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QBTC11 QR CME CF Bitcoin Reference Rate Fundo de Indice Investimento no Exterior – Cotação Hoje

📈 Ação B3

QR CME CF Bitcoin Reference Rate Fundo de Indice Investimento no Exterior

Preço Atual
R$ 20,31
+2.01%

Resumo Fundamentalista de QBTC11

O ativo QBTC11 (QR CME CF Bitcoin Reference Rate Fundo de Indice Investimento no Exterior) está sendo negociado hoje a R$ 20,31, acumulando uma variação de +2.01% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 18,28 e a máxima de R$ 40,48.

Abertura
R$ 19,93
Fec. Ant: R$ 20,31
Variação Dia
Min: R$ 19,93
Max: R$ 20,38
52 Semanas
Mín: R$ 18,28
Máx: R$ 40,48
Volume
101.322
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a QBTC11

Market Cap
N/A

Dividendos

Nenhum dividendo
encontrado

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Bitmine de Tom Lee acumula 4,8% do supply de Ethereum e aposta em tokenização e IA
Mercado Financeiro Global 17/08/2026

Bitmine de Tom Lee acumula 4,8% do supply de Ethereum e aposta em tokenização e IA

Empresa liderada por Tom Lee comprou quase 10 mil ETH na última semana e agora possui US$ 11 bilhões em Ethereum. Entenda a tese por trás da acumulação. Uma única empresa já controla quase 5% de todo o Ethereum existente. A Bitmine Immersion, liderada pelo chairman Tom Lee, comprou mais 9.926 ETH na última semana e elevou sua posição total para 5,815 milhões de tokens. Ao preço atual de US$ 1.904 por unidade, o portfólio vale aproximadamente US$ 11 bilhões. O dado é expressivo. Nenhuma empresa pública acumulou uma fatia tão grande do supply de um criptoativo desde que a MicroStrategy de Michael Saylor começou sua corrida pelo Bitcoin em 2020. A diferença é que a Bitmine escolheu o Ethereum como tese central, e os motivos para essa aposta dizem muito sobre para onde o mercado está olhando. A tese de Tom Lee: tokenização, IA e o fim da tendência de baixa do ETH A Bitmine, que opera sob o ticker BMNR na bolsa americana, foi lançada em junho de 2025 com uma proposta clara: funcionar como uma treasury company de Ethereum. Desde então, a empresa realiza compras semanais de ETH, acumulando de forma consistente. Mercados O raio-x de cada ativo, aberto a todos. Preços, fundamentos e indicadores de centenas de ativos num lugar só. De graça, sem login. Abrir Mercados → N NVDA — — B BTC — — Q QBTC11 — — +1500 ativos no Mercados Tom Lee justificou a estratégia com dois argumentos técnicos. O primeiro é gráfico: segundo ele, a razão ETH/BTC rompeu uma tendência de baixa que durava anos. Essa métrica compara o desempenho do Ethereum com o do Bitcoin e, quando sobe, sinaliza que investidores estão migrando capital para o ecossistema Ethereum. Para quem acompanha o mercado de criptomoedas, essa virada é significativa. O segundo argumento é fundamentalista: Lee enxerga uma demanda crescente por Ethereum impulsionada por dois vetores, a tokenização de ativos do mundo real e aplicações de agentes de inteligência artificial que rodam sobre a rede. Ambas as narrativas ganharam força nos últimos meses com o avanço regulatório em diversos países e a proliferação de protocolos que utilizam contratos inteligentes do Ethereum como infraestrutura. Treasury companies de cripto: o modelo que se consolida A estratégia de usar uma empresa listada em bolsa como veículo para acumular criptoativos não é nova. A MicroStrategy popularizou o conceito ao transformar seu balanço patrimonial em uma reserva de Bitcoin, e desde então dezenas de empresas tentaram replicar o modelo com diferentes ativos digitais. O que diferencia a Bitmine é a escala e a velocidade. Com 4,8% do supply total de Ethereum sob sua custódia, a empresa se tornou, de fato, o maior holder institucional público do ativo. Para colocar em perspectiva, a Ethereum Foundation, que desenvolve o protocolo, detém uma fração consideravelmente menor. Além das compras de ETH, a Bitmine recomprou 1,7 milhão de ações próprias na última semana, dentro de um programa autorizado de US$ 4 bilhões. Essa dupla operação, comprar ETH e recomprar ações, sugere que a gestão vê valor tanto no ativo subjacente quanto no desconto com que o mercado precifica a própria companhia. A dinâmica é semelhante ao que analistas observaram no caso do Bitcoin como reserva de valor: o ativo digital funciona como âncora de valorização da ação. Condições macro como catalisador para o Ethereum Tom Lee também citou o cenário macroeconômico como fator favorável. Em comunicado, ele afirmou que “condições financeiras em afrouxamento devem ser um vento a favor para cripto”. A frase reflete uma leitura que ganhou consenso entre gestores: quando bancos centrais reduzem taxas de juros ou ampliam liquidez, ativos de risco tendem a se beneficiar, e criptomoedas estão no topo dessa lista. Nos últimos 12 meses, o ETH acumulou volatilidade significativa, mas o ativo subiu cerca de 1,6% nas últimas 24 horas, enquanto as ações da BMNR avançaram mais de 2% no mesmo período. A correlação entre o preço do token e o desempenho da ação reforça a natureza de proxy que a Bitmine exerce sobre o Ethereum. Para investidores que acompanham a evolução dos ETFs de Ethereum, a existência de uma treasury company com essa magnitude adiciona uma camada de demanda estrutural ao ativo. Cada compra semanal retira tokens do mercado secundário, criando uma pressão de oferta que, em teoria, sustenta o preço no médio prazo. O que a concentração de 4,8% significa para o ecossistema Uma concentração dessa magnitude levanta questões legítimas sobre descentralização. O Ethereum opera sob um modelo de proof of stake, onde holders com grandes quantidades de tokens podem exercer influência sobre a validação da rede. Não há, até o momento, indicação de que a Bitmine esteja fazendo staking com seus tokens, mas a possibilidade existe e merece acompanhamento. Outro ponto de atenção é o risco de liquidação. Se a Bitmine precisar vender parte relevante de sua posição por qualquer motivo, seja pressão de acionistas, necessidade de caixa ou mudança de estratégia, o impacto no preço do ETH seria substancial. É o mesmo dilema que o mercado de Bitcoin enfrenta com a MicroStrategy: a concentração cria estabilidade na alta, mas amplifica o risco na baixa. O modelo de Tom Lee aposta que a demanda por Ethereum vai crescer mais rápido do que a oferta disponível no mercado. Se a tese de tokenização e agentes de IA se confirmar, a posição da Bitmine pode se valorizar exponencialmente. Se não, US$ 11 bilhões em um único ativo digital representam um risco concentrado que poucos balanços corporativos conseguiriam absorver. O mercado, por enquanto, parece concordar com Lee. As ações da BMNR seguem em alta e as compras semanais continuam. A questão é se o Ethereum vai entregar a utilidade que a tese exige, ou se a acumulação vai se revelar uma aposta unilateral em um ativo que ainda busca seu papel definitivo no ecossistema financeiro global.

UBS aumenta em 24 vezes posição em opções de compra do ETF de Bitcoin da BlackRock no segundo trimestre
Bitcoin 16/08/2026

UBS aumenta em 24 vezes posição em opções de compra do ETF de Bitcoin da BlackRock no segundo trimestre

Megabanco suíço saltou de 80 mil para 1,95 milhão de ações subjacentes em calls do IBIT, enquanto reduziu puts em 53%. O que isso sinaliza. O UBS, maior gestor de fortunas do mundo com mais de US$ 7 trilhões em ativos sob gestão, ampliou de forma expressiva sua exposição ao mercado de bitcoin no segundo trimestre. O banco suíço reportou posições em opções de compra (calls) representando 1,95 milhão de ações subjacentes do iShares Bitcoin Trust (IBIT), o ETF de bitcoin à vista da BlackRock. No trimestre anterior, esse número era de apenas 80 mil ações. A multiplicação por mais de 24 vezes em apenas três meses é um dos movimentos mais agressivos já registrados por um banco global tradicional no mercado de ETFs de bitcoin. E o dado não veio sozinho: ao mesmo tempo em que ampliou as calls, o UBS reduziu em 53% sua exposição em opções de venda (puts), caindo de 303,3 mil para 143,3 mil ações subjacentes. A combinação dos dois movimentos sugere um posicionamento direcional mais otimista em relação ao preço do bitcoin, embora a leitura exija cautela. O documento regulatório não detalha preços de exercício nem datas de vencimento das opções, o que impede uma conclusão definitiva sobre a estratégia adotada. Mercados O raio-x de cada ativo, aberto a todos. Preços, fundamentos e indicadores de centenas de ativos num lugar só. De graça, sem login. Abrir Mercados → N NVDA — — B BTC — — Q QBTC11 — — +1500 ativos no Mercados O que as posições do UBS em IBIT realmente significam Calls dão ao detentor o direito, mas não a obrigação, de comprar um ativo a um preço predeterminado no futuro. Quando um banco como o UBS aumenta drasticamente sua posição em calls de um ETF de bitcoin, existem algumas interpretações possíveis. A primeira, e mais direta, é que o banco está apostando na alta do ativo subjacente. Se o preço do IBIT subir acima do strike definido nas opções, o UBS lucra com a diferença. Mas essa não é a única leitura válida. Bancos desse porte frequentemente atuam como market makers ou dealers, montando posições de hedge para atender à demanda de clientes. As calls podem refletir uma atividade de intermediação, na qual o banco estrutura produtos para clientes de wealth management e precisa carregar posições opostas no mercado. Também existe a possibilidade de que as opções façam parte de portfólios discricionários geridos em nome de clientes, e não de uma decisão proprietária do banco. Ainda assim, a direção dos números é clara. O UBS também elevou em aproximadamente 12% sua posição direta em cotas do IBIT, passando de 364,3 mil para 407,9 mil ações, avaliadas em cerca de US$ 13,6 milhões ao fim de junho. Como temos acompanhado na cobertura de criptomoedas do BlockTrends, o fluxo institucional para ETFs de bitcoin à vista segue acelerando em ritmo inédito. UBS e o acesso de clientes a ativos digitais O movimento no mercado de opções não acontece no vácuo. No início deste ano, o UBS começou a preparar o terreno para oferecer a clientes selecionados de private banking na Suíça acesso à negociação de bitcoin e ether. A iniciativa coloca o banco na mesma trilha de concorrentes como Morgan Stanley, que também passou a disponibilizar ETFs de bitcoin a parte de sua base de clientes. O filing regulatório não vincula diretamente as iniciativas de acesso a clientes ao aumento nas posições em opções do IBIT. Porém, a coincidência temporal é difícil de ignorar. Quando um banco global começa a habilitar negociação de cripto para seus clientes mais ricos, é natural que suas operações de mesa precisem refletir essa demanda crescente. Esse cenário reforça uma tendência que acompanhamos desde a aprovação dos ETFs de bitcoin à vista nos Estados Unidos: a adoção institucional não se manifesta apenas em compras diretas de cotas, mas em camadas mais sofisticadas do mercado financeiro, como derivativos e produtos estruturados. O que os grandes bancos sinalizam sobre o ciclo atual O UBS não é o único peso pesado aumentando exposição ao bitcoin neste ciclo. No mesmo período, a firma de investimentos de Paul Tudor Jones ampliou sua participação no ETF de bitcoin da BlackRock após um ano inteiro de vendas. O movimento do lendário gestor macro, somado ao posicionamento do maior banco suíço, compõe um quadro relevante. Vale notar que a posição direta do UBS no IBIT, de 407,9 mil ações, ainda está abaixo das 548,6 mil ações reportadas ao fim do quarto trimestre do ano passado. Ou seja, o banco reduziu sua exposição direta no começo do ano, mas agora compensa essa redução com uma aposta muito maior via opções de compra. É uma mudança na forma de se expor ao ativo, não necessariamente no apetite total. Opções oferecem alavancagem natural: com um investimento menor (o prêmio da opção), é possível obter exposição ao movimento de preço de um volume muito maior de ações. Para um banco que precisa gerenciar risco e capital regulatório, essa é uma estratégia mais eficiente do que simplesmente acumular cotas do ETF. Para o investidor brasileiro, o movimento do UBS confirma algo que temos discutido na editoria de finanças do BlockTrends: o bitcoin está se consolidando como classe de ativo no portfólio institucional global. Não como aposta especulativa de nicho, mas como uma alocação gerenciada dentro da estrutura tradicional de mercado, com derivativos, hedging e gestão de risco. O que observar nos próximos trimestres O próximo filing do UBS, referente ao terceiro trimestre, será determinante para entender se o salto nas calls representou um posicionamento tático de curto prazo ou o início de uma alocação estrutural mais relevante. Também será importante verificar se o banco efetivamente exerceu as opções ou as encerrou antes do vencimento. O dado mais revelador, porém, pode vir do lado dos clientes. Se o programa de acesso a bitcoin e ether para clientes de private banking suíço ganhar tração, é razoável esperar que as posições em derivativos continuem crescendo, desta vez impulsionadas por demanda real de portfólios geridos. Num mercado em que o preço do bitcoin já opera em patamares historicamente elevados, o fato de que um banco com US$ 7 trilhões em ativos está aumentando, e não reduzindo, sua exposição a derivativos de cripto diz algo sobre a maturidade que esse mercado atingiu. A questão já não é se o capital institucional vai chegar. É quanto dele já está posicionado de formas que os dados públicos ainda não capturam por completo.

CZ diz que oferta real de Bitcoin é menor que 21 milhões
Bitcoin 15/08/2026

CZ diz que oferta real de Bitcoin é menor que 21 milhões

CZ estima que 10% a 20% do Bitcoin minerado está perdido de forma permanente Já foram minerados 20,07 milhões de BTC dos 21 milhões previstos no protocolo Restam apenas 4,4% do suprimento total para ser extraído pela mineração O fundador da Binance, Changpeng Zhao, voltou ao centro do debate sobre a escassez do Bitcoin ao afirmar que a oferta efetivamente disponível para negociação é bem menor do que sugere o limite de 21 milhões definido no protocolo. A declaração foi feita em publicação no X nesta sexta-feira (15), a poucos meses do próximo halving. Segundo CZ, mineradores já haviam extraído cerca de 20,07 milhões de BTC até agosto de 2026. O número deixa apenas 4,4% do suprimento máximo para mineração nas próximas décadas, conforme o cronograma de emissão do código original de Satoshi Nakamoto. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE CZ estima 20% do Bitcoin como irrecuperável A tese central do executivo sustenta que uma fatia relevante do Bitcoin minerado nunca mais retornará ao mercado. Ele calcula que perdas de chaves privadas e mortes sem repasse de credenciais travaram definitivamente entre 10% e 20% da oferta em circulação. Se o intervalo superior estimado por CZ estiver correto, a oferta líquida efetivamente negociável hoje giraria em torno de 16 milhões de BTC. É um corte de aproximadamente 4 milhões de unidades sobre o total minerado, volume superior a tudo que BlackRock, Fidelity e demais ETFs à vista somam em custódia desde janeiro de 2024. A leitura reforça um argumento antigo do próprio Satoshi e de figuras como Hal Finney, que já apontavam nos primeiros anos da rede que perdas seriam inevitáveis. Estudos da Chainalysis e da Glassnode convergem para faixas semelhantes, entre 2,3 milhões e 3,7 milhões de BTC não se movem há mais de uma década, incluindo o estoque atribuído ao criador anônimo do protocolo. Halving e fluxo institucional pressionam oferta remanescente O contexto amplifica o peso do argumento. Com o próximo halving reduzindo pela metade a recompensa por bloco, o ritmo de emissão diária cai a menos de 225 BTC por dia após o evento. No mesmo intervalo, fundos soberanos e gestoras seguem acumulando. Reportagem recente mostrou que fundos de Abu Dhabi mantêm US$ 763 milhões apenas no IBIT da BlackRock. Para o investidor brasileiro, o raciocínio de CZ tem implicações práticas. O mercado local ainda vê o Bitcoin como ativo abundante justamente porque o limite de 21 milhões é o número mais divulgado. A oferta líquida menor, porém, altera o cálculo de escassez usado por quem monta posição via Mercado Bitcoin, Foxbit ou ETFs listados na B3, como HASH11 e QBTC11. Baleias antigas contradizem tese de moedas mortas Nem todo BTC parado, contudo, está perdido de fato. Movimentações recentes mostraram baleias de 2014 realocando 114 BTC após uma década de inatividade. Casos assim indicam que parte do suprimento considerado morto pode voltar a circular quando o preço atinge múltiplos suficientes para justificar o resgate técnico das carteiras antigas. Essa dinâmica cria uma variável adicional para modelos de precificação baseados em stock-to-flow. Se a fatia irrecuperável real for menor do que os 20% projetados por CZ, o efeito de escassez sobre o preço perde intensidade. Se for maior, o piso técnico do ativo sobe estruturalmente a cada ciclo. A fala do fundador da Binance chega em momento delicado. Os ETFs de Bitcoin registraram US$ 131 milhões em saques na semana, com ARK e Fidelity liderando a retirada. O contraste entre saída de curto prazo e narrativa de escassez estrutural define o pano de fundo para os próximos meses até o halving.

Perguntas Frequentes sobre QBTC11

Qual é a cotação de QBTC11 hoje na B3?
A cotação de QBTC11 hoje está em R$ 20,31. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 19,93 e máxima de R$ 20,38.
Quanto a QBTC11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker QBTC11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de QBTC11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de QBTC11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de QBTC11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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