QN

QNT

Criptomoeda

Quant

Atualizado: 16/09/2026

Preço Atual
R$ 313,60
-0.28%
Cotação de Criptoativo em tempo real

Resumo de Quant (QNT)

O criptoativo Quant (QNT) está sendo negociado a R$ 313,60 nesta data, acumulando uma variação de -0.28% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 304,03 e a máxima de R$ 318,31.

Variação (R$)
R$ -0,88
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 304,03
Máx: R$ 318,31
Volume Diário
4.228.113
Transações em 24h
🪙

Selo de Investimento: Cripto Sólida

⚠️ Atenção

O criptoativo QNT atingiu 4 de 7 critérios (57.1%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.

Pontuação dos Critérios 4/7 (57.1%)
Mínimo Cripto Sólida: 5/7 Status: Atenção

Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)

Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)

Não atende

Capacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage

📌 Volume diário 24h: R$ 4.2 milhões

Maturidade da Rede (> 4 anos)

Atende

Histórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings

📌 Rede em operação desde 2018 (8 anos de histórico)

Segurança de Consenso Comprovada

Não atende

Arquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado

📌 Mecanismo: Overledger DLT Operating System

Utilidade & Infraestrutura Real

Atende

Atuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)

📌 Setor: Interoperabilidade & Multi-Chain

Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)

Não atende

Capitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado

📌 Valor de mercado estimado: ~U$ 1.2 bilhões

Política Monetária Rígida / Deflacionária

Atende

Proteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas

📌 Política: Hard Cap rígido de 14.6 Milhões de tokens QNT

Resiliência de Preço & Estabilidade 24h

Atende

Comportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas

📌 Variação 24h: -0.28% (Sem colapso imediato de liquidez)
🛡️ Análise quantitativa e estrutural baseada em dados públicos de rede e mercado. Não constitui recomendação direta de investimento.
Simular Investimentos →

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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São Paulo Grupos virtuais investigados após a morte de uma menina de 13 anos em Mato Grosso do Sul funcionavam de forma fechada e aceitavam novos integrantes apenas por convite, aponta a investigação. A maioria dos participantes identificados até agora tem menos de 18 anos: são seis adolescentes de 14 a 17 anos, que foram apreendidos. Além deles, um adulto também foi identificado. Segundo o Ministério da Justiça, o planejamento da operação exigiu execução simultânea em cinco estados para evitar alertas na internet e a destruição de provas digitais por parte dos alvos. A ação foi deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para apurar a prática de "escravidão digital" e indução ao suicídio, a partir da morte da menina de 13 anos que foi transmitida nas redes. O caso motivou medidas contra a plataforma Discord. As investigações identificaram a estrutura dos grupos e as funções desempenhadas por administradores, recrutadores, moderadores e participantes que incentivavam atos de violência. Imagem mostra o logotipo e o símbolo do Discord; grupos ligados à morte de adolescentes eram fechados e por convite - MAURO PIMENTEL/AFP A operação, deflagrada nesta terça-feira (15), cumpriu seis medidas cautelares de busca e apreensão de adolescentes e seis mandados de busca e apreensão domiciliar na Bahia, no Distrito Federal, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Também teve a participação do Ciberlab (Laboratório de Operações Cibernéticas) do ministério. Chamados de "panelas", os grupos virtuais contavam com administradores, recrutadores e moderadores que incentivavam a automutilação, a violência e o suicídio, de acordo com a polícia. As investigações apontam que as "panelas" disputavam reconhecimento entre si: quanto mais extremo era o conteúdo produzido, maior seria o "hype", termo usado pelos integrantes para se referir ao reconhecimento conquistado dentro dos grupos. O Ministério da Justiça disse que o grupo atuava em diversas plataformas, migrando entre redes sociais, fóruns e servidores temáticos. Os seis adolescentes apreendidos exerciam papéis diretos na administração desses grupos e na execução de intimidações e pressão psicológica contra as vítimas, disseram os investigadores. A aproximação começava fora dessas comunidades, em redes sociais e plataformas de conversa. Os investigados usavam perfis falsos, em alguns casos se passando por pessoas da mesma idade ou do mesmo sexo dos alvos, para conquistar a confiança e fazer o convite, afirmaram os policiais. A recusa em participar dos grupos poderia levar a chantagem, manipulação psicológica e coerção, com o uso de fotos, nomes e telefones de familiares para intimidar as vítimas. A análise técnica de celulares, computadores e outras mídias apreendidas na primeira fase da operação permitiu identificar novos envolvidos, disse a pasta. Os investigadores também disseram que uma das pessoas identificadas agora se apresentava como amiga da menina morta em julho. Parte das possíveis vítimas não havia contado aos pais sobre as ameaças. Em nota, o Discord afirmou ter compromisso com a segurança dos usuários, exigir idade mínima de 13 anos e oferecer a Central da Família. A empresa disse que o caso envolveu múltiplas plataformas e que evidências fornecidas às autoridades indicam que o óbito ocorreu em outra plataforma. Segundo o Discord, o servidor privado investigado foi desativado antes da morte da adolescente.

Juros cada vez menores: Copom corta Selic para 13,75% e não sinaliza próximos passos, embora mercado espere mais cortes
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Juros cada vez menores: Copom corta Selic para 13,75% e não sinaliza próximos passos, embora mercado espere mais cortes

Há muitas decisões em aberto no Brasil. As eleições para os diferentes cargos da República. As investigações contra os ministros do Supremo. Fim ou não da jornada de trabalho 6x1, entre outras coisas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mas o corte da taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central nesta quarta-feira (16) não era uma dessas decisões difíceis. Todos os dados econômicos dos últimos meses convergiam nesse sentido. A atividade econômica desacelerou, a inflação corrente arrefeceu e dá sinais de continuidade da tendência, e a criação de vagas de emprego está diminuindo. Diante desses indicadores, a expectativa dos agentes financeiros era quase unânime (97%) em relação a esse corte: 0,25 ponto percentual (p.p.), diminuindo os juros básicos para 13,75% ao ano. Com isso, o Copom entregou o quinto corte consecutivo na taxa Selic. Os juros básicos voltaram ao mesmo patamar de agosto de 2022, quando 13,75% foi o teto daquele ciclo de alta. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A Selic permaneceu nesse nível por um ano, até agosto de 2023, quando o Copom reduziu a taxa para 13,25%. Leia Também Já no ciclo de “calibração” (termo usado pelo BC) atual, desde janeiro, a taxa básica já caiu 1,25 ponto percentual. Motivos para cortar a taxa Selic De acordo com o comunicado do Copom que anunciou a decisão, o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião, em agosto, mostra uma moderação gradual da atividade econômica, principalmente em setores mais cíclicos. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e a média das medidas secundárias desaceleraram, situando-se abaixo do limite superior do intervalo de tolerância, de 4,5%, porém ainda acima da meta, de 3%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mas tudo indica que a grande questão para o ajuste de hoje foi a atividade, que deu sinais de uma trajetória de desaceleração consistente no acumulado do 2026. Ainda assim, a leitura dos diretores é que o risco de elevação da inflação é maior do que o risco de desaceleração neste momento. O chamado balanço de riscos foi descrito como com assimetria altista. O maior é receio é com as expectativas futuras de inflação. O Copom afirma que os choques de ofertas vindos do preço do petróleo e do El Niño são significativos neste sentido de aumentar as expectativas. Além disso, os preços dos serviços seguem resilientes, assim como o impacto que vem do cenário externo, com a possibilidade de aumentar a taxa de câmbio. A grande questão agora é: o Copom vai continuar cortando a Selic ou não? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Até onde o Copom vai? O comunicado da decisão de hoje deixa as portas abertas. Os diretores mantiveram o discurso sobre acompanhar os próximos indicadores da economia para avaliar se cabem mais ajustes ou não. "Em decorrência da dinâmica dos riscos associados à evolução dos preços, o Comitê reafirma que a magnitude total do ciclo de calibração será estabelecida à luz de novas informações visando assegurar a convergência da inflação à meta", diz o comunicado. Há uma grande incerteza em relação aos possíveis impactos de alguns eventos sobre a inflação. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A cotação do petróleo superou os US$ 100 no mercado internacional e já encarece o preço dos combustíveis; o El Niño está mexendo com o clima no Brasil e em outros países e pode prejudicar a oferta de alimentos; e a eleição presidencial, que pode mexer com as expectativas do mercado para a economia nos próximos anos. O comunicado cita a questão fiscal, que está atrelada ao cenário eleitoral. O texto diz que o comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, "reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza." A equipe de macroeconomia do BTG Pactual pondera que o mais adequado seria o Copom fazer uma pausa nos cortes para avaliar o quanto todas essas questões podem mexer com os preços nos próximos meses. Já a Bradesco Asset avalia que o potencial de influência desses eventos é passageiro e não deve mexer com as projeções de inflação do Copom no horizonte de análise do comitê, que é de 18 meses à frente. (leia a entrevista com o economista-chefe da BRAM) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em uma pesquisa do BTG Pactual com 70 participantes do mercado, 74% dos respondentes esperam pelo menos mais um corte de 0,25 p.p. nos juros básicos. Apenas 23% acreditam na manutenção na Selic no novo patamar de 13,75% nos meses de novembro e dezembro. O que dizem os economistas Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, é dos que acredita na manutenção dos juros em novembro e dezembro. Para ele, a inflação acumulada em 12 meses acima da meta (4,22%), mais a alta dos juros nos Estados Unidos e as eleições são bons motivos para uma pausa cautelosa. Trevisan afirma que, no nível atual, de 13,75% ao ano, a política monetária continua contracionista o suficiente para o objetivo de levar a inflação à meta. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o investidor de renda fixa, o CEO afirma que os títulos pós-fixados, que acompanham os juros, continuam sendo uma boa pedida. Já os prefixados e as ações, que dependem da queda dos juros para se valorizar, perdem fôlego se a Selic pausar. “Quem esperava uma queda longa da Selic para ganhar com prefixados e ações precisa rever essa tese. O cenário pede cautela aqui dentro, prazos curtos e disciplina”, diz Trevisan. O ASA teve uma leitura diferente do comunicado do Copom. A instituição financeira entendeu que a sinalização dos diretores foi favorável a mais cortes nos juros. “A avaliação mais favorável da dinâmica recente de atividade e inflação, combinada à manutenção da projeção próxima à meta no horizonte relevante, é compatível com a continuidade gradual do ciclo”, diz a nota. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A instituição manteve seu cenário-base de novos cortes de 0,25 p.p. nas próximas duas reuniões do ano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre Quant (QNT)

Qual é o preço de Quant (QNT) hoje em BRL?
A cotação de Quant (QNT) hoje está em R$ 313.60, com variação de -0.28% nas últimas 24 horas.
Qual a máxima e mínima de QNT nas últimas 24 horas?
Nas últimas 24 horas, Quant registrou a mínima de R$ 304.03 e a máxima de R$ 318.31.
Como alternar entre cotação em Real (BRL) e Dólar (USD)?
No topo desta página no Cotações Hoje, utilize os botões BRL e USD para alternar instantaneamente a moeda de cotação e gráficos históricos de QNT.
Onde ver notícias e análise técnica de QNT?
Acompanhe nesta página o gráfico interativo com médias móveis (SMA/EMA), Bandas de Bollinger, RSI (IFR), MACD e as últimas notícias do mercado cripto atualizadas em tempo real.
Aviso Legal e Educacional sobre Criptoativos: As informações, cotações e análises exibidas nesta página possuem caráter estritamente informativo e educacional. Criptomoedas são ativos digitais de alta volatilidade. Rentabilidade passada não representa garantia de retorno futuro. O Cotações Hoje não realiza recomendações de investimento.