GPSI34 Gap Inc. Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/1 Sh – Cotação Hoje
Gap Inc. Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/1 Sh
Resumo Fundamentalista de GPSI34
O ativo GPSI34 (Gap Inc. Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/1 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 106,70, acumulando uma variação de -2.21% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 90,17 e a máxima de R$ 152,15. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 5.99x.
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Dólar hoje opera quase estável após nova pesquisa e antes de leilões do BC
Às 10h30, o Banco Central vai realizar dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) simultâneos, no valor total de US$1 bilhão Publicidade O dólar à vista rondava a estabilidade perante o real nesta sexta-feira (19), com investidores ponderando a nova pesquisa eleitoral do Datafolha e à espera de dois leilões cambiais extraordinários do Banco Central, enquanto no exterior a moeda norte-americana subia ante as divisas fortes. Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial Qual é a cotação do dólar hoje? Às 9h10, dólar à vista caía 0,05%, a R$ 5,136 na venda. O dólar futuro para outubro – atualmente o mais negociado no mercado brasileiro – subia 0,16% na B3, aos R$ 5,148. Às 10h30, o Banco Central vai realizar dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) simultâneos, no valor total de US$1 bilhão. As operações, que buscam dar liquidez ao mercado à vista, foram anunciadas na noite de quinta-feira. Às 11h30, o BC realiza seu leilão regular de rolagem de swap cambial, com oferta de 50.000 contratos para 1º de outubro. O dólar à vista encerrou a sessão de quinta-feira com baixa de 0,25%, aos R$5,1392. Continua depois da publicidade Dólar comercial Compra: R$ 5,136 Venda: R$ 5,136 O que aconteceu com dólar hoje? O levantamento do Datafolha divulgado na véspera mostrou que a vantagem numérica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno na eleição presidencial de outubro se manteve. Ainda na agenda nacional, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, palestra no Fórum CEO Brasil a partir das 18h, depois de Lula ter assinado, a menos de 20 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, decreto na quinta para reajustar em 15% os benefícios do Bolsa Família a partir de outubro. O movimento repercutiu negativamente nos mercados. (Com Reuters)
Dólar abre estável com pesquisa Datafolha e leilões do BC no radar
São Paulo O dólar abriu perto da estabilidade nesta sexta-feira (18), com investidores repercutindo a nova pesquisa Datafolha, que mostra a intenção de voto por segmentos do eleitorado. Segundo a pesquisa, entre os eleitores de 16 a 24 anos, o presidente Lula (PT) tem 39% das intenções de voto no primeiro turno, ante 29% do senador Flávio Bolsonaro (PL). Às 9h54, a moeda norte-americana registrava leve alta de 0,01%, cotada a R$ 5,140. A diferença entre os candidatos configura empate técnico nessa faixa etária, uma vez que a margem de erro é de seis pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa anterior, divulgada na sexta-feira (11), Lula tinha 36%, enquanto Flávio Bolsonaro somava 34%. Painel eletrônico exibe cotações de câmbio e oscilações de índices do mercado financeiro no pregão da B3, em São Paulo - Amanda Perobelli - 27.jun.2024/Reuters O mercado também acompanha os leilões de linha anunciados pelo Banco Central. Às 10h30, a autoridade monetária realizará duas operações simultâneas, no valor total de US$ 1 bilhão. Os leilões consistem na venda de dólares com compromisso de recompra e buscam dar liquidez ao mercado à vista. Na véspera (17), a moeda norte-americana fechou em queda de 0,25%, cotada a R$ 5,139, com investidores repercutindo as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e acompanhando as preocupações com o cenário fiscal após o anúncio do presidente Lula de um reajuste de 15,04% no Bolsa Família. O aumento foi anunciado a 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais. O Ibovespa fechou em alta de 0,23%, aos 185.992 pontos, impulsionado principalmente pela Vale, que avançou 2,06%, a R$ 74,51. Para Felipe Cima, analista de renda variável da Manchester Investimentos, a valorização da mineradora parece ser uma reação à queda recente dos papéis, que havia sido provocada pela expectativa de desempenho mais fraco do minério de ferro. A commodity, porém, registrou alta nos últimos dias. Cima também afirma que o movimento ligado à inteligência artificial está migrando para a cadeia física do cobre, que tem se mantido em patamar elevado. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... O reajuste do Bolsa Família também entrou no radar dos investidores e, segundo Gabriel Magno, chefe de alocação de investimentos e sócio da AW Capital, pressionou a Bolsa inicialmente. Para ele, o anúncio reacendeu dúvidas sobre a trajetória das contas públicas, em um momento em que o mercado discute quais medidas de ajuste fiscal poderão ser adotadas a partir do próximo ano. "Vem a informação do atual presidente e candidato de que iremos aumentar o gasto do governo em R$ 5,8 bilhões em 2026 e aproximadamente R$ 22 bilhões em 2027. Na minha opinião, gera dúvida sobre a seriedade da situação fiscal para os próximos anos", afirma. Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos, também vê possíveis efeitos negativos do reajuste, tanto pelo impacto sobre a demanda quanto pelo momento do anúncio. "O reajuste de 15% do Bolsa Família não é pouca coisa. Isso vai ter um efeito sobre a demanda, sem dúvidas", diz. Segundo ele, embora o governo argumente que o aumento corrige a inflação acumulada, a correção deveria ocorrer de forma anual e programada. Magno adiciona que, nesta quinta, o mercado também digeriu as informações do Banco Central sobre juros e o cenário externo, que teve um pregão mais tranquilo. As pesquisas eleitorais também contribuíram para o desempenho da Bolsa, segundo ele. No cenário doméstico, investidores acompanharam a repercussão da nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, que mostra empate técnico entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro em uma eventual disputa de segundo turno. Flávio aparece com 47,2% das intenções de voto, ante 46,8% de Lula. No levantamento anterior, o senador tinha 46,4%, e Lula, 46,2%. Nas últimas semanas, o fortalecimento da candidatura de Flávio tem sido visto de forma positiva pelo mercado, que acredita que um eventual governo do senador poderia dar maior prioridade ao ajuste das contas públicas. Os investidores locais e globais também continuaram acompanhando os efeitos das decisões de política monetária anunciadas na chamada superquarta, segundo Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad. Ela afirma que o tom mais duro e restritivo do Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) contrasta com a continuidade do ciclo de cortes da Selic pelo Copom (Comitê de Política Monetária), no Brasil. Na véspera (16), o comitê brasileiro decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo e a última reunião do colegiado antes das eleições presidenciais . O Banco Central, porém, evitou dar indicações sobre os próximos passos da política monetária, diante de fatores que podem influenciar a inflação, como o El Niño e choques nos preços do petróleo. O economista Ian Lopes, da Valor Investimentos, afirma que o mercado digere as decisões de juros, que já eram esperadas, enquanto acompanha os próximos desdobramentos eleitorais e geopolíticos. Nos Estados Unidos, o Fed elevou os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75% e 4% ao ano. A decisão, também tomada por unanimidade, com 12 votos a zero, marcou a primeira alta desde julho de 2023 e já era esperada pelo mercado. O DXY, índice que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de moedas fortes, fechou perto da estabilidade. Enquanto, os rendimentos dos Treasuries de dez anos recuaram 1,71%, enquanto os dos títulos de 30 anos caíram 1,38%. Às 17h16, o barril do petróleo Brent era cotado a US$ 104, com queda de 1,66%. A baixa está relacionada à diminuição dos ataques entre os houthis, grupo do Iêmen aliado ao Irã, e forças militares da Arábia Saudita, além de declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o fim do conflito com o Irã está próximo. Em Wall Street, as bolsas fecharam em alta, com investidores acompanhando especialmente a decisão do Fed. O Dow Jones teve avanço de 0,61%, o S&P 500 registrou alta de 1,14% e o Nasdaq avançou 1,69%. A Nasdaq liderou a alta das Bolsas americanas, impulsionada pelas empresas de semicondutores. O movimento reflete uma recuperação após as perdas da véspera. Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad, diz que o avanço também é favorecido pelo recuo dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano, que interromperam uma sequência de altas após atingirem o maior nível desde 2007, e pela queda do petróleo. Para Fernando Saad Benati, estrategista global da Avenue, mais do que a decisão do Fed em si, amplamente precificada pelo mercado, chamaram a atenção dos investidores as projeções do comitê e o tom de Kevin Warsh durante a coletiva. "Tivemos uma melhora nas projeções de PIB e de taxa de desemprego, mas as projeções de inflação pioraram: o comitê agora enxerga 3,7% para 2026, ante 3,6% na projeção de junho, que já havia sido um salto expressivo em relação aos 2,7% projetados pelo Fed em março", diz o especialista. No Brasil, os juros futuros fecharam em queda. Às 17h19, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,615%, com queda de 0,06 ponto percentual. Na ponta longa da curva, a taxa do DI para janeiro de 2035 marcava 14,185%, com queda de 0,05 ponto percentual.
Guerra no Oriente Médio eleva pressão sobre petróleo e aumenta riscos para economia brasileira
Ler Resumo A guerra no Oriente Médio reaquece os preços do petróleo acima de 100 dólares, desencadeando um novo ciclo de alta nos juros de Europa e Estados Unidos. Entenda como essa escalada inflacionária, impulsionada por ataques a oleodutos e rotas marítimas, impacta os mercados financeiros globais e aumenta os riscos para a economia brasileira. Este resumo foi útil? 👍 👎 Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril. Na mesma sexta-feira 11 de setembro em que os ataques às torres do World Trade Center, nos Estados Unidos, completavam 25 anos, a Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo do mundo, anunciou o fechamento de um de seus principais corredores de escoamento, o oleoduto Leste-Oeste, também chamado de Petroline. A medida foi tomada depois que um trecho das instalações foi atingido por drones vindos do Iraque, em um ataque atribuído a milícias ligadas ao Irã. A notícia caiu como uma bomba em meio ao conflito que se arrasta desde fevereiro entre os Estados Unidos e o Irã e afastou as esperanças de avanço nas negociações de cessar-fogo. O primeiro reflexo apareceu no preço do petróleo. A cotação internacional do barril, que já subia com a retomada dos ataques a cargueiros na região, voltou a superar os 100 dólares pela primeira vez em meses. A escalada reacendeu os temores de desabastecimento, piorou as expectativas para a inflação, derrubou índices das bolsas de valores e provocou um terremoto nos mercados de juros e de dívida de algumas das nações mais ricas do planeta. Também mostrou que, enquanto o conflito não terminar, seus dolorosos efeitos econômicos de alcance global continuarão a se espalhar. A escolha do Petroline como alvo não foi casual. Com 1 200 quilômetros de extensão, o oleoduto cruza a Arábia Saudita de ponta a ponta, ligando a costa oriental, banhada pelo Golfo Pérsico, ao porto de Yambu, no Mar Vermelho. Segundo estimativas de especialistas, 5% do petróleo vendido no mundo passa por esse caminho, que se tornou a principal alternativa para o fluxo da produção saudita depois do início da guerra e dos bloqueios impostos pelo Irã à navegação no Estreito de Ormuz, porta de saída do Golfo Pérsico. Agora, os ataques dos hutis — grupo rebelde instalado no Iêmen e apoiado pelo Irã — também elevam os riscos à navegação no Mar Vermelho (leia a reportagem na pág. 56), deixando os principais produtores com cada vez menos rotas seguras para despachar sua produção. Com o cerco se fechando sobre as rotas, a cotação do barril de petróleo do tipo Brent, referência internacional, bateu os 108 dólares na máxima dos últimos dias e já completa mais de uma semana acima dos 100, abrindo uma espécie de segunda temporada do conflito. Em junho, quando os presidentes dos Estados Unidos e do Irã chegaram a assinar um memorando para encerrar o confronto, a cotação do barril recuou aos 70 dólares, mas por pouco tempo. Antes da guerra, ele havia passado mais de um ano sendo negociado pouco acima dos 60 dólares. “É pouco provável que o petróleo volte para os preços do pré-guerra tão cedo e, mesmo que volte, depois vai demorar até que toda a cadeia se normalize”, diz Bruno Cordeiro, especialista de inteligência de mercado da StoneX, consultoria internacional de commodities. Isso ocorre porque as sucessivas interrupções consumiram os estoques globais, enquanto os preços dos principais combustíveis, como gasolina, diesel e querosene de aviação, se não estão nas máximas históricas, encontram-se perto delas. Ou seja, o preço dos derivados, que é o que de fato importa às pessoas e às empresas, subiu ainda mais do que o do petróleo e não deu, em nenhum momento, sinais de que possa ceder, mesmo que a cotação do barril volte a cair. Continua após a publicidade Sem dar trégua à inflação, a nova crise do petróleo se alastrou pelos mercados financeiros. “É um novo choque inflacionário que aumenta as incertezas”, diz Adauto Lima, economista-chefe da gestora americana Franklin Templeton no Brasil. As bolsas, de Wall Street a Xangai, atravessaram dias turbulentos na última semana, assim como a B3 e seu Ibovespa, principal índice acionário do Brasil. Em algumas das maiores economias do mundo, a escalada do petróleo se somou à preocupação com o aumento das dívidas públicas e provocou uma fuga em massa de investidores dos títulos soberanos. Como resultado, os juros dispararam para os maiores níveis em anos ou até décadas. A taxa dos papéis com vencimento em dez anos do Tesouro dos Estados Unidos ultrapassou 5% ao ano, enquanto a do Reino Unido chegou a 5,4%, percentuais mais altos desde 2007. Até no Japão, que antes da pandemia enfrentava uma crise de deflação e juros negativos, a taxa de mercado dos títulos públicos subiu a 3% ao ano, algo que não se via na Terra do Sol Nascente desde 1996. Continua após a publicidade Pressionados de todos os lados, os bancos centrais, que iniciaram 2026 acreditando que poderiam voltar a reduzir o custo do crédito em suas economias, tiveram de ceder. Há uma semana, o Banco Central Europeu, chefiado por Christine Lagarde, deu início à onda ao elevar a taxa básica na União Europeia para 2,5% ao ano. Na quarta-feira 16, Kevin Warsh, o novo presidente do banco central dos Estados Unidos, acabou obrigado a fazer o mesmo. A instituição elevou os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano, no primeiro aumento desde julho de 2023, e indicou que poderá promover mais uma alta em 2026. A guinada fechou uma sequência de quatro reuniões sem mudanças e confirmou a reviravolta provocada pela guerra: em poucos meses, os cortes esperados deram lugar a novo ciclo de aperto monetário. Continua após a publicidade No Brasil, boa parte dos choques foi amortecida pelo governo. Na semana passada, o presidente Lula ampliou seu pacote de subsídios para a gasolina e o diesel. Desde o início da guerra, o custo total da ajuda já se aproxima dos 40 bilhões de reais, segundo as contas do próprio Ministério do Planejamento e Orçamento. “A arrecadação com petróleo de fato aumentou, mas é um dinheiro que poderia ter sido usado para reduzir a dívida pública e que o governo preferiu gastar”, diz Lima, da Franklin Templeton. A Petrobras também continua segurando parte do preço dos combustíveis em suas refinarias e, há alguns dias, em um episódio ainda por explicar, chegou a anunciar um aumento da gasolina para revogá-lo poucas horas depois. “A nossa inflação está mascarada e só não explodiu por causa dessas intervenções”, diz o economista Fabio Silveira, consultor sênior da consultoria de negócios Volt Partners. Continua após a publicidade Apesar desse tipo de intervenção no mercado, o Banco Central brasileiro não consegue baixar a taxa de juros, uma das mais altas do mundo, a não ser a conta-gotas. Na quarta 16, em redução aprovada por unanimidade, a taxa básica passou de 14% para 13,75% ao ano, o menor nível desde março de 2025. Foi o quinto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual, mas o Copom evitou antecipar novos movimentos e advertiu que a instabilidade internacional exige cautela. Nem de longe, portanto, os problemas estão resolvidos. “Na indústria, o petróleo está presente em quase tudo, e se esta alta se mantiver por mais tempo, os preços que tinham cedido nos últimos meses subirão de novo”, afirma André Rebelo, diretor de assuntos estratégicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Enquanto a guerra não cede, suas consequências continuam causando estragos muito além dos campos de batalha. Continua após a publicidade Publicado em VEJA de 18 de setembro de 2026, edição nº 3013
Perguntas Frequentes sobre GPSI34
Qual é a cotação de GPSI34 hoje na B3?
Quanto a GPSI34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de GPSI34?
O que significa o P/L e o P/VP de GPSI34?
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