Resumo de CPLE (CPLE6)
O criptoativo CPLE (CPLE6) está sendo negociado a R$ 0,00 nesta data, acumulando uma variação de +0.00% nas últimas 24 horas.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
⚠️ AtençãoO criptoativo CPLE6 atingiu 0 de 7 critérios (0.0%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
Não atendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
Não atendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
Não atendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
Não atendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
Não atendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
Não atendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Histórico de Cotação: CPLE (CPLE6)
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Notícias relacionadas
Brasil é o país que mais usa criptomoedas no mundo, diz Chainalysis
Um relatório da empresa de análise de blockchain, Chainalysis, mostrou que o Brasil é o país com o maior grau de adoção de criptomoedas do mundo. A criptoeconomia do país somou US$ 252,5 bilhões entre 1º de julho do ano passado e 30 de junho deste ano. "Não foi o mercado mais forte em nenhuma das categorias individuais que monitoramos. No entanto, em um ano em que mercados em baixa frearam o crescimento global, o Brasil apresentou consistentemente um desempenho sólido em relação ao seu porte, superando mercados mais consolidados, como o dos Estados Unidos", diz a empresa de análise. O método utilizado para calcular o tamanho da criptoeconomia de cada país combinou fluxos de serviços (compra, venda, negociação, empréstimo e envio de criptomoedas tanto em entidades centralizadas quanto nas descentralizadas), transações domésticas com criptoativos entre pares, fluxos internacionais de ativos digitais e o balanço acumulado do que os residentes dos países possuem on-chain. No top 10, vêm depois do Brasil nesta ordem: Estados Unidos, Nigéria, Japão, Coreia do Sul, Índia, Ucrânia, Tailândia, África do Sul e Canadá. Bear market derrubou economia cripto A Chainalysis aponta que a criptoeconomia global encolheu 1,6% no período, em uma queda motivada pelo bear market do bitcoin desde que a criptomoeda atingiu sua máxima histórica em outubro do ano passado, aos US$ 126 mil. O BTC chegou a cair 50% deste patamar nos piores momentos do ano. Na métrica de serviços cripto, a empresa de análise afirma que o fluxo de capital para corretoras de criptomoedas, protocolos de finanças descentralizadas (DeFi) e outros negócios caiu 4,3%, de US$ 9,3 trilhões para US$ 8,9 trilhões. Gráfico da atividade cripto no mundo em 2026, segundo a Chainalysis Ao mesmo tempo, a movimentação de valor direta entre carteiras de criptomoedas dentro dos países cresceu 302,9%, saindo de US$ 56,8 bilhões para US$ 228,7 bilhões. Stablecoins crescem Por outro lado, as transferências internacionais com stablecoins dispararam, com a estimativa "conservadora" da Chainalysis para o valor mensal mais do que sobrando de US$ 11 bilhões em janeiro de 2025 para US$ 24 bilhões em 2026. "O volume de stablecoins transacionadas de maneira transfronteiriça cresceu 77,5% no período, passando de US$ 124,2 bilhões para US$ 220,3 bilhões", diz o relatório. A diferença com relação ao mercado de serviços cripto, segundo a Chainalysis, é que a maior parte do que chega a um serviço consiste em uma operação de negociação ou em uma entrada de capital (on-ramp), e ambas acompanham a variação de preço. "Quando o mercado cai pela metade, a mesma operação envolve metade do valor em dólares, e o volume de negociação especulativa também diminui, acompanhando a mudança no sentimento do mercado." "Um pagamento com stablecoin não apresenta essas características: ele é denominado em dólares, tem seu valor definido pela quantia que o remetente precisa transferir e ocorre independentemente de o mercado estar em alta ou em baixa", conclui o relatório. Siga o Future of Money nas redes sociais: Instagram | X | YouTube | Tik Tok
Brasil lidera adoção de criptomoedas no mundo e movimenta US$ 252,5 bilhões — Jornal da Nova
O Brasil aparece na liderança mundial em adoção de criptoativos, segundo o Geography of Cryptocurrency Report 2026, da Chainalysis. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (23), analisou a atividade relacionada às criptomoedas nos 12 meses encerrados em junho de 2026. De acordo com o estudo, o país movimentou US$ 252,5 bilhões em negócios ligados a criptomoedas no período, o equivalente a 2,7% dos US$ 9,4 trilhões movimentados globalmente. A análise aponta que o Brasil se destacou por apresentar atividade considerada forte e relativamente distribuída entre diferentes formas de utilização dos criptoativos. O relatório cita ainda o crescimento do uso de stablecoins, criptomoedas vinculadas ao valor de outros ativos, como o dólar, principalmente em operações empresariais relacionadas à liquidez e transferências internacionais. Entre os fatores associados ao avanço brasileiro, a Chainalysis menciona maior clareza regulatória, investimentos e o fortalecimento das ofertas de serviços locais. O Banco Central também passou a estabelecer novas regras para prestadores de serviços de ativos virtuais, incluindo exigências relacionadas a governança, gerenciamento de riscos, segurança, compliance e capital mínimo. Segundo a análise, as exigências podem pressionar empresas menores e favorecer uma consolidação do setor. Outro dado destacado pelo levantamento é o avanço das exchanges sediadas no Brasil. Essas plataformas respondiam por apenas 1,5% dos fluxos anteriormente e passaram a representar 12,5% da movimentação, enquanto em outras partes da América Latina houve perda de participação das plataformas domésticas para concorrentes internacionais. América Latina O crescimento brasileiro ocorre em um cenário de expansão do mercado de criptomoedas na América Latina. Segundo a Chainalysis, enquanto a economia cripto global recuou 1,6%, a atividade na América Latina cresceu 9,8% no período analisado. O relatório relaciona parte desse avanço à maior utilização de stablecoins e à busca por proteção diante da volatilidade cambial. O Brasil também aparece como o principal mercado da região, com movimentação de US$ 252,5 bilhões, quase metade do total registrado na América Latina. A pesquisa mostra ainda que carteiras brasileiras com saldos superiores a US$ 10 mil em stablecoins tiveram crescimento de 347% no período de 12 meses encerrado em junho de 2026. *Com informações da CNN.
Brasil supera EUA e lidera adoção de criptomoedas no mundo
Um levantamento publicado nesta quarta-feira (23) mostra que o Brasil se tornou o país que mais movimenta criptomoedas no mundo. Só nos 12 meses até junho deste ano, foram mais de US$ 252 bilhões em operações com tokens digitais, de acordo com o Relatório da Geografia da Criptoeconomia, divulgado pela Chainalysis. Diante disso, o país desbancou outros nomes importantes no uso dos criptoativos, como é o caso dos EUA. Mesmo assim, o país norte-americano ainda mantém a liderança no montante absoluto de movimentação, mostra o levantamento. O estudo considerou quatro indicadores para mapear a adoção de criptomoedas pelos cidadãos: recursos mantidos em exchanges; transferências entre carteiras dentro de um mesmo país; movimentações internacionais e saldos em ativos digitais. Leia mais: Receita abre consulta a lote da malha fina do Imposto de Renda Grande parte do papel do Brasil neste segmento vem das chamadas stablecoins, que são criptomoedas atreladas a algum ativo da vida real. Nas corretoras que operam no Brasil, é possível expor o patrimônio ao dólar, euro, ouro, prata e outros diversos ativos, tendo o país um verdadeiro catálogo de oportunidades. Só em stablecoins, houve um crescimento exponencial em quase todos os cenários analisados. Nas transações de até US$ 100, a alta foi de 562% na comparação anual, enquanto nas transferências de valores de até US$ 1 mil, a aceleração foi de 250%. No entanto, o levantamento destaca que a maior parte das transações feitas em stablecoins se refere ao setor corporativo. Essa é uma nova maneira de enviar recursos ao exterior sem precisar dos grandes intermediários que cobram taxas abusivas no câmbio. Mudanças vêm aí O relatório é publicado em um momento crucial para as exchanges de criptomoedas, que se adaptam a um novo cenário. Em alguns meses, elas passam a ter um marco legal que define regras rígidas para a atuação no mercado brasileiro. Nas últimas semanas, várias fintechs focadas em criptos decidiram encerrar suas operações no país. Elas dizem que nãoé mais viável operar em um mercado como o Brasil, dado o novo cenário. No entanto, o relatório mostra que as iniciativas nacionais se consolidaram e ganharam espaço na comparação com os players estrangeiros. Em um ano, a participação de fintechs brasileiras cresceu de 1,5% para 12,5%, na contramão do que acontece na América Latina.
Outras Criptomoedas em Destaque
Acompanhe as principais criptomoedas negociadas no mercado global