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PIBB11 It Now PIBB IBrX-50 Fundo de Indice – Cotação Hoje

📈 Ação B3

It Now PIBB IBrX-50 Fundo de Indice

Preço Atual
R$ 297,82
-0.03%

Resumo Fundamentalista de PIBB11

O ativo PIBB11 (It Now PIBB IBrX-50 Fundo de Indice) está sendo negociado hoje a R$ 297,82, acumulando uma variação de -0.03% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 235,80 e a máxima de R$ 357,48.

Abertura
R$ 298,70
Fec. Ant: R$ 297,82
Variação Dia
Min: R$ 297,50
Max: R$ 300,84
52 Semanas
Mín: R$ 235,80
Máx: R$ 357,48
Volume
1.698
Moeda: BRL

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O que está por trás dos ETFs mais rentáveis da B3? Tecnologia e Brasil explicam os destaques
B3 14/08/2026

O que está por trás dos ETFs mais rentáveis da B3? Tecnologia e Brasil explicam os destaques

Duas grandes teses de investimento ajudam a explicar os ETFs que aparecem entre os de maior rentabilidade na B3 em 2026: de um lado, a alta tecnologia, notadamente com a corrida global pela inteligência artificial; de outro, o Brasil, beneficiado pelo interesse do capital estrangeiro e pelo desempenho de setores que têm peso importante na economia local, como estatais e commodities. Os ETFs são bastante diferentes entre si, mas os rankings do acumulado do ano e de julho, compilados pela Quantum Finance, mostram como essas duas histórias se espalharam por diferentes classes de ativos. Entre os investimentos internacionais aparecem fundos ligados a semicondutores, S&P 500, Nasdaq e Ethereum. Do lado brasileiro, ganham espaço ETFs de estatais, boi gordo e ações de companhias produtoras de commodities. Tecnologia vai de chips a Ethereum A expressão mais evidente da tese de tecnologia no acumulado do ano é o CHIP11, da Investo, que acompanha 25 empresas de semicondutores listadas nos Estados Unidos e lidera o ranking de rentabilidade. Pedro Claudino, analista de fundos da Empiricus, explica que o principal vetor é a continuidade do ciclo de investimentos em inteligência artificial. A expansão dos data centers elevou a demanda por chips de alta performance, memória, processamento e toda a infraestrutura de semicondutores, movimento que vem se traduzindo em resultados corporativos fortes e revisão das expectativas de lucro para o setor. Matheus Portela, economista e diretor da VLGI Asset, classifica o momento como um “superciclo estrutural”. Ele lembra que os chips não atendem somente à inteligência artificial: estão presentes em veículos elétricos, eletrônicos e diversas outras indústrias, criando diferentes fontes de demanda. A força da tecnologia aparece ainda na presença de produtos ligados aos grandes índices americanos entre os ETFs de maior retorno, como QQQQ11, referenciado no Nasdaq 100, e SPXR11 e SPBZ11, ligados ao S&P 500, que vem renovando recordes associados ao desempenhos das ações de IA. ETFs mais rentáveis em 2026 - janeiro a julho Nome Código Gestão Rentabilidade INVESTO SEMICONDUCTOR 25 CHIP11 Investo 37,34% SAFRA IBOVESPA ESTATAIS SPUB11 Safra Asset Management 22,55% BB ÍNDICE FUTURO DE BOI GORDO BBOI11 BB Asset Management 21,83% SAFRA MULHERES NA LIDERANÇA ELAS11 Safra Asset Management 15,94% BTG PACTUAL COMMODITIES CMDB11 BTG Pactual Asset Management 15,16% IT NOW S&P 500 FUTURES QUANTO BRL SPXR11 Itaú Asset Management 14,80% BTG S&P 500 FUTURES QUANTO BRL SPBZ11 BTG Pactual Asset Management 14,50% BUENA VISTA NASDAQ-100 HIGH BETA QQQQ11 Buena Vista Asset Management 12,06% IT NOW PIBB IBRX-50 PIBB11 Itaú Asset Management 11,66% SAFRA IBOVESPA BOVS11 Safra Asset Management 10,92% Em julho, porém, essa tese ganhou outro protagonista. Cinco dos seis ETFs de maior rentabilidade no mês têm exposição ao criptoativo Ethereum: XETH11, da XP Asset Management; ETHE11, da Hashdex; EETH11, do BTG Pactual Asset Management; ETHE11, da Buena Vista Asset Management; e QETH11, da QR Asset Management. O Ethereum entra nessa história não apenas como criptoativo. Classificado pelos reguladores americanos como uma commodity digital, ele é também a infraestrutura sobre a qual são desenvolvidas aplicações de finanças descentralizadas e projetos de tokenização de ativos. Os ETFs negociados na B3 seguem índices de referência do mercado americano. O desempenho dos fundos de Ethereum também superou o do EBIT11, de Bitcoin, presente entre os dez primeiros de julho. Para Portela, houve uma rotação do capital institucional: enquanto ETFs de Bitcoin enfrentaram retiradas de recursos em parte do período, fundos de Ethereum tiveram semanas consecutivas de captação maior do que resgates. Há ainda uma característica tecnológica própria do Ethereum que pode ajudar nessa história. Luis Kuniyoshi, analista de criptomoedas da Empiricus, destaca a maior capacidade de coordenação e atualização do protocolo tecnológico da maior rede blockchain do mundo. O avanço da inteligência artificial voltou a colocar em discussão os possíveis riscos que a computação quântica poderá representar, no futuro, para os sistemas de criptografia atuais. Ainda não existe clareza sobre quando ou em que dimensão essa ameaça poderia se materializar, mas Kuniyoshi avalia que a flexibilidade do Ethereum pode permitir uma adaptação mais rápida a mudanças tecnológicas, inclusive no desenvolvimento de soluções resistentes à computação quântica. A tokenização de ativos do mundo real, os chamados RWA, acrescenta outra fonte de demanda pela infraestrutura do Ethereum. Assim, a liderança dos ETFs ligados ao ativo em julho pode ser lida dentro de uma tese tecnológica mais ampla — ainda que com riscos e características bastante diferentes daqueles encontrados nas ações de empresas de tecnologia. ETFs mais rentáveis em julho/2026 Nome Código Gestão Rentabilidade TREND ETHEREUM XETH11 XP Asset Management 17,02% HASHDEX ETHEREUM ETHE11 Hashdex 16,67% BTG PACTUAL ETHEREUM EETH11 BTG Pactual Asset Management 15,55% BUENA VISTA ETHEREUM ETHY11 Buena Vista Asset Management 14,27% QR ETHEREUM QETH11 QR Asset Management 12,99% BTG COMMODITIES CMDB11 BTG Pactual Asset Management 9,31% IT NOW IMAT MATB11 Itaú Asset Management 9,26% HASHDEX DEFI DEFI11 Hashdex 8,95% EMPIRICUS BITCOIN EBIT11 Empiricus Gestão 8,76% BUENA VISTA BITCOIN XBCI11 Buena Vista Asset Management 8,37% Brasil atrai capital com estatais e commodities A segunda história que emerge dos rankings está dentro de casa. O SPUB11, da Safra Asset Management, que acompanha Ibovespa B3 Estatais, uma carteira de ações de empresas sob controle estatal, está entre os ETFs de maior retorno no acumulado do ano e supera produtos que representam fatias mais amplas da bolsa brasileira, como o PIBB11, que acompanha 50 das ações mais negociadas e representativas do mercado, e o BOVS11, que replica o Ibovespa. Claudino aponta o fluxo estrangeiro para a B3 como um dos fatores que favoreceram essas empresas. Parte dos recursos internacionais que chegam à bolsa entra por meio de índices ou se concentra nas companhias de maior capitalização e liquidez, o que beneficia nomes como Petrobras e Banco do Brasil. Essa leitura ajuda a colocar as estatais dentro de uma tese maior de Brasil: em um movimento de diversificação para mercados emergentes, investidores estrangeiros encontraram ações brasileiras negociadas a preços considerados atrativos. O país acumulou forte entrada de capital externo principalmente no início do ano, embora esse fluxo não tenha ocorrido de maneira linear e vem passando por períodos de retirada. Portela acrescenta um componente específico para as estatais: o petróleo. A alta da commodity em meio às tensões geopolíticas favoreceu a Petrobras e ajudou um índice com forte presença de energia, petróleo e saneamento a se distanciar de indicadores mais amplos da bolsa, que carregam também varejo, construção e outros setores mais dependentes da atividade doméstica. As commodities reforçam essa segunda tese por outros caminhos. O BBOI11, do BB Asset Management, que acompanha contratos futuros de boi gordo, está entre os primeiros colocados no acumulado do ano. O CMDB11, do BTG Pactual Asset Management, investe em ações de empresas brasileiras ligadas a commodities e aparece tanto entre os destaques do ano quanto novamente no ranking de julho. A permanência desses produtos entre os destaques ajuda a mostrar que a história brasileira não se resume a um movimento geral do Ibovespa. O desempenho esteve concentrado justamente em setores que têm grande peso na estrutura econômica e exportadora do país e que também são bastante acompanhados pelo investidor estrangeiro. O ranking mostra a tese, não o próximo vencedor Olhar os ETFs dessa maneira também evita uma armadilha: interpretar a lista dos fundos mais rentáveis como um cardápio de recomendações. “O ETF é um instrumento de investimento, não uma classe de ativos”, ressalta Claudino. Um fundo de semicondutores, um de estatais, outro de boi gordo e um de Ethereum podem ser comprados da mesma maneira na bolsa, mas carregam fontes de retorno e riscos completamente diferentes. Por isso, antes de investir, é preciso entender qual índice o ETF busca reproduzir, sua composição e os riscos da exposição. Um retorno elevado pode significar tanto a continuidade de uma tendência quanto a recuperação de perdas anteriores. O próprio veículo também precisa ser analisado. Claudino recomenda observar taxa de administração, patrimônio líquido, volume de negociação, presença de formador de mercado e a capacidade do ETF de acompanhar seu índice de referência. O que está por trás dos ETFs mais rentáveis da B3? Tecnologia e Brasil explicam os destaques — Foto: Getty Images

Agronegócio e estatais lideram ganhos da B3 em 2026
B3 12/08/2026

Agronegócio e estatais lideram ganhos da B3 em 2026

Agronegócio e estatais lideram ganhos da B3 no 1º semestre; veja o ranking O primeiro semestre de 2026 mudou a cara dos índices que mais subiram na B3. Se em 2025 o destaque estava concentrado em imobiliário, governança e instituições financeiras, desta vez o protagonismo ficou com o agronegócio, as estatais e setores mais defensivos da Bolsa. Levantamento divulgado pela própria B3 mostra que o Índice Futuro Boi Gordo foi o campeão do período, com valorização de 16,38% entre janeiro e junho. Logo atrás vieram o Índice de Estatais, com alta de 15,96%, e o Índice de Utilidade Pública, que avançou 10,89%. O resultado também mostra que a liderança ficou bem acima do Ibovespa. No mesmo intervalo, o principal índice acionário brasileiro subiu 6,76%. Boi gordo e estatais puxam o ranking Entre os dez melhores desempenhos do semestre, seis são de renda variável e quatro de renda fixa, o que ajuda a mostrar como o ambiente de juros ainda elevados dividiu espaço com uma recuperação seletiva da Bolsa. O ranking ficou assim: Futuro Boi Gordo: +16,38% — ETF relacionado: BBOI11; +16,38% — ETF relacionado: BBOI11; Ibov Estatais: +15,96% — SPUB11; +15,96% — SPUB11; Utilidade Pública: +10,89% — UTIL11; +10,89% — UTIL11; Governança: +8,37% — GOVE11; +8,37% — GOVE11; MidLarge Cap: +7,92%; +7,92%; IDEB Ultra Qualidade DI: +7,64% — MARG11; +7,64% — MARG11; IBrX 50: +7,43% — PIBB11; +7,43% — PIBB11; Letra Financeira S1 D1: +7,30% — LFIX11; +7,30% — LFIX11; Tesouro Selic Low Turnover: +7,05% — LFTX11; +7,05% — LFTX11; Tesouro Selic: +7,05% — NCDI11. A B3 destaca que a composição do ranking de 2026 é bem diferente da observada no primeiro semestre do ano passado. Em 2025, o Índice Imobiliário liderou com alta de 46,41%, seguido por índices ligados à governança e ao setor financeiro. O que mudou de um ano para o outro? Segundo Hênio Scheidt, gerente de Produtos na B3, a comparação mostra uma mudança relevante na dinâmica do mercado, com os melhores desempenhos passando a se concentrar em segmentos mais específicos da economia, como agronegócio, empresas estatais e utilidade pública, além de índices de renda fixa ligados a títulos públicos e privados. Essa mudança também ajuda a explicar por que o investidor encontrou retorno em lugares diferentes ao longo do semestre. Enquanto os índices ligados ao agronegócio e às estatais ganharam força, a renda fixa continuou ocupando espaço importante por causa do nível ainda elevado dos juros. O Ibovespa, por exemplo, ficou apenas na 13ª posição do ranking geral, apesar da alta de 6,76%. ETFs ajudam a acessar essas estratégias Os índices da B3 servem como referência para ETFs, fundos negociados em Bolsa que buscam replicar o desempenho de uma cesta de ativos. Na prática, isso permite ao investidor acessar uma estratégia inteira com uma única aplicação, sem precisar comprar individualmente cada ação ou título que compõe o índice. É o caso de produtos como o BBOI11, ligado ao Índice Futuro Boi Gordo, o SPUB11, atrelado ao índice de estatais, e o UTIL11, que acompanha o segmento de utilidade pública. A própria B3 destaca que a criação e o crescimento de novos índices podem servir de base para novos ETFs e ampliar o acesso de investidores a estratégias antes mais restritas. O levantamento do primeiro semestre deixa uma leitura clara: em 2026, o melhor desempenho não veio necessariamente dos índices mais tradicionais. A liderança migrou para nichos específicos, com agronegócio, estatais e setores defensivos ocupando o topo e dividindo espaço com a renda fixa em um mercado ainda marcado por juros elevados.

Índices ligados ao agronegócio e às estatais lideram ganhos no primeiro semestre de 2026
Selic 12/08/2026

Índices ligados ao agronegócio e às estatais lideram ganhos no primeiro semestre de 2026

A B3, a bolsa do Brasil, encerrou o primeiro semestre de 2026 com destaque para índices ligados ao agronegócio, às estatais e aos segmentos considerados mais defensivos da bolsa. O levantamento mostra uma mudança no perfil dos indicadores com melhor desempenho em relação ao mesmo período de 2025, reforçando o papel dos índices da B3 como referência para ETFs e demais estratégias de investimento. O maior avanço entre todos os índices da B3 foi registrado pelo Índice Futuro Boi Gordo, que acumulou valorização de 16,38% entre janeiro e junho. Na sequência aparecem o Índice de Estatais (15,96%) e o Índice de Utilidade Pública (10,89%), composto por empresas dos segmentos de energia elétrica, saneamento e gás. Também estão entre os dez melhores desempenhos do semestre o Índice de Governança (8,37%), o MidLarge Cap (7,92%), o IDEB Ultra Qualidade DI (7,64%), o IBrX 50 (7,43%), o índice Letra Financeira S1 D1 (7,30%) e os índices Tesouro Selic Low Turnover e Tesouro Selic, ambos com alta de 7,05%. Leia também Conheça o índice Small Cap Smart Rebal B3, que visa reduzir o giro da carteira O Ibovespa B3, principal referência do mercado acionário brasileiro, registrou valorização de 6,76% no período. A composição do ranking também evidencia um equilíbrio maior entre indicadores de renda variável e renda fixa. Dos dez maiores retornos do semestre, quatro pertencem à categoria de renda fixa, refletindo o ambiente de juros ainda elevados e a busca dos investidores por alternativas de menor risco. O cenário difere do observado no primeiro semestre de 2025, quando as maiores valorizações ficaram concentradas em índices ligados ao setor imobiliário, governança corporativa e instituições financeiras. Naquele período, o Índice Imobiliário liderou com alta de 46,41%, seguido pelos índices IGPTW (34,76%), Ibov BR+ Cap 5% (32,95%), Financeiro (31,96%) e Ibov BR+ Equal Weight (31,54%). O Ibovespa, por sua vez, avançou 15,44%. “A comparação entre os dois períodos mostra uma mudança relevante na dinâmica do mercado. Em 2026, os melhores desempenhos passaram a se concentrar em segmentos mais específicos da economia, como agronegócio, empresas estatais e utilidade pública, além de índices de renda fixa ligados a títulos públicos e privados”, afirma Hênio Scheidt, gerente de Produtos na B3. Índices e ETFs Os índices da B3 servem como referência para ETFs (Exchange Traded Funds), fundos negociados em bolsa que buscam replicar o desempenho de uma carteira específica de ativos. Na prática, ao aplicar em um ETF, o investidor adquire uma cesta diversificada de ativos em uma única aplicação, sem precisar comprar individualmente cada ação ou título que compõe o índice. O Ibovespa e o IBrX 50, por exemplo, possuem ETFs que reproduzem suas carteiras e estão entre os produtos mais utilizados por investidores que buscam exposição ampla ao mercado acionário brasileiro. Também existem ETFs atrelados a índices setoriais e de renda fixa, ampliando as possibilidades de diversificação com custos geralmente inferiores aos de fundos de gestão ativa. À medida que novos índices ganham relevância e despertam interesse dos investidores, eles podem servir de base para o lançamento de novos produtos, ampliando o acesso a estratégias antes restritas a investidores institucionais. Confira o ranking dos índices que mais valorizaram em 2026: Posição no ranking Índice Classificação 2026 – 1º Semestre ETFs atrelados 1º FUTURO BOI GORDO RV 16,38% BBOI11 2º IBOV ESTATAIS RV 15,96% SPUB11 3º UTILIDADE PÚBLICA RV 10,89% UTIL11 4º GOVERNANÇA RV 8,37% GOVE11 5º MIDLARGE CAP RV 7,92% 6º IDEB ULTRA QUALIDADE DI RF 7,64% MARG11 7º IBRX 50 RV 7,43% PIBB11 8º LETRA FINANCEIRA S1 D1 RF 7,30% LFIX11 9º TESOURO SELIC LOW TURNOVER RF 7,05% LFTX11 10º TESOURO SELIC RF 7,05% NCDI11 13º IBOVESPA RV 6,76% BOVA11, BBOV11, XBOV11, BOVB11, BOVV11, BOVX11, IBOV11, BOVS11 Fonte: B3 A consulta sobre a valorização dos demais índices da bolsa do Brasil pode ser feita no site da B3. Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3

Perguntas Frequentes sobre PIBB11

Qual é a cotação de PIBB11 hoje na B3?
A cotação de PIBB11 hoje está em R$ 297,82. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 297,50 e máxima de R$ 300,84.
Quanto a PIBB11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker PIBB11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de PIBB11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de PIBB11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de PIBB11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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