Resumo de Avalanche (AVAX)
O criptoativo Avalanche (AVAX) está sendo negociado a R$ 38,10 nesta data, acumulando uma variação de +2.00% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 37,10 e a máxima de R$ 38,34.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
🪙 Cripto SólidaO criptoativo AVAX atende a 6 de 7 critérios estruturais (85.7%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
AtendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
AtendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
AtendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
AtendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
AtendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Mais de 6.000 seguem desaparecidos no Nepal, e a maioria dos corpos não foi retirada
Katmandu | Reuters e AFP Semanas após as enchentes devastadoras que atingiram a região do Himalaia, as autoridades do Nepal disseram nesta quarta-feira (16) que apenas cerca de 7% dos corpos recuperados foram identificados. O dado evidencia a dimensão do trabalho para ajudar milhares de famílias a descobrir o destino de seus entes. A avalanche de lama, rochas e água foi desencadeada pelo colapso de uma geleira, e deixou um rastro de destruição. Familiares continuam cobrando respostas das autoridades, à medida que diminuem as esperanças de encontrar sobreviventes. A autoridade de gestão de desastres que elevou para 6.150 o número de pessoas desaparecidas, em uma importante revisão para cima do balanço de vítimas. O boletim anterior, divulgado na terça (15), contabilizada 5.179 desaparecidos. Equipes de busca e resgate carregam o corpo de uma vítima retirado de um túnel de um projeto hidrelétrico no Nepal - Nepal Army - 16.set.26/via Reuters "Estamos coletando informações sobre as pessoas desaparecidas junto aos escritórios distritais e revisamos os dados após a verificação", declarou à AFP a porta-voz Shanti Mahat. O número de corpos recuperados chegou a 1.403, segundo a agência de desastres. Há ao menos 636 estrangeiros entre os desaparecidos, após o desastre atingir comunidades montanhosas e instalações de usinas hidrelétricas O órgão afirmou ter coletado amostras de DNA de 1.206 corpos e 1.889 amostras de familiares dos desaparecidos. Apesar disso, apenas 105 corpos foram identificados e entregues às famílias, acrescentou. Do outro lado da fronteira, na China, o balanço é de 43 mortos e 519 desaparecidos, de acordo com a imprensa estatal. O balanço nos dois países é agora de 1.446 mortos e pelo menos 6.669 desaparecidos. As autoridades utilizaram drones térmicos e helicópteros nas buscas e trouxeram especialistas para resgatar trabalhadores presos em túneis. As buscas resultaram em alguns resgates extraordinários de pessoas que ficaram presas em túneis de usinas hidrelétricas do Nepal. Familiares de cidadãos estrangeiros, no entanto, afirmam que o fluxo de informações sobre as operações de resgate, antes regular, diminuiu. "O espaço aéreo restrito, o relevo montanhoso de difícil acesso e o volume de detritos acumulados são os principais desafios para localizar os desaparecidos", informou o órgão de desastres. A autoridade acrescentou que continua fornecendo atualizações regulares a embaixadas e famílias por canais diretos e indiretos.
Mais de 6.000 seguem desaparecidos no Nepal, e a maioria dos corpos não foi retirada
Katmandu | Reuters e AFP Semanas após as enchentes devastadoras que atingiram a região do Himalaia, as autoridades do Nepal disseram nesta quarta-feira (16) que apenas cerca de 7% dos corpos recuperados foram identificados. O dado evidencia a dimensão do trabalho para ajudar milhares de famílias a descobrir o destino de seus entes. A avalanche de lama, rochas e água foi desencadeada pelo colapso de uma geleira, e deixou um rastro de destruição. Familiares continuam cobrando respostas das autoridades, à medida que diminuem as esperanças de encontrar sobreviventes. A autoridade de gestão de desastres que elevou para 6.150 o número de pessoas desaparecidas, em uma importante revisão para cima do balanço de vítimas. O boletim anterior, divulgado na terça (15), contabilizada 5.179 desaparecidos. Equipes de busca e resgate carregam o corpo de uma vítima retirado de um túnel de um projeto hidrelétrico no Nepal - Nepal Army - 16.set.26/via Reuters "Estamos coletando informações sobre as pessoas desaparecidas junto aos escritórios distritais e revisamos os dados após a verificação", declarou à AFP a porta-voz Shanti Mahat. O número de corpos recuperados chegou a 1.403, segundo a agência de desastres. Há ao menos 636 estrangeiros entre os desaparecidos, após o desastre atingir comunidades montanhosas e instalações de usinas hidrelétricas O órgão afirmou ter coletado amostras de DNA de 1.206 corpos e 1.889 amostras de familiares dos desaparecidos. Apesar disso, apenas 105 corpos foram identificados e entregues às famílias, acrescentou. Do outro lado da fronteira, na China, o balanço é de 43 mortos e 519 desaparecidos, de acordo com a imprensa estatal. O balanço nos dois países é agora de 1.446 mortos e pelo menos 6.669 desaparecidos. As autoridades utilizaram drones térmicos e helicópteros nas buscas e trouxeram especialistas para resgatar trabalhadores presos em túneis. As buscas resultaram em alguns resgates extraordinários de pessoas que ficaram presas em túneis de usinas hidrelétricas do Nepal. Familiares de cidadãos estrangeiros, no entanto, afirmam que o fluxo de informações sobre as operações de resgate, antes regular, diminuiu. "O espaço aéreo restrito, o relevo montanhoso de difícil acesso e o volume de detritos acumulados são os principais desafios para localizar os desaparecidos", informou o órgão de desastres. A autoridade acrescentou que continua fornecendo atualizações regulares a embaixadas e famílias por canais diretos e indiretos.
VEJA A AGENDA DOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA NESTA QUARTA-FEIRA (16)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá uma agenda dividida entre compromissos oficiais em Brasília e um ato político em Ceilândia, no Distrito Federal. Às 9h, o candidato à reeleição participa de uma entrevista ao podcast Desce a Letra Show. Mais tarde, às 11h, recebe pastores norte-americanos e brasileiros da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito no Palácio do Planalto. Às 16h, Lula participa da cerimônia de sanção do projeto que institui a Política Nacional de Minerais Críticos, Estratégicos e Terras Raras. O ato ocorre no Palácio do Planalto e conta com a presença dos ministros Alexandre Silveira, de Minas e Energia, e Márcio Elias Rosa, da Indústria e Comércio. A proposta estabelece a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). No início da noite, às 19h, Lula participa do ato político “Brasil Pronto pra Mais no DF”, na Praça do Trabalhador, em Ceilândia. O evento terá a participação do candidato ao governo de Brasília, Leandro Grass (PT), além de aliados da campanha. Flávio Bolsonaro (PL), por sua vez, concentra a agenda no Nordeste. O senador desembarca às 9h no Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte, no Ceará. Meia hora depois, participa de uma motocarreata pelas ruas da cidade. Às 10h20, Flávio realiza um comício na Praça Padre Cícero. Na sequência, às 10h55, visita o Horto do Padre Cícero, também em Juazeiro do Norte. Depois dos compromissos no Ceará, o candidato segue para Pernambuco. No Recife, Flávio participa, às 17h30, de uma caminhada com o candidato ao Senado Mendonça Filho (PL). O percurso começa no Marco Zero, passa pela Avenida Rio Branco e termina no Cais da Alfândega. Às 18h30, os dois participam de um comício no local. Além de Lula e Flávio Bolsonaro, outros candidatos também têm compromissos nesta quarta-feira. Ronaldo Caiado (PSD) cumpre agenda em São Paulo, com entrevistas à Rádio Acústica, encontro com jornalistas e participação no Flow Podcast. Romeu Zema (Novo) participa, às 19h45, de uma sabatina no Jornal da Record. Renan Santos (Missão) faz uma série de atos no Paraná, passando por Londrina, Maringá e Cascavel. Augusto Cury (Avante) participa de uma entrevista no Flow Podcast e, à noite, segue para o Rio de Janeiro para compromissos de campanha. Também há compromissos de campanha de Wilson Grassi (Democrata), Hertz Dias (PSTU) e Samara Martins (UP). Já Leonardo Avalanche (PRTB), Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Clariana Barão (DC) não tinham agenda pública informada para esta quarta-feira, segundo os levantamentos divulgados pelas campanhas. A programação corresponde às agendas divulgadas pelas equipes dos candidatos e pode sofrer alterações ao longo do dia. | foto= Crédito: Evaristo Sá/AFP; Ricardo Stuckert/PR
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