BTCI11 FII BTG Pactual Credito Imobiliario – Cotação Hoje
FII BTG Pactual Credito Imobiliario
CNPJ: 29787928000140
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 8 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de BTCI11
O ativo BTCI11 (FII BTG Pactual Credito Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 9,00, acumulando uma variação de +0.22% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,16 e a máxima de R$ 9,54. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 13.01% e indicador P/VP de 0.09x.
Histórico de Cotação: BTCI11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a BTCI11
Outros FIIs do Segmento Papel / CRI
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SNME11 dispara e chega a R$ 9,58 com otimismo de integração de fundos
O fundo imobiliário SNME11 (Suno Multiestratégia) intensificou o movimento de alta nesta quarta-feira (14) e atingiu R$ 9,58 por cota. A valorização de 0,52% ocorre em meio ao otimismo dos investidores com a integração envolvendo KISU11 e SNFF11. O fundo adota uma estratégia multiestratégia, com investimentos em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) e cotas de outros fundos imobiliários, além de buscar oportunidades de ganho de capital. SNME11 segura 26% do patrimônio em caixa e espera oportunidades O fundo imobiliário (FII) SNME11 registrou em agosto um resultado distribuível de R$ 715,9 mil, equivalente a R$ 0,0965 por cota, enquanto manteve a distribuição em R$ 0,10 por cota. O provento, pago em 25 de setembro, corresponde a um dividend yield anualizado de 13,68%. Ao fim do mês, a cota era negociada a R$ 9,31, ante valor patrimonial de R$ 9,59, levando o fundo a um P/VP de 0,97 vez. A diferença entre o resultado gerado e o valor distribuído foi coberta pela reserva acumulada do fundo. Ao final de agosto, o SNME11 mantinha R$ 0,3938 por cota em reserva distribuível. Segundo a gestão, o colchão de recursos será preservado para dar suporte a eventuais perdas contábeis decorrentes de movimentações de carteira realizadas antes do processo de consolidação, sem comprometer a distribuição recorrente aos cotistas. Outro destaque do período foi o início da 3ª emissão de cotas do SNME11, movimento relacionado à estratégia de consolidação envolvendo também o SNFF11 e o KISU11. Segundo o fundo, os detalhes e os prazos da operação seriam divulgados pelos respectivos veículos ao longo de setembro e outubro. A carteira encerrou agosto com yield médio dos CRIs de 19,27% e duration de apenas 0,1 ano. Na composição patrimonial, os FIIs representavam 66,5% do patrimônio líquido, enquanto os CRIs respondiam por 6,9% e o caixa por 26,3%. O resultado total patrimonial do SNME11 ficou em -0,29% em agosto, desempenho superior ao -1,46% registrado pelo IFIX no mesmo período. Desde setembro de 2023, o fundo acumula alfa de 8,28% sobre o IPCA + Yield IMA-B e de 30,75% em relação ao IFIX, segundo os dados divulgados pela gestão. Caixa de 26% abre espaço para novas oportunidades A elevada posição de liquidez foi uma das principais características da carteira em agosto. O SNME11 encerrou o mês com aproximadamente 26% do patrimônio líquido em caixa, estratégia que, segundo a gestão, ajudou a proteger o patrimônio durante um período de maior volatilidade nos preços tanto dos ativos de crédito quanto dos investimentos em renda variável. A gestão afirmou que pretende direcionar esses recursos para oportunidades que apresentem margem de segurança, potencial de retorno e carrego considerado adequado. Enquanto não são realizadas novas alocações, o caixa permanece remunerado pelas taxas de juros, preservando também a liquidez necessária para eventuais oportunidades. O fundo também realizou uma nova tranche de sua estratégia de arbitragem envolvendo o HGRU11, operação que gerou R$ 129,8 mil em ganho de capital em agosto, equivalente a R$ 0,0174 por cota. No segundo semestre, a estratégia acumulava aproximadamente R$ 183 mil em ganhos, segundo o relatório.
Juros: Expectativa de queda aumentou interesse por títulos de longo prazo
Tiveram os maiores retornos na renda fixa em setembro Os índices que acompanham títulos públicos de prazo mais longo apresentaram os melhores retornos em setembro, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O destaque ficou com o IMA-B 5+, que acompanha as NTN-Bs com vencimento superior a cinco anos e registrou alta de 3,83% no mês, acumulando 8,85% em 2026. No consolidado, o IMA (Índice de Mercado Anbima), que reúne os títulos públicos marcados a mercado, apresentou rentabilidade de 1,72% no mês e 10,11% no acumulado do ano. “A boa performance dos ativos de maior prazo pelo segundo mês consecutivo sugere que o mercado já começa a incorporar a perspectiva de juros mais baixos no médio e longo prazo. Os níveis atuais das taxas continuam oferecendo prêmios atrativos, especialmente nos vencimentos mais longos”, afirma Marcelo Cidade, economista da associação. Os ganhos observados em setembro não se concentraram apenas nas NTN-Bs mais longas. O IRF-M 1+, composto por títulos prefixados com prazo superior a um ano, avançou 2,41% no mês e acumula 8,81% em 2026. Já o IMA-B 5, que reúne as NTN-Bs com vencimento de até cinco anos, apresentou rentabilidade de 2,01% em setembro e soma 11,37% no ano, o melhor desempenho entre os subíndices do IMA em 2026. - Advertisement - Entre os ativos de menor prazo, o IRF-M 1, formado por títulos prefixados com vencimento de até um ano, avançou 1,09% no mês e acumula 2,43% no ano. Já o IMA-S, que reflete a carteira das LFTs marcadas a mercado, registrou alta de 1,06%, o menor desempenho mensal entre os subíndices, mas mantém retorno de 10,62% no acumulado de 2026. Nos índices que refletem os títulos corporativos, o principal destaque do mês foi novamente o IDA IPCA Ex-Infraestrutura, que replica a carteira de debêntures sem incentivo fiscal. O indicador registrou o melhor desempenho do segmento em setembro, com alta de 2,49%, acumulando 11,20% no ano. Já o IDA-DI, composto por debêntures atreladas à taxa DI, avançou 1,01% em setembro e segue liderando o desempenho acumulado dos índices de títulos privados, com 10,92% em 2026. O IDA IPCA Infraestrutura, que mede a performance da carteira das debêntures incentivadas, teve ganho de 0,41% no mês e soma rentabilidade de 4,17% no ano. No consolidado, o IDA-Geral (Índice de Debêntures Anbima), que reflete o desempenho médio das debêntures marcadas a mercado, avançou 0,77% em setembro e tem alta de 7,75% em 2026. Investidor private O peso da renda fixa mais que dobrou nas carteiras do segmento private nos últimos cinco anos. De acordo com a avaliação da Anbima, os investidores brasileiros do varejo (tradicional e da alta renda) estão gradualmente tirando alguns ovos da cesta da renda fixa. Já os investidores do segmento private fizeram o movimento contrário nos últimos anos. Em julho de 2021, 76,9% da carteira do varejo tradicional e de alta renda estava em renda fixa. Essa fatia caiu para 66,3% em julho de 2026, segundo levantamento da associação. De cada R$ 100 aplicados pelo private, cerca de R$ 46 estão em renda fixa, R$ 27 em renda variável, R$ 16 em produtos híbridos e pouco mais de R$ 10 em previdência. Os híbridos incluem produtos como ETF (fundos de índices), FII (fundos imobiliários) e fundos multimercados, entre outros. É um retrato bem diferente de cinco anos atrás. Em julho de 2021, a renda variável liderava, ocupando 40,4% da carteira, seguida pelos produtos híbridos (29,7%), renda fixa (20,8%) e previdência (8,6%). Em cinco anos, o patrimônio do private aplicado só nessa classe mais do que triplicou, saindo de R$ 360,6 bilhões para R$ 1,28 trilhão. Nesse período, a renda fixa passou a oferecer uma combinação de juros elevados com cada vez mais opções de produtos financeiros. “As taxas foram o grande chamariz, mas vieram acompanhadas de uma ampliação importante da oferta”, diz Luiz Henrique Carvalho, gerente de Distribuição da Anbima, ressaltando que a Selic saiu de 4,5% para 14% ao ano no período analisado. “O cliente private passou a ter acesso a mais emissores e a novas estruturas de crédito privado, o que tornou a renda fixa não só mais rentável, como também mais diversificada dentro da própria classe”, afirma. A mudança chama ainda mais atenção quando comparada ao crescimento do próprio mercado. O patrimônio total dos clientes private atingiu R$ 2,8 trilhões em julho de 2026, alta de 61,8% em cinco anos. Dos R$ 1,07 trilhão adicionados à carteira desse público no período, 86% correspondem a ativos de renda fixa.
BAI Europa diz que está a colaborar com a PJ na sequência de buscas
“Na sequência das notícias hoje divulgadas em diversos órgãos de comunicação social, relativamente a buscas realizadas pela Polícia Judiciária, o Banco BAI Europa informa que está a colaborar com as autoridades competentes”, refere a instituição num comunicado divulgado a 14 de outubro. 14 Outubro 2026, 15h18 O Banco BAI Europa afirmou esta quarta-feira que está a colaborar com as autoridades competentes, na sequência de buscas realizadas pela Polícia Judiciária (PJ), garantindo que está a prestar toda a cooperação necessária no âmbito das diligências em curso. “Na sequência das notícias hoje divulgadas em diversos órgãos de comunicação social, relativamente a buscas realizadas pela Polícia Judiciária, o Banco BAI Europa informa que está a colaborar com as autoridades competentes”, refere a instituição num comunicado divulgado a 14 de outubro. O banco sublinha que desenvolve a sua atividade em Portugal «no respeito integral por toda a legislação e regulamentação aplicável», orientando a sua atuação por princípios de ética, integridade, rigor e responsabilidade. “Atendendo à natureza do assunto, o BAI Europa não fará, nesta fase, comentários adicionais”, acrescenta. O Banco BAI Europa está presente em Portugal há mais de 25 anos. A instituição nasceu em 2002, quando a sucursal em Lisboa do BAI – Banco Angolano de Investimentos, aberta em 1998, passou a filial, constituindo-se como uma instituição financeira de direito português, regulada pelo Banco de Portugal. Com sede nas Amoreiras, em Lisboa, o banco desenvolve a sua atividade sobretudo junto de empresas, embora tenha vindo a reforçar a oferta dirigida a clientes particulares. A instituição conta com mais de 100 colaboradores. A Polícia Judiciária, em conjunto com a Autoridade Tributária, pôs esta quarta-feira em marcha um total de 53 buscas que incidem sobre o Banco Carregosa, no Porto, o Banco Angolano de Investimentos, em Lisboa, várias imobiliárias e escritórios de advogados. As buscas estão a decorrer nestes dois bancos por suspeita de um esquema no Imposto Municipal Sobre Transações Onerosas de Imóveis (IMT. As imobiliárias em causa criariam nome no mercado, sendo depois vendidas a fundos imobiliários com consequente impacto na especulação, segundo a RTP. “A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção, realizou, hoje, uma operação policial, no âmbito de três inquéritos titulados pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal, e na qual foram executadas 53 buscas em domicílios, sociedades comerciais, instituições bancárias e escritório de advogados, nas áreas de Lisboa, Porto e Setúbal”, lê-se em comunicado da PJ. Em causa estão “factos suscetíveis de configurar a prática de crimes de burla tributária qualificada, relacionados com a obtenção indevida da isenção de Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT)”. Estima-se que, entre 2017 e 2025, o prejuízo causado ao Estado ascenda a mais de 66 milhões de euros, refere uma noticia da RTP.
Perguntas Frequentes sobre BTCI11
Qual é a cotação de BTCI11 hoje na B3?
Quanto a BTCI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BTCI11?
O que significa o P/L e o P/VP de BTCI11?
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