VI

VIVT3

Telecomunicações

Telefonica Brasil S.A.

CNPJ: 02558157000162

Preço Atual
R$ 32,30
-1.01%
Abertura
R$ 32,76
Fec. Ant: R$ 32,30
Variação Dia
Min: R$ 32,24
Max: R$ 33,01
52 Semanas
Mín: R$ 31,68
Máx: R$ 43,47
Volume
4.506.800
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
4.00%
P/L
15.95
P/VP
1.60
LPA
R$ 2,05
VPA
R$ 20,34
EV/EBITDA
4.63
EV/EBIT
11.38
P/EBITDA
4.06
P/EBIT
9.98
P/Receita (PSR)
1.70
P/FCO
5.21
P/FCL
11.86
EV/Receita Líq.
1.94
EV/FCO
5.94
EV/FCL
13.53
Earning Yield
8.78%
Enterprise Value
R$ 120,12 Bi
Valor de Mercado
R$ 105,28 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.57
Dív. Líquida/PL
0.22
Dívida Líquida
R$ 14,84 Bi
Liq. Corrente
0.95
PL/Ativos
0.54
Passivos/Ativos
0.46
Liq. Seca
0.89
Liq. Imediata
0.34

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
45.03%
Margem EBITDA
42.02%
Margem EBIT
17.08%
Margem Líquida
10.69%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
10.07%
ROIC
11.42%
ROA
5.12%
Giro do Ativo
0.48

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
7.14%
CAGR Lucro
13.13%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 45.03%
Margem EBITDA 42.02%
Margem Operacional 17.08%
Margem Líquida 10.69%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 20,21 Bi
FCL R$ 8,88 Bi
Caixa Total R$ 8,58 Bi
Caixa/Ação R$ 2,66
Receita e Dívida
Receita Total R$ 61,77 Bi
Lucro Bruto R$ 27,82 Bi
EBITDA R$ 25,96 Bi
Dívida Total R$ 39,04 Bi
Crescimento
Receita 7.14%
Lucro 13.13%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 59.595,00 Mi R$ 55.845,05 Mi R$ 52.100,15 Mi R$ 48.041,16 Mi
Lucro Bruto R$ 26.669,63 Mi R$ 24.492,89 Mi R$ 22.684,75 Mi R$ 20.609,48 Mi
EBITDA R$ 9.859,28 Mi R$ 8.673,51 Mi R$ 7.917,82 Mi R$ 6.597,91 Mi
Lucro Líquido R$ 6.177,54 Mi R$ 5.557,33 Mi R$ 5.039,98 Mi R$ 4.057,90 Mi

Sobre a VIVT3

Setor
Telecomunicações
Indústria
Telecomunicações
Funcionários
34.000
Market Cap
R$ 104,90 Bi
Descrição do Negócio

A Telefônica Brasil S.A., listada na B3 sob o ticker VIVT3, foi constituída em 1998 e atua no setor de telecomunicações no Brasil com a marca comercial Vivo. A companhia integra o grupo espanhol Telefónica e opera serviços de conectividade para consumidores e empresas. As operações incluem telefonia móvel, telefonia fixa, banda larga, transmissão de dados e serviços digitais associados. A empresa mantém rede de infraestrutura para oferta de serviços convergentes e monetização em diferentes segmentos de clientes. No ambiente competitivo, a Telefônica Brasil disputa mercado com outras operadoras nacionais em mobilidade, fibra e serviços corporativos. O desempenho é influenciado por competição de preços, investimento em rede e evolução regulatória do setor de telecom. A companhia possui atuação nacional e base de clientes de grande escala. Em termos operacionais, reporta dezenas de milhões de acessos e cerca de 34 mil empregados, com presença ampla em centros urbanos e expansão contínua da infraestrutura de telecomunicações.

Dividendos

JCP R$ 0,1565
Pagamento: 30/04/2027
JCP R$ 0,0720
Pagamento: 30/04/2027
JCP R$ 0,1878
Pagamento: 30/04/2027
JCP R$ 0,1878
Pagamento: 30/04/2027
JCP R$ 0,1142
Pagamento: 27/04/2026
JCP R$ 0,0626
Pagamento: 30/04/2027
JCP R$ 0,1017
Pagamento: 31/12/2026
JCP R$ 0,1095
Pagamento: 30/04/2026
JCP R$ 0,1063
Pagamento: 30/04/2026
JCP R$ 0,1186
Pagamento: 30/04/2026

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Corporação de Apucarana destaca a importância de buscar abrigos adequados longe de árvores e reforça o uso do canal 193 para emergências durante venda Com a influência do fenômeno climático El Niño, que favorece a ocorrência de chuvas mais intensas e tempestades no Sul do Brasil, o Corpo de Bombeiros do Apucarana reforçou as orientações de segurança para a população. A corporação também iniciou um planejamento integrado para minimizar os impactos de possíveis eventos climáticos nas próximas semanas. 📰 LEIA MAIS: Comércio de Apucarana atende em horário especial para o Dia dos Pais CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline. Segundo a tenente Ana Paula Zanlorenzi, as forças de segurança e os órgãos públicos estão alinhando protocolos para garantir uma resposta rápida em caso de necessidade. "Sabemos que esse fenômeno pode trazer condições climáticas mais adversas. Por isso, nosso trabalho é atuar em conjunto com todos os órgãos envolvidos para prestar atendimento à população sempre que for necessário", explicou a oficial. Para quem for surpreendido por chuvas intensas, a principal orientação é procurar abrigo em locais seguros. A recomendação é evitar áreas descampadas, árvores, muros e outras estruturas que possam ser derrubadas pela força do vento. "Procurem abrigo em locais seguros e evitem permanecer em áreas descampadas, principalmente próximas a árvores", orientou a tenente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Outro alerta é para o risco de acidentes causados pelos ventos fortes e pelas descargas elétricas. "Temos registrado ocorrências de queda de árvores e de muros sobre pessoas em razão dos ventos. Por isso, orientamos que todos se afastem dessas estruturas e também tenham cuidado com o risco de choque elétrico provocado por raios", destacou. Em situações de emergência, o Corpo de Bombeiros orienta que a população acione imediatamente o telefone 193, disponível 24 horas por dia. "A principal orientação é que, sempre que precisarem de auxílio em situações relacionadas aos efeitos do El Niño em nossa cidade ou região, as pessoas acionem o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193", reforçou a militar. Estado se prepara para possíveis ocorrências De acordo com a corporação, o Paraná está estruturando suas equipes para responder a eventuais ocorrências relacionadas às condições climáticas. A experiência adquirida em grandes operações, como o apoio prestado às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, serve de referência para o planejamento. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Esperamos que não seja necessário enfrentar uma situação dessa magnitude. Mas, caso aconteça, o Governo do Estado está se preparando para que possamos atuar da melhor forma possível", concluiu a tenente.

Influenciadora gamer é acusada de dar golpes com perfis falsos por mais de 10 anos; entenda
TecMundo 03/08/2026

Influenciadora gamer é acusada de dar golpes com perfis falsos por mais de 10 anos; entenda

Uma reportagem exibida esta semana pelo programa Doc Investigação, da Rede Record, trouxe novidades sobre um dos casos mais estranhos de fraudes na internet brasileira: o do suposto fotógrafo de guerra da ONU conhecido como Eduardo Martins. Desta vez, a investigação chegou a um nome conhecido no universo dos games. Segundo a apuração da Record, todos os perfis falsos ligados ao caso e investigados pela reportagem, incluindo o de Eduardo Martins, teriam sido criados por Bruna Grieco de Pieri. A publicitária paulista de 42 anos atua como influenciadora digital e é conhecida na comunidade gamer por seu conteúdo sobre jogos, principalmente PlayStation. O Voxel apurou informações adicionais sobre o caso e consultou especialistas jurídicos para entender o que pode acontecer a partir de agora. Afinal, criar e manter perfis falsos online é um crime? Confira mais detalhes. O caso do fotógrafo falso da ONU Para entender a história por completo, é preciso voltar no tempo. Todo o caso começou a repercutir por causa do perfil de Eduardo Martins, que por anos circulou nas redes sociais e chegou a enganar veículos de imprensa do mundo inteiro. Eduardo Martins era apresentado como um fotógrafo de guerra brasileiro a serviço da ONU: loiro, de olhos azuis, surfista e aventureiro. Suas fotos mostravam cenas de conflito em regiões como Síria e Iraque, e o perfil acumulou seguidores e credibilidade suficientes para que grandes meios de comunicação publicaram seu trabalho, mesmo sem nunca terem pagado a ele, já que o suposto fotógrafo não cobrava pelo material. smart_display Nossos vídeos em destaque Créditos: Max Hepworth/Instagram O problema é que praticamente todas as fotos eram roubadas: as imagens de rosto de Eduardo pertenciam a Max Hepworth, um surfista britânico real. Segundo apurações da época, a pessoa responsável pelo perfil falso teria obtido acesso a fotos pessoais de Max – inclusive arquivos deletados, durante uma chamada de Skype em 2015, fingindo ser um brasileiro chamado “Bruno”. A partir daí, o rosto de Max era recortado e digitalmente inserido em cenários de conflito. As fotos jornalísticas dos próprios cenários de guerra também eram roubadas, desta vez, do fotojornalista americano Daniel Britt. Para evitar que as imagens fossem rastreadas por ferramentas de busca reversa de imagens, o responsável pela farsa espelhava as fotos horizontalmente antes de publicá-las. Por volta de 2017, a fraude começou a ser investigada por jornalistas internacionais e veículos que haviam publicado o trabalho de “Eduardo Martins” passaram a remover o conteúdo ou publicar retratações. O caso ficou famoso, mas a identidade da pessoa por trás do perfil permaneceu em silêncio por anos. Os relacionamentos com as vítimas O perfil de Eduardo Martins não era usado apenas para fraudes jornalísticas, já que também servia para manter relacionamentos virtuais com diversas mulheres simultaneamente: conversas longas e diárias que duravam meses ou anos, baseadas em afinidades construídas cuidadosamente. Segundo as vítimas ouvidas pela Rede Record, o golpista criava conexões emocionais profundas, mas sempre tinha uma desculpa para nunca fazer videochamadas ou encontros presenciais. Quando alguma vítima tentava se afastar ou encerrar o contato, contas falsas de “amigos” e “familiares” do suposto Eduardo entravam em cena para pressionar emocionalmente, alegando que ele estava em depressão e precisava da pessoa. Presentes físicos também faziam parte do esquema: flores, joias, livros e até animais de estimação foram enviados a algumas das mulheres. Em um dos casos, uma vítima chegou a receber dinheiro para uma cirurgia de implante de silicone, mas o depósito foi feito por um caixa eletrônico no Brasil, mesmo que o suposto remetente afirmasse morar em Los Angeles. Como as vítimas descobriram o golpe O esquema durava há anos, mas os primeiros sinais de que havia um padrão vieram das próprias vítimas, que começaram a cruzar informações entre si. Segundo a reportagem da Record, o modus operandi já aparecia desde 2008 e 2010, na época do Orkut, com perfis falsos usando nomes como “Caíque Martins”, “Alex Farias” e “Rafael Neves”. Duas das vítimas mais antigas, a empresária Bruna Bove e a assessora de vendas Andrea Giacomelli Monaco, perceberam que os perfis de “Alex” e “Caíque” compartilhavam o mesmo número de telefone. Com o tempo, algumas mulheres que suspeitavam de “Eduardo Martins” se uniram num grupo no WhatsApp, que chamavam de “Golpe Secreto”, onde cruzavam informações e tentavam identificar padrões. A investigação coletiva das vítimas foi fundamental para avançar até a pessoa real por trás do perfil. A identidade da suposta golpista foi revelada por uma combinação de acasos e investigações nas redes sociais. As vítimas identificaram uma mulher brasileira em comum que aparecia como amiga de todos os perfis falsos nas redes sociais e frequentava a mesma igreja que uma delas. Uma vítima que não quis se identificar revelou que seu irmão conhecia essa amiga em comum, chegando a ir até a igreja acompanhada de uma amiga para confrontá-la. Segundo a reportagem, a mulher, identificada como Bruna Grieco de Pieri, teria confessado tudo no confronto. Andrea, por sua vez, descobriu a ligação de outra forma: uma jovem a adicionou no Facebook e revelou que sua prima costumava enganar mulheres com perfis falsos, e que Andrea era uma das vítimas. A investigação da Record cruzou essas informações e apontou que o número de telefone utilizado para falar com as vítimas estava cadastrado em nome da mãe de Bruna Grieco. Segundo Andrea, Bruna confirmou os fatos quando as duas se encontraram pessoalmente, que acabou revelando como o esquema funcionou por tanto tempo por telefone. Segundo o relato de uma das vítimas, a suposta golpista usava um aparelho que modificava a voz para soar como um homem durante as ligações. Ainda segundo a reportagem, Bruna Bove e Andrea teriam confirmado que a suposta golpista teria estudado na mesma escola que elas durante o ensino médio, o que explicaria como o esquema se iniciou com pessoas do seu próprio círculo de convivência. Quem é Bruna Grieco? Bruna Grieco de Pieri não é um nome desconhecido por parte da comunidade gamer brasileira. Ela era conhecida pelo usuário @brunagd3 em redes sociais como Instagram e X (Twitter), publicando regularmente sobre videogames, especialmente sobre o ecossistema PlayStation, compartilhando platinas conquistadas e opiniões sobre o mercado de games. Bruna também participou de podcasts, transmissões ao vivo e encontros presenciais ligados ao universo gamer, como participações na Brasil Game Show, sendo também conhecida como “Bruna G” em posts e vídeos publicados por outros criadores. No X (antigo Twitter), vários usuários esboçaram surpresa ao saber das supostas atitudes da criadora de conteúdo durante todos estes anos. Reprodução: Rede Record Ela ainda atuava como redatora no portal Level Up News, com publicações ativas até dias antes da reportagem da Record ir ao ar. A conexão entre o perfil gamer e as acusações gerou repercussão imediata na comunidade, com diversos perfis que acompanhavam seu conteúdo relatando conhecer Bruna de interações na internet. Em um post no X, Brunno Fast, fundador do Level Up News, se dizia chocado com a situação. Em resposta ao Voxel, o portal Level Up News deu a seguinte nota: “Nós do LevelupNews fomos pegos de surpresa, assim como todo mundo. Não sabíamos do ocorrido até ontem à noite. A direção do site, em comum acordo, resolveu retirar todos os acessos da Bruna Grieco. Hoje ela não faz mais parte da equipe. Não temos uma opinião sobre o ocorrido, pois ainda estamos tentando entender tudo o que aconteceu, assim como vocês.” Por quais crimes Bruna pode responder? O Voxel consultou a advogada Ana Coutinho, especialista em Direito Digital, Direito Gamer e dos E-sports e o advogado criminalista Gabriel Soares para entender as implicações jurídicas do caso. As respostas foram elaboradas em conjunto pelos dois profissionais. Segundo os advogados, as consequências de criar e manter perfis falsos nas redes sociais dependem das condutas efetivamente comprovadas: o uso da identidade e das imagens de Max Hepworth sem autorização pode configurar o crime de falsa identidade, previsto no artigo 307 do Código Penal. A punição prevista é de três meses a um ano, ou multa. Já a publicação das fotografias jornalísticas de Daniel Britt sem créditos ou autorização também pode render problemas com a lei. A ação pode se enquadrar na violação de direitos autorais, previsto no artigo 184, o que pode render multa e até três meses a um ano de detenção por violação simples. Leia Mais Novo trailer de GTA 6? Rockstar movimenta site oficial e aquece expectativas Para as vítimas que mantiveram relacionamentos virtuais com os perfis falsos, existe a possibilidade de buscar indenização caso consigam comprovar danos à intimidade, à honra ou à integridade emocional, independente de haver ou não crime tipificado. O ponto mais delicado juridicamente se diz respeito ao estelionato sentimental ou afetivo, popularmente conhecido como “golpe do amor”. Esse enquadramento depende de uma condição essencial: que os perfis falsos tenham sido usados para obter dinheiro ou bens das vítimas. Se ficar comprovado que houve obtenção de vantagens financeiras por meio da manipulação emocional, o artigo 171 do Código Penal pode ser aplicado. Caso não haja evidência de que as vítimas transferiram dinheiro ou bens em razão do golpe, o crime de estelionato fica descartado. “A criação de um perfil falso, por si só, não configura crime. A responsabilização depende da finalidade do perfil e das condutas praticadas por meio dele”, explicaram os advogados. Até o momento, Bruna Grieco de Pieri não se pronunciou publicamente sobre as acusações. O caso ainda não tem conclusão judicial, e todas as acusações permanecem no campo das investigações jornalísticas e dos relatos das vítimas. O Voxel buscou contato com Bruna Grieco de Pieri, mas todas as suas redes sociais foram apagadas. A reportagem segue em aberto para adicionar um posicionamento da acusada sobre a situação.

Economia é ruim ou péssima para 47% dos brasileiros, aponta BTG Nexus
Notícias de Economia 03/08/2026

Economia é ruim ou péssima para 47% dos brasileiros, aponta BTG Nexus

Levantamento mostra melhora gradual na avaliação do cenário econômico, mas percepção negativa ainda supera avaliações positivas no país Pesquisa BTG/Nexus mostra melhora na percepção econômica, mas 47% dos brasileiros ainda avaliam a economia como ruim ou péssima A economia brasileira é considerada ruim ou péssima por 47% da população, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada em 3 de agosto de 2026. Outros 21% avaliam o cenário como ótimo ou bom, enquanto 31% classificam a situação como regular. Apesar da percepção ainda negativa, o levantamento mostra melhora em relação às pesquisas anteriores. Em 27 de julho, 49% avaliavam a economia como ruim ou péssima, e 18% como ótima ou boa. Em 13 de julho, os índices eram de 53% para ruim ou péssima e 15% para ótima ou boa. Leia também Avaliação ainda pesa contra o governo Na comparação entre a atual gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governo anterior do presidente Jair Bolsonaro (PL), 46% dos entrevistados afirmam que a economia está pior. Outros 39% dizem que está melhor, enquanto 13% consideram a situação igual. O dado indica que, mesmo com melhora recente na percepção, a avaliação econômica segue como um dos pontos centrais do debate público. Para o governo, o desafio é transformar indicadores positivos em sensação concreta de melhora no cotidiano da população. Situação pessoal tem leitura mais positiva Quando a pergunta trata da vida financeira pessoal, o quadro é mais favorável. Segundo a pesquisa, 47% dos entrevistados afirmam que sua situação financeira melhorou em relação ao período anterior. Outros 31% relatam piora, e 20% dizem que a condição permaneceu estável. Para os próximos seis meses, 49% esperam melhora na própria situação financeira, enquanto 13% projetam piora e 32% acreditam em estabilidade. Expectativa para economia melhora A expectativa em relação à economia nacional também avançou. O levantamento aponta que 40% dos brasileiros esperam melhora nos próximos seis meses, acima dos 34% registrados na pesquisa anterior. Por outro lado, 29% acreditam que a economia vai piorar, 25% esperam estabilidade e 6% não souberam responder. Segurança pública lidera preocupações Entre os principais problemas do país, a segurança pública aparece em primeiro lugar, citada por 30% dos entrevistados. Em seguida vêm saúde pública, com 23%, corrupção, com 19%, classe política, com 17%, e educação, com 15%. Desemprego, falta de trabalho, inflação e desigualdade social foram citados por 10% dos entrevistados. Crescimento econômico baixo apareceu com 9%, enquanto aumento de impostos foi mencionado por 6%. Bolsa Família mostra divisão eleitoral A pesquisa também mediu intenção de voto entre beneficiários do Bolsa Família em uma simulação de segundo turno das eleições gerais de 2026. Nesse grupo, 61% declaram voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 28% afirmam votar em Flávio Bolsonaro. Entre os não beneficiários do programa, o cenário se inverte. 47% dizem votar em Flávio Bolsonaro, enquanto 43% escolhem Lula. Eleitor demonstra interesse na eleição O levantamento indica que 74% dos entrevistados têm muito ou razoável interesse nas eleições gerais. Outros 13% dizem ter pouco interesse, e 10% afirmam não ter nenhum interesse. Entre os eleitores que escolheram candidato no primeiro turno, 75% dizem estar seguros da decisão e não pretendem mudar o voto. Outros 23% ainda admitem possibilidade de alterar a escolha. Nordeste acompanha impacto na renda Para o Nordeste e a Paraíba, a pesquisa interessa especialmente pelo peso da renda, do consumo popular e dos programas de transferência na dinâmica econômica regional. A percepção sobre melhora ou piora financeira influencia diretamente comércio, serviços, crédito, pequenos negócios e ambiente eleitoral. Em estados onde o Bolsa Família tem presença relevante na renda das famílias, a leitura econômica tende a ter impacto não apenas no consumo, mas também na formação de opinião política. Metodologia A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.002 pessoas com idade igual ou superior a 16 anos, por telefone, entre 31 de julho e 2 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026. Continue acompanhando O Paraíba Business acompanha os indicadores econômicos, pesquisas de opinião, renda das famílias e movimentos políticos que influenciam o consumo, os negócios e o ambiente econômico da Paraíba, do Nordeste e do Brasil