BLOG11 – Cotação Bluecap Log Fundo de Investimento Imobiliario
Fundos ImobiliáriosBluecap Log Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 49592781000140
Resumo Fundamentalista de BLOG11
O ativo BLOG11 (Bluecap Log Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 6,53, acumulando uma variação de -1.06% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 6,53 e a máxima de R$ 10,08. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Sobre a BLOG11
O BLUECAP LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO (BLOG11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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GGRC11, ALZR11 e BLCA11 são destaques do Bom Dia FIIs (18
GGRC11, ALZR11, BLCA11 e ROCA11 são destaques do Bom Dia FIIs (18/8) Marcelo Monteiro 18/08/2026 às 7:24 5 minutos de leitura Atualizado em: 17/08/2026 às 19:15 Os fundos imobiliários GGRC11, ALZR11, BLCA11 e o fiagro ROCA11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta terça-feira (18). Na segunda-feira (17), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.654,70 pontos, com queda de 0,86%, equivalente a um recuo de 31,63 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.686,33 pontos. Entre os FIIs mais negociados no pregão, o GGRC11 movimentou 2,9 milhões de cotas e caiu 2,99%. O MXRF11 teve volume de 1,91 milhão de cotas negociadas e recuou 1,07% e o KNSC11 movimentou 1,16 milhão de cotas e caiu 0,56%. Leia mais IFIX fecha em queda de 0,86% e encerra aos 3.654,70 pontos GGRC11 bate recorde de liquidez e movimenta R$ 307 milhões ALZR11 convoca cotistas para mudança de administradora; entenda FII recebe proposta de R$ 475 milhões por ativo no “prédio do Google” Fiagro dobra de patrimônio após oferta de cotas; saiba qual Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários: GGRC11 bate recorde de liquidez e movimenta R$ 307 milhões O fundo imobiliário GGRC11 registrou em julho de 2026 um valor de R$ 307,3 milhões movimentados no mercado secundário, o maior volume mensal já registrado pelo fundo. Ao longo do mês, foram negociadas 31,37 milhões de cotas, com volume médio diário de aproximadamente R$ 13,4 milhões. A liquidez recorde veio acompanhada de uma expansão da base de investidores. O fundo encerrou o período com 392.412 cotistas, após a entrada líquida de 20.367 investidores somente em julho. Com o resultado, o GGRC11 acumulou mais de 135 mil novos cotistas em 2026 até o fim de julho. O avanço da base ocorre paralelamente ao aumento da negociação das cotas no mercado secundário. No mês, o fundo distribuiu R$ 0,10 por cota, referente ao resultado de julho. Considerando o preço de fechamento de R$ 10,03, o pagamento correspondeu a um dividend yield mensal de 1%, ou 11,96% em termos anualizados. Leia mais GGRC11 bate recorde de liquidez e movimenta R$ 307 milhões ALZR11 convoca cotistas para mudança de administradora; entenda Os cotistas do fundo imobiliário ALZR11 vão decidir se a administração do fundo imobiliário deixa o BTG Pactual e passa para a Vórtx DTVM. A consulta formal foi enviada nesta sexta-feira (14), e o prazo para os cotistas votarem vai até 31 de agosto. A proposta trata apenas da troca de administrador do ALZR11 — a gestão da carteira continua com a Alianza Gestão de Recursos. Para ser aprovada, a mudança precisa do voto de, no mínimo, 25% das cotas emitidas. A consulta reúne três deliberações. A primeira é a transferência da administração para a Vórtx. A segunda é a substituição dos prestadores de serviço de custódia, tesouraria, escrituração e controladoria, que também passariam para a Vórtx. A terceira é a alteração do regulamento do fundo, para adequá-lo ao padrão do novo administrador. As três dependem do mesmo quórum de aprovação. Leia mais ALZR11 convoca cotistas para mudança de administradora; entenda FII recebe proposta de R$ 475 milhões por ativo no “prédio do Google”, na Faria Lima O BLCA11 recebeu uma proposta vinculante de R$ 474,99 milhões do TRXF11 para a venda dos conjuntos comerciais que ainda possui no Condomínio Pátio Victor Malzoni, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. Caso seja concluída, a transação representará a alienação da totalidade dos ativos imobiliários que permanecem na carteira do fundo e poderá resultar em sua posterior liquidação. A proposta foi comunicada ao mercado em fato relevante de 14 de agosto. O negócio envolve aproximadamente 7.422 m² de área bruta locável (ABL) na Torre A do empreendimento Condomínio Pátio Victor Malzoni, localizado no Itaim Bibi. O preço oferecido corresponde a aproximadamente R$ 64 mil por metro quadrado. Apesar do valor apresentado, a venda ainda não está concluída. O próprio BLCA11 ressalta que o recebimento da proposta não assegura a realização da operação, que dependerá do cumprimento ou da eventual renúncia, quando admissível, de condições precedentes, além das aprovações necessárias. Leia mais FII recebe proposta de R$ 475 milhões por ativo no “prédio do Google”, na Faria Lima Fiagro dobra de patrimônio após oferta de cotas; saiba qual O fiagro ROCA11 fechou em julho com a maior parte dos recursos captados em sua segunda emissão já alocada. Ao longo do mês, o fundo investiu aproximadamente R$ 30,6 milhões em quatro novos ativos, elevando o nível de alocação de 34% para 95% do patrimônio líquido. Entre as novas posições estão o CRA Carteira 62ª Emissão, remunerado a CDI + 7,50% ao ano e com vencimento em abril de 2030; o CRA FERTZ, a CDI + 3,00% ao ano, com vencimento em outubro de 2031; o CRA GT Foods, a CDI + 2,40% ao ano, com vencimento em julho de 2031; e cotas do Up North Fiagro. Do total investido, cerca de R$ 18,6 milhões foram direcionados ao CRA da 62ª emissão, enquanto o CRA FERTZ recebeu R$ 6 milhões. Outros R$ 2,9 milhões foram destinados ao CRA GT Foods e R$ 3,1 milhões às cotas do Up North Fiagro. O fundo também monetizou integralmente sua posição no CRA Carteira 59ª Emissão, após a recompra do lastro pelo cedente, gerando aproximadamente R$ 4 milhões. Leia mais Fiagro dobra de patrimônio após oferta de cotas; saiba qual
Clube FII: Quando a cota de FII vira moeda de imóvel
Danilo Barbosa, analista CNPI e Head de Research do Clube FII Passei as duas últimas semanas respondendo praticamente à mesma pergunta. Ela chegava por mensagem, por e-mail, no fórum, sempre com alguma variação de desespero: afinal, o que aconteceu com o fundo? O fundo é o TRX Real Estate, o TRXF11. Em pouco mais de trinta dias, ele anunciou perto de R$ 3,5 bilhões em aquisições, lançou a maior oferta de cotas da história dos fundos imobiliários brasileiros e viu a própria cota cair 17%, até a mínima histórica. No mesmo intervalo, nenhum imóvel perdeu inquilino, nenhum contrato foi rescindido e os aluguéis continuaram entrando. Quem foi procurar a resposta dentro dos imóveis não achou. Ela não estava lá. O fundo que compra imóvel sem tirar dinheiro do caixa Boa parte dessas compras não foi paga em dinheiro. Foi paga em cota. Na aquisição de participações em cinco shoppings, mais da metade do valor previsto para o fechamento sai em cotas emitidas para o vendedor. Num galpão logístico no Nordeste, a mesma engenharia. Eu entendo por que uma gestora faz isso. E acho até coerente. Com juro real nesse patamar, dívida sai cara e dinheiro novo é difícil de captar. A cota passa a funcionar como uma moeda que o próprio fundo consegue emitir: não paga juros e não entra no índice de alavancagem. Você compra ativo, cresce rápido e mantém o balanço com uma aparência relativamente controlada. O problema é que essa moeda não desaparece depois da transação. Ela vai parar na mão de alguém. Todo pagamento em cota cria um vendedor Quem vende imóvel e recebe cota como pagamento quase nunca fez aquela operação porque sonhava em virar cotista do fundo. Quer dinheiro… Quando? O mais rápido possível? Talvez. Do outro lado da mesa costuma estar uma incorporadora, um family office ou uma companhia que precisa reciclar capital. E, em algum momento, aquela cota precisa virar dinheiro no bolso mesmo. Pode ser hoje, amanhã ou daqui a um ano. Essa gente não necessariamente achou a tese do fundo bonita ou gosta do gestor. E quando isso fica grande, o nome vira um overhang. Traduzindo sem economês: existe uma fila de saída do papel esperando para chegar ao pregão. E essa fila não aparece com esse nome em nenhum fato relevante. Quando ela fica grande, surge quase um dilema do prisioneiro. Todo mundo com posição relevante sabe que os outros também podem vender, e quem vende primeiro tende a conseguir o melhor preço. Ninguém precisa achar que o fundo é ruim para apertar o botão. Basta achar que o vizinho ou um gringo vai apertar antes. As últimas semanas foram isso. O volume médio negociado por dia, que rodava entre R$ 5 milhões e R$ 9 milhões em 2024, foi para perto de R$ 40 milhões. Onde eu discordo do consenso A leitura que mais circulou nessas duas semanas foi a de que a cota caiu porque a gestora comunicou mal e que uma reavaliação extraordinária dos imóveis antes da oferta teria evitado o estrago. Eu discordo. E discordo por um motivo bastante prático. Já trabalhei como avaliador de imóveis. Sei o tamanho do trabalho de reavaliar mais de cem propriedades: cotação com avaliadoras, contratação, documentação, agendamento de vistoria, visita, elaboração de laudo, revisão. Dificilmente isso sai em menos de 2 meses. E tem uma outra parte da contabilidade, o imóvel que você comprou semana passada vale, na contabilidade, o preço que você pagou nele. Não tem de onde aparecer um valor novo de repente. Como boa parte desse portfólio é recente, muitos desses ativos provavelmente sairiam da reavaliação praticamente no mesmo lugar em que entraram. Comunicação melhor teria reduzido ruído? Sem dúvida. Teria segurado a cota? Na minha leitura, quase nada. O que derrubou o preço foi fluxo de venda, estrangeiro e institucional… não um desconforto do mercado. Mas, para o influenciador que se acha expert e analisou tudo em três minutos quando as cotas começaram a cair, essa foi a fruta mais baixa do pé. E o dono do book mudou Tem uma segunda camada aqui que ainda passa despercebida. E ela vale muito além de um fundo específico. Em 2024, a pessoa física respondia por cerca de 64% de tudo o que se negociava em fundos imobiliários. Institucionais somavam 17% e estrangeiros, 13%. Em julho de 2026, o quadro mudou bastante: os institucionais movimentaram 34% do volume, a pessoa física ficou com 33% e o estrangeiro com 29%. Juntos, institucional e estrangeiro já respondem por mais de 60% do giro! A pessoa física continua sendo a esmagadora maioria dos CPFs, mas deixou de ser a maioria do dinheiro que se move todo dia. E esses dois grupos operam com uma régua diferente da sua. Institucional rebalanceia carteira, tem mandato, prazo e limite de risco para respeitar. Estrangeiro entra e sai do Brasil por razões que não têm nenhuma relação com galpão em raio 30km ou shopping no interior. Quando um fundo lá fora decide reduzir exposição ao país, é um simples tchau. Ele vende o que é líquido, não necessariamente o que é ruim. Tem uma ironia aí. É justamente a liquidez que o pequeno investidor tanto pede que permite essas saídas rápidas. Fundo grande e líquido é fundo em que um vendedor gigante consegue sair sem simplesmente travar o mercado. Quem estava do outro lado viu a cota derreter e concluiu que alguma catástrofe tinha acontecido com os imóveis. Não necessariamente. Estão pagando caro? Estão (no dinheiro de hoje) A outra crítica que ouvi bastante foi sobre o preço dos ativos comprados. Aqui eu concordo em parte: os preços não são nenhuma pechincha. Só que Ferrari é cara, e ninguém compra Ferrari esperando o preço de um usado popular. A pergunta que interessa não é simplesmente se o preço é alto. É se esse preço maior vem acompanhado de risco menor. Quem compra imóvel pronto, locado e performado não corre nada perto do risco de quem comprou o terreno, bancou a obra, enfrentou licenciamento, atraso e ainda precisou encontrar inquilino. Esse primeiro investidor precisa ganhar dinheiro quando vende. Faz parte do jogo. É natural que o comprador seguinte pague mais por um fluxo que já está estabilizado. Chamar isso de mau negócio sem abrir a conta é preguiça. Agora, almoço grátis também não existe (essa é clássica). O vendedor que aceita cota sabe que pode precisar vender aquele papel com desconto e embute isso no preço que cobra pelo imóvel. Ou seja: dizer que o fundo comprou sem gastar caixa é uma meia verdade. O custo existe. Ele só não aparece na despesa financeira. Pode aparecer depois na cotação, distribuído entre todos os cotistas. Se o número de cotas quase dobra, o fundo precisa quase dobrar o resultado recorrente só para manter o mesmo rendimento por cota. A avaliação é o CAP Rate. Imóvel bom ajuda nessa conta. Imóvel bom comprado caro, ou ainda em obra, vai demorar mais para ajudar. E aqui estamos falando de carrego. O que eu tiro disso A cota de um fundo imobiliário é o único pedaço de imóvel que tem preço de tela. Ninguém liga para o seu apartamento às 14h47 de uma terça-feira oferecendo 17% a menos do que você pagou. Se ligasse, muita gente talvez descobrisse que o próprio patrimônio “oscila” muito mais do que imagina. No fundo imobiliário, essa negociação acontece todos os dias, diante dos seus olhos. O imóvel lá dentro continua com contrato, prazo, reajuste e inquilino que assinou embaixo. A cota, por outro lado, reflete o preço que compradores e vendedores aceitaram naquele instante e, às vezes, a urgência de quem precisa sair pesa muito mais do que qualquer mudança no imóvel. Em períodos calmos, preço e fundamento costumam contar histórias parecidas e ninguém nota a diferença. Nas últimas semanas, contaram histórias bem diferentes. Acontece, você tem estômago? Não estou dizendo que o mercado exagerou, nem que a gestora acertou a mão. Essa conta final vai levar alguns trimestres para fechar e vai depender de execução total da estratégia, não de opinião. Inclusive da minha. O ponto é mais simples. Se você olhou aquela queda e a primeira coisa que veio à cabeça foi perguntar o que aconteceu com os imóveis, talvez a pergunta mais útil fosse outra: quem estava vendendo?, por que precisava vender e o que essa pessoa sabia sobre a fila que vinha atrás dela? *As opiniões contidas nessa coluna não refletem necessariamente a opinião da B3 Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3
Bolsas caem no exterior com pressão dos juros dos EUA; commodities seguram Ibovespa
Em dia de perdas nas bolsas de Nova York, nesta terça-feira (18), o principal índice de ações brasileiras, o Ibovespa, opera estável. O avanço dos juros dos títulos públicos americanos aumenta a pressão sobre os ativos globais e, ao lado da escalada do preço do petróleo, cria um clima de aversão a risco entre os negociantes. As altas do petróleo e do minério de ferro impulsionaram ganhos nas ações da Petrobras (PETR3, PETR4) e da Vale (VALE3), que sustentaram o índice no campo positivo pela manhã. Mas, no início da tarde, o Ibovespa perdeu força. A maioria das ações que compõem o índice passou a operar em queda. As ações ordinárias da Hapvida (HAPV3) registram a maior alta da sessão após acumular a maior perda no mês de agosto, de quase 40%. Do outro lado, as ações da Magazine Luiza (MGLU3) têm forte recuo, em movimento de correção em seguida à forte alta vista ontem, quando a divulgação da recuperação judicial da Casas Bahia (BHIA3) deu impulso à concorrente. O Ibovespa, o principal índice de ações brasileiras, tinha ligeira variação positiva de 0,08%, aos 166.925 pontos, por volta de 14h30. Em Nova York, o Dow Jones caía 0,14%, o S&P perdia 0,48% e o Nasdaq recuava 0,99%. O dólar operava em alta de 0,27%, a R$ 5,21. O petróleo tipo Brent subia 0,5%, a US$ 91,22 barril. O ouro caía 1,2%, a US$ 4.420,90 a onça-troy. Alta dos juros de longo prazo no mundo Há muitas incertezas sobre o que esperar do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) na próxima reunião, em setembro. Agora, porém, as atenções de voltam para outra taxa de juros: a dos títulos com vencimento de 10 anos ou mais. Eles atingiram, na última quinta, o maior nível desde 2007. A onda de vendas não é exclusiva dos Estados Unidos, e foi puxada hoje pelo caso do Japão. O recorde de 30 anos é visto também no Bund alemão, e nos títulos do Tesouro do governo britânico. Há uma corrrelação entre juros e petróleo há algum tempo, mas o pano de fundo é o "contexto de preocupações fiscais", afirmou Mohit Kumar, economista-chefe para a Europa da Jefferies, ao Financial Times. Eles dependem menos da taxa básica estabelecida pelo Fed, e mais do próprio mercado. O problema é que, na economia real, seu efeito pode ser até maior do que a taxa básica de juros, porque o rendimento de um título público americano de 10 anos é usado como referência, por exemplo, para financiamentos imobiliários. Anshul Pradhan, chefe de pesquisa de taxas de juros dos EUA no Barclays, disse ao Financial Times: "Acreditamos que três fatores estão em jogo [na venda de títulos do Tesouro de longo prazo]: a perspectiva de déficit orçamentário, as emissões corporativas relacionadas à IA e a mudança na base de compradores de títulos do Tesouro." Cessar-fogo acaba no Irã A valorização da cotação do petróleo ocorre em meio à incerteza sobre um acordo de cessar-fogo entre os países. O prazo de 60 dias para um acordo expirou ontem e o pacto temporário firmado em junho ruiu. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, afirmou que atacaria Omã "se o país atrapalhasse". Já o principal negociador do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que os EUA cumpram as condições do acordo firmado com o Irã em junho. Com a alta da cotação do petróleo, o temor da inflação volta a assombrar setores econômicos e os modelos de inflação usados para orientar decisões de juros ao redor do mundo. Produção industrial menor do que o esperado nos EUA O Fed divulgou, há pouco, que a produção industrial dos Estados Unidos cresceu 0,2% em julho ante junho. A leitura ficou abaixo da estimativa média dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que apontava para uma alta de 0,4%. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a alta foi de 1,1% Segundo o Fed, a atividade manufatureira nos Estados Unidos avançou 0,2% no mesmo período, enquanto o índice de mineração subiu 0,2% e o de serviços públicos avançou 0,5%. A utilização de capacidade da indústria subiu para 76,3% no mês passado. O mercado aguarda ainda a ata do encontro da autoridade monetária americana, que será divulgada amanhã, para avaliar os próximos passos da autoridade monetária. Copom sob aperto No Brasil, a guerra também torna o trabalho do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central mais complexo, apesar do Índice de Atividade Econômica do Banco Central – Brasil (IBC-Br) ontem ter sinalizado que a economia brasileira começou a dar pistas mais claras de desaceleração. O indicador reforçou as apostas em um corte de juros novo em setembro, mas a guerra aumenta as dúvidas sobre os passos seguintes da autoridade monetária. Além do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, a eleição e o fiscal são obstáculos, em um momento em que os investidores estrangeiros continuam debandando do país, com a eleição reforçando o risco fiscal. Os investidores estão de olho na campanha eleitoral. De olho na vantagem estreita que apresenta nas pesquisas de voto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o seu entorno aproveitaram o início oficial da campanha para articular a ampliação dos apoios à reeleição. O principal foco é o Centrão, que decidiu ficar neutro. Ontem, o presidente Lula apareceu ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um expoente do Centrão. Nos bastidores, ele considera anunciar adesão à campanha do petista, segundo o Valor.
Perguntas Frequentes sobre BLOG11
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