Dubeux realiza nesta terça-feira, 14 de julho, o pagamento da 3ª parcela e da 4ª parcela de dividendos, no montante de R$ 100 milhões, referente a parte do montante total de dividendos que foi declarado pela companhia no dia 29 de dezembro de 2025. A construtora efetuará o pagamento dos dividendos no valor total de R$ 1,18367018554 por ação ordinária (correspondente à soma da 3ª e 4ª parcelas), com base na posição acionária de 30 de dezembro de 2025 (inclusive). A Lojas Renner inicia a partir desta terça-feira, 14, o pagamento de juros sobre o capital próprio anunciados em 18 de junho no valor bruto de R$ 0,22 por ação. Tem direito acionistas da companhia detentores de ações em 23 de junho de 2026. Desde 24 de junho (inclusive), as ações da varejista são negociadas “ex-JCP”. A CSU Digital inicia na terça-feira, 14, o pagamento de R$ 7,1 milhões em juros sobre capital próprio relativos ao 2º trimestre de 2026 (2T26). O valor bruto por ação é de R$ 0,17. Tem direito quem detinha ações da companhia em 2 de julho. As ações passaram a ser negociadas ex-JCP desde 3 de julho. O início do pagamento será a partir de 14 de julho de 2026. A data de corte para ter direito aos JCP do Banco Pine, anunciados em 7 de julho, é nesta quarta, 14. A partir de 15 de julho as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio. O valor bruto total é de R$ 69 milhões. Essa quantia corresponde a um valor bruto de R$ 0,27 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. O crédito dos juros sobre o capital próprio ocorrerá em 22 de julho de 2026.