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VLID3

Serviços

Valid Solucoes SA

CNPJ: 33113309000147

Preço Atual
R$ 17,65
-3.71%
Abertura
R$ 18,32
Fec. Ant: R$ 17,65
Variação Dia
Min: R$ 17,43
Max: R$ 18,32
52 Semanas
Mín: R$ 16,52
Máx: R$ 23,70
Volume
219.700
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
3.00%
P/L
6.15
P/VP
0.87
LPA
R$ 2,98
VPA
R$ 20,95
EV/EBITDA
6.09
EV/EBIT
8.79
P/EBITDA
3.81
P/EBIT
5.50
P/Receita (PSR)
0.75
P/FCO
4.46
P/FCL
25.72
EV/Receita Líq.
1.19
EV/FCO
7.13
EV/FCL
41.14
Earning Yield
11.37%
Enterprise Value
R$ 2,40 Bi
Valor de Mercado
R$ 1,50 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
2.28
Dív. Líquida/PL
0.52
Dívida Líquida
R$ 899,52 Mi
Liq. Corrente
2.32
PL/Ativos
0.55
Passivos/Ativos
0.45
Liq. Seca
1.96
Liq. Imediata
1.01

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
34.81%
Margem EBITDA
19.60%
Margem EBIT
13.59%
Margem Líquida
12.48%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
14.63%
ROIC
8.30%
ROA
8.25%
Giro do Ativo
0.64

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
-8.17%
CAGR Lucro
-20.46%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 34.81%
Margem EBITDA 19.60%
Margem Operacional 13.59%
Margem Líquida 12.48%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 336,57 Mi
FCL R$ 58,33 Mi
Caixa Total R$ 669,66 Mi
Caixa/Ação R$ 8,18
Receita e Dívida
Receita Total R$ 2,01 Bi
Lucro Bruto R$ 699,36 Mi
EBITDA R$ 393,84 Mi
Dívida Total R$ 881,06 Mi
Crescimento
Receita -8.17%
Lucro -20.46%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 2.062,56 Mi R$ 2.171,34 Mi R$ 2.255,51 Mi R$ 1.879,44 Mi
Lucro Bruto R$ 694,72 Mi R$ 777,05 Mi R$ 822,84 Mi R$ 669,63 Mi
EBITDA R$ 297,85 Mi R$ 478,21 Mi R$ 391,76 Mi R$ 302,65 Mi
Lucro Líquido R$ 268,71 Mi R$ 379,65 Mi R$ 210,62 Mi R$ 36,50 Mi

Sobre a VLID3

Setor
Serviços
Indústria
Serviços Diversos
Funcionários
2.000
Market Cap
R$ 1,44 Bi
Descrição do Negócio

Valid S.A. é uma empresa brasileira de tecnologia e segurança, especializada em soluções de identificação, autenticação e segurança digital. Fundada em 1992, a Valid é uma das principais empresas de tecnologia de segurança do Brasil, operando em segmentos de documentos de identidade, cartões inteligentes, certificados digitais e soluções de segurança. A companhia oferece soluções integradas de segurança para governos, instituições financeiras e empresas privadas. A Valid é um importante player na indústria de tecnologia de segurança do Brasil, operando com foco em inovação e qualidade de seus produtos e serviços. Com receita anual superior a R$ 1,2 bilhão, a companhia é uma das maiores empresas de tecnologia de segurança do Brasil. A empresa está comprometida com inovação tecnológica, segurança de dados e qualidade de seus serviços de segurança digital.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,1802
Pagamento: 29/05/2026
JCP R$ 0,3765
Pagamento: 31/03/2026
JCP R$ 0,3939
Pagamento: 27/03/2025
JCP R$ 0,1600
Pagamento: 08/01/2025
JCP R$ 0,5300
Pagamento: 18/11/2024
JCP R$ 0,4400
Pagamento: 16/08/2024
JCP R$ 0,3400
Pagamento: 10/06/2024
DIVIDENDO R$ 0,3074
Pagamento: 30/04/2024
JCP R$ 0,3070
Pagamento: 15/12/2023
JCP R$ 0,2700
Pagamento: 08/11/2023

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Renda fixa domina novos ETFs e recebe 80% dos investimentos — por que esses fundos chamam a atenção e quais são os principais?
Fundos Imobiliários Brasileiros 06/08/2026

Renda fixa domina novos ETFs e recebe 80% dos investimentos — por que esses fundos chamam a atenção e quais são os principais?

A renda fixa é tradicionalmente a “queridinha” entre os brasileiros e responde por 59% dos investimentos no país. Mas o protagonismo da classe tem ido além do aporte tradicional em títulos públicos, CDBs e outros nomes já bastante conhecidos. Agora, ela também domina um outro tipo de ativo: os Exchange Traded Funds (ETFs). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O nome em inglês pode até assustar de primeira, mas esses investimentos nada mais são do que fundos de investimentos que replicam o desempenho de um índice. Eles são atrelados a indicadores de mercado, como índices de ações, renda fixa, fundos imobiliários, commodities — como ouro e petróleo —, moedas e criptoativos. Mas é principalmente a renda fixa que tem impulsionado esse segmento nos últimos tempos. Um levantamento realizado pelo site ETFs Brasil, mantido pela Teva Índices, mostra os fundos de índice lançados entre janeiro de 2025 e julho de 2026, e lista, dentre eles, os maiores por patrimônio e captação líquida no período. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Neste top 10 ETFs, sete são fundos de índice de renda fixa. Já a gestora com mais representantes no ranking é a BTG Asset, com cinco fundos. Confira: Leia Também Código Início Gestora Patrimônio líquido Nº de cotistas Captação líquida Classe BLFT11 17/10/25 Bradesco Asset R$ 13,3 bi 247 R$ 9 bi Renda Fixa LLFT11 13/06/25 BTG Asset R$ 6,1 bi 985 R$ 5,4 bi Renda Fixa LFTI11 22/12/25 Itaú Asset R$ 3,1 bi 681 R$ 1,9 bi Renda Fixa TD3511 24/02/26 Itaú Asset R$ 1,5 bi 353 R$ 1,5 bi Renda Fixa GOLX11 22/12/25 XP Asset R$ 1,2 bi 1.176 R$ 1,3 bi Alternativos SPBZ11 04/11/25 BTG Asset R$ 985 mi 55 R$ 846 mi Ações Internacionais LFIN11 22/09/25 BTG Asset R$ 858 mi 1.435 R$ 801 mi Renda Fixa MIDB11 18/02/26 BTG Asset R$ 758 mi 14 R$ 743 mi Renda Fixa AUPO11 15/12/25 BTG Asset R$ 692 mi 23.743 R$ 643 mi Renda Fixa SPXH11 29/12/25 XP Asset R$ 519 mi 597 R$ 509 mi Ações Internacionais *O ranking considera apenas os ETFs não exclusivos lançados a partir de 01/01/2025 e os dados foram coletados em 20/07/2026. Fonte: ETFs Brasil/Teva Índices Além de dominar o ranking em número de ETFs, a renda fixa é predominante no volume de investimentos. Entre todos os fundos de índice lançados desde 2025, o patrimônio líquido na renda fixa é de R$ 32,38 bilhões. Já o mercado todo de novos ETFs possui R$ 39,53 bilhões. Ou seja, a renda fixa representa 81% da indústria, considerando somente os ativos mais novos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Por que os ETFs estão conquistando investidores? Os ETFs chegaram ao Brasil em 2004 com o lançamento do PIBB11, da Itaú Asset. Durante muito tempo, o país só teve algumas dezenas dos fundos de índice, atrelados aos principais índices de ações da B3. Porém, nos últimos anos, o mercado passou a dar mais atenção a esse tipo de investimento. Em julho, os ETFs ultrapassaram a marca de 200 produtos disponíveis — alta de 55,7% em relação ao mesmo mês de 2025 — e um estoque de mais de R$ 126 bilhões. O “boom” desses ativos está relacionado a duas mudanças regulatórias no mercado financeiro, segundo especialistas: as resoluções 175 e 179 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que entraram em vigor em outubro de 2023 e novembro de 2024, respectivamente. No caso da CVM 175, que criou o novo marco regulatório dos fundos de investimento, os ETFs passaram a ter mais segurança jurídica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já a CVM 179 não foi pensada para os ETFs, mas teve um efeito direto no crescimento dos ativos. A resolução fez um conjunto de normas para os assessores de investimentos e uma delas foi a transição do modelo de remuneração. Antes, os assessores recebiam comissões de acordo com o investimento recomendado — o que levava, muitas vezes, a uma indicação não tão boa para o investidor, já que havia uma tendência a se recomendar mais os produtos que pagavam mais ao assessor. Agora, há o sistema de fee based, no qual o profissional é remunerado por uma taxa fixa, independentemente dos ativos recomendados. “Os ETFs não pagavam comissões por distribuição, então acabavam ficando um pouco fora da seleção de investimento das assessorias”, explica Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com a alteração, mais profissionais de investimentos passaram a apresentar os ETFs para os clientes, e a classe começou a crescer expressivamente. Além disso, algumas características chamam a atenção para esses produtos: diversificação, baixo custo, transparência, liquidez e praticidade, por exemplo — veja todas as vantagens nesta matéria. Já o protagonismo da renda fixa entre os ETFs mais novos está relacionado às características comuns dos fundos de índice, somadas ao favoritismo dos brasileiros por ativos mais seguros, além da taxa básica de juros elevada. Os principais fundos de índice do ranking Não é coincidência, portanto, que os quatro primeiros fundos do ranking do ETFs Brasil sejam de renda fixa. Esses ativos têm recebido valores massivos tanto de investidores comuns quanto dos institucionais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os três primeiros ETFs do ranking — BLFT11, LLFT11 e LFTI11 — são exemplos de fundos mais voltados para o investidor institucional (como os fundos de investimento). Eles investem em Tesouro Selic e destinam-se a alocar o caixa dos cotistas. Embora as pessoas físicas também tenham acesso a esses ETFs, para elas esses fundos são desvantajosos. Isso porque o Tesouro Selic é um título público de retorno de curto prazo. Por conta disso, ETFs que investem apenas nesse tipo de título são considerados fundos de curto prazo e tributados em 25%, uma alíquota de imposto de renda mais alta que a maior alíquota de outros investimentos de renda fixa. Investidores institucionais, porém, não ficam sujeitos a essa taxa. “Para esses investidores [pessoas físicas] não existe um atrativo. Na verdade, é ruim pela perspectiva de eficiência”, diz Ricardo Eleutério, diretor da Bradesco Asset, gestora do BLFT11. Não por acaso, apesar do alto valor de patrimônio líquido, o ETF do Bradesco tem somente 247 cotistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nos ETFs de renda fixa, o Imposto de Renda é cobrado direto na fonte quando a cota é vendida na bolsa, a uma alíquota única de acordo com o prazo médio da carteira: 25% se a carteira do fundo tiver até 180 dias (comum em ETFs puramente de Tesouro Selic ); ); 20% para prazo médio de 181 e 720 dias; e 15% para prazo acima de 720 dias (o mais comum entre os fundos de índice). Já BTG Asset, gestora do LLFT11, e a Itaú Asset, gestora do LFTI11, dispõem de outros ETFs para a pessoa física alocar seu caixa, isto é, a reserva de emergência. Tiago Lima, do BTG, destaca o LIQB11, listado em bolsa no último dia 14 de julho, e o AUPO11, que também aparece no ranking dos dez maiores ETFs novos (mais detalhes sobre este fundo adiante). Já Rodrigo Araujo, especialista de ETF da Itaú Asset, indica o CDIB11. O diferencial desses fundos é que eles não investem apenas em Tesouro Selic. Uma parte pequena da carteira é alocada em Tesouro IPCA+ de longo prazo, de forma a aumentar o prazo médio da carteira e enquadrar o fundo na faixa de imposto de renda de 15%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nesse sentido, o ETF se torna mais atrativo do que os ativos de renda fixa normalmente voltados para a reserva de emergência, cujas alíquotas de IR podem variar de 15% a 22,5%, a depender do prazo em que o investidor permanece investido. Uma reserva de emergência ‘turbinada’ Destaque em número de cotistas, o ETF AUPO11 tem quatro vezes o número de investidores dos demais fundos da lista somados. Com 23,7 mil cotistas, o fundo de índice de renda fixa é apresentado como um substituto ideal da poupança, “caixinhas” dos bancos digitais e outros ativos normalmente destinados à reserva de emergência. O ETF foi criado em uma parceria entre a BTG Asset e a consultoria AUVP, fundada por Raul Sena, influenciador com 734 mil seguidores no Instagram, conhecido na internet como Investidor Sardinha. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O AUPO11 segue a receita de investir a maior parte dos recursos (90%) em Tesouro Selic, reservando o restante (10%) ao Tesouro IPCA+, de modo a se enquadrar na alíquota de IR de 15%. O grande número de cotistas se deve não apenas pela quantidade de seguidores de Sena, como também pelos esforços de marketing para divulgar o produto. O influenciador digital e especialista do mercado financeiro explica que outro motivo foi o foco do ETF na pessoa física. “Como fizemos um produto pensado no cliente final, é natural que atraia mais desses investidores. Muitos da Faria Lima fazem ativos para si mesmos, para a gestão de fundos, por exemplo, então normalmente têm mais investidor institucional. Até a média de idade dos nossos investidores é um pouco menor”, afirma Sena. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE As vantagens de investir em renda fixa via ETFs Para o influenciador, o crescimento dos ETFs de renda fixa está alinhado ao perfil do investidor brasileiro. Por serem os ativos mais representativos nas carteiras, é natural que também sejam mais acessados com esse veículo de investimento. Ainda mais no cenário macroeconômico atual, com a taxa Selic em nível elevado e aversão a risco no mercado financeiro. Os ETFs de renda fixa chamam a atenção por serem uma forma simples de acessar títulos públicos e outros ativos com custos geralmente inferiores aos dos fundos tradicionais. Outra característica positiva, na visão de especialistas, é a tributação. Os ETFs, diferentemente de outros fundos de investimentos, não têm cobrança de come-cotas semestral. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Os fundos de índice não têm alíquota regressiva de Imposto de Renda entre 22,5% e 15% como os títulos de renda fixa. Também não têm IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Quando comparados com os fundos tradicionais, têm claramente uma vantagem”, diz Ricardo Eleutério, da Bradesco Asset. É só o início? Com a indústria de fundos de índice crescendo, cada vez mais as gestoras estão de olho no potencial desse tipo de produto. Esse o caso da BTG Asset, que aparece como responsável por metade dos ETFs do ranking: LLFT11, SPBZ11, LFIN11, MIDB11 e AUPO11. Tiago Lima explica que a gestora passou a fortalecer essa área dentro do negócio nos últimos três anos, o que levou a Asset a sair de um patrimônio de R$ 1 bilhão com ETFs em 2024 para R$ 22 bilhões atualmente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o diretor, além dos fatores regulatórios que impulsionaram o mercado de fundos de índice como um todo, outra característica que os gestores têm percebido mais recentemente é o potencial desse produto na renda fixa. “A poupança do investidor brasileiro não é renda variável. Quando começamos a oferecer produtos em que a renda fixa fosse o principal motor e a atender diferentes necessidades dos investidores, houve uma forte adesão”, afirma. Um consenso entre os gestores consultados pelo Seu Dinheiro é o espaço para a expansão dessa indústria. “Os ETFs hoje representam só 1% dos fundos de investimento, que chegam a R$ 12 trilhões. Se esse percentual virar 10% em um horizonte de cinco anos, os fundos de índice já chegam em um patamar trilionário”, destaca Lima. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Méliuz (CASH3) aprova recompra de até 8,1 mi de ações
Bitcoin 06/08/2026

Méliuz (CASH3) aprova recompra de até 8,1 mi de ações

A Méliuz ( CASH3 ) aprovou em reunião do conselho realizada na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, um novo programa de recompra de até 8.105.834 ações ordinárias, o que representa 10% das ações em circulação. A decisão considera, entre outros fatores, EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 109,6 mi nos últimos 12 meses até o segundo trimestre de 2026, ativos líquidos de aproximadamente R$ 258,8 mi em moeda fiduciária e Bitcoin e a ausência de endividamento. O conselho também aprovou o cancelamento das 9.131.725 ações compradas no programa de recompra iniciado em outubro de 2025, concluído em nove meses. Com isso, o capital social da Méliuz passou a ser dividido em 104.171.852 ações ordinárias, o número de ações em circulação foi reduzido em 8,1% e os acionistas que permaneceram na base desde o início do programa tiveram ganho de representatividade de 8,46%, além de rendimento em Bitcoin de 8,46% desde o início da recompra, ou 11,43% em base anualizada. No novo programa, a companhia ou suas controladas poderão adquirir as ações por até 18 meses, de 5 de agosto de 2026 a 5 de fevereiro de 2028, utilizando recursos de reservas de lucros ou de capital, quando houver compra direta em bolsa. As operações poderão ser feitas na B3 ou por meio de derivativos referenciados em ações da própria Méliuz, inicialmente com liquidação apenas financeira, tendo Itaú Corretora de Valores e BTG Pactual CTVM como instituições intermediárias. A companhia informa que não possui ações em tesouraria no momento e que a recompra não afetará sua estrutura societária nem o cumprimento de obrigações com credores. Em paralelo, a Méliuz anunciou a ampliação de sua estratégia de tesouraria em Bitcoin, com o objetivo de aumentar a exposição ao ativo por ação no longo prazo. A empresa poderá avaliar de forma integrada sua posição em moeda fiduciária, seus ativos em Bitcoin e instrumentos financeiros relacionados para apoiar programas de recompra de ações, ajustar sua estrutura de capital ou ampliar a exposição econômica ao Bitcoin quando considerar as condições atrativas. A companhia também poderá utilizar derivativos referenciados em Bitcoin, como compra de opções de compra (call options), venda de opções de compra cobertas (covered calls) e venda de opções de venda garantidas por caixa (cash-secured puts), sem uso de alavancagem. Segundo a administração, essa evolução da gestão de tesouraria busca dar mais flexibilidade e disciplina à alocação de capital, com foco na geração de valor aos acionistas e no aumento da exposição ao Bitcoin por ação no longo prazo.

Tesla, Nvidia, SpaceX: ações tokenizadas viram febre. Vale o risco?
Criptomoedas 06/08/2026

Tesla, Nvidia, SpaceX: ações tokenizadas viram febre. Vale o risco?

Publicidade Depois das stablecoins, outro segmento vem chamando cada vez mais atenção no mercado cripto: as ações tokenizadas. Na prática, elas transformam papéis de empresas conhecidas, como Tesla, Nvidia e SpaceX, em tokens negociados em blockchain. O valor desses ativos digitais saltou de US$ 814 milhões no início deste ano para cerca de US$ 2 bilhões em julho, segundo dados da plataforma DeFiLlama – uma alta de 145%. Relatório recente da Binance Research também mostra que o volume negociado nas plataformas passou de US$ 4 bilhões em janeiro para US$ 18,2 bilhões em julho. Ou seja: em apenas sete meses, mais que quadruplicou. Newsletter: quer saber mais sobre cripto? Assine o Morning Cripto do InvestNews! O que explica essa alta? Diferentemente das ações negociadas em bolsas tradicionais, que funcionam em horários específicos, as ações tokenizadas podem ser compradas e vendidas 24 horas por dia, sete dias por semana, assim como as criptomoedas. Isso tem atraído investidores. Outro atrativo é a possibilidade de comprar papéis de empresas americanas usando stablecoins, sem depender de uma corretora tradicional. Além disso, os ativos podem ser adquiridos de forma fracionada e, em muitos casos, negociados globalmente. Empresas conhecidas do mercado cripto, como Binance, Kraken, Gemini e Bitget, estão apostando nesse segmento. Já plataformas como a Ondo Finance desenvolvem a infraestrutura necessária para sua expansão. “As ações tokenizadas representam outra perspectiva sobre a convergência entre os mercados financeiros tradicionais e a infraestrutura de ativos digitais”, diz a Bitget. Ameaça às bolsas? O crescimento desse mercado chamou a atenção das bolsas tradicionais, que começaram a reagir. A Bolsa de Valores de Londres (LSE) anunciou recentemente a LSE 24, iniciativa que poderá abrir caminho para negociações praticamente 24 horas por dia. A Bolsa de Nova York (NYSE) também estuda oferecer ações tokenizadas com negociação contínua. No Brasil, a B3 já sinalizou que acompanha esse movimento e estuda iniciativas relacionadas à tokenização de ativos. Publicidade Quais são as maiores ações tokenizadas? Hoje, as cinco ações tokenizadas com maior valor de mercado são Strategy, SanDisk, SpaceX, Circle e Micron. Juntas, elas somam pouco mais de US$ 500 milhões, segundo dados da CoinMarketCap. Empresas como Nvidia, Alphabet e Tesla também têm versões tokenizadas de suas ações. Por enquanto, elas ainda movimentem um volume menor. Riscos Há riscos nesse mercado. Na maioria dos casos, o investidor não compra a ação propriamente dita, mas um token emitido por uma empresa que mantém o ativo em custódia. Isso cria uma dependência do emissor. O investidor pode não ter direitos como voto em assembleias e o pagamento de dividendos pode variar conforme as regras do emissor. Além disso, o mercado ainda enfrenta incertezas regulatórias, menor liquidez em comparação às bolsas tradicionais e riscos tecnológicos ligados à blockchain, como falhas em contratos inteligentes (os programas autoexecutáveis popularizados pelo ethereum) e ataques hackers. Veja as cotações das principais criptomoedas às 8h30. Bitcoin (BTC): +0,86%, US$ 64.562,15 Ethereum (ETH): -0,66%, US$ 1.904,98 BNB (BNB): -0,57%, US$ 593,11 XRP (XRP): +1,08%, US$ 1,04 Solana (SOL): -0,52%, US$ 73,37 Publicidade Outros destaques do mercado cripto Coinbase critica BC. A regulação das criptomoedas no Brasil voltou a ser criticada pelo setor. Em nota divulgada na quarta-feira (5), o diretor da Coinbase para as Américas, Fabio Plein, afirmou que propostas do Banco Central podem comprometer a competitividade do país. Ele citou a retenção de até 24 horas para transferências de stablecoins acima de US$ 10 mil e disse que a medida ignora os rígidos controles de compliance já adotados pelas empresas do setor. Corredor brasileiro para stablecoins. A startup brazuca Lumx se uniu à rede Stellar, blockchain da criptomoeda XLM, para criar um corredor entre o real e a stablecoin USDC. Na prática, bancos, fintechs e provedores de pagamento poderão liquidar operações internacionais usando a tecnologia cripto, com conversão entre reais e dólares digitais. Segundo as empresas, a iniciativa busca atender à crescente demanda por pagamentos transfronteiriços mais rápidos e baratos. Mastercard reforça estratégia cripto. A Mastercard concluiu a aquisição da BVNK, empresa de infraestrutura para stablecoins, em uma operação que pode chegar a US$ 1,8 bilhão. A multinacional americana comunicou que, com a compra, pretende ampliar o uso de ativos digitais em serviços como pagamentos entre empresas, liquidação financeira, gestão de tesouraria e transferências de recursos.