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Criptomoeda

Aptos

Atualizado: 18/08/2026

Preço Atual
R$ 2,75
-0.94%

Resumo de Aptos (APT)

O criptoativo Aptos (APT) está sendo negociado a R$ 2,75 nesta data, acumulando uma variação de -0.94% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 2,70 e a máxima de R$ 2,80.

Variação (R$)
R$ -0,03
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 2,70
Máx: R$ 2,80
Volume Diário
14.418.730
Transações em 24h

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Casa Branca defende Trump após site revelar voto pelo correio
Notícias Internacionais 18/08/2026

Casa Branca defende Trump após site revelar voto pelo correio

Governo Trump pede à Suprema Corte que limite o voto por correio A declaração oficial da porta-voz do governo Trump ocorreu nesta terça-feira (18), um dia após a publicação da notícia. Ao ser questionada sobre ela, Olivia Wales defendeu as "exceções de bom senso". "Como o presidente Trump afirmou, a Lei SAVE America prevê exceções de bom senso para que os americanos usem o voto por correio em casos de doença, deficiência, serviço militar ou viagens. Mas o voto universal por correio não deve ser permitido porque é altamente suscetível a fraudes", ponderou. 1 de 2 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 6 de agosto de 2026 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 6 de agosto de 2026 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein Desde que voltou à Presidência dos EUA, Trump vem pressionando o Congresso a aprovar novas restrições ao voto e tenta restringir o voto por correio, repetindo alegações de que esse método é mais suscetível a fraudes. Há anos, Trump sustenta, sem provas, que a derrota nas eleições de 2020 foi resultado de fraude eleitoral generalizada. O pedido ocorreu poucos dias após um tribunal de apelações manter a decisão que suspendeu a medida em 23 estados e no Distrito de Colúmbia, onde o decreto foi contestado. O órgão do governo de Donald Trump pediu que as mudanças entrem em vigor enquanto o caso segue em análise. 2 de 2 Eleitor do Colorado, deposita cédula com voto em eleições presidenciais nos Estados Unidos na terça-feira (3), na cidade de Rollinsville. O estado também votou em uma proposta que limitaria o aborto até a 22ª semana de gestação. — Foto: Jason Connolly / AFP Eleitor do Colorado, deposita cédula com voto em eleições presidenciais nos Estados Unidos na terça-feira (3), na cidade de Rollinsville. O estado também votou em uma proposta que limitaria o aborto até a 22ª semana de gestação. — Foto: Jason Connolly / AFP Saiba mais sobre decreto que busca restringir voto pelo correio Assinado por Trump em março, o decreto determina a criação de uma lista federal de cidadãos aptos a votar por correspondência, elaborada pelo Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) e pela Administração da Seguridade Social. O texto também estabelece que as cédulas enviadas pelo correio sejam entregues apenas às pessoas incluídas nesse cadastro. Os estados que acionaram a Justiça argumentam que a Constituição americana atribui aos estados e ao Congresso, e não ao presidente, a competência para definir as regras das eleições. Trump afirma que a medida tem como objetivo impedir o voto de pessoas sem cidadania americana. No entanto, segundo autoridades e estudos citados no processo, é raro que isso aconteça nos Estados Unidos, ainda que a ação já esteja tipificada como crime passível de deportação.

Área técnica do Cade aprova operação entre MSC e Maersk em disputa pelo Tecon Santos 10
UOL - Notícias 18/08/2026

Área técnica do Cade aprova operação entre MSC e Maersk em disputa pelo Tecon Santos 10

Brasília A Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a operação prévia apresentada por MSC e Maersk para saída do BTP (Brasil Terminal Portuário), em Santos, no âmbito da disputa pelo Tecon Santos 10. A decisão foi publicada no fim da noite desta segunda-feira (17). O novo terminal de contêineres será construído no porto de Santos, com licitação aguardada pelo governo. A operação foi contestada pela International Container Terminal Services Inc. (ICTSI), operadora filipina que pediu para ingressar nos processos como terceira interessada, que também deve participar do leilão. Tanto a aprovação do caso quanto a rejeição da empresa filipina foram antecipadas pela Folha. O negócio prevê uma reorganização da participação das duas empresas no BTP. MSC e Maersk são sócias do terminal e, pelo acordo apresentado ao Cade, uma delas venderá sua participação à outra caso vença o futuro leilão do Tecon Santos 10. Assim, a armadora que vencer a disputa pelo novo terminal deixará de ter participação no BTP, enquanto a outra ficará com a totalidade do ativo. Terminal portuário no porto de Santos, em SP - Zanone Fraissat - 09.ago.26/Folhapress A aprovação da área técnica não encerra o caso. O tribunal do Cade tem até 15 dias para determinar uma avaliação mais aprofundada caso entenda que os efeitos concorrenciais da operação não foram suficientemente examinados pela área técnica do órgão. O acordo ocorre em meio à disputa sobre as regras do Tecon Santos 10. O terminal será uma nova estrutura para movimentação de contêineres no porto de Santos e é considerado estratégico para ampliar a capacidade do complexo portuário. A principal discussão envolve justamente quem poderá disputar a licitação: empresas que já atuam no porto, incluindo grandes armadores, ou apenas novos operadores. A modelagem discutida pelo governo e pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) passou por diferentes versões, mas ainda não há decisão final. Uma das propostas restringia a participação de empresas já instaladas em Santos. O TCU (Tribunal de Contas da União) também manifestou preocupação com a entrada de empresas já instaladas e defendeu restrições à participação de armadores. Posteriormente, ganhou força no governo uma alternativa que permitiria a participação de grupos já presentes no mercado, desde que eles se desfizessem de ativos existentes caso vencessem a disputa. É nesse contexto que MSC e Maersk estruturaram o acordo levado ao Cade. Embora não caiba ao órgão definir quem participará do certame, as empresas avaliam que, com o aval, há um caminho aberto para a participação na corrida pelo novo terminal. "Inexiste nexo causal entre o ato de concentração ora analisado e a definição do resultado do certame, o qual permanece incerto, assim como o próprio desenho regulatório da licitação", escreveram os técnicos do Cade no parecer que deu aval à operação. A Superintendência-Geral negou o pedido da ICTSI de participar da análise sob o argumento de que a empresa não comprovou como será afetada pela operação, já que hoje não atua no complexo portuário de Santos. A ICTSI sustentava que o acordo entre as duas armadoras não produziria uma desconcentração efetiva do mercado, mas apenas distribuiria entre MSC e Maersk os dois ativos. Segundo a empresa, mesmo que uma das armadoras deixe o BTP para assumir o Tecon Santos 10, as duas continuarão com presença relevante no mercado de terminais de Santos. A empresa citou estudo segundo o qual MSC e Maersk responderam juntas por 49,1% da demanda de movimentação de contêineres em Santos. A ICTSI também argumentou que BTP e Tecon Santos 10 serão terminais vizinhos, o que poderia ampliar ganhos de escala e escopo para as empresas que permanecerem com os ativos. Outro ponto levantado pela filipina foi o histórico de associação entre MSC e Maersk. As duas são sócias do BTP e mantiveram durante anos a aliança 2M no transporte marítimo. Para a ICTSI, essa relação poderia facilitar a troca de informações concorrencialmente sensíveis e criar riscos de coordenação entre as empresas. Os técnicos do Cade, no entanto, afirmaram que esses argumentos "não ultrapassam o campo das conjecturas e carecem de elementos probatórios mínimos aptos a sustentar a existência de divisão de mercado, troca de informações concorrencialmente sensíveis, fraude à licitação ou qualquer outra infração à ordem econômica". A companhia também questionou os incentivos criados pelo acordo para a própria disputa pelo Tecon Santos 10. Na avaliação da ICTSI, cada armadora passaria a disputar o leilão sabendo que, em caso de derrota, teria assegurada uma posição no BTP. A empresa chegou a sustentar que o arranjo poderia configurar coordenação entre concorrentes e pediu investigação específica sobre o tema. A ICTSI também queria que os processos fossem retirados do rito sumário e submetidos a uma análise mais aprofundada, além de pedir que a avaliação fosse suspensa até a publicação do edital definitivo do Tecon Santos 10. "A operação mostra-se no mínimo neutra, sob a ótica de efeitos coordenados, na medida em que não reduz a rivalidade existente, não cria mecanismos adicionais de coordenação entre concorrentes e, ao encerrar a relação societária no BTP, tende a reforçar os incentivos para que cada agente maximize de forma independente o desempenho econômico de seu próprio terminal no Complexo Portuário de Santos", rebateram os técnicos do Cade. O QUE É O TECON 10 O megaterminal será instalado em uma área no bairro do Saboó, em Santos, de 622 mil metros quadrados. O projeto é que seja multipropósito, movimentando contêineres e carga solta. O vencedor do leilão será definido pelo modelo da maior outorga: ganha quem oferecer mais dinheiro pelo direito de construí-lo e operá-lo. Serão quatro berços, como são chamados os locais de atracação do navio para embarque e desembarque. A previsão de investimento nos 25 anos de concessão pode chegar a R$ 40 bilhões.

B3 amplia mercado a termo e inclui 99 novos fundos imobiliários
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

B3 amplia mercado a termo e inclui 99 novos fundos imobiliários

B3 amplia mercado a termo e inclui 99 novos fundos imobiliários A B3 ampliou nesta segunda-feira (17) o acesso dos fundos imobiliários ao mercado a termo. A bolsa incluiu 99 novos FIIs nessa modalidade, elevando de 20 para 119 o total disponível para negociação. A atualização também adiciona 65 BDRs não patrocinados à lista. Com a mudança, o número de FIIs aptos a operações a termo fica quase seis vezes maior do que o observado até então. Antes, apenas 20 fundos integravam a relação. Entre os FIIs que passam a compor o mercado a termo estão BRCO11, GGRC11, GSFI11, IRIM11, KNSC11, MCCI11 e PMLL11. Do lado dos BDRs, entram papeis de empresas como Berkshire Hathaway, Coca-Cola, Disney, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Micron Technology, Oracle, Palantir Technologies, Taiwan Semiconductor e Visa. O que muda para os fundos imobiliários A inclusão amplia o conjunto de cotas de fundos imobiliários que podem ser negociadas no mercado a termo. Nessa modalidade, comprador e vendedor combinam o preço do ativo no momento da transação, com liquidação em data futura previamente definida. A dinâmica difere do mercado à vista. Segundo a B3, no mercado à vista a liquidação financeira ocorre dois dias depois da negociação. No mercado a termo, as condições da operação e o prazo para liquidação são definidos antecipadamente. Com os 99 novos fundos, o mercado a termo passa de 20 para 119 FIIs disponíveis. A mudança amplia o leque de fundos imobiliários negociáveis nessa modalidade, mas não marca a estreia dos FIIs nesse mercado. A operação a termo possui regras próprias e envolve exposição a riscos de mercado, o que a diferencia da compra convencional de cotas no mercado à vista. Mercado a termo movimenta mais de R$ 12 bilhões A ampliação ocorre em um mercado que já acumulou mais de R$ 12 bilhões em volume em 2026, segundo a B3. O tíquete médio das operações é de R$ 189 mil. Em 2025, o volume total transacionado no mercado a termo foi de R$ 22,9 bilhões. Os investidores institucionais responderam por 73% dos negócios, enquanto as pessoas físicas representaram cerca de 17% das negociações. Além dos fundos imobiliários e dos BDRs não patrocinados, a B3 mantém outras classes de ativos disponíveis para negociação a termo, como ações, units, BDRs patrocinados e ETFs. Segundo Renato Munhoz, gerente de produtos de Equities da B3, a entrada de novos FIIs e BDRs aumenta o leque de alternativas de exposição aos mercados imobiliário e internacional por meio da modalidade. “A ampliação do número de ativos disponíveis no mercado a termo da B3 oferece ao investidor mais possibilidades para negociar de acordo com seus objetivos e com o momento de mercado”, afirma Munhoz. “A entrada de novos FIIs e BDRs traz ainda mais alternativas de exposição ao mercado imobiliário e internacional, utilizando uma modalidade que permite combinar diferentes horizontes e estratégias.” Como funciona o mercado a termo No mercado a termo, as partes estabelecem previamente o preço de determinado ativo para que a liquidação ocorra em uma data futura. A modalidade pode ser usada em diferentes estratégias. De acordo com a B3, incluem-se operações de proteção de carteira, além de estratégias direcionais, de financiamento e de gestão de caixa. O mercado a termo também pode ser combinado com posições no mercado à vista e com operações envolvendo contratos futuros ou opções. “É uma ferramenta que amplia as possibilidades de planejamento do investidor. O mercado a termo pode ser utilizado tanto para uma visão direcional sobre determinado ativo quanto como parte de estratégias mais sofisticadas de proteção, financiamento ou gestão de caixa”, explica Munhoz. O executivo ressalta que operações a termo envolvem exposição ao mercado e exigem garantias. Segundo ele, o investidor deve conhecer o funcionamento do produto e avaliar sua adequação ao próprio perfil. B3 amplia alternativas para FIIs Com a inclusão dos 99 fundos nesta segunda-feira, o número de FIIs disponíveis para negociação no mercado a termo da B3 passa de 20 para 119. Para o investidor, a principal consequência é o aumento da quantidade de fundos imobiliários acessíveis nessa modalidade. As características do mercado a termo — condições definidas antecipadamente e liquidação futura — permanecem inalteradas. A ampliação também adiciona 65 BDRs não patrocinados ao mercado a termo. Com isso, a B3 oferece mais ativos das duas classes para operações estruturadas nessa modalidade.

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