ST

STXB

Criptomoeda

STXB

Atualizado: 04/09/2026

Preço Atual
R$ 4.326,02
+5.24%

Resumo de STXB (STXB)

O criptoativo STXB (STXB) está sendo negociado a R$ 4.326,02 nesta data, acumulando uma variação de +5.24% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 4.015,04 e a máxima de R$ 4.370,77.

Variação (R$)
R$ 215,22
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 4.015,04
Máx: R$ 4.370,77
Volume Diário
208.700
Transações em 24h
🪙

Selo de Investimento: Cripto Sólida

⚠️ Atenção

O criptoativo STXB atingiu 1 de 7 critérios (14.3%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.

Pontuação dos Critérios 1/7 (14.3%)
Mínimo Cripto Sólida: 5/7 Status: Atenção

Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)

Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)

Não atende

Capacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage

📌 Volume diário 24h: R$ 0.2 milhões

Maturidade da Rede (> 4 anos)

Não atende

Histórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings

📌 Histórico de lançamento da rede não mapeado

Segurança de Consenso Comprovada

Não atende

Arquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado

📌 Modelo de consenso não auditado

Utilidade & Infraestrutura Real

Não atende

Atuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)

📌 Setor / Utilidade não mapeado

Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)

Não atende

Capitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado

📌 Valor de mercado não disponível

Política Monetária Rígida / Deflacionária

Não atende

Proteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas

📌 Política de emissão e teto não verificados

Resiliência de Preço & Estabilidade 24h

Atende

Comportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas

📌 Variação 24h: +5.24% (Sem colapso imediato de liquidez)
🛡️ Análise quantitativa e estrutural baseada em dados públicos de rede e mercado. Não constitui recomendação direta de investimento.
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Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Ele será julgado pelo Tribunal do Júri do Rio de Janeiro em processo que envolve acusações relacionadas à morte do trader Wesley Pessano, de 19 anos, e à tentativa de homicídio contra o investidor Nilson Alves da Silva, conhecido como Nilsinho. Glaidson ficou conhecido nacionalmente por comandar a GAS Consultoria, empresa sediada em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, que prometia retornos fixos de 10% ao mês com supostas operações de trading de criptomoedas. A Polícia Federal estimou que pelo menos 300 mil pessoas investiram na empresa atraídas pela promessa de rendimento elevado. A prisão ocorreu em 25 de agosto de 2021, durante a Operação Kryptos, deflagrada pela Polícia Federal para investigar a GAS. Na casa de Glaidson, na Zona Oeste do Rio, os agentes apreenderam bitcoins, barras de ouro, carros de luxo e mais de R$ 13 milhões em espécie, segundo reportagens sobre o caso. De promessa de lucro a acusação de pirâmide A GAS se apresentava como uma empresa de consultoria e investimentos em criptomoedas. O modelo, porém, passou a ser investigado como pirâmide financeira porque prometia rentabilidade fixa e elevada em um mercado conhecido justamente pela volatilidade. Segundo as apurações, o dinheiro de novos investidores era usado para sustentar pagamentos a clientes antigos, dinâmica típica desse tipo de fraude. As investigações também apontaram que a empresa movimentava recursos por meio de exchanges estrangeiras. Em 2021, foi demonstrado que a GAS comprava e vendia criptoativos em plataformas como Binance, Bitstamp, Bitfinex e Bittrex, depois de ter operações bloqueadas por uma corretora nacional em 2017 por suspeita de fraude. Apenas na Binance, Glaidson teria movimentado mais de R$ 1 bilhão, segundo informações citadas à época. Além da esfera criminal, o caso também teve desdobramentos administrativos. Em 2024, o Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional manteve condenação aplicada pela CVM à GAS Consultoria, a Glaidson e à sua então esposa, Mirelis Diaz Zerpa. O órgão confirmou punição por operação fraudulenta e oferta de valores mobiliários sem registro, em decisão que somou cerca de R$ 102 milhões em multas aos envolvidos. O caso ganhou ainda mais gravidade com acusações de violência contra concorrentes no mercado de criptomoedas. Reportagem anterior do Fantástico mostrou que investigações apontavam que Glaidson teria mandado assassinar rivais e usado uma rede com empresas de fachada, corrupção de autoridades e até compra de uma operação policial contra concorrentes. Julgamento fica para 2027 O julgamento marcado para este ano foi remarcado para fevereiro de 2027. O processo trata da acusação de homicídio de Wesley Pessano, morto em 2021, e da tentativa de homicídio contra Nilsinho. Inicialmente, o caso seria julgado em Cabo Frio, mas foi transferido para a capital fluminense. A entrevista anunciada pelo Fantástico deve ser a primeira vez em que Glaidson fala publicamente sobre o funcionamento do esquema depois de anos preso e com diferentes frentes de investigação abertas. A promessa de que ele explicará como manipulava o mercado para manter rendimentos fora da realidade pode trazer novos detalhes sobre uma engrenagem que marcou o mercado cripto brasileiro e ajudou a popularizar, de forma negativa, o uso de Bitcoin como fachada para golpes financeiros. O caso também ganhou importância para o setor porque virou um símbolo do período anterior à regulação específica de criptoativos no Brasil. Desde então, o Banco Central passou a estruturar regras para prestadoras de serviços de ativos virtuais, enquanto autoridades reforçaram a fiscalização sobre empresas que oferecem produtos de investimento com promessa de retorno fixo usando cripto como chamariz. Mais de cinco anos após a prisão, o Faraó do Bitcoin segue como um dos nomes mais conhecidos da história recente de fraudes financeiras no país. A entrevista de domingo deve reacender perguntas que ainda cercam o caso: quanto dinheiro foi perdido, onde estão os recursos remanescentes e como um negócio baseado em promessa de 10% ao mês conseguiu crescer por tanto tempo até virar alvo de uma das maiores operações contra pirâmides cripto no Brasil. Quer fazer uma denúncia? Envie um e-mail para [email protected]

Aviso Legal e Educacional sobre Criptoativos: As informações, cotações e análises exibidas nesta página possuem caráter estritamente informativo e educacional. Criptomoedas são ativos digitais de alta volatilidade. Rentabilidade passada não representa garantia de retorno futuro. O Cotações Hoje não realiza recomendações de investimento.