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A1TM34 Atmos Energy Corporation Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh – Cotação Hoje

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Atmos Energy Corporation Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh

Preço Atual
R$ 405,00
-1.46%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo A1TM34 (Atmos Energy Corporation Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 405,00, acumulando uma variação de -1.46% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 405,00 e a máxima de R$ 467,80. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 18.04x.

Abertura
R$ 405,00
Fec. Ant: R$ 405,00
Variação Dia
Min: R$ 405,00
Max: R$ 405,00
52 Semanas
Mín: R$ 405,00
Máx: R$ 467,80
Volume
3
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: A1TM34

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

18.04
R$ 22,45
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 137,26 Bi
R$ 137,26 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a A1TM34

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 137,26 Bi

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São Paulo O dólar abriu perto da estabilidade nesta quinta-feira (1º). Às 9h53, a moeda avançava 0,06%, cotada a R$ 5,176. Investidores acompanham o cenário político brasileiro, à espera da nova pesquisa Datafolha, que trará uma nova rodada de intenções de voto para a Presidência e os governos de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal, a três dias do primeiro turno, que acontece no domingo (4). No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, avançava 0,31%, indicando valorização da moeda americana em relação a outros pares. A nova pesquisa Datafolha será divulgada no início da noite, antes do debate entre os presidenciáveis na TV Globo, que está previsto para começar por volta das 21h20. A previsão é de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) participe do debate, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concederá entrevista a um podcast no mesmo horário. Notas de US$ 100 - Martin Zabala - 2.jan.26/Xinhua Os resultados da pesquisa do Datafolha serão comentados em uma live com a diretora do instituto, Luciana Chong, a colunista Mônica Bergamo e o diretor da sucursal de Brasília, Bruno Boghossian, a partir das 19h, neste link. No exterior, os investidores também acompanham as incertezas no mercado de petróleo. A commodity avançava cerca de 2% nesta manhã e voltava a superar os US$ 100 por barril após a China suspender as exportações de derivados de petróleo, em um movimento que pode agravar as tensões no mercado de combustíveis. No último dia 26, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ter rejeitado uma proposta do Irã para um cessar-fogo de sete dias. A iniciativa previa a reabertura do estreito de Hormuz durante o período em troca do fim do embargo econômico imposto por Washington e da retomada das negociações de paz. Desde então, houve poucas atualizações sobre um possível acordo entre os países. Na véspera (30), a moeda americana fechou em forte queda de 0,82%, a R$ 5,173, enquanto a Bolsa encerrou o dia em avanço de 1,36%, aos 186.340 pontos, após atingir alta de 2,18%, na máxima do dia. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... A sessão repercutiu dados de inflação dos Estados Unidos abaixo do esperado e a expectativa de alternância de poder no cenário eleitoral brasileiro. Os dois fatores alimentaram o apetite por risco dos investidores. Parte do mercado avalia que uma eventual alternância de poder poderia resultar em uma condução fiscal mais sólida, com impacto sobre a percepção de risco do mercado doméstico. Uma percepção de maior controle sobre a trajetória da dívida pode reduzir o prêmio exigido pelos investidores para financiar o governo e, consequentemente, aliviar a pressão sobre a curva de juros. Juros mais altos encarecem o crédito para empresas e reduzem a expectativa de lucros das companhias, o que tende a pesar sobre a Bolsa. O destaque do dia, contudo, veio de fora. Nos EUA, a divulgação do PCE (índice de preços dos gastos com consumo pessoal) de agosto, indicador de inflação dos EUA acompanhado pelo Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) alimentou apostas de manutenção da taxa de juros no país. O índice subiu 0,3% em agosto, informou nesta quarta-feira o Escritório de Análise Econômica do Departamento de Comércio dos EUA. Economistas consultados pela Bloomberg previam alta na mesma intensidade. Nos 12 meses até agosto, a inflação medida pelo PCE avançou 3,4%, ante projeção de alta de 3,7% dos analistas da Bloomberg. Para Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad, a leitura foi positiva. "O indicador, que é a medida de inflação preferida do Federal Reserve, trouxe um alívio ao confirmar a desaceleração dos preços na economia americana, estimulando um apetite global por ativos de risco que se converteu em forte fluxo de compras na B3". O cenário inflacionário fez com que as apostas na manutenção dos juros pelo Fed na reunião de 28 de outubro aumentassem para 63%, ante 49% na véspera. Atualmente, os juros dos EUA estão na faixa entre 3,75% e 4%. A perspectiva de manutenção dos juros no patamar atual tende a aliviar a pressão sobre mercados emergentes. Quando os juros dos EUA sobem, os ativos americanos podem se tornar mais atrativos para investidores, reduzindo o interesse por mercados emergentes, como o Brasil. Quando a taxa é mantida ou reduzida, esse diferencial deixa de aumentar e pode favorecer o fluxo de recursos para ativos de maior risco. O pregão ainda acompanhou a definição da Ptax de fim de mês. Calculada pelo Banco Central com base nas cotações do mercado à vista, a Ptax serve de referência para a liquidação de contratos futuros. No fim de cada mês, agentes financeiros tentam direcioná-la a níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas, no sentido de alta das cotações, ou vendidas em dólar, no sentido de baixa. Em função da disputa, é comum haver maior volatilidade na primeira metade da sessão, em especial nos horários próximos às janelas de coleta de valores pelo BC, às 10h, 11h, 12h e 13h.

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A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a condenação da B3 por infração à ordem econômica. Com as eleições brasileiras batendo à porta, criou-se no mercado a ilusão de que a bolsa de valores estaria entrando em um novo rali. No pregão de ontem (30), o índice Ibovespa subiu 1,37%. Destaque para os bancos. Itaú e Bradesco subiram mais de 4%. Ainda que parte do mercado tenha se animado com um cenário mais acirrado na corrida eleitoral, o principal motor de força da bolsa nos últimos dias tem sido outro governo. Neste caso, o americano. Explica-se: ontem, o governo americano divulgou dados de inflação. O PCE, que mede os preços pagos pelos consumidores por bens e serviços, veio ligeiramente abaixo da expectativa do mercado, principalmente quando excluídos os gastos com alimentação e energia. O índice apontou alta de 0,3% nos preços, abaixo da expectativa de 0,4% do mercado. No indicador core, que exclui energia e alimentação, houve avanço de 0,2%, contra expectativa de 0,3%. No acumulado de 12 meses, os percentuais divulgados em agosto apontam altas de 3,4% no índice cheio e de 3,0% no core. O que esses números mostram é que a inflação americana veio abaixo da expectativa. Um refresco em um cenário complicado para o Fed, que recentemente começou uma saga de aumento de juros. Antes da divulgação do PCE, o mercado apostava que o BC iria continuar esse movimento. Isso mudou. De acordo com o FedWatch, 68% dos investidores apostavam em uma nova alta na taxa de juros americana, para um patamar entre 4,00% e 4,25%, na próxima reunião do Fed. Após a divulgação dos dados do PCE, agora 63% do mercado precifica o juro futuro no patamar atual. Por que isso importa? Uma mudança na expectativa dos juros americanos impacta diretamente a bolsa brasileira porque abre novamente o apetite do mercado para bolsas emergentes. Juro menor nos Estados Unidos significa um freio no rendimento dos Treasuries, que recentemente ultrapassou 5,2% para o título de 10 anos. Sem esse apelo, o mercado começa a diversificar as operações, de olho em outros mercados. Há saída de dólar dos Estados Unidos. No pregão de ontem, o dólar recuou 0,81%, para R$ 5,17. A queda do dólar, consequentemente, gera menos pressão em empresas que precisam importar insumos. Ainda que, neste cenário, exista um apelo para o varejo, que entra nesta seara de empresas que dependem de custos de importação mais baixos, quem sentiu mais os impactos do PCE foram os bancos, sempre mais sensíveis aos dados macroeconômicos.

Ibovespa encerra em alta com bancos, Petrobras e dados de inflação dos EUA
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Ibovespa encerra em alta com bancos, Petrobras e dados de inflação dos EUA

O Ibovespa encerrou o pregão desta quarta-feira (30/09) em firme alta de 1,37%, aos 186.340 pontos, sustentado principalmente pelo desempenho das blue chips bancárias e de Petrobras. O volume financeiro negociado na bolsa de valores brasileira chegou a R$27,6 bilhões, bem acima da média móvel dos últimos 50 pregões, de R$18,8 bilhões, mostrando uma sessão de participação mais intensa dos investidores. No acumulado de setembro, o índice avançou 5,03%, enquanto no terceiro trimestre a valorização chegou a 8,32%. No mercado futuro, o material de referência não informa o valor de fechamento nem a variação do contrato futuro de Ibovespa, portanto não é possível estabelecer uma comparação numérica sem recorrer a dados externos. O ambiente internacional também ajudou a dar sustentação ao apetite por risco: os dados de inflação dos Estados Unidos reduziram, ao longo do dia, as preocupações com uma possível alta de juros pelo Federal Reserve já em outubro. Ao final da sessão, os derivativos negociados na CME indicavam maioria das apostas pela manutenção dos Fed Funds entre 3,75% e 4,00%. A sessão desta quarta-feira (30/09) foi marcada por uma combinação de fatores domésticos e internacionais. No Brasil, a inflação ao produtor acelerou em agosto, com o PPI subindo 0,36%, após queda de 0,83% em julho, enquanto a inflação acumulada em 12 meses chegou a 2,53%. Os dados fiscais, por outro lado, vieram abaixo das expectativas: a dívida bruta recuou frente ao esperado pelo mercado, para 82,9% do PIB, e o déficit primário de agosto ficou em R$10 bilhões, menor que a projeção de R$15,7 bilhões. No cenário político, investidores acompanharam as movimentações envolvendo a disputa presidencial, incluindo a decisão de Luiz Inácio Lula da Silva de não participar do debate da Globo e novas movimentações de integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro junto a ministros do Supremo Tribunal Federal; também ficou no radar a análise no TSE sobre decisão envolvendo publicações nas redes sociais. No exterior, o principal destaque veio dos Estados Unidos: o PCE avançou 0,3% em agosto, abaixo do consenso, enquanto o núcleo do indicador subiu 0,2% no mês e desacelerou para 3,0% em 12 meses, reforçando as apostas de manutenção dos juros norte-americanos em outubro. O PIB do segundo trimestre também foi revisado para alta de 2,2%, enquanto o emprego privado cresceu 90 mil postos em setembro, acima das expectativas. Na China, o minério de ferro futuro negociado em Dalian subiu 0,14%, a US$104,74 por tonelada, oferecendo algum suporte ao complexo de commodities. No Oriente Médio, a continuidade do impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã manteve o petróleo pressionado para cima: o Brent avançava 2,12%, a US$98,20 por barril. Já o dólar futuro caiu 0,70%, para R$5,195, enquanto o índice Dólar DXY avançou 0,07%, aos 101,4 pontos. No campo corporativo, os bancos tiveram papel central na alta do Ibovespa. As ações preferenciais do Itaú Unibanco avançaram 4,68%; o banco atua principalmente em serviços financeiros, oferecendo conta, crédito, investimentos, cartões, seguros e soluções para pessoas físicas e empresas. Os papéis preferenciais do Bradesco subiram 4,11%; o grupo trabalha com serviços bancários, crédito, investimentos, seguros, cartões e outros produtos financeiros. Já as ações ordinárias do Banco do Brasil ganharam 4,67%, impulsionadas também pelo peso do setor financeiro no índice; a instituição oferece produtos bancários, crédito, investimentos, seguros, meios de pagamento e serviços para pessoas físicas, empresas e agronegócio. Entre as maiores altas percentuais do Ibovespa, Magazine Luiza avançou 12,52%, com atuação no varejo e comércio eletrônico, além de serviços financeiros e soluções digitais; Vamos ganhou 7,50%, com negócios ligados à locação, venda e gestão de caminhões, máquinas e equipamentos; e Yduqs subiu 7,01%, atuando no setor de educação superior por meio de cursos presenciais e digitais. No noticiário corporativo, a Azzas também chamou atenção após receber 15 propostas não vinculantes pela Farm, com interessados avaliando o negócio entre R$3,5 bilhões e R$4,0 bilhões. O material fornecido não apresenta, porém, o ranking das três ações mais negociadas em volume financeiro nesta sessão; por isso, esse ranking não foi preenchido com dados estimados. O mercado de juros futuros da B3 apresentou comportamento dividido nesta quarta-feira (30/09), com as pontas da curva caminhando em direções diferentes. Os vértices de curto prazo recuaram até 0,5 ponto-base, enquanto os contratos de prazo mais longo registraram alta de até 1,0 ponto-base, indicando uma abertura da curva longa ao mesmo tempo em que a parte curta apresentava algum alívio. O movimento ocorreu em uma sessão em que os investidores avaliaram os dados fiscais brasileiros e, principalmente, a leitura mais benigna da inflação norte-americana, que alterou as apostas para a reunião de outubro do Federal Reserve. Os contratos de juros futuros da B3 refletiram, portanto, um mercado atento tanto ao cenário doméstico quanto à trajetória dos juros nos Estados Unidos. O material fornecido, entretanto, não informa as taxas nominais de fechamento dos DIs, nem identifica quais contratos tiveram maior volume financeiro ou maior oscilação individual. Por isso, é possível registrar a direção das curvas — queda de até 0,5 ponto-base na curta e alta de até 1,0 ponto-base na longa —, mas não atribuir valores específicos aos vértices sem recorrer a informações externas. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se

Perguntas Frequentes sobre A1TM34

Qual é a cotação de A1TM34 hoje na B3?
A cotação de A1TM34 hoje está em R$ 405,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 405,00 e máxima de R$ 405,00.
Quanto a A1TM34 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker A1TM34. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de A1TM34?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de A1TM34 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de A1TM34?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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