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Avalanche

Atualizado: 18/08/2026

Preço Atual
R$ 33,20
+0.16%

Resumo de Avalanche (AVAX)

O criptoativo Avalanche (AVAX) está sendo negociado a R$ 33,20 nesta data, acumulando uma variação de +0.16% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 32,61 e a máxima de R$ 33,75.

Variação (R$)
R$ 0,05
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 32,61
Máx: R$ 33,75
Volume Diário
41.545.681
Transações em 24h

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IA transforma caos de informações em estratégia para traders, diz executivo da BingX
Criptomoedas 18/08/2026

IA transforma caos de informações em estratégia para traders, diz executivo da BingX

A inteligência artificial pode ajudar traders de criptomoedas a lidar com o excesso de informações e tomar decisões menos impulsivas. A avaliação foi feita por André Silvestrini, da BingX, durante o Blockchain.Rio 2026, realizado no Rio de Janeiro. Segundo Silvestrini, a IA não precisa ser encarada como uma tecnologia complexa ou necessariamente voltada à substituição dos profissionais. Para ele, uma de suas principais funções no mercado cripto é organizar a grande quantidade de informações que chega diariamente aos investidores. “A gente precisa parar de tratar IA como algo tão difícil de entender. Na prática, ela faz uma coisa simples e poderosa: tira o ruído do caminho”, afirmou. O executivo afirmou que o mercado de criptomoedas produz diariamente uma grande quantidade de dados, notícias, indicadores e movimentações que precisam ser acompanhados pelos traders. Em um ambiente de alta volatilidade, esse excesso de informação pode dificultar a tomada de decisão. “ O mercado cripto joga uma avalanche de informação em cima do trader todo dia, e é aí que a maioria trava ou decide no impulso”, disse. Para Silvestrini, a inteligência artificial pode atuar justamente nesse ponto, transformando grandes volumes de informação em análises mais organizadas. “A IA transforma esse caos em clareza, e isso muda o jogo tanto pra quem tá começando quanto pra quem já é profissional”, afirmou. IA como ferramenta de decisão A visão apresentada pelo executivo coloca a inteligência artificial como uma ferramenta de apoio ao trader, e não como uma substituta do profissional. “Não é sobre substituir ninguém, é sobre devolver ao trader o poder de decidir com cabeça fria”, declarou. A aplicação da IA no trading pode envolver diferentes etapas do processo de análise, desde a organização de informações até a identificação de padrões e acompanhamento de indicadores. A tecnologia, entretanto, não elimina os riscos associados à negociação de criptomoedas. Em um mercado marcado por fortes oscilações, a capacidade de processar informações rapidamente pode ajudar o investidor, mas não significa que uma ferramenta de inteligência artificial seja capaz de prever com precisão os movimentos dos preços. A principal mudança, portanto, estaria na forma como o trader lida com a informação disponível, reduzindo o tempo gasto para filtrar dados e permitindo uma tomada de decisão mais estruturada. Brasil ganha destaque Além da inteligência artificial, Silvestrini destacou a importância do Brasil para o mercado global de criptomoedas. “O Brasil é um dos mercados de cripto mais interessantes do mundo hoje, e o Blockchain Rio é a prova disso”, afirmou. Para o executivo, o próprio perfil do público brasileiro demonstra o nível de maturidade alcançado pelo mercado nacional. “O público brasileiro é exigente, faz as perguntas certas, e é exatamente esse tipo de conversa que a gente quer ter”, disse. Silvestrini afirmou ainda que sua participação no Blockchain.Rio tinha como objetivo discutir aplicações concretas da tecnologia, especialmente a maneira como a inteligência artificial pode contribuir para tornar o trading menos reativo e mais estratégico. “Vim pra falar de algo concreto, não pra vender facilidade”, afirmou. Blockchain.Rio A participação de Silvestrini ocorreu durante o Blockchain.Rio 2026, evento que reuniu empresas, investidores, desenvolvedores e profissionais ligados ao mercado de blockchain e criptomoedas. Para o executivo da BingX, estar no evento também representa o reconhecimento da relevância que o mercado brasileiro conquistou dentro da indústria global. “Estar aqui, nesse palco, é reconhecer o tamanho que o Brasil já tem nessa indústria”, declarou. A aproximação entre inteligência artificial e criptomoedas deve continuar ganhando espaço à medida que as plataformas passam a utilizar a tecnologia para análise de dados, automação e suporte à tomada de decisões. Para traders, entretanto, o principal desafio continua sendo separar informação relevante do ruído. É justamente nesse processo que, segundo Silvestrini, a inteligência artificial pode desempenhar um papel cada vez mais importante.

Nem um presidenciável tem bitcoin declarado para Eleições 2026, mas um candidato a vice-presidente tem 99% de seu patrimônio na moeda digital
Bitcoin 18/08/2026

Nem um presidenciável tem bitcoin declarado para Eleições 2026, mas um candidato a vice-presidente tem 99% de seu patrimônio na moeda digital

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a divulgar os bens dos candidatos a presidente e vice-presidente para as eleições de 2026 e um dado chama atenção: só um candidato tem bitcoin como patrimônio. O candidato a vice-presidente pelo PRTB, Leonardo Avalanche, tem mais de 99% do seu patrimônio na moeda digital declarado. Para mostrar o resumo dos bens dos candidatos nas eleições, com ajuda da inteligência artificial (ver política editorial), o portal Livecoins apurou quais candidatos tinham o maior patrimônio, em qual concentração, e quais deles tinham bitcoin. Ou seja, a lista a seguir não tem viés político e nem de influenciar opiniões, sendo ordenada pela chapa de maior patrimônio para a menor. PRTB/PRTB: Pablo Marçal tem R$ 7,4 bilhões e Leonardo Avalanche outros R$ 495,2 milhões Pablo Marçal concentra a maior fortuna das eleições, com um patrimônio superior a R$ 7,4 bilhões estruturado de forma ultraconservadora.A esmagadora maioria desse montante está alocada em aplicações de renda fixa, com destaque para CDBs e RDBs no Banco Itaú (R$ 6,79 bilhões), além de um terreno urbano em Santana de Parnaíba (SP) avaliado em R$ 490 milhões e participações em diversas holdings (como Aviation Participações e Marçal Holding). Por outro lado, o vice Leonardo Avalanche apresenta um perfil focado no ecossistema cripto: dos seus R$ 495 milhões declarados, impressionantes R$ 491 milhões (mais de 99,1%) estão investidos diretamente em Bitcoin (BTC). A fatia remanescente de sua carteira se divide entre obras de arte (R$ 2,2 milhões), joias (R$ 1,2 milhão) e 100% das cotas societárias do Avalanche Bank Ltda. Avante/Avante: Augusto Cury tem R$ 242,2 milhões e Julio Delgado outros R$ 3,5 milhões O escritor e médico Augusto Cury possui um patrimônio diversificado, liderado por um empréstimo mútuo de R$ 121,1 milhões concedido à sua própria empresa (Filadélfia Nature) e fatias em negócios como a Fictor Invest (R$ 31,5 milhões). Sua carteira de investimentos inclui ainda R$ 25,8 milhões em BDRs, R$ 7 milhões em ações do Bradesco, além de uma extensa lista de fazendas, prédios comerciais e terrenos. Seu vice, Julio Delgado, concentra 100% dos seus R$ 3,5 milhões em bens físicos e imobiliários em Minas Gerais. A declaração do ex-deputado é composta inteiramente por um imóvel histórico em Ouro Preto (R$ 1,5 milhão), um apartamento em Belo Horizonte (R$ 1,5 milhão), metade de um imóvel em Juiz de Fora (R$ 400 mil) e um veículo automotor para uso pessoal avaliado em R$ 120 mil. NOVO/NOVO: Romeu Zema tem R$ 178,7 milhões e Eduardo Girão outros R$ 34,1 milhões Romeu Zema estrutura sua fortuna por meio de veículos corporativos, sendo seu principal bem uma participação de R$ 94,4 milhões na holding da família. O ex-governador de Minas Gerais também declara R$ 56,2 milhões aplicados em fundos multimercado, quase R$ 17 milhões em quotas de uma instituição financeira e cotas no setor de seguros. O vice Eduardo Girão detém um portfólio altamente internacionalizado, onde depósitos e ações no exterior somam mais de R$ 10 milhões (incluindo US$ 1,8 milhão em uma conta americana). No Brasil, o senador distribui seu capital pulverizado em contratos de mútuo (empréstimos a terceiros) que ultrapassam R$ 5,8 milhões, reserva R$ 4,1 milhões em renda fixa bancária, possui R$ 4,2 milhões em cotas empresariais, além de múltiplos apartamentos comerciais e residenciais no Ceará. PSD/PSD: Ronaldo Caiado tem R$ 52,5 milhões e Gilberto Kassab outros R$ 20,9 milhões Ronaldo Caiado tem as bases de sua prestação de contas fincadas no agronegócio: do seu total, R$ 36,2 milhões estão imobilizados em imóveis e fazendas rurais e R$ 10,4 milhões constam como semoventes (estimativa do rebanho bovino). O ex-governador do Estado de Goiás também reserva R$ 4,2 milhões em liquidez para títulos financeiros isentos de tributação. Na posição de vice, Gilberto Kassab é o completo oposto rural, apostando firmemente na estrutura societária paulista. Dos seus quase R$ 21 milhões, R$ 19,8 milhões (cerca de 94%) representam a posse de quotas de capital em empresas limitadas nacionais privadas, acompanhados por um apartamento com garagens na cidade de São Paulo (R$ 743 mil) e saldo em cadernetas de poupança (R$ 422 mil). Democrata/Democrata: Wilson Grassi tem R$ 50 milhões e Suêd Haidar outras R$ 460 mil Wilson Grassi declarou seus R$ 50 milhões ao TSE em um único bloco, classificado de forma genérica como “Outros Bens e Direitos”. Segundo o texto da Receita inserido na declaração, esse montante consolida direitos sobre diversos imóveis financiados junto a instituições financeiras, em conjunto com participações no capital social de um rol de sociedades empresariais. Já a vice Suêd Haidar possui exatos R$ 460 mil concentrados na capital fluminense, sendo 65% desse valor justificado por uma casa no bairro da Pavuna, no Rio de Janeiro (R$ 300 mil). Sua lista se encerra com uma reserva física na forma de joias (R$ 100 mil) e um veículo Etios 2018 (R$ 60 mil). PL/PL: Flávio Bolsonaro tem R$ 8,1 milhões e Alfredo Gaspar outros R$ 564 mil Flávio Bolsonaro concentra mais de 75% da sua declaração eleitoral no mercado imobiliário do Distrito Federal, listando a posse de uma casa no Lago Sul cotada em R$ 6,22 milhões. O montante restante assegura sua liquidez bancária, destacando-se um fundo de investimentos em cotas multimercado (R$ 1,09 milhão), R$ 670 mil em contas e poupanças, um carro e R$ 10 mil relativos à sua sociedade individual de advocacia. O vice Alfredo Gaspar, no entanto, compõe seus bens a partir da imobilização de veículos e dos direitos de espólio (herança) em Alagoas, que lhe garantem frações de apartamentos e cotas societárias de um posto de combustível. Cerca de 85% de seu patrimônio pessoal disponível está alocado em dois carros seminovos — um Jeep Compass 2024 (R$ 158 mil) e um VW Passat (R$ 120 mil) — e numa casa em Marechal Deodoro (R$ 95 mil). PT/PSB: Lula tem R$ 4,7 milhões e Geraldo Alckmin outros R$ 3,2 milhões Luiz Inácio Lula da Silva destina os seus recursos financeiros principalmente para a previdência complementar, somando R$ 3,3 milhões em dois planos VGBL sob a gestão da Brasilprev e do Bradesco. Bens atrelados ao mercado imobiliário em São Bernardo do Campo (apartamento, obra, terrenos e sítio) alcançam cerca de R$ 739 mil, seguidos por fundos conservadores, fundos imobiliários, direitos a receber da Bancoop e a totalidade das cotas de sua empresa de palestras. Geraldo Alckmin acompanha a tônica conservadora da chapa e foca seus bens no sistema financeiro, alocando R$ 1 milhão também em previdência VGBL e R$ 1,4 milhão distribuídos em aplicações de renda fixa (CDBs e LCAs). Ele diversifica seu portfólio no mercado de crédito corporativo ao emprestar capital para infraestrutura (debêntures de empresas como Eneva, Raízen e CTEEP), mantendo fisicamente apenas um apartamento em São Paulo, e terras em Pindamonhangaba. DC/DC: Clariana Barao tem R$ 1,8 milhão e Fabiana Torquato outras R$ 2,2 milhões Clariana Barao divide seu patrimônio integralmente entre o setor habitacional e o consumo automotivo. O destaque vai para ativos residenciais de grande porte: uma casa em condomínio de R$ 979,5 mil e um apartamento de R$ 261,7 mil, aliados a parcelas de imóveis financiados pela Caixa e Bradesco. Nas ruas, o único bem móvel atrelado ao seu nome é uma SUV Land Rover Discovery Sport (R$ 376 mil). A vice Fabiana Torquato apresenta o mesmo padrão imobiliário, mas com o capital investido inteiramente na região Centro-Oeste do país. Mais de 95% do seu montante divide-se entre um sítio no município de Alexânia, em Goiás (R$ 1,25 milhão) e um apartamento no Plano Piloto (R$ 874 mil), restando apenas uma picape Fiat Toro (R$ 84 mil) e uma motocicleta para compor o total. Missão/Missão: Renan Santos tem R$ 795 mil e Coronel Medina outros R$ 1,5 milhão Renan Santos entregou ao TSE uma listagem restrita aos ganhos e bens formados pelo seu trabalho direto, não apresentando nenhum imóvel ou veículo físico. O patrimônio baseia-se em “créditos e poupança vinculados” (R$ 300 mil), capital inerente ao exercício de sua atividade autônoma (R$ 275 mil) e participação no quadro de sociedades privadas (R$ 219,7 mil). O Coronel Medina, em caminho oposto, amarra 77% da sua riqueza no mercado imobiliário da Região Sul do Brasil, sustentando-se financeiramente na posse de um prédio residencial (R$ 750 mil) e de um terreno edificado com duas casas (R$ 480 mil). O militar destaca-se sobretudo por R$ 222 mil acumulados em numismática e objetos de coleção militar, como uma medalha de ouro maciço e uma espada policial da década de 80. PCB/PCB: Edmilson Costa tem R$ 454 mil e Cleusa Santos outros R$ 1,7 milhão Edmilson Costa formalizou uma prestação singela perante o tribunal, lastreada na propriedade de metade de um apartamento avaliado em R$ 350 mil, que corresponde a 77% de suas posses. O economista divide pouco mais de R$ 100 mil entre o seguro de previdência VGBL e uma caderneta de poupança tradicional. Já a vice Cleusa Santos exibe na sua prestação de contas o triplo dos recursos de Edmilson, graças à forte consolidação em “tijolo” no eixo Rio-São Paulo. São impressionantes R$ 1,5 milhão atrelados a apartamentos nas cidades de Santos, Ribeirão Preto e no Rio de Janeiro. Sua retaguarda financeira fica por conta de um montante rendendo passivamente em títulos privados de CDB (R$ 252 mil). PSTU/PSTU: Hertz Dias não tem bens a declarar e Vanessa Portugal tem R$ 280 mil O candidato a presidente Hertz Dias declarou oficialmente ao TSE que não detém qualquer tipo de ativo ou valor imobilizado sob o seu registro fiscal. Vanessa Portugal detém uma reserva financeira de R$ 280 mil voltada integralmente à terra em Minas Gerais. Todo o patrimônio de sua prestação de contas reside no município de Boa Esperança, distribuindo-se por uma moradia urbana (R$ 200 mil) e pela fração de um terço de propriedade equivalente a 26 hectares em área rural. PCO/PCO: Rui Costa Pimenta não possui bens e Antônio Carlos tem R$ 110 mil Rui Costa Pimenta é mais um presidenciável do espectro ideológico que acabou não submetendo nenhum registro patrimonial ou conta bancária em seu nome no sistema DivulgaCand. Antônio Carlos, concorrendo ao posto de vice, aponta em seu registro no tribunal apenas o básico para a habitação e a sua condução no dia a dia. Seu saldo limite totaliza R$ 110 mil, espelhado unicamente por um veículo Chevrolet Onix e a detenção de 50% dos direitos de um pequeno imóvel residencial na cidade em que atua. UP/UP: Samara tem R$ 33 mil e Raquel Bricio não possui bens a declarar Samara figura como a presidenciável dona do menor volume patrimonial (dentre os que possuem algo registrado), sem qualquer tipo de fundo de investimento ou ativo de renda. A declaração contempla apenas um automóvel modelo Uno Vivace 2016 estipulado em R$ 29 mil e modestos R$ 4 mil alocados em caderneta de poupança. Sua vice-presidente, Raquel Bricio, fecha a leitura financeira preenchendo a documentação exigida pela corte eleitoral atestando a completa inexistência de propriedades registradas em seu CPF para as disputas de 2026.

Eleições 2026: veja os números das candidaturas oficializadas
Notícias de Política 18/08/2026

Eleições 2026: veja os números das candidaturas oficializadas

As eleições gerais de 2026 têm 20.506 pedidos de registro de candidaturas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizados até esta segunda-feira (17). Os registros são para os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. Em relação a 2022, são cerca de 8,7 mil pedidos de registro a menos. A maior parte dos pedidos é para deputado estadual, com 11.090 registros, seguida por deputado federal, com 7.627. Para os governos dos 26 estados e do Distrito Federal, são 195 candidaturas; para o Senado, 314; e para a Presidência da República, 13. A relação entre candidatos e vagas mostra maior concorrência para deputado distrital, com 17,5 candidatos por cadeira, seguido por deputado federal, com 14,87 candidatos por vaga. Os números incluem candidatos a vice-presidente e vice-governador e os suplentes dos candidatos ao Senado. Os registros ainda podem ser alterados durante a campanha, conforme a análise dos pedidos pela Justiça Eleitoral e eventuais desistências. Senadores e deputados O Senado tem 314 pedidos de registro para as 54 vagas que serão disputadas neste ano, o equivalente a 5,83 candidatos por cadeira. Em 2026, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, em uma renovação de dois terços das 81 cadeiras da Casa. Cada eleitor terá dois votos para o Senado. Para a Câmara dos Deputados, são 7.627 pedidos de registro para as 513 vagas, uma média de 14,87 candidatos por cadeira. O PL tem 534 registros, seguido pelo Novo, com 505; pelo PDT, com 470; e pelo Republicanos, com 464. Na disputa pelas assembleias legislativas, são 11.090 registros para 1.035 vagas, com média de 10,71 candidatos por cadeira. No Distrito Federal, 420 candidatos disputam 24 vagas da Câmara Legislativa, o que corresponde a 17,5 candidatos por vaga, a maior concorrência proporcional em 2026. Presidente da República Foram registrados 13 pedidos de candidatura para a Presidência da República, um a mais que em 2022, quando houve 12 candidaturas. Entre os candidatos estão Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), que buscam a reeleição. É a única chapa formada por candidatos de partidos diferentes. Também foram registradas as chapas do senador Flávio Bolsonaro (PL), com Alfredo Gaspar (PL) como vice; do escritor Augusto Cury, com Júlio Delgado (Avante); de Samara, com Raquel Brício (UP); de Renan Santos, com Coronel Medina (Missão); do veterinário Wilson Grassi, com Suêd Haidar (Democrata); de Romeu Zema, com Eduardo Girão (Novo); de Rui Costa Pimenta, com Antônio Carlos (PCO); de Ronaldo Caiado, com Gilberto Kassab (PSD); de Clariana Barão, com Fabiana Torquato (DC); de Hertz Dias, com Vanessa Portugal (PSTU); de Edmilson Costa, com Cleusa Santos (PCB); e de Pablo Marçal (que está inelegível), com Leonardo Avalanche (PRTB). Governadores Para os governos dos 26 estados e do Distrito Federal, foram registrados 195 candidatos, número 12,5% menor que o de 2022, quando havia 223 candidaturas. Piauí tem o maior número de registros, com 12 candidatos, seguido por Minas Gerais, com 11, e pelo Distrito Federal, com 10. Entre os partidos, o PCO tem o maior número de candidaturas aos governos estaduais, com 18 registros, seguido pela UP, com 17. Dos 27 atuais governadores, nove buscam a reeleição para o mesmo cargo. Perfil dos candidatos A faixa etária com maior concentração é a de 40 a 49 anos, com 31,78% dos registros (6.517), seguida pela de 50 a 59 anos, com 28,04% (5.749). Juntas, essas duas faixas reúnem 59,82% dos registros (12.266). Os homens representam 65% dos registros (13.366) e as mulheres, 35% (7.140). Na declaração de cor ou raça, 48,68% se identificaram como brancos (9.982), 36,24% como pardos (7.431) e 13,63% como pretos (2.795). Indígenas representam 0,93% (191) e amarelos, 0,52% (107). Os dados de perfil são baseados nas informações declaradas ao TSE e podem ser atualizados durante o processo de registro das candidaturas. Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) Fonte: Agência Senado

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