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T10R11 It Now SP Tesouro Americano 10 Anos BRL Fundo De Indice Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje

📊 ETF

It Now SP Tesouro Americano 10 Anos BRL Fundo De Indice Responsabilidade Limitada

Preço Atual
R$ 54,09
-0.18%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo T10R11 (It Now SP Tesouro Americano 10 Anos BRL Fundo De Indice Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 54,09, acumulando uma variação de -0.18% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 49,51 e a máxima de R$ 56,20. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark Índice de Mercado, inserido na classe de Renda Variável Brasil sob gestão de Gestora Especializada com taxa de administração de 0,20% a 0,50% a.a..

Abertura
R$ 54,39
Fec. Ant: R$ 54,09
Variação Dia
Min: R$ 54,07
Max: R$ 54,40
52 Semanas
Mín: R$ 49,51
Máx: R$ 56,20
Volume
73.239
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: T10R11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do ETF (Fundo de Índice)

Índice Benchmark
Índice de Mercado
Classe de Ativo
Renda Variável Brasil
Gestora / Administradora
Gestora Especializada
Taxa de Administração
0,20% a 0,50% a.a.
País / Mercado
🇧🇷 Brasil
Valor de Mercado / PL
-
Liquidez / Volume Diário
73.239
52 Semanas (Mín / Máx)
R$ 49,51 - R$ 56,20

Sobre a T10R11

Índice Benchmark
Índice de Mercado
Classe de Ativo
Renda Variável Brasil
Gestora / Administradora
Gestora Especializada
Taxa de Administração
0,20% a 0,50% a.a.
Market Cap
N/A

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encontrado

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Essas taxas representam um momento favorável para “travar” os maiores retornos da renda fixa em dólar em duas décadas. Isso para quem vai levar o título até o vencimento. Estamos falando de um dos mercados com maior liquidez do mundo: ou seja, que tem uma das maiores demandas de negociação – as Treasuries giram por dia quase US$ 1 trilhão – e que, por isso, é muito fácil comprar e vender os papéis diariamente. Veja as simulações Quem investir R$ 20 mil agora, por exemplo, vai conseguir uma taxa de 5,23% anuais em um título de 10 anos. O valor inicial convertido para dólar na cotação atual resulta em US$ 3.832. No fim de uma década, o investidor vai receber US$ 6.381, que, em convertido para reais, seriam R$ 33,3 mil. Equivale a um ganho nominal de 66,5%. Isso sem considerar a variação cambial. Agora vamos calcular como ficaria com essa variação do dólar frente ao real. Nos últimos 10 anos, de setembro de 2016 ao fim de agosto de 2026, a moeda americana valorizou 62,9% ante a brasileira. Se aplicarmos o mesmo percentual à cotação atual, a divisa dos EUA estaria em R$ 8,5 em setembro de 2036. Os US$ 6.381, portanto, iriam equivaler a R$ 54,2 mil. O valor equivale a um ganho de 171%. Dólar X IPCA+ Podemos ainda comparar esse ganho com um investimento em Tesouro IPCA+. Vamos considerar o mesmo prazo para o título brasileiro atrelado à inflação. Só para efeito de referência, vamos usar o Tesouro IPCA+ 2040, que paga atualmente um retorno de inflação mais uma taxa 7,30% ao ano. Nesse cálculo vamos considerar o IPCA acumulado nos últimos 10 anos, de início de setembro de 2016 a fim de agosto de 2026, que alcançou 61,15%. Uma aplicação de R$ 20 mil com juro real, ou seja, acima da inflação, de 7,30% ao ano e usando o IPCA do período citado, retornaria R$ 65,2 mil após 10 anos. O investimento em dólar parece ter apresentado um ganho menor. No entanto, é preciso colocar esses dados em perspectiva. O Tesouro IPCA+ atualmente apresenta um retorno historicamente elevado. Na última década, o juro real de 10 anos das NTN-Bs, como são chamdos no mercado os títulos públicos IPCA+, ficou em torno de 5% ao ano. Nesse patamar, o papel do Tesouro brasileiro atrelado à inflação teria um retorno final de R$ 52,5 mil, abaixo, portanto do investimento em dólar. Uma janela rara A questão é que investir em moeda forte ajuda a proteger o portfólio. A tese é de diversificação, e não voltada para ganhos no curto prazo. Isso porque em momentos de turbulência nos mercados locais, o dólar costuma subir, o que valoriza a sua fatia da carteira na moeda americana e ajuda a compensar eventuais perdas em investimentos em real. 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Para um papel que ainda tem 10 anos até o vencimento, uma subida de 0,5 ponto percentual na taxa representa cerca de 3,7% de queda no valor. É um risco hoje não desprezível se buscarmos entender o pano de fundo da alta dos juros: o desafio do governo dos EUA de se financiar diante de déficits elevados que estão igualmente em patamares históricos. Se o governo não endereçar com medidas o aumento do déficit e da dívida, o mercado pode continuar a exigir prêmios mais altos para comprar títulos do Tesouro americano, e isso significará taxas ainda maiores. Do lado de cá, o investidor brasileiro tem uma motivação mais conjuntural para aplicar lá fora: a volatilidade cambial alimentada pela eleição no país deve durar até, pelo menos, o segundo turno no fim de outubro. Isso significa que existe uma janela para aproveitar esses ativos antes que a moeda americana passe a subir ou descer ante o real com mais força. O dólar acumula alta de 0,61% em setembro até dia 28, cotado a R$ 5,22. No ano, por outro lado, a moeda americana recua 5,46% ante o real. Investir em dólar: diferentes caminhos E como aproveitar essa maré dos juros internacionais? O surgimento das chamadas contas globais abriu as portas dos mercados americanos e da dolarização das carteiras a investidores de todos os tamanhos no Brasil. Até 2019, antes do surgimento dessas primeiras contas internacionais, investir diretamente no exterior poderia exigir estruturas complexas, como trusts e offshores, que têm um custo elevado. E estava acessível somente a investidores com patrimônio mais alto, de muitos milhões de reais. Hoje em dia, basta abrir uma conta global em plataformas, como Nomad, Wise, Avenue, Nubank, Inter, BTG Pactual e outras casas. São contas-correntes nas quais o titular converte reais em dólar, euro ou, basicamente, qualquer moeda de circulação internacional. E utiliza o saldo diretamente lá fora, por meio de um cartão de débito. As casas costumam oferecer ainda, associadas às contas globais, plataformas de investimentos em ativos no exterior, como títulos de renda fixa, ações e ETFs. Tesouro americano de diferentes formas É possível investir diretamente em Treasuries por meio dos apps. O valor mínimo padrão é de US$ 1 mil. Mas algumas casas já oferecem a possibilidade de investimento a partir de US$ 100, nos quais você aplica em uma fração do título. Além de aplicar diretamente em títulos, por meio das plataformas das contas globais, o investidor tem acesso ainda a ETFs listados nos EUA. São fundos passivos que seguem um índice, que podem ser formados por títulos públicos americanos. Quem prefere aplicar de olho em um prazo mais curto de vencimentos pode buscar ETFs de T-Bills, como são chamados os papéis públicos de curtíssimo prazo. O VBIL, da Vanguard, por exemplo, acompanha a variação de títulos com vencimento de até três meses e tem retorno próximo de 4% ao ano. Entre os fundos desse segmento com maior liquidez também estão o SPDR Bloomberg 1-3 Month T-Bill (BIL) e o iShares 0-3 Month Treasury Bond (SGOV). As cotas custam entre US$ 75 e US$ 100, um valor acessível para quem quer começar com pouco. Quanto custa a operação Para o brasileiro, há custos como um imposto de renda de 15% sobre os ganhos, incluindo a variação cambial, além de outros impostos como o IOF de 1,1% cobrado de recursos enviados para investimentos no exterior. A operação de conversão de reais para dólares também acrescenta custos, como o “spread“, ou seja, uma taxa extra cobrada pelos bancos para remunerar os serviços prestados no câmbio. Esse pedágio varia de casa para casa, de 0,8% a 2% para cada operação. Isso vale tanto para a conversão de reais em dólares, quanto, no sentido contrário, da moeda americana para a nossa divisa. Fundos de índices são alternativas É possível ainda encontrar alternativas na própria B3, aqui no Brasil. Há, por exemplo, ETFs negociados na bolsa, em reais, que acompanham os juros de 10 anos nos EUA. É o It Now S&P Tesouro Americano 10 Anos (T10R11), do Itaú. O ETF segue um índice baseado em contratos futuros de títulos do Tesouro americano de 10 anos. Esse fundo, no entanto, tem proteção cambial, ou seja, só entrega a subida ou descida das taxas, sem incluir a variação do dólar. Outra porta de entrada são os BDRs de ETFs. Os Brazilian Depositary Receipts são recibos negociados na B3 que representam ativos estrangeiros. Um BDR de ETF permite, na prática, comprar aqui cotas de um fundo de índice listado lá fora. Os BDRs, em geral, não têm a proteção cambial e estão sujeitos à variação do dólar. A BlackRock oferece várias opções de renda fixa americana nesse formato. O BGOV39 segue o iShares US Treasury Bond, que reúne títulos do Tesouro americano com prazos variados. O BSHV39 replica um índice de Treasuries de curto prazo, menos sensível às oscilações das taxas longas. Quem aceita um pouco mais de risco em troca de retorno maior tem o BLQD39, que investe em títulos corporativos de empresas com grau de investimento e, portanto, não em papéis do governo.

Perguntas Frequentes sobre T10R11

Qual é a cotação de T10R11 hoje na B3?
A cotação de T10R11 hoje está em R$ 54,09. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 54,07 e máxima de R$ 54,40.
Quanto a T10R11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker T10R11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de T10R11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de T10R11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de T10R11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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