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3 fundos imobiliários gritam dinheiro, mas só alguns escutam
Recentemente, o mercado de fundos imobiliários tem gerado bastante interesse, especialmente com os anúncios de dividendos de alguns ativos em destaque. Conforme informações do portal fiis.com.br, os cotistas do GGRC11 e AIEC11 estão prestes a receber dividendos, sendo R$ 0,10 e R$ 0,38, respectivamente. Além disso, o BTHF11 também anunciou um pagamento de R$ 0,101 por cota, que se repete pelo sexto mês consecutivo. Dividendos e suas Implicações Os dividendos são um componente importante para investidores que buscam renda passiva. O GGRC11, por exemplo, apresenta um dividend yield de 1,04%, enquanto o AIEC11 atinge 0,64% e o BTHF11 oferece 1,13%. Esses dados são fundamentais para avaliação de rentabilidade e segurança dos investimentos em fundos imobiliários. Comparação entre os ativos Conforme a análise do Clube Acionista, o GGRC11 se destacou nos últimos 12 meses, com um rendimento total de 22,5%. Em contrapartida, o AIEC11 se posiciona com um retorno mais modesto. Para investidores que buscam diversificação e rendimento estável, o BTHF11 pode ser uma boa opção, especialmente com seu histórico de pagamentos consistentes. O que mudou no cenário atual Os anúncios recentes de dividendos refletem uma tendência de estabilidade e confiança dos fundos imobiliários em um ambiente de juros em elevação. A capacidade de manter ou aumentar os dividendos pode atrair novos investidores, especialmente aqueles focados em renda passiva. A análise também sugere que o comportamento dos investidores pode ser impactado por fatores econômicos e pela inflação. Monitore o consenso do mercado Considerando os dividendos anunciados e as análises de especialistas, é essencial que os investidores monitorem as recomendações do mercado. O Clube Acionista oferece ferramentas avançadas que permitem acompanhar o consenso do mercado, facilitando a identificação de oportunidades em fundos imobiliários e ajudando a tomar decisões mais informadas sobre comprar, manter ou vender ativos. Fontes Texto elaborado com base na fonte e com uso de inteligência artificial – a Lya do Clube Acionista.
GGRC11 movimenta R$ 11 milhões com avanço da logística
Fundo amplia investimentos em galpões logísticos em um cenário de vacância historicamente baixa e demanda elevada por empreendimentos de alto padrão O fundo imobiliário GGRC11 registrou aproximadamente R$ 11 milhões em volume financeiro negociado nesta quinta-feira (9), refletindo o interesse dos investidores em um momento de fortalecimento do segmento logístico, principal foco da estratégia de expansão do fundo. Nos últimos meses, o GGRC11 acelerou a aquisição de ativos voltados à logística, ampliando sua participação em um mercado que segue apresentando indicadores operacionais positivos e forte demanda por espaços destinados à armazenagem e distribuição. Levantamento da Buildings mostra que o mercado brasileiro de condomínios logísticos Classe A e A+ recebeu cerca de 570 mil metros quadrados em novos empreendimentos durante o segundo trimestre de 2026. Ainda assim, o desempenho da demanda continuou superior ao crescimento da oferta. Demanda supera novas entregas e reduz vacância Segundo a consultoria, a absorção líquida ultrapassou 880 mil metros quadrados no período, volume suficiente para reduzir a taxa de vacância de 6,5% para 5,5%, o menor nível registrado desde o início da série histórica, em 2013. Mesmo com a expansão do estoque de imóveis logísticos observada desde 2025, o mercado continua demonstrando capacidade para absorver novos empreendimentos, evidenciando a resiliência do setor. Publicidade Publicidade Outro ponto observado no trimestre foi a leve queda nos valores médios pedidos para locação. Apesar desse movimento, a redução pode estimular novas ocupações e favorecer a continuidade da absorção dos espaços recém-entregues. Nesse contexto, fundos imobiliários com maior exposição ao segmento logístico, como o GGRC11, tendem a se beneficiar de um ambiente marcado por baixa vacância, demanda consistente e perspectiva de geração recorrente de receitas. A forte liquidez apresentada pelo fundo acompanha esse cenário favorável, reforçando o interesse do mercado por ativos ligados ao setor logístico, que segue entre os destaques do mercado imobiliário brasileiro.
Ibovespa dispara embalado pelo IPCA; dólar cai
Por volta das 11h46 (horário de Brasília), o principal índice da B3 avançava 2,97%, aos 176.726,13 mil pontos. No mesmo horário, o dólar comercial recuava 0,17%, sendo negociado a R$ 5,12. No mercado internacional de commodities, o barril do petróleo era negociado a US$ 71,85, com recuo de 0,33%, refletindo o movimento dos mercados externos. O principal catalisador do pregão foi a divulgação do IPCA. No detalhamento do indicador, os números apresentados nesta manhã reforçaram o cenário positivo para os investidores, aumentando o apetite por ativos de risco e favorecendo o desempenho da renda variável no mercado doméstico. Além da Bolsa, os fundos imobiliários também operavam em terreno positivo. O IFIX , índice que reúne os principais FIIs negociados na B3, subia 0,25%, alcançando os 3.841,00 pontos. No mercado de criptomoedas, o Bitcoin (BTC) avançava 1,78%, enquanto o Ethereum (ETH) registrava alta ainda mais expressiva, de 2,64%, no mesmo horário. No exterior, entretanto, o cenário permanecia misto, com investidores divididos entre indicadores econômicos, expectativas para a política monetária e o comportamento dos principais mercados globais. Veja como operavam as bolsas lá fora: Por aqui, a ação de maior destaque positivo no Ibovespa era a Magazine Luiza (MGLU3) , que avançava 8,02%, cotada a R$ 5,25. Na ponta oposta do índice, a Prio (PRIO3) figurava entre as maiores baixas do pregão, com recuo de 0,50%, sendo negociada a R$ 5,33. O que mexe com o mercado No cenário internacional, as negociações de paz entre Estados Unidos e Irã seguem em curso, mas o ambiente continua marcado por instabilidade. A semana começou com navios americanos sendo bombardeados, levando a uma nova reação da Casa Branca, que voltou a promover ataques no Oriente Médio. No Brasil, o destaque ficou para a divulgação do IPCA de junho, que surpreendeu positivamente o mercado . A inflação oficial avançou 0,16% no mês, abaixo da expectativa de 0,31%. No acumulado de 12 meses, o índice passou a registrar alta de 4,64%, ante os 4,72% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. O principal fator por trás do resultado foi o desempenho do grupo de alimentação e bebidas, que recuou 0,24% em junho, contrariando a projeção de alta de 0,35%. Entre os produtos que mais contribuíram para essa queda estão o café moído, as frutas e as carnes. Por outro lado, a maior pressão individual sobre o índice continuou vindo da energia elétrica residencial, que registrou alta de 1,53%. O avanço foi influenciado pela vigência da bandeira tarifária amarela e pelos reajustes aplicados em diversas cidades contempladas pela pesquisa.