D1XC34 DXC Technology Co. Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 Sh – Cotação Hoje
DXC Technology Co. Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 Sh
Resumo Fundamentalista de D1XC34
O ativo D1XC34 (DXC Technology Co. Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 55,14, acumulando uma variação de -3.57% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 39,20 e a máxima de R$ 85,12. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 14.43x.
Histórico de Cotação: D1XC34
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M. Dias Branco integra o IDIVERSA da B3, em 2026, pelo quarto ano consecutivo
A M. Dias Branco foi selecionada pelo quarto ano consecutivo para integrar a carteira do Índice de Diversidade (IDIVERSA B3), da Brasil, Bolsa, Balcão (B3). Em 2026, a companhia alcançou 41,6 pontos, resultado quase três vezes superior à nota de corte de 13,95 pontos estabelecida para o setor alimentício nacional. Neste ano, a empresa ocupa a 37ª posição entre as 85 companhias que integram a carteira do índice, criado para acompanhar o desempenho de empresas de capital aberto que atuam no Brasil, reforçando a evolução e comprometimento com a construção de um ambiente cada vez mais diverso, inclusivo e representativo, por meio da equidade. Lançado pela B3 em 2023, o IDIVERSA considera indicadores relacionados à representatividade de grupos minorizados na estrutura das empresas e em posições de liderança. O índice busca estimular a adoção de práticas corporativas voltadas à diversidade e à construção de ambientes mais inclusivos, gerando valor para colaboradores, investidores, clientes, fornecedores e para a sociedade. Na M. Dias Branco, a agenda de diversidade inclui iniciativas direcionadas ao desenvolvimento profissional, à igualdade de oportunidades e à ampliação da representatividade nos diferentes níveis da companhia. A atuação integra os compromissos ESG do conglomerado empresarial cearense e sua estratégia de gestão de pessoas. “Estar presente na carteira do IDIVERSA pelo quarto ano consecutivo demonstra que estamos avançando de forma consistente na construção de um ambiente mais diverso e inclusivo. Esse reconhecimento reforça nosso compromisso de promover oportunidades para todas as pessoas e de manter a diversidade como um dos pilares da nossa cultura organizacional”, destaca Elinalda Brito, gerente de Cultura da M. Dias Branco. A permanência no IDIVERSA também reforça a estratégia da M. Dias Branco de associar diversidade e inclusão ao desenvolvimento da cultura corporativa, à inovação e à geração de resultados sustentáveis no longo prazo. Uma prova de que a valorização dos colaboradores, aliada ao oferecimento de oportunidades dentro da companhia, também gera resultados externos positivos.
“Novo Mercado” dos FIIs? B3 revela o que vem sendo feito para melhorar governança
Bolsa mantém grupo de trabalho com participantes da indústria e já discute novas formas de desenvolver o mercado Publicidade A B3 vem discutindo com participantes do mercado formas de elevar os padrões de transparência, governança e padronização de informações dos fundos imobiliários (FIIs). A agenda ocorre em meio ao processo de internacionalização da indústria e à busca por aproximar os fundos brasileiros dos padrões adotados pelos Real Estate Investment Trusts (REITs) no exterior. A possibilidade de criar um mecanismo semelhante ao Novo Mercado, segmento da B3 conhecido por estabelecer regras adicionais de governança para companhias abertas, foi levantada durante discussão sobre o futuro da indústria no Liga de FIIs, programa semanal do InfoMoney. Segundo Thalita Forne, superintendente da B3, a discussão sobre novos padrões de governança já chegou à bolsa por meio de gestores, corretoras e outros participantes da indústria. “A gente está entrando em um momento agora de internacionalização dos nossos fundos imobiliários”, comentou De acordo com Thalita, a B3 vem trabalhando há cerca de um ano e meio com gestoras para ampliar a transparência dos FIIs e aproximar o modelo contábil brasileiro de padrões internacionais. O movimento está relacionado ao reconhecimento dos fundos brasileiros como equivalentes aos REITs, estrutura que pode facilitar a inclusão de FIIs em índices internacionais. Para alcançar essa equiparação, entretanto, os fundos precisam cumprir uma série de requisitos relacionados à transparência, governança e divulgação de informações. Entre eles estão a publicação de documentos e relatórios contábeis em inglês e a manutenção de um site também nesse idioma. Leia Mais: Valora dobra patrimônio em 2 anos e revela onde vê oportunidades em FIIs e Fiagros Continua depois da publicidade Entrada de investidores estrangeiros funciona como mecanismo de pressão por transparência Para Forne, a entrada de investidores estrangeiros também pode funcionar como um mecanismo adicional de pressão por transparência. “A partir do momento que eu passo a ter um investidor internacional que está acostumado com outros padrões, padrões diferentes do nosso, ele começa a questionar mais o gestor”, diz Nesse processo, a demanda internacional pode estimular as próprias gestoras a aprimorar a divulgação de informações e os mecanismos de governança dos fundos. A executiva resumiu a lógica como um ciclo de retroalimentação: quanto maior a exposição internacional, maior a necessidade de atender a padrões reconhecidos globalmente. “Eu acho que é um sonho que a gente pode ter, sim, de cada vez mais dar um próximo passo aqui nessa agenda de transparência, de governança, etc. Não sei se será uma agenda de Novo Mercado para fundos imobiliários, mas gostamos da provocação”, pontuou Forne. Continua depois da publicidade A expectativa da B3 é que a aproximação com os padrões internacionais amplie o universo de investidores dos fundos imobiliários brasileiros. Segundo Thalita, quando um FII atende aos requisitos necessários para ser considerado equivalente a um REIT e passa a integrar um índice internacional, ele pode receber recursos de fundos passivos e ETFs que acompanham esse indicador. “Todo esse fluxo internacional vem direto aqui para a B3, vem direto para o fundo imobiliário e a gente começa a ver os volumes saltarem 10, 20, 30 vezes”, disse a executiva. Neste contexto, a bolsa observa aumentos substanciais nos volumes negociados durante os rebalanceamentos de índices internacionais. Leia Mais: “Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores Continua depois da publicidade B3 mantém grupo de trabalho para discutir evolução do mercado A superintendente também revelou que a B3 mantém um grupo de trabalho com representantes do mercado para discutir os próximos passos da indústria de FIIs. O grupo reúne gestores, corretoras e, eventualmente, casas de research e representantes de outras classes de ativos. Os encontros ocorrem a cada dois ou três meses e discutem temas como transparência, formação de preços, liquidez e desenvolvimento de novos produtos. “A gente senta numa mesa, aqui na Faria Lima, para discutir: bom, o que a gente precisa para dar o próximo passo com fundos imobiliários?”, explicou. Entre as iniciativas discutidas está a ampliação dos ativos aceitos como garantia, tema que já avançou na B3, além de medidas para melhorar a negociação dos fundos e facilitar a entrada e saída dos investidores. Continua depois da publicidade O alcance da indústria no longo prazo A executiva também estabelece uma meta de longo prazo para o desenvolvimento da indústria: ampliar significativamente o volume negociado e o tamanho do mercado. “Acho que um sonho que a gente tem é sair de uma negociação de milhões por dia para uma negociação de bilhões por dia”, disse. Segundo ela, a B3 também enxerga espaço para o estoque de FIIs, atualmente próximo de R$ 200 bilhões, avançar para patamares de R$ 500 bilhões ou até se aproximar de R$ 1 trilhão. A perspectiva ocorre em um mercado que pode ser beneficiado por um eventual ciclo de queda dos juros, cenário que tende a afetar a atratividade relativa dos fundos imobiliários. “Olha o tamanho do nosso mercado real imobiliário. Seja o mercado de tijolo, seja o mercado de papel, ainda mais agora com o cenário que a gente começa a ver a taxa de juros a mostrar sinais de uma queda, isso é bastante positivo para o mercado de fundos imobiliários”, conclui Forne. Confira o episódio completo na edição desta semana do Liga de FIIs. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 18h, no canal do InfoMoney no Youtube. Você também pode rever todas as edições passadas.
Caixa aperta crédito e derruba construtoras na B3; problema temporário ou estrutural?
Principal questão é saber se o endurecimento da Caixa representa apenas um atrito temporário ou o começo de uma restrição estrutural ao financiamento habitacional Publicidade A maior dificuldade para obter financiamento imobiliário na Caixa Econômica Federal acendeu um sinal de alerta para as construtoras voltadas à baixa renda, principalmente aquelas mais expostas ao Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Em setembro até o último dia 24, Tenda (TEND3, -15,65%), Cury (CURY3, 15,05%) e Direcional (DIRR3, -11,17%) registram perdas de mais de 10%, entre as maiores quedas do Ibovespa no período. Apesar dos impactos já observados sobre vendas, repasses e geração de caixa, XP Investimentos e BTG Pactual consideram que a reação negativa das ações parece exagerada, embora apresentem graus diferentes de cautela sobre o cenário. Para a XP, a desaceleração observada entre junho e julho refletiu um problema temporário de execução ou maior seletividade da Caixa, e não uma restrição estrutural ao crédito habitacional. A casa segue construtiva com as incorporadoras de baixa renda e avalia que a queda das ações criou pontos de entrada mais interessantes. O BTG Pactual também considera excessivo o movimento na Bolsa, mas reconhece uma piora no cenário para o MCMV e reduziu projeções para o setor. Segundo o banco, as incorporadoras de baixa renda acumulavam queda média de 18% nos três meses anteriores ao relatório, enquanto o Ibovespa havia subido 8%. A instituição manteve recomendação de compra para as cinco empresas sob cobertura, Cury (CURY3), Direcional (DIRR3), MRV (MRVE3), Plano&Plano (PLPL3) e Tenda (TEND3), e considera que o impacto nos lucros é bem menor do que o observado nas cotações. O que aconteceu com a Caixa? A questão ganhou força depois que incorporadoras voltadas à baixa renda começaram a relatar uma execução mais lenta na Caixa durante junho e julho. Continua depois da publicidade Segundo a XP, o gargalo apareceu principalmente depois da venda comercial do imóvel. A demora na aprovação dos financiamentos passou a atrasar a contratação do crédito, os repasses às empresas e, consequentemente, sua conversão em caixa. As incorporadoras também relataram maior rigor nas concessões, incluindo entrevistas presenciais em algumas regiões. Para a XP, portanto, o movimento não significou necessariamente uma queda imediata da procura por imóveis, mas um problema na etapa de financiamento posterior à venda. O diagnóstico do BTG Pactual é um pouco mais cauteloso, apontando que a Caixa se tornou mais restritiva tanto no financiamento aos compradores quanto na concessão de crédito para construção. Entre as mudanças estão condições mais duras nas hipotecas, como menor relação entre empréstimo e valor do imóvel, além de revisão dos critérios para aprovação de novos projetos e financiamentos e uma greve dos funcionários da instituição, com impactos sobre os repasses e o fluxo de caixa das empresas. Continua depois da publicidade Na prática, essas restrições contribuíram para uma piora das vendas no segundo e terceiro trimestres, segundo o BTG Pactual. O banco, entretanto, não espera deterioração significativa daqui em diante, argumentando que a Caixa já implementou a maior parte das mudanças necessárias nos modelos de crédito e que as companhias devem se adaptar às novas condições. Inadimplência é o problema? Uma das hipóteses para explicar a maior seletividade era uma possível deterioração da inadimplência entre os compradores de imóveis. A XP, entretanto, diz não ter encontrado evidências de que esse seja um problema disseminado na carteira habitacional. Segundo a análise, a piora recente dos indicadores de crédito da Caixa parece estar concentrada principalmente no agronegócio, enquanto a qualidade dos ativos da carteira habitacional permanece comparativamente controlada. Continua depois da publicidade Na visão dos analistas, este diagnóstico enfraquece a hipótese de que uma deterioração generalizada entre os tomadores de financiamento habitacional tenha levado a Caixa a frear as concessões. Funding e capital também aparecem no radar, com custos marginais mais altos de captação, provisões elevadas e menor geração de capital podendo ter incentivado maior disciplina da Caixa na originação do crédito, segundo a XP. Ainda assim, os colchões de capital e o acesso do banco a fontes de funding administradas não apontariam atualmente para uma incapacidade estrutural de sustentar o financiamento imobiliário. O maior risco para as construtoras Para as incorporadoras, um dos pontos mais importantes daqui para frente será a velocidade dos repasses e sua consequência sobre o caixa. Continua depois da publicidade A XP ressalta que, caso o acúmulo de financiamentos seja temporário, o principal efeito será o deslocamento da geração de caixa entre trimestres. Um descasamento mais persistente, contudo, poderia aumentar a exposição das companhias ao financiamento dos clientes e obrigá-las a serem mais seletivas nos lançamentos. É justamente a piora observada no curto prazo que levou o BTG Pactual a revisar suas projeções. Depois de um segundo trimestre abaixo das expectativas, e esperando também um terceiro trimestre mais fraco, o banco adotou premissas mais conservadoras para lançamentos e vendas. As revisões, entretanto, são bastante diferentes entre as empresas. Tenda é a favorita do BTG A Tenda (TEND3) permanece como ação preferida do BTG Pactual entre as incorporadoras de baixa renda. O banco destaca uma combinação de valuation equivalente a cerca de 4 vezes o lucro projetado para 2027 e crescimento médio anual de aproximadamente 30% do lucro por ação entre 2025 e 2028. O preço-alvo é de R$ 45. Diferentemente de outras empresas do setor, as projeções de lucro da Tenda ficaram praticamente inalteradas porque as margens superaram as estimativas anteriores do banco. O BTG Pactual elevou em 3% a previsão de vendas para 2026 e reduziu em 2% a de 2027. Na Cury (CURY3), os cortes foram maiores, com o BTG Pactual diminuindo as estimativas de lançamentos em 13% para 2026 e 11% para 2027, levando a reduções de 8% e 10%, respectivamente, nas projeções de lucro por ação. Mesmo assim, a companhia negocia a cerca de 5 vezes o lucro projetado para 2027 e oferece dividend yield (dividendo sobre preço da ação) estimado de 11%, segundo o banco. O preço-alvo é de R$ 42. Para Direcional (DIRR3), as projeções de vendas líquidas foram reduzidas em 11% para 2026 e 21% para 2027. O banco cortou as estimativas de lucro em 18% e 20%, respectivamente. Apesar da revisão, a ação negocia a aproximadamente 4 vezes o lucro projetado para 2027, com dividend yield estimado em 7%. O preço-alvo é de R$ 16. O quadro é mais delicado em MRV (MRVE3) e Plano&Plano (PLPL3), empresas para as quais o BTG Pactual realizou as revisões mais intensas. No caso da MRV, as novas projeções incorporam perdas recentes da Resia, redução da margem bruta e geração de fluxo de caixa livre mais fraca do que a prevista no primeiro semestre. O banco passou a estimar prejuízo líquido de R$ 530 milhões para 2026 e reduziu em 45% a estimativa de lucro por ação de 2027. Ainda assim, manteve recomendação de compra e preço-alvo de R$ 8. Leia também Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai com pressão de PETR4 e VALE3 Bolsas dos EUA operam de forma mista Para Plano&Plano, os analistas cortaram a projeção de lucro por ação em 47% para 2026 e 42% para 2027, refletindo vendas e lançamentos menores e um cenário mais difícil para custos e margens. A ação, entretanto, passou a negociar a cerca de 3 vezes o lucro esperado para 2027, levando o banco a manter compra e preço-alvo de R$ 12. Queda exagerada ou sinal de problema maior? Uma grande questão é se a baixa é exagerada ou se a fonte de pressão deve seguir. A XP aponta não identificar uma mudança estrutural na capacidade da Caixa de financiar o setor habitacional, considerando que a qualidade do crédito imobiliário permanece relativamente controlada e que funding e capital não parecem limitar a expansão dessa carteira neste momento. O BTG Pactual, por sua vez, reconhece explicitamente que o cenário para o financiamento do MCMV piorou e traduz essa percepção em projeções menores de vendas, lançamentos e resultados. Ao mesmo tempo, não acredita que a situação deva se deteriorar muito mais, já que parte das mudanças da Caixa estaria sendo normalizada e as incorporadoras podem adaptar suas operações. A consequência é um setor no qual os riscos de curto prazo aumentaram, mas os valuations caíram ainda mais. Segundo o BTG Pactual, as incorporadoras de baixa renda sob sua cobertura estão negociando a múltiplos entre 3 e 5 vezes o lucro estimado para 2027, patamar considerado bastante atrativo diante da expectativa de geração de caixa e potenciais dividendos. Por isso, o banco manteve recomendação de compra para os cinco papéis. O comportamento dos repasses tende a ser um dos principais termômetros para distinguir um atrito passageiro de uma restrição mais duradoura. Para a XP, os dados disponíveis ainda favorecem a primeira hipótese. E, mesmo sob a leitura mais cautelosa do BTG Pactual, a queda recente das ações já teria incorporado um cenário consideravelmente mais adverso do que o impacto projetado sobre os resultados das companhias.
Perguntas Frequentes sobre D1XC34
Qual é a cotação de D1XC34 hoje na B3?
Quanto a D1XC34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de D1XC34?
O que significa o P/L e o P/VP de D1XC34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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