BISE11 Bradesco Isento 2031 Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa – Cotação Hoje
Bradesco Isento 2031 Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 3 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de BISE11
O ativo BISE11 (Bradesco Isento 2031 Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa) está sendo negociado hoje a R$ 106,83, acumulando uma variação de -0.14% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 99,99 e a máxima de R$ 111,00. O fundo atua no segmento de FI-Infra, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.
Histórico de Cotação: BISE11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a BISE11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
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‘Efeito Flávio’? Ação recomendada pela Empiricus em agosto acumula valorização de mais de 60% com trade eleitoral
Imagine o seguinte cenário: é domingo (4), dia do 1º turno das Eleições 2026, e você está posicionado em ações estratégicas para surfar um rali do Ibovespa, caso haja um resultado favorável ao mercado. Na terça-feira (6), após Flávio Bolsonaro (PL) ficar à frente no 1º turno, você olha para a carteira e encontra uma surpresa: uma das ações já acumula uma alta de mais de 60%. Para alguns investidores, esse não foi apenas um exercício hipotético: foi o resultado real de quem seguiu as recomendações do relatório “E se o governo ajustar as contas públicas”, elaborado pelos analistas da Empiricus. Entre os 11 ativos recomendados pela Empiricus, está a Cyrela (CYRE3), empresa do setor imobiliário. Desde a publicação do relatório, em 13 de agosto, até o fechamento da terça-feira (6), a ação acumulava alta de 62,76%, em meio ao chamado trade eleitoral — movimento de valorização de ativos associado às expectativas e aos resultados das eleições. Para se ter uma dimensão, quem investiu R$ 1.000 no papel no período, por exemplo, teria obtido um ganho bruto de R$ 627,60. Já quem fez um aporte maior, de R$ 10 mil, teria acumulado um ganho bruto de R$ 6.276. Na avaliação dos analistas, o cenário que motivou a recomendação ainda pode abrir espaço para novas oportunidades. E existe um motivo central que acimenta a confiança da casa. Fiscal no centro de tudo: Troca de presidentes pode levar Ibovespa aos 300 mil pontos, projetam analistas Um dos principais entraves do governo Lula com o mercado financeiro, em seu terceiro mandato, esteve pautado em duas palavras: ajuste fiscal. Se de um lado o governo argumenta que a equipe econômica olha para as contas públicas e a trajetória da dívida com seriedade, do outro, grande parte do mercado enxerga que o país caminha economicamente para um ponto insustentável. Diante disso, o sentimento predominante entre os agentes financeiros é de que, com a possível troca de presidentes, esse quadro possa mudar — não por coincidência, a vantagem de Flávio sobre Lula já tem gerado efeitos na bolsa. Bancos como o UBS Brasil, braço local do UBS Group AG (maior banco da Suíça), já projetam um impacto relevante da decisão eleitoral nos ativos do mercado. Confira: Fonte: Money Times Os analistas da Empiricus vão na mesma direção. Para eles, um pacote de ajustes capaz de fortalecer a sustentabilidade das contas públicas poderia levar o Brasil a um cenário de reancoragem fiscal. Nessa realidade, poderíamos ver os juros voltarem à casa de um dígito, chegando a até 9% ao ano, o dólar operar a R$ 3,95, e o Ibovespa alcançar um patamar inédito, aos 300 mil pontos. Diante da possibilidade de uma mudança no pêndulo político brasileiro, os analistas decidiram preparar os investidores para esse cenário — alguns deles já começam a colher os frutos dessa estratégia. Empiricus+: Libere seu acesso e descubra como capturar altas valorizações com as Eleições 2026 Outras três ações recomendadas pelos analistas também vêm entregando resultados impressionantes. Os papéis, que pertencem aos setores de consumo e financeiro da bolsa, acumulam valorizações entre 20% e 57% desde a recomendação. Para além das ações, o portfólio elaborado pelos analistas também contempla outras categorias de investimentos, como renda fixa, fundos imobiliários e crédito. Entre os ativos selecionados, estão: Um ETF voltado ao ciclo doméstico, que pode se beneficiar da retomada da atividade econômica; Um ETF e duas debêntures que buscam capturar o cenário de juros reais elevados e contam com marcação a mercado; Três fundos imobiliários com potencial de geração de renda e valorização das cotas em um cenário de queda dos juros. Caso você tenha ficado interessado em ler o relatório e acessar o portfólio completo, saiba que você pode fazê-lo por meio de uma cortesia que está sendo oferecida pela Empiricus. Até o final das eleições, qualquer interessado poderá acessar de forma gratuita ao E+, o “streaming” de investimentos da casa. Vale lembrar: faltam 17 dias para o 2º turno, e ainda dá tempo de capturar oportunidades e buscar ganhos relevantes. Para ler o relatório na íntegra e liberar seu acesso gratuito ao E+ até o fim das eleições, basta clicar no botão abaixo:
Dez eleitos mais ricos do Brasil declaram patrimônio de R$ 79 milhões a R$ 678 milhões
São Paulo As urnas elegeram no último dia 4 um total de 1.775 candidatos em primeiro turno para os cargos de governador, vice, deputado federal, estadual e senador. Desse total, 993 (56%) declararam patrimônios iguais ou superiores a R$ 1 milhão, segundo levantamento da Folha com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Os dez nomes do topo da tabela têm ativos declarados que variam de R$ 79 milhões a R$ 678 milhões. Em média, superam os R$ 300 milhões. As atividades produtivas do grupo dos dez mais ricos concentram-se em áreas como agronegócio, mercado imobiliário, transportes, mineração, educação, comércio, tecnologia e comunicação. Seis desses empresários possuem trajetória prévia na política, enquanto quatro são estreantes. Eleitor vota durante no primeiro turno das eleições de 2026 em São Paulo - Rafaela Araújo - 4.out.26/Folhapress Luiz Osvaldo Pastore (PL-TO) lidera o ranking geral ao declarar R$ 677,7 milhões. O suplente de senador construiu sua fortuna à frente de uma gigante do ramo industrial de transformação de metais como cobre e alumínio. O empresário também mantém investimentos no mercado financeiro e já exerceu mandato na Casa Alta do Congresso Nacional. O governador reeleito de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), ocupa o segundo lugar dos milionários, com R$ 575,7 milhões. É também o chefe do Executivo estadual mais rico. Acumula patrimônio vindo da produção de grãos. O produtor rural possui longa carreira pública em seu estado: além de ter sido prefeito de Lucas do Rio Verde por três vezes, foi deputado estadual e vice-governador. Wilson Picler (PL-PR) aparece na terceira posição, com R$ 478,7 milhões informados. Escolhido como suplente ao Senado, fundou o Grupo Educacional Uninter, referência no ensino superior e na modalidade EAD (Ensino a Distância). O empresário paranaense também já atuou na Câmara dos Deputados em legislaturas anteriores. Odilio Balbinotti Filho (PL-MT) surge em quarto lugar ao registrar R$ 359,7 milhões. O suplente de senador preside uma empresa líder nacional na tecnologia de melhoramento genético de soja. Ele integra a ala de nomes oriundos exclusivamente do setor privado que disputaram vagas no pleito de 2026. Parlamentar com maior patrimônio declarado entre os eleitos, o deputado estadual Vittorio Medioli (PL-MG) aparece na quinta colocação, com R$ 356,8 milhões. Ele é criador de um conglomerado de logística, transporte de veículos, siderurgia e comunicação. Sua trajetória política inclui três mandatos na Câmara Federal e a Prefeitura de Betim. Markenson Marques dos Santos (Novo-PR) figura no sexto posto com R$ 184,3 milhões. Segundo suplente ao Senado, também atua no setor de logística, além de empreender no ramo imobiliário. Ele é um dos estreantes do grupo. Ulisses Gonçalves (PL-MA) ocupa o sétimo degrau com R$ 155,5 milhões. Eleito deputado estadual, possui raízes no agronegócio maranhense, com foco na pecuária extensiva e no manejo de fazendas. O produtor também integra o grupo de recém-chegados à vida pública. Na oitava posição, Jadyel Silva Alencar (Republicanos-PI) declarou R$ 107,1 milhões. O deputado federal reeleito construiu seu patrimônio na distribuição de insumos farmacêuticos e alimentos no Nordeste. Penúltimo entre os dez mais ricos, Rodrigo Oliveira (MDB-CE) acumula R$ 78,7 milhões. Segundo suplente de senador, o engenheiro atua nos ramos de tecnologia, equipamentos eletrônicos e projetos imobiliários, em seu primeiro mandato. Duda Brito Ramos (Podemos-RR) fecha o grupo dos dez mais ricos ao declarar R$ 78,5 milhões. O deputado federal exerce atividades no mercado de engenharia, construções e serviços de gestão ambiental. O parlamentar mantém atuação política na região Norte. Entre os chefes do Executivo estadual eleitos, nenhum chega perto da fortuna de Pivetta. O segundo governador mais rico da lista é Eduardo Riedel (PP), eleito para comandar Mato Grosso do Sul, com R$ 16,1 milhões declarados. Biólogo e produtor rural, Riedel construiu sua riqueza no setor agropecuário. Na sequência aparece Daniel Vilela (MDB-GO), que informou R$ 5,6 milhões à Justiça Eleitoral. O governante goiano tem formação em administração e carreira política consolidada no Centro-Oeste. Fecha esse grupo de líderes estaduais milionários o médico Daniel Santos (Pode-PA). O eleito no Pará tem R$ 4,8 milhões em bens e possui histórico no setor de saúde e na Prefeitura de Ananindeua.
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Perguntas Frequentes sobre BISE11
Qual é a cotação de BISE11 hoje na B3?
Quanto a BISE11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BISE11?
O que significa o P/L e o P/VP de BISE11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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