VG

VGHF11

Fundos Imobiliários

Valora Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 36771692000119

Preço Atual
R$ 5,26
+1.94%
Abertura
R$ 5,17
Fec. Ant: R$ 5,26
Variação Dia
Min: R$ 5,10
Max: R$ 5,32
52 Semanas
Mín: R$ 5,10
Máx: R$ 7,83
Volume
1.046.665
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
15.00%
P/VP
0.63
VPA
R$ 8,22
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a VGHF11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Outros
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O VALORA HEDGE FII (VGHF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
.BANCO DAYCOVAL S/A
CNPJ
62232889000190
Telefone
0300 111 0500
Endereço
Avenida Paulista, 1793 - 2º Andar, Bela Vista — São Paulo/SP - CEP 01311200

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 07/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 08/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 08/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 08/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 06/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 06/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 08/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 05/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 07/11/2025
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 07/10/2025

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IFIX recua 0,06%, fechando novamente em leve queda

IFIX recua 0,06%, fechando novamente em leve queda O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (5) em 3.781,99 pontos, queda de 0,06%, equivalente a recuo de 2,39 pontos em relação ao fechamento anterior. O indicador chegou a operar em alta nas primeiras horas do dia, mas perdeu força ao longo da sessão e terminou no campo negativo. Ao longo do pregão, o índice de fundos imobiliários variou entre a mínima de 3.780,08 pontos e a máxima de 3.793,25 pontos. A abertura ocorreu em 3.784,41 pontos, ligeiramente acima do fechamento da véspera, que havia sido de 3.784,38 pontos, antes de a referência migrar para o terreno negativo. Na terça-feira (4), o IFIX já havia mostrado pouca variação, fechando praticamente estável, em leve queda de 0,03%. O comportamento desta quarta-feira (5) confirma uma sessão marcada por oscilações moderadas, com tentativa de alta pela manhã e ajuste no fim do dia. Como principal termômetro do mercado de fundos imobiliários listados, o índice consolida o desempenho de uma cesta de ativos elegíveis conforme critérios de liquidez e presença em Bolsa. Dessa forma, a dinâmica intradiária costuma refletir movimentos de realização e reprecificação ao longo do dia, a depender do fluxo de ordens e do apetite dos investidores. A amplitude registrada entre máxima e mínima ilustra um pregão de variações contidas, no qual prevaleceu a cautela. Ainda assim, a referência manteve trajetória de negociações distribuídas entre diferentes estratégias do segmento, do tijolo aos recebíveis, sem movimentos bruscos. GGRC11 lidera negócios Entre os fundos mais negociados da sessão, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) movimentou 1,99 milhão de cotas e caiu 1,02%. Na sequência apareceram o MXRF11 (Maxi Renda), com volume de 1,1 milhão de cotas e baixa de 0,21%; e o VGHF11 (Valora Hedge Fund), com 1,04 milhão de cotas e alta de 1,94%. Outros destaques do pregão foram o GARE11 (Guardian Real Estate), com 993,28 mil cotas negociadas e avanço de 0,12%; e o AZPL11 (AZPL Fundo de Investimento Imobiliário), com 685,62 mil cotas e recuo de 0,41%. O volume concentrado em nomes tradicionais do segmento reforçou a liquidez dos componentes mais acompanhados do índice. Entre as maiores valorizações do dia, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) liderou os ganhos ao avançar 4,49%, encerrando o dia cotado a R$ 13,74. A segunda maior alta foi registrada pelo BROF11 (Bresco Office), que subiu 3,01% e fechou negociado a R$ 60,18. Os movimentos de preço entre as principais altas e baixas do pregão evidenciam a diversidade de estratégias presentes na carteira do índice, que contempla fundos com perfis distintos. Em dias de maior seletividade, os volumes se distribuem entre ativos de grande base de cotistas e nomes que reagem a fatores específicos de cada fundo. No agregado, a sessão desta quarta-feira (5) manteve o foco na negociação dos fundos mais líquidos, enquanto o índice refletiu ajustes pontuais após a abertura ligeiramente acima do fechamento anterior. O desempenho do IFIX, com leve recuo ao fim do dia, reforça um ambiente de variações contidas, sem alterações relevantes na tendência de curto prazo apresentada na véspera.

IFIX fecha novamente em leve queda, com recuo de 0,06% -
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IFIX fecha novamente em leve queda, com recuo de 0,06% Marcelo Monteiro 05/08/2026 às 19:00 1 minuto de leitura Atualizado em: 05/08/2026 às 19:00 O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (5) em 3.781,99 pontos, com queda de 0,06%, recuo de 2,39 pontos em relação ao fechamento anterior. O indicador chegou a operar em alta durante a manhã, mas perdeu força ao longo da sessão e terminou o dia no campo negativo. Durante o pregão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.780,08 pontos e a máxima de 3.793,25 pontos. A abertura ocorreu em 3.784,41 pontos, enquanto o fechamento da véspera havia sido de 3.784,38 pontos. Na terça-feira (4), o IFIX fechou praticamente estável, em leve queda de 0,03%. GGRC11 lidera negócios Entre os fundos mais negociados da sessão, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) movimentou 1,99 milhão de cotas e caiu 1,02%. Na sequência apareceram o MXRF11 (Maxi Renda), com volume de 1,1 milhão de cotas e baixa de 0,21%; e o VGHF11 (Valora Hedge Fund), com 1,04 milhão de cotas e alta de 1,94%. Outros destaques do pregão foram o GARE11 (Guardian Real Estate), com 993,28 mil cotas negociadas e avanço de 0,12%; e o AZPL11 (AZPL Fundo de Investimento Imobiliário), com 685,62 mil cotas e recuo de 0,41%. O CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) liderou as altas do pregão ao avançar 4,49%, encerrando o dia cotado a R$ 13,74. A segunda maior valorização foi registrada pelo BROF11 (Bresco Office), que subiu 3,01% e fechou negociado a R$ 60,18.

Selic coloca FIIs mais arriscados na berlinda; veja o que derrubou alguns fundos
Selic 05/08/2026

Selic coloca FIIs mais arriscados na berlinda; veja o que derrubou alguns fundos

Nos últimos dias, fundos como MFII11, VGHF11, CACR11 e RPRI11 figuraram entre as maiores baixas do mercado Publicidade Os fundos imobiliários de desenvolvimento e de crédito de maior risco atravessam um dos momentos mais desafiadores dos últimos anos. Em comum, a combinação de juros elevados, dificuldade de financiamento e revisões nas projeções de caixa tem provocado cortes de dividendos e fortes quedas nas cotas de alguns FIIs. Nos últimos dias, fundos como MFII11 (Merito Desenvolvimento Imobiliario), VGHF11 (Valora Hedge Fund), CACR11 (Cartesia Recebiveis), BBIG11 (BB Premium Malls) e LIFE11 (Life Capital) e RPRI11 (RBR Premium Recebiveis) figuraram entre as maiores baixas do mercado, em um movimento que, segundo analistas, reflete tanto problemas específicos dos ativos quanto um ambiente macroeconômico desfavorável para operações mais alavancadas. Leia também: FIIs despencam até 40% após redução nos dividendos Para Otmar Schneider, analista de fundos imobiliários da Nord, a Selic elevada altera completamente a dinâmica do mercado de crédito, tornando mais difícil a sobrevivência de operações com maior risco. “Quando a gente tem juros muito elevados, as primeiras operações que dão problema são justamente as de maior risco de crédito. Esse não é o momento para estar muito endividado, porque o custo da dívida está muito alto”, afirma. Segundo ele, enquanto empresas com melhor perfil conseguem captar recursos pagando taxas próximas de 15% ou 16% ao ano, companhias com maior risco enfrentam custos que podem chegar a 20%, reduzindo significativamente a viabilidade econômica de projetos. Leia Mais: Calendário dos FIIs em agosto reúne dezenas de pagamentos; confira os dividendos Desenvolvimento e alavancagem sofrem mais com Selic elevada Segundo Schneider, os fundos de desenvolvimento estão entre os mais vulneráveis ao atual cenário porque dependem diretamente da venda de imóveis e da obtenção de financiamento pelos compradores. “Muitas pessoas começaram a comprar imóveis quando a taxa de juros era baixa. Agora, quando precisam contratar o financiamento definitivo, a prestação ficou muito mais cara e já não cabe no orçamento”, explica. Sem a entrada esperada de recursos, os empreendimentos acabam enfrentando dificuldades de caixa justamente em um momento em que emitir novas dívidas se tornou mais caro. Continua depois da publicidade “O aumento dos juros é péssimo para operações de maior risco. Fundos de desenvolvimento, high yield e estruturas mais alavancadas acabam sofrendo muito mais”, resume. Por esse motivo, a Nord afirma que atualmente não mantém fundos de desenvolvimento, agro ou operações high yield em sua carteira recomendada. “Nesse momento de mercado é muito melhor estar em fundos sem alavancagem ou em fundos de CRI high grade. Os ativos de maior risco costumam funcionar melhor quando os juros estão baixos e a economia cresce.” Cortes de dividendos explicam reação do mercado Para Alexandre Pletes, head de renda variável da Faz Capital, boa parte das quedas recentes foi desencadeada pela redução dos dividendos distribuídos aos cotistas. Continua depois da publicidade O caso mais emblemático foi o MFII11, que revisou para baixo suas projeções de geração de caixa para 2026 e 2027 após adotar premissas mais conservadoras para alguns projetos e enfrentar entraves burocráticos em empreendimentos relevantes. “O MFII reduziu os dividendos e revisou as projeções de caixa para baixo. Com isso, não tem como segurar o mercado”, diz Pletes. A gestora anunciou dividendos de R$ 0,30 por cota para os meses de julho, agosto e setembro. Segundo ele, o VGHF11 também sofreu pressão após reduzir os rendimentos mensais, ainda que o corte tenha sido relativamente pequeno. “O investidor de fundo imobiliário busca estabilidade e previsibilidade. Quando essa previsibilidade diminui, muitos acabam reduzindo posição, e a cota sente esse movimento.” Continua depois da publicidade Cada fundo tem um gatilho diferente De acordo com Pletes, embora o cenário macro explique parte das perdas, cada fundo apresentou um fator específico que acelerou a reação negativa do mercado. No CACR11, por exemplo, a suspensão dos dividendos iniciada em abril teve papel decisivo.”A principal razão (suspensão) foi preservar caixa para conseguir fazer frente às obrigações do fundo.” Já o BBIG11 também foi penalizado pela redução dos proventos. “É um mercado muito atrelado ao pagamento de dividendos. Quando os rendimentos diminuem, automaticamente a cota acaba cedendo”, repete Pletes. Continua depois da publicidade No caso do LIFE11, Pletes afirma que a queda não foi motivada por um fato relevante específico divulgado pelo fundo, mas sim pela percepção de risco do mercado em relação aos FIIs de desenvolvimento. “Aqui foi mais um momento de mercado. O LIFE é um fundo de desenvolvimento e atua em uma região diferente, no Paraná. Não vi nenhum fato relevante ou guidance que justificasse a queda. Foi mais uma estratégia dos cotistas, com receio da região, do tamanho do fundo e da forma como o crédito é estruturado”, explica. Por sua vez, o RPRI11 informou que não fará a distribuição de rendimentos referentes a julho de 2026 após reconhecer uma provisão para perda de R$ 5,9 milhões, equivalente a R$ 1,70 por cota. Segundo a gestora, a provisão corresponde a 25% do valor de curva de um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) da carteira e foi motivada pela deterioração das condições de um empreendimento residencial na Vila Mariana, em São Paulo. Entre os fatores apontados estão o avanço abaixo do esperado das obras, aumento dos custos de construção e a revisão para baixo dos preços de venda das unidades. “O ambiente de negócio também não está muito simples.E aí, na minha percepção, foi mais por isso. Esse mercado acaba priorizando carteiras que têm uma previsibilidade melhor de fluxo de caixa”, diz Pletes. Leia Mais: A hora dos FIIs de tijolo? Gestores veem ativos baratos e fundamentos mais fortes