BISE11 Bradesco Isento 2031 Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa – Cotação Hoje
Bradesco Isento 2031 Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de BISE11
O ativo BISE11 (Bradesco Isento 2031 Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa) está sendo negociado hoje a R$ 105,52, acumulando uma variação de +0.05% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 99,99 e a máxima de R$ 111,00. O fundo atua no segmento de FI-Infra.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a BISE11
Dividendos
Nenhum dividendo
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Outros FIIs do Segmento FI-Infra
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Pátria propõe encerrar três FIIs e migrar cotistas para o PCIP11
Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo Patria Investimentos na Torre da Nasdaq, em Nova York. Divulgação/Patria Foto: Divulgação/Divulgação/Patria O Pátria propôs encerrar três fundos imobiliários e transferir seus ativos e cotistas para o PCIP11 (Pátria Crédito Imobiliário Índice de Preços), caso a operação seja aprovada pelos investidores. A reorganização envolve RPRI11, RBRR11 e VCJR11, que seriam liquidados ao fim do processo, enquanto seus cotistas receberiam cotas do PCIP11. PUBLICIDADE Na prática, o PCIP11 passaria a concentrar as carteiras hoje mantidas pelos três fundos, todos com estratégias ligadas ao crédito imobiliário. A quantidade de novas cotas que cada investidor receberá ainda será definida. A proposta foi comunicada ao mercado em fato relevante divulgado no dia 21 de agosto pela BRL Trust, administradora do PCIP11, e pela Pátria VBI Securities, gestora do fundo. Publicidade Segundo a gestora, a reorganização tem como objetivos aumentar a geração de valor para os cotistas, ampliar a liquidez das cotas no mercado secundário e diversificar o portfólio por meio da consolidação das carteiras. Os cotistas dos quatro fundos terão de aprovar a proposta em assembleias gerais extraordinárias. Como os três fundos serão incorporados ao PCIP11 O primeiro passo será a realização de uma oferta pública de cotas do PCIP11 pelo valor patrimonial. A captação terá como objetivo levantar os recursos necessários para que o fundo adquira a totalidade dos ativos atualmente presentes nas carteiras de RPRI11, RBRR11 e VCJR11. Publicidade Os próprios fundos poderão subscrever e integralizar as novas cotas do PCIP11 por meio da compensação dos créditos que terão contra o fundo pela venda de seus ativos. A integralização também poderá ocorrer em dinheiro. Na sequência, os cotistas dos quatro fundos serão chamados a votar a reorganização. Nos fundos que serão incorporados, as assembleias deverão deliberar sobre a dissolução e liquidação dos veículos, condicionadas à transferência de todos os ativos para o PCIP11. Publicidade O próprio PCIP11 também precisará realizar uma assembleia para aprovar a aquisição dos ativos dos demais fundos. Segundo o fato relevante, a operação envolve uma situação de potencial conflito de interesses que não está abrangida por uma aprovação prévia existente no fundo. Cotistas receberão cotas do PCIP11 Se a reorganização for aprovada e a oferta for concluída, RPRI11, RBRR11 e VCJR11 passarão a deter apenas recursos em caixa e cotas do PCIP11 antes da liquidação. Na etapa final, as cotas do PCIP11 e eventuais recursos em dinheiro serão transferidos aos cotistas dos fundos liquidados, de forma proporcional à participação de cada investidor. Publicidade Leia mais O fator de conversão, ou seja, a quantidade de cotas do PCIP11 que cada cotista receberá, ainda não foi definido. O número será divulgado após a conclusão das negociações dos ativos e a definição do valor de liquidação de cada fundo. A Pátria afirma que novos detalhes sobre a operação, incluindo eventuais decisões, negociações ou transações relacionadas à reorganização, serão comunicados ao mercado.
IFIX inicia semana em queda de 0,11%
IFIX inicia semana em queda de 0,11% O IFIX encerrou o pregão desta segunda-feira (24) aos 3.677,98 pontos, queda de 0,11%. O desempenho representou recuo de 4,18 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.682,16 pontos, mantendo o indicador em linha com a oscilação recente dos fundos listados. Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a máxima intradiária de 3.687,16 pontos e a mínima de 3.671,20 pontos. A abertura ocorreu em 3.682,16 pontos, praticamente estável frente ao fechamento do pregão anterior. No horizonte de 52 semanas, o fechamento permaneceu dentro do intervalo observado no período, cuja mínima foi de 3.430,10 pontos e a máxima atingiu 3.944,38 pontos. Assim, o desempenho do dia se manteve distante dos extremos recentes do mercado. IFIX hoje: fechamento e oscilações Criado para acompanhar o desempenho médio de uma carteira teórica de fundos imobiliários listados na B3, o IFIX reflete a liquidez e a variação de preços desses ativos ao longo do pregão. Em dias de maior dispersão entre altas e baixas dos FIIs, o índice tende a consolidar um movimento mais moderado, como o observado nesta sessão. Entre os fundos com maior giro financeiro e de cotas, GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) negociou 3,16 milhões de cotas e caiu 0,66%. Na sequência, MXRF11 (Maxi Renda) somou volume de 2,78 milhões de cotas e recuou 0,65%, acompanhando a fraqueza pontual vista em parte da classe. Outros nomes relevantes em volume também figuraram entre os destaques do dia. GARE11 (Guardian Real Estate) movimentou 1,04 milhão de cotas, com queda de 0,12%. TRXF11 (TRX Real Estate) registrou 976,09 mil cotas negociadas e caiu 1,60%. Já CPTS11 (Capitânia Securities II) avançou 0,27%, com 895,68 mil cotas negociadas. Maiores altas e baixas dos FIIs Nas maiores valorizações do pregão, CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) liderou os ganhos ao subir 6,19%, equivalente a R$ 0,95, encerrando as negociações cotado a R$ 16,48. Em seguida, WHGR11 (WHG Real Estate) avançou 4,10%, ou R$ 0,34, fechando o dia a R$ 8,64. Do lado oposto, TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) anotou a maior queda do dia, com recuo de 3,56%, ou R$ 1,66, encerrando o pregão cotado a R$ 45,09. Logo depois, TGAR11 (TG Ativo Real) caiu 2,39%, correspondente a R$ 1,05, e terminou a sessão a R$ 42,85. O comportamento misto entre as principais altas e baixas ilustra um pregão de assimetria entre segmentos de FIIs, com desempenho positivo concentrado em algumas carteiras de recebíveis e maior pressão em estratégias de tijolo. Ainda assim, a performance agregada apontou um movimento contido no índice, que permaneceu próximo do nível de abertura. Na comparação com o intervalo das últimas 52 semanas, o IFIX sustentou-se em patamar intermediário, distante tanto da mínima de 3.430,10 pontos quanto do pico de 3.944,38 pontos. Esse recorte de prazo oferece uma referência adicional sobre a amplitude recente do mercado de fundos imobiliários. Em termos de liquidez, o pregão mostrou concentração de negócios em nomes já tradicionais do universo de FIIs, com destaque para os maiores volumes negociados do dia. Esse perfil de negociação é típico dos componentes com maior peso e presença contínua nas carteiras dos investidores. No fechamento, prevaleceu uma leve correção no índice, apesar de alguns ganhos pontuais entre os fundos de maior giro. Com isso, o IFIX terminou a sessão com baixa de 0,11%, aos 3.677,98 pontos, dentro da banda observada ao longo do dia e em linha com o comportamento setorial registrado nesta segunda-feira (24).
Selic em 14% desafia FIIs, mas gestor do MAGM11 vê oportunidades
Selic em 14% desafia FIIs, mas gestor do MAGM11 vê oportunidade na volatilidade Vinícius Alves 24/08/2026 às 14:40 8 minutos de leitura Atualizado em: 24/08/2026 às 14:40 O mercado de fundos imobiliários (FIIs) atravessa um período de elevada volatilidade, pressionado pela combinação entre juros ainda altos, incertezas fiscais e o ambiente eleitoral. Para Tomas Gouvêa, gestor do MAGM11, a taxa de juros continua sendo o principal fator por trás da reprecificação das cotas, embora o cenário também esteja criando oportunidades para investidores com horizonte de longo prazo. A Selic está atualmente em 14%, enquanto os juros reais dos títulos públicos indexados à inflação permanecem em níveis elevados. Na avaliação do gestor, esse ambiente mantém a renda fixa como uma alternativa competitiva e exige um prêmio maior dos ativos imobiliários negociados em Bolsa. “Quando a gente olha essa NTNB com alguns picos que a gente teve, acima de 8,5%, isso influencia muito diretamente essa reprecificação dos fundos imobiliários. Naturalmente, quando a gente teve outros momentos, há cinco ou seis anos, de grande fechamento dessas NTNBs, da redução da taxa Selic e, naturalmente, da redução do juro real, a gente viu um movimento oposto, uma reprecificação para cima dos fundos imobiliários”, afirmou Gouvêa. Segundo ele, o desconto das cotas já incorpora parte desse cenário de juros elevados. A volatilidade mais recente, porém, tem sido ampliada por fatores adicionais, como inflação, conflitos internacionais e a frustração com as expectativas de cortes de juros que existiam no início do ano. No começo de 2026, havia expectativa de que a Selic pudesse terminar o ano próxima de 12%, segundo as projeções acompanhadas pela equipe econômica da MAG Investimentos. O cenário, entretanto, mudou ao longo dos meses, levando a uma nova precificação dos ativos. “Quando a gente olha o macro, a gente tem esses dois grandes fatores que acabam influenciando, nesse momento, dado a volatilidade e dado o alto patamar de taxa de juros, negativamente as cotas dos fundos imobiliários. Isso é um fator macro que influencia diretamente toda a indústria”, disse. Além dos juros, crédito e novas estruturas mexem com os FIIs Para Gouvea, entretanto, o investidor não pode atribuir todo o movimento das cotas ao cenário macroeconômico. Existem também tendências específicas dentro da indústria que precisam ser analisadas individualmente, especialmente em relação à qualidade dos ativos e à estrutura das operações. Um dos movimentos que chama a atenção do gestor é a utilização de cotas recém-emitidas como moeda de pagamento em aquisições de imóveis e participações. Em vez de captar recursos em dinheiro e posteriormente comprar um ativo, alguns fundos passaram a entregar cotas diretamente aos vendedores. Para Gouvea, essa estrutura pode assumir diferentes formatos e ter impactos distintos dependendo de como a operação é desenhada. O ponto de atenção está justamente em entender por que o vendedor aceita receber cotas e quais são as consequências dessa estrutura para os demais cotistas. Nos fundos de papel, por outro lado, o ambiente de juros elevados tem afetado diretamente a situação financeira das empresas que tomaram crédito. Uma companhia que contratou uma dívida de CDI mais 5% quando o CDI estava em 8%, por exemplo, saiu de um custo próximo de 13% para algo perto de 19% com a elevação dos juros. “Hoje, muitas vezes, esse é o custo do equity, a expectativa que ele teria de remuneração no equity dele, e já está tendo que pagar na dívida. Então, você vê que esses juros altos e a condição econômica atual têm afetado o balanço das empresas e a capacidade delas honrarem suas dívidas”, explicou. O aumento do risco de crédito também pode provocar uma reprecificação dos CRIs dentro dos fundos. Quando ocorre um evento de inadimplência ou aumenta a percepção de risco de determinado devedor, o valor do papel pode ser revisto para baixo, afetando tanto o patrimônio do fundo quanto a percepção do investidor. FIIs: Gestor vê oportunidade para quem pensa no longo prazo Gouvea mantém uma visão positiva para a indústria de fundos imobiliários. Para ele, a queda das cotas não elimina a tese de investimento — desde que o investidor compreenda a volatilidade e tenha um horizonte adequado. “Eu tenho uma grande convicção que, por mais que hoje a gente já tenha mais de 3 milhões de investidores e um patrimônio grande listado em fundos imobiliários na Bolsa, essa indústria está apenas começando. Temos muito ainda a ganhar na indústria e o investimento traz uma eficiência que vai além da eficiência fiscal”, afirmou. O gestor destaca que os FIIs permitem ao investidor acessar uma carteira diversificada de imóveis ou créditos por meio de uma gestão profissional, em vez de concentrar os recursos em um único ativo. Para quem possui horizonte mais longo, a volatilidade atual pode representar justamente uma oportunidade de entrada. Gouvea pondera, porém, que a tese depende de uma visão estrutural e não de uma aposta de curto prazo na cotação. “Para o investidor que está olhando essa questão como um investimento estrutural, como um investimento que ele quer ter uma parcela do portfólio dele em ativos imobiliários, em crédito imobiliário, a gente tem sim uma oportunidade nessa volatilidade de pontos de entrada. Mas tem que ser com uma visão, naturalmente, de longo prazo para que a gente passe essa volatilidade”, disse. Na avaliação do gestor, a perspectiva de longo prazo continua ligada à possibilidade de fechamento dos juros após o período eleitoral. Ele não espera uma mudança rápida, diante dos desafios fiscais, mas considera difícil sustentar indefinidamente o atual nível de juros. “Não tem economia que aguente esse patamar de taxa de juros que a gente está há tanto tempo. Essa volatilidade de cotas, exacerbada, é ruim, mas o que o investidor deve entender é essa marcação a mercado”, afirmou. MAGM11 aposta em gestão multiestratégia para atravessar ciclo de juros O fundo tem atualmente cerca de R$ 125 milhões. Para Gouvea, o tamanho ainda relativamente pequeno é uma vantagem para a estratégia de crédito, já que permite pulverizar os investimentos em diferentes operações e ativos. A proposta, entretanto, não é permanecer indefinidamente concentrada em crédito. Conforme o cenário de juros mudar, a gestão pretende utilizar a flexibilidade do fundo para aumentar a exposição a outras classes de ativos imobiliários. “Conforme essa carteira crescer, num cenário que a gente veja também um fechamento maior de juros, a gente pode ter uma posição maior em ativos prefixados, em ativos IPCA+, que também vão ter um benefício no fechamento de juros e, claro, começar a nossa exposição em imóveis, seja diretamente, seja através de outros fundos imobiliários, num cenário que a gente veja um risco-retorno mais favorável a essa classe de ativos”, explicou. A gestão também destaca como diferencial do MAGM11 uma análise baseada em fundamentos, especialmente em crédito. Antes de investir em um CRI, a equipe avalia não apenas o título, mas o devedor, a empresa, as garantias, a estrutura da operação e a capacidade de pagamento. “Quando a gente olha uma operação de crédito, a gente nunca está comprando um CRI. A gente está comprando o que está por trás dessa operação. Quem é o devedor? Quem é essa empresa? Qual é o management que está tocando essa empresa? Qual é a estratégia dela?”, afirmou Gouvea. Outro pilar da estratégia é a originação própria. A equipe busca acessar operações diretamente com empresas e proprietários, além de atuar no mercado secundário e primário. Segundo o gestor, participar da estruturação permite acompanhar mais de perto as garantias e os fluxos financeiros das operações. Dividendos: MAGM11 vê espaço para manter R$ 0,12 por cota Apesar da concentração em crédito, o fundo também tem chamado atenção pela distribuição de rendimentos. O MAGM11 vem pagando R$ 0,12 por cota, equivalente a cerca de 1,2% ao mês, segundo Gouvea. O gestor afirma que a maior parte desse resultado é recorrente. Os picos de resultado observados em determinados meses estiveram relacionados principalmente ao vencimento ou à negociação de aplicações de caixa, e não a operações de trading recorrentes. “O grosso desse rendimento é recorrente. A gente carregou ao longo desse um ano, até pela nossa leitura dessa conjuntura desafiadora do Brasil, uma posição de caixa grande no fundo. O principal que garantiu essa renda foi a aplicação desses recursos entre ativos geradores de caixa, que majoritariamente foram os CRIs”, diz. Para os próximos meses, a gestão não fornece um guidance formal, mas avalia que a carteira atual tem capacidade para continuar entregando o patamar de R$ 0,12 por cota no curto prazo.
Perguntas Frequentes sobre BISE11
Qual é a cotação de BISE11 hoje na B3?
Quanto a BISE11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BISE11?
O que significa o P/L e o P/VP de BISE11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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