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AMAB11 BTG Pactual Amazonia Para Todos Fundo de Indice – Cotação Hoje

📈 Ação B3

BTG Pactual Amazonia Para Todos Fundo de Indice

Preço Atual
R$ 10,04
+0.10%

Resumo Fundamentalista de AMAB11

O ativo AMAB11 (BTG Pactual Amazonia Para Todos Fundo de Indice) está sendo negociado hoje a R$ 10,04, acumulando uma variação de +0.10% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 10,00 e a máxima de R$ 10,30.

Abertura
R$ 10,07
Fec. Ant: R$ 10,04
Variação Dia
Min: R$ 10,04
Max: R$ 10,08
52 Semanas
Mín: R$ 10,00
Máx: R$ 10,30
Volume
1.053
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Quer diversificar a carteira? Novo ETF do BTG investe na Amazônia a partir de R$ 10 – Money Times
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Quer diversificar a carteira? Novo ETF do BTG investe na Amazônia a partir de R$ 10 – Money Times

Evento de toque de campainha na B3 do ETF AMAB11, da BTG Asset, com apoio do Grupo BID Com R$ 10, o investidor já pode ter acesso a uma carteira de ativos ligados ao financiamento da Amazônia. Essa é a proposta do AMAB11, novo ETF lançado nesta quarta-feira (12) pela BTG Pactual Asset Management em parceria com o Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O produto foi desenvolvido dentro da iniciativa Amazônia Para Todos, do Grupo BID, e busca ampliar o acesso de investidores aos ativos relacionados à Amazônia Legal, ao mesmo tempo em que contribui para o desenvolvimento de um mercado de capitais voltado ao financiamento da região. A carteira do AMAB11 combina três grupos de ativos: Amazon Bonds alinhados às diretrizes de emissão do Grupo BID, debêntures de empresas com atuação relevante na Amazônia Legal e títulos públicos federais brasileiros. Atualmente, o ETF pode acessar debêntures de cerca de 20 emissores e dois Amazon Bonds. Como funciona o AMAB11 O ETF, que segue o índice Teva Amazônia Index, investe majoritariamente em debêntures (títulos de renda fixa emitidos por empresas) de 20 companhias economicamente relacionadas à região amazônica, que compõem cerca de 85% da carteira do fundo. Uma parcela de 10% é alocada em títulos públicos. E, em um percentual menor, com peso de 5% do portfólio, estão dois Amazon Bonds, títulos de dívida sustentáveis. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O objetivo desse fundo de índice, segundo a gestora do BTG, é viabilizar o acesso do investidor comum ao investimento de impacto na Amazônia Legal, região que engloba nove estados: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão. O ETF foi criado com apoio do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (Grupo BID), que concedeu a licença da iniciativa Amazônia Para Todos ao produto, o pioneiro a receber essa certificação. A ideia é captar recursos para projetos capazes de gerar desenvolvimento econômico, inclusão social e preservação ambiental. “Ao alinhar-se com as diretrizes do Grupo, esse ETF combina potencial de retorno e impacto, em uma solução acessível, transparente e eficiente do ponto de vista tributário, permitindo o acesso de investidores locais e globais a uma nova estratégia”, afirma Rubens Henriques, CEO da BTG Asset. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os ETFs são fundos que replicam o desempenho de diferentes indicadores de mercado e têm crescido aceleradamente no país — em julho, a B3 anunciou o marco de mais de 200 fundos de índice listados. Uma das gestoras que vêm focando nessa indústria é a do BTG Pactual. De acordo com Tiago Lima, sócio e head de distribuição da asset, em dezembro de 2024, a instituição financeira tinha R$ 1 bilhão sob gestão em ETFs. Já em junho deste ano, a cifra saltou para R$ 20 bilhões. O AMAB11 chega nesta quarta à B3 com cotas de R$ 10, como parte do objetivo de ser um produto acessível para qualquer investidor interessado em financiar projetos na região amazônica e capturar lucros ligados a premissas de ESG (Ambiental, Social e Governança, na sigla em inglês). Além da cota com valor reduzido, o ETF possui outras características comuns aos demais fundos de índice, como ausência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e come-cotas, a cobrança de Imposto de Renda (IR) semestral feita nos fundos de investimento tradicionais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A carteira do fundo de índice será rebalanceada trimestralmente. De acordo com a gestora, o objetivo é que, à medida que novos Amazon Bonds sejam emitidos no mercado, esse tipo de título tenha um peso maior dentro do ETF. As 20 debêntures presentes na carteira têm exposição a setores variados: energia, saneamento, telecomunicações, saúde e educação. Por normalmente serem um investimento de longo prazo, as debêntures que fazem parte do portfólio do ETF geram um benefício tributário à carteira. O fundo de índice é enquadrado na menor alíquota de IR aplicável aos ETFs de renda fixa, de 15% sobre os ganhos de capital somente na venda da cota. Cabe destacar que o ativo é negociado com taxa de administração de 0,40% e, ao vender a cota, o dinheiro cai na conta D+1 — ou seja, leva um dia útil. Participação do BID CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A gestora do BTG destaca que o AMAB11 é o primeiro ETF do mercado a receber o selo Amazônia Para Todos, programa criado pelo Grupo BID para ampliar o acesso a investimentos na Amazônia. Desde 2024, outras instituições financeiras, como Banco do Brasil, Caixa e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) falam sobre a criação de produtos financeiros ligados à região amazônica. Porém, nada saiu do papel por enquanto. Ao final do ano passado, o Grupo BID chegou a comentar, durante a COP 30, realizada no Pará, sobre a criação de um fundo de índice voltado ao programa, que se concretizou com o lançamento da BTG Asset. Crescimento da indústria Para o presidente do Grupo BID, Ilan Goldfajn, o ETF AMAB11 é um primeiro passo para incentivar investidores comuns a alocarem os recursos na região amazônica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além disso, ele acredita que o lançamento pode inspirar outras instituições financeiras a emitirem produtos voltados ao desenvolvimento sustentável. Pensando na indústria de ETFs como um todo, Lima, do BTG, acredita que é um mercado com bastante potencial de crescimento. “Os ETFs ainda representam cerca de 1% da indústria de fundos no Brasil. Comparando com mercado norte-americano, onde esses ativos são quase 50% dos fundos, existe um espaço enorme para avançar por aqui”, defende. O Demarest assessorou o BTG Pactual e o BID na estruturação do BTG Pactual Amazônia para Todos Fundo de Índice (AMAB11), o primeiro ETF a receber a licença de uso da marca “Amazônia para Todos”, iniciativa lançada pelo Grupo BID durante a COP30 para ampliar o fluxo de investimentos destinados ao desenvolvimento sustentável da região amazônica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Novo fundo verde do BID com BTG atrairá mais recursos para Amazônia, diz Ilan Goldfajn
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Novo fundo verde do BID com BTG atrairá mais recursos para Amazônia, diz Ilan Goldfajn

São Paulo O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e o BTG Pactual Asset Management, braço de gestão de recursos do banco BTG, lançaram, nesta quarta-feira (12), um novo produto financeiro no Brasil: um ETF (Exchange Traded Fund) —em português, fundo de investimento negociado em Bolsa— focado no desenvolvimento sustentável da Amazônia. A cerimônia ocorreu na B3, a Bolsa brasileira, onde o fundo passa a ser listado. O presidente do BID, Ilan Goldfajn, explicou à Folha que o novo ETF faz parte da iniciativa "Amazônia para Todos", criada pelo Grupo BID para desenvolver instrumentos financeiros capazes de canalizar recursos privados para atividades sustentáveis na região, e integra o "Amazônia Sempre", programa mais amplo do banco multilateral para apoiar o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Em cerimônia na B3, a Bolsa brasileira, BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e BTG Pactual Asset Management, braço de gestão de recursos do banco BTG, lançam novo ETF Verde, instrumento financeiro voltado a financiamentos de projetos na Amazônia - Ricardo Valarini/BID Também conhecido como ETF Verde, esse tipo de fundo compra cestas de ações de empresas focadas em energia limpa, baixa emissão de carbono, hidrogênio verde e preservação ambiental. Por mirar projetos voltados exclusivamente para a Amazônia, esse novo ETF vai investir em títulos verdes, debêntures de empresas ligadas à região da Amazônia Legal e títulos públicos, por exemplo. O fundo será negociado na B3 com o código AMAB11. O BID, mentor da iniciativa, busca não apenas dar mais visibilidade a negócios sustentáveis nessa região, que demanda crescimento econômico associado à preservação, mas garantir que os investimentos na região tenham a chamada liquidez —termo que no mercado financeiro indica facilidade e rapidez para transformar o investimento em algum ativo em dinheiro vivo, sem perda do valor real. "Como o ETF é um instrumento líquido, mais empresas ou bancos podem lançar o que a gente chama de bônus amazônicos —qualquer título cuja finalidade é financiar projetos sustentáveis na Amazônia. Portanto, incentiva, dá escala, atrai mais recursos para projetos na Amazônia", afirmou Goldfajn. "Você também aumenta a visibilidade. Todo mundo pode acompanhar o avanço. Uma coisa é ler nossos artigos sobre o tema, falando dos projetos, outra coisa é acompanhar o resultado do produto que você comprou." O BID também quer que o novo ETF ajude a fomentar o acesso de investidores ao mercado financeiro. O valor inicial por cota é de R$ 10, o que facilita o acesso de pequenos investidores, e a taxa de administração cobrada é de 0,40% ao ano, considerada competitiva no mercado de fundos desse tipo. Na parceria pelo novo produto, o Grupo BID contribui com o selo da sua iniciativa "Amazônia Para Todos" enquanto o BTG Pactual Asset faz a gestão e toma as decisões de investimento para o AMAB11. Goldfajn espera que seja apenas o começo. "Esse é um produto que o BTG Pactual Asset Management lançou na B3 —e algum dia eu vou lançar em outros lugares também", afirmou.

Investimento sustentável com R$ 10: BTG lança primeiro ETF voltado para o desenvolvimento da Amazônia
Fundos Imobiliários Brasileiros 12/08/2026

Investimento sustentável com R$ 10: BTG lança primeiro ETF voltado para o desenvolvimento da Amazônia

A indústria de fundos de índice, chamados de Exchange Traded Funds (ETFs), tem vivido um boom no Brasil nos últimos anos. Trata-se de um produto que possibilita, de forma acessível e prática, a alocação tanto em classes tradicionais do mercado quanto em iniciativas temáticas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Este último é o caso de um ETF da BTG Asset que estreia na bolsa nesta quarta-feira (12), o AMAB11, voltado ao financiamento sustentável da Amazônia, com cotas de R$ 10. O ETF, que segue o índice Teva Amazônia Index, investe majoritariamente em debêntures (títulos de renda fixa emitidos por empresas) de 20 companhias economicamente relacionadas à região amazônica, que compõem cerca de 85% da carteira do fundo. Uma parcela de 10% é alocada em títulos públicos. E, em um percentual menor, com peso de 5% do portfólio, estão dois Amazon Bonds, títulos de dívida sustentáveis. O objetivo desse fundo de índice, segundo a gestora do BTG, é viabilizar o acesso do investidor comum ao investimento de impacto na Amazônia Legal, região que engloba nove estados: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O ETF foi criado com apoio do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (Grupo BID), que concedeu a licença da iniciativa Amazônia Para Todos ao produto, o pioneiro a receber essa certificação. Leia Também A ideia é captar recursos para projetos capazes de gerar desenvolvimento econômico, inclusão social e preservação ambiental. “Ao alinhar-se com as diretrizes do Grupo, esse ETF combina potencial de retorno e impacto, em uma solução acessível, transparente e eficiente do ponto de vista tributário, permitindo o acesso de investidores locais e globais a uma nova estratégia”, afirma Rubens Henriques, CEO da BTG Asset. Evento de toque de campainha na B3 do ETF AMAB11, da BTG Asset, com apoio do Grupo BID Como funciona esse ETF Os ETFs são fundos que replicam o desempenho de diferentes indicadores de mercado e têm crescido aceleradamente no país — em julho, a B3 anunciou o marco de mais de 200 fundos de índice listados. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Uma das gestoras que vêm focando nessa indústria é a do BTG Pactual. De acordo com Tiago Lima, sócio e head de distribuição da asset, em dezembro de 2024, a instituição financeira tinha R$ 1 bilhão sob gestão em ETFs. Já em junho deste ano, a cifra saltou para R$ 20 bilhões. O AMAB11 chega nesta quarta à B3 com cotas de R$ 10, como parte do objetivo de ser um produto acessível para qualquer investidor interessado em financiar projetos na região amazônica e capturar lucros ligados a premissas de ESG (Ambiental, Social e Governança, na sigla em inglês). QUER INVESTIR MELHOR? Entre para o clube de investidores do Seu Dinheiro e atinja um novo patamar no mercado financeiro CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Telefone VEJA AQUI Além da cota com valor reduzido, o ETF possui outras características comuns aos demais fundos de índice, como ausência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e come-cotas, a cobrança de Imposto de Renda (IR) semestral feita nos fundos de investimento tradicionais. A carteira do fundo de índice será rebalanceada trimestralmente. De acordo com a gestora, o objetivo é que, à medida que novos Amazon Bonds sejam emitidos no mercado, esse tipo de título tenha um peso maior dentro do ETF. As 20 debêntures presentes na carteira têm exposição a setores variados: energia, saneamento, telecomunicações, saúde e educação. Por normalmente serem um investimento de longo prazo, as debêntures que fazem parte do portfólio do ETF geram um benefício tributário à carteira. O fundo de índice é enquadrado na menor alíquota de IR aplicável aos ETFs de renda fixa, de 15% sobre os ganhos de capital somente na venda da cota. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Cabe destacar que o ativo é negociado com taxa de administração de 0,40% e, ao vender a cota, o dinheiro cai na conta D+1 — ou seja, leva um dia útil. Participação do BID A gestora do BTG destaca que o AMAB11 é o primeiro ETF do mercado a receber o selo Amazônia Para Todos, programa criado pelo Grupo BID para ampliar o acesso a investimentos na Amazônia. Desde 2024, outras instituições financeiras, como Banco do Brasil, Caixa e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) falam sobre a criação de produtos financeiros ligados à região amazônica. Porém, nada saiu do papel por enquanto. Ao final do ano passado, o Grupo BID chegou a comentar, durante a COP 30, realizada no Pará, sobre a criação de um fundo de índice voltado ao programa, que se concretizou com o lançamento da BTG Asset. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Crescimento da indústria Para o presidente do Grupo BID, Ilan Goldfajn, o ETF AMAB11 é um primeiro passo para incentivar investidores comuns a alocarem os recursos na região amazônica. Além disso, ele acredita que o lançamento pode inspirar outras instituições financeiras a emitirem produtos voltados ao desenvolvimento sustentável. Pensando na indústria de ETFs como um todo, Lima, do BTG, acredita que é um mercado com bastante potencial de crescimento. “Os ETFs ainda representam cerca de 1% da indústria de fundos no Brasil. Comparando com o mercado norte-americano, onde esses ativos são quase 50% dos fundos, existe um espaço enorme para avançar por aqui”, defende. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre AMAB11

Qual é a cotação de AMAB11 hoje na B3?
A cotação de AMAB11 hoje está em R$ 10,04. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 10,04 e máxima de R$ 10,08.
Quanto a AMAB11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker AMAB11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de AMAB11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de AMAB11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de AMAB11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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