VTRU3
EducaçãoVitru Educacao SA
CNPJ: 20512706000140
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 2.259,08 Mi | R$ 2.141,81 Mi | R$ 1.962,53 Mi | R$ 1.317,35 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 1.482,80 Mi | R$ 1.395,16 Mi | R$ 1.293,05 Mi | R$ 815,02 Mi |
| EBITDA | R$ 587,95 Mi | R$ 447,73 Mi | R$ 414,97 Mi | R$ 204,34 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 369,89 Mi | R$ 288,75 Mi | R$ 122,67 Mi | R$ 93,14 Mi |
Sobre a VTRU3
Vitru Educação S.A. é uma empresa brasileira atuante no segmento de educação superior, especializada em educação a distância e presencial. Fundada em 2000, a Vitru é uma das principais empresas de educação superior do Brasil, operando instituições de ensino em múltiplos estados. A companhia oferece cursos de graduação, pós-graduação e educação continuada, atendendo estudantes interessados em educação de qualidade. A Vitru é um importante player no segmento de educação superior do Brasil, operando com foco em qualidade educacional e inovação. Com receita anual superior a R$ 500 milhões, a companhia é uma das maiores operadoras de educação superior do Brasil, servindo dezenas de milhares de estudantes. A empresa está comprometida com qualidade educacional, inovação em metodologias de ensino e sustentabilidade em suas operações educacionais.
Dividendos
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Diversidade chega a 83% das empresas da Bolsa, mas presença racial ainda é baixa
São Paulo Estudo da B3 em parceria com o Instituto Locomotiva mostra que 83% de 290 empresas listadas na Bolsa de Valores analisadas atendem, em 2026, aos critérios de diversidade previstos no chamado Anexo ASG. Aprovado pela CVM em 2023, o Anexo ASG reúne medidas propostas pela B3 para estimular a diversidade na alta liderança e a adoção de boas práticas ambientais, sociais e de governança pelas companhias listadas. O mecanismo funciona no modelo "pratique ou explique", em que as empresas devem informar ao mercado se adotaram as medidas ou justificar a não adoção. O percentual considera companhias que reportaram a presença de ao menos uma mulher ou de integrantes de grupos sub-representados (pessoas pretas, pardas ou indígenas, LGBTQIA+ ou com deficiência) no conselho de administração ou na diretoria estatutária, segundo o formulário de referência —documento regulatório entregue anualmente pelas empresas de capital aberto. Pessoas acompanhando o leilão do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, na sede da B3, em São Paulo - Rafaela Araújo - 5.dez.25/Folhapress O levantamento, chamado "Lideranças Plurais", também aponta avanço na presença desses grupos na alta gestão. Nas diretorias estatutárias, a proporção de empresas com ao menos um integrante de grupo sub-representado passou de 52% em 2025 para 59% em 2026. Nos conselhos de administração, o percentual subiu de 69% para 73%. Entre 2021 e 2024, o estudo se chamava "Mulheres em Ações" e analisava apenas a presença feminina nos conselhos de administração e nas diretorias estatutárias. MULHERES AMPLIAM PRESENÇA NA ALTA LIDERANÇA O levantamento mostra que 70% das empresas de capital aberto analisadas têm ao menos uma mulher no conselho de administração, o maior percentual desde o início da série histórica da B3, em 2021. Naquele ano, a proporção era de 55%. Nas diretorias estatutárias, 51% das empresas contam com ao menos uma mulher, também o maior índice dos seis anos de monitoramento. Em 2021, eram 39%. REPRESENTATIVIDADE RACIAL E DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGUE BAIXA Apesar do avanço na diversidade de gênero, a representatividade racial e de pessoas com deficiência ainda é baixa entre as empresas listadas. Nas diretorias estatutárias, 23% das companhias declaram ter ao menos uma pessoa parda, enquanto apenas 2% relatam a presença de pessoas pretas. Em 2023, quando esses dados passaram a ser incluídos nos formulários de referência, os percentuais eram de 11% e 2%, respectivamente. Nos conselhos de administração, 18% das empresas têm ao menos uma pessoa parda e 5% contam com uma pessoa preta. Em 2023, os índices eram de 9% e 4%, respectivamente. A pesquisa também analisou a presença de pessoas com deficiência em posições de alta liderança. Esses dados passaram a ser reportados de forma estruturada em 2025. Atualmente, 3% das companhias contam com ao menos uma pessoa com deficiência no conselho de administração e 4% nas diretorias estatutárias. Em 2025, o percentual era de 3% nos dois órgãos. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... ANEXO ASG E NOVA MEDIDA ASG1 Neste ano, na apresentação do formulário de referência, que aconteceu até o dia 31 de maio, as companhias brasileiras listadas deveriam apontar evidências da adoção das seguintes práticas: Eleição, para o conselho de administração ou para a diretoria estatutária, de pelo menos, uma mulher e um integrante de comunidade sub-representada ou as justificativas para a não adoção da prática; Estabelecimento de critérios mínimos de diversidade nos procedimentos de indicação de membros da administração ou as justificativas para a não adoção da prática; e inclusão, na política de remuneração dos administradores (quando houver remuneração variável), de indicadores de desempenho ligados a temas ou metas ASG ou as justificativas para a não adoção da prática. Nesta edição, o levantamento também analisou a Medida ASG 1, que estabelece que as empresas devem ter ao menos uma mulher e um integrante de outro grupo sub-representado no conselho de administração ou na diretoria estatutária, ou explicar por que não adotaram a medida. Entre as 100 empresas do IBrX 100, índice que reúne ações de maior liquidez e representatividade da Bolsa, 61 atendem aos dois critérios. Das 39 que não atendem, 32 têm mulheres na alta gestão, três têm integrantes de outros grupos sub-representados e apenas duas não têm nenhum dos dois.
Selic 14% ao ano provoca fuga de capital estrangeiro da B3
Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 11/08/2026 - 23:34 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Com a taxa Selic cravada em 14% ao ano e a atratividade das rendas fixas globais, investidores não residentes realizam lucros e reduzem a exposição ao mercado acionário brasileiro em agosto de 2026. O que aconteceu Recuo Acelerado: O principal índice da B3 fechou em queda de 1,5%, perfurando o patamar psicológico dos 170 mil pontos sob forte pressão de venda. Debandada Externa: O saldo do capital estrangeiro na bolsa paulista acumula retiradas líquidas expressivas no mês, impulsionado pela busca por ativos defensivos no exterior. Juros Altos como Ancoragem: A manutenção da Selic em 14% ao ano continua a encarecer o custo de oportunidade da renda variável para locais e não residentes. Recomposição de Portfólio: Analistas orientam cautela no curto prazo e reforço na alocação em ativos pagadores de dividendos e títulos atrelados ao CDI. A Bolsa de Valores brasileira (B3) vivenciou uma jornada de forte aversão ao risco. O Ibovespa recuou 1,5%, caindo abaixo da barreira técnica dos 170 mil pontos. O grande catalisador da baixa foi a aceleração das saídas de recursos capitaneadas por investidores não residentes, segmento responsável por mais da metade do volume financeiro negociado no mercado secundário nacional. A repaginação das carteiras globais em agosto de 2026 reflete um movimento de busca por segurança. Com a manutenção do aperto monetário nos Estados Unidos e a firmeza das taxas dos títulos do Tesouro norte-americano, os grandes fundos institucionais optaram por realizar lucros em mercados emergentes. O Brasil, que havia acumulado valorização expressiva ao longo do primeiro semestre, tornou-se o alvo natural para a liquidação de posições e repatriação de capitais. No ambiente doméstico, a sustentação do custo do dinheiro no patamar de 14% ao ano estabelecido pelo Copom reforça a atratividade da renda fixa brasileira em detrimento dos ativos de renda variável. Para o investidor internacional, a combinação entre juros reais elevados na renda fixa e incertezas quanto à desaceleração fiscal torna a tese de investimento em ações menos atrativa no curto prazo. As liquidações do pregão atingiram fortemente as empresas de maior peso no índice, conhecidas como blue chips, a exemplo de Petrobras, Vale e o setor bancário. Quando o fluxo gringo fecha a torneira, o investidor institucional doméstico — afetado pelos saques continuados em fundos de ações em razão do juro alto — não possui capacidade de absorção financeira suficiente para segurar o patamar do indicador acionário. A queda ocorre simultaneamente ao afunilamento da temporada de balanços corporativos referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26). Apesar de resultados operacionais que demonstraram resiliência em setores específicos da economia, o mercado tem punido com rigor as companhias com balanços excessivamente alavancados ou dependentes do consumo de massa. O movimento de baixa abaixo dos 170 mil pontos acendeu o sinal de alerta nas mesas de operação. Grafistas e analistas técnicos destacam que a perda desse suporte pode abrir espaço para correções adicionais, testando níveis mais baixos de consolidação até que o cenário de fluxos globais se estabilize. Guia do Investidor: Como Proteger a Carteira Diante da Fuga de Capital Externo 1. Rebalanceamento Estratégico para Renda Fixa Pós-Fixada: Aproveite a Selic em 14%: Com a perspectiva de manutenção prolongada dos juros altos no Brasil, aumente a liquidez em ativos indexados ao CDI (Tesouro Selic, CDBs de primeira linha e LCI/LCA). Esse movimento reduz a volatilidade total da carteira. 2. Renda Variável com Foco em Resiliência e Dividendos: Priorize Value Stocks : Substitua posições altamente tese-dependentes ou de crescimento rápido ( growth ) por companhias consolidadas, com baixa dívida e alto dividend yield (setores de energia elétrica, saneamento e seguradoras). Fuga de Alavancagem: Evite empresas do setor de varejo, construção civil e tecnologia que apresentem alto endividamento indexado ao CDI, pois suas margens operacionais continuarão comprimidas. 3. Diversificação Internacional Neutra em Dólar: Exposição Geográfica Controlada: Avalie a manutenção de uma parcela do patrimônio em BDRs de empresas globais consolidadas ou ETFs atrelados ao mercado norte-americano para reduzir a dependência exclusiva do fluxo de capital para o Brasil. Alerta do BC: Por Que Choques de Oferta Podem Manter os Juros Altos O Labirinto do Calote: Por Que o Mercado de Crédito no Brasil Travou em 2026 Custo da dívida pública dispara com Selic a 14% ao ano Banco italiano usa queijo de R$ 1,9 bilhão como garantia de crédito: entenda o modelo do Credem Elétrico Geely EX2 dispara 35% e faz marca repetir vice-liderança em julho, à frente da GWM Para compartilhar:
B3 lucra R$ 1,7 bi no 2º trimestre de 2026, alta de 28,2% ante 2025
Bolsa brasileira registra avanço em receitas recorrentes e anuncia distribuição de R$ 1,3 bilhão em remuneração aos acionistas A B3 (Bolsa de Valores do Brasil) divulgou, nesta 3ª feira (11.ago.2026), seu balanço financeiro referente ao 2º trimestre de 2026. A companhia registrou lucro líquido societário de R$ 1,7 bilhão. É um crescimento de 28,2% em relação ao mesmo período de 2025. Ajustado por itens não recorrentes, o lucro líquido recorrente atingiu R$ 1,4 bilhão, alta de 8,0% na comparação anual. Eis a íntegra (PDF – 4 MB). publicidade O desempenho sólido foi impulsionado pela resiliência do modelo de negócios em um cenário de volatilidade. A receita bruta total somou R$ 3,1 bilhões, um avanço de 12,2% na comparação anual. Já o Ebitda (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, na sigla em inglês) recorrente fechou em R$ 1,9 bilhão, com margem de 70,2%. publicidade publicidade DESEMPENHO POR SEGMENTOS O ADTV (volume financeiro médio diário) no mercado de ações à vista foi um dos destaques, totalizando R$ 31,3 bilhões, alta de 20,1% frente ao 2º trimestre do ano anterior. Esse crescimento foi puxado especialmente pela negociação de BDRs (+41,8%) e Fundos Listados (+73,6%). Na Renda Fixa, o estoque total cresceu 16,5%, com destaque para o Tesouro Direto, que viu seu estoque médio subir 43,7% e atingir a marca de 3,5 milhões de investidores ao final do trimestre. Já no segmento de derivativos listados, houve retração de 8,3% no ADV (volume médio diário), influenciada por mudanças nas margens de criptoativos. As receitas recorrentes também avançaram: publicidade soluções analíticas de dados: +22,0%, com receita de R$ 315,2 milhões; +22,0%, com receita de R$ 315,2 milhões; tecnologia e plataformas: +15,7%, alcançando R$ 526,8 milhões. GESTÃO E ESTRATÉGIA O período também foi marcado pela chegada de Christian Egan ao cargo de CEO, em junho. Além disso, a B3 concluiu a venda de sua participação na Dimensa por R$ 665 milhões, o que teve impacto positivo não recorrente de R$ 123,9 milhões no lucro do trimestre. publicidade publicidade Em inovação, a bolsa iniciou testes de infraestrutura para sua stablecoin —ativo digital com valor atrelado a uma moeda ou outro ativo de referência—, a B3RL, e lançou contratos de eventos financeiros vinculados ao PIB e ao IPCA. REMUNERAÇÃO AOS ACIONISTAS A companhia anunciou a distribuição de R$ 1,3 bilhão aos acionistas referente ao 2º trimestre. O montante é composto por R$ 1,1 bilhão em JCP (Juros sobre Capital Próprio) —incluindo parcelas extraordinárias de saldos de exercícios anteriores— e R$ 196,9 milhões em recompras de ações. publicidade EFICIÊNCIA OPERACIONAL As despesas totais somaram R$ 975,6 milhões, alta de 15,5%. O aumento foi influenciado por custos extraordinários associados à transição da diretoria executiva. Já as despesas ajustadas cresceram 6,2%. publicidade