VGHF11
Fundos ImobiliáriosValora Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 36771692000119
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Sobre a VGHF11
O VALORA HEDGE FII (VGHF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Definida.
Dividendos
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IFIX fecha sexta-feira estável aos 3.800 pontos, mas acumula queda na semana O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX), principal termômetro dos FIIs na B3, encerrou a sexta-feira (19) aos 3.800,08 pontos, praticamente estável, com leve alta de 0,01% sobre o fechamento anterior. Na comparação com a sexta-feira anterior (12), quando marcou 3.814,03 pontos, o índice acumulou recuo de 13,95 pontos, equivalente a uma queda de aproximadamente 0,37% na semana. Ao longo do pregão, o indicador oscilou em faixa estreita: a mínima foi de 3.798,57 pontos e a máxima atingiu 3.807,49 pontos. Apesar de ter operado em níveis mais altos durante a sessão, terminou o dia próximo da estabilidade. No horizonte de 52 semanas, o IFIX segue acima da mínima de 3.402,09 pontos registrada no período e abaixo da máxima de 3.944,38 pontos. IFIX fecha estável no dia O desempenho diário refletiu um mercado de FIIs sem grandes direções na B3. Mesmo com a oscilação intradiária entre 3.798,57 e 3.807,49 pontos, o fechamento em 3.800,08 pontos manteve o índice praticamente inalterado. Na semana, o recuo de 0,37% consolidou a perda frente aos 3.814,03 pontos vistos na sexta-feira (12). O movimento não alterou a fotografia de médio prazo: o patamar atual permanece distante tanto da mínima de 3.402,09 pontos quanto da máxima de 3.944,38 pontos observadas nas últimas 52 semanas. Altas e baixas do pregão Entre os destaques positivos, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) registrou a maior valorização do dia, alta de 5,79%, encerrando cotado a R$ 25,15. Na sequência, o ARRI11 (Átrio REIT Recebíveis Imobiliários) avançou 2,82% e fechou a R$ 4,76. Do lado negativo, o VGRI11 (Valora Renda Imobiliária FII Recebíveis) recuou 2,71%, encerrando a sessão a R$ 5,39. Já o XPLG11 (XP Log) caiu 2,68% e terminou o pregão negociado a R$ 91,70. FIIs mais negociados no dia Entre os fundos com maior giro financeiro, o CPTS11 (Capitania Securities II) terminou cotado a R$ 7,30, em alta de 0,14%, movimentando R$ 1,97 milhão. O GGRC11 (GGR Covepi Renda) fechou a R$ 9,85, queda de 1,01%, com volume de R$ 1,92 milhão. O MXRF11 (Maxi Renda) avançou 0,62% e encerrou a R$ 9,75, com R$ 1,6 milhão em negócios. O GARE11 (Guardian Logística) subiu 0,12% para R$ 8,15, somando R$ 1,07 milhão em volume. Por fim, o HGBS11 (Hedge Brasil Shopping) fechou a R$ 19,35, queda de 0,97%, com volume de R$ 773,13 mil em negócios.
16 FIIs entregam dividendos acima do CDI após queda da Selic a 14,25%; veja lista
Levantamento filtra fundos com retorno total positivo nos últimos 12 meses; papel domina a lista, mas três fundos de shoppings também aparecem Publicidade Em uma Super Quarta que reuniu as duas maiores decisões de política monetária do mundo, o Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual para 14,25% ao ano, enquanto o Federal Reserve manteve os juros americanos inalterados. Com o CDI recuando para cerca de 14,10% ao ano, os fundos imobiliários precisam distribuir cada vez mais para superar a renda fixa. Levantamento do InfoMoney com dados da Economatica identificou 16 FIIs com dividend yield acima desse patamar que também registraram retorno total positivo nos últimos 12 meses. O estudo considerou fundos do Ifix e calculou o dividend yield com base nos proventos distribuídos nos últimos 12 meses sobre o preço da cota de um ano atrás. A lista é formada majoritariamente por fundos de papel, que se beneficiam diretamente do patamar ainda elevado da Selic. Ainda assim, três fundos de tijolo são destaque, todos do segmento de shoppings, que tem mostrado resiliência operacional, com vacância baixa e crescimento de vendas. Com o início do ciclo de cortes, esse segmento tende a ganhar fôlego adicional, já que fundos de tijolo costumam se beneficiar mais da queda dos juros. Guia gratuito Onde Investir no 2º semestre Baixe agora! É importante lembrar que o dividend yield é apenas o ponto de partida. Para os fundos de papel indexados ao CDI, o corte da Selic tende a comprimir os rendimentos ao longo do tempo. Consistência das distribuições, qualidade da carteira de ativos, nível de alavancagem e sensibilidade ao ciclo de juros definem o quanto o investidor consegue transformar o DY nominal em renda efetiva e previsível ao longo do tempo. Leia também: 10 ações de dividendos ainda batem o CDI com Selic a 14,25% ao ano Fundo DY 12 meses Retorno 12 meses Tipo Ourinvest JPP (OUJP11) 16,72% +10,81% Papel Riza Akin (RZAK11) 16,59% +17,57% Papel Gazit Malls (GZIT11) 16,50% +2,59% Tijolo BTG Pactual Shoppings (BPML11) 16,43% +28,47% Tijolo Valora CRI CDI (VGIR11) 16,31% +20,64% Papel Kilima Volkano (KIVO11) 16,25% +3,13% Papel Mauá Capital Real Estate (MCRE11) 15,62% +22,57% Papel Manatí Capital Hedge (MANA11) 15,41% +24,19% Papel Cyrela Crédito (CYCR11) 15,39% +15,39% Papel Fator Veritá (VRTM11) 15,10% +13,95% Papel Riza Arctium (RZAT11) 14,97% +22,69% Papel RBR Crédito Imobiliário (RBRY11) 14,95% +11,89% Papel Capitânia Shoppings (CPSH11) 14,79% +17,93% Tijolo Capitânia Securities (CPTS11) 14,70% +15,02% Papel Kinea Unique HY CDI (KNUQ11) 14,62% +16,26% Papel Banestes CRI (BCRI11) 14,60% +1,60% Papel Fonte: Economatica. Levantamento considera fundos do Ifix com retorno total positivo nos últimos 12 meses. DY calculado com base nos proventos distribuídos nos últimos 12 meses sobre a cotação de 12 meses atrás (preço inicial). Para uma projeção mais conservadora, o investidor deve considerar o DY sobre o preço atual da cota. Data de referência: 17/06/2026 Os destaques O BTG Pactual Shoppings (BPML11) entrega o maior retorno total entre os 16 fundos, com alta de 28,47% em 12 meses. Parte relevante desse desempenho veio de distribuições não recorrentes atreladas à venda do Shopping Capim Dourado, em 2025. A distribuição ordinária do fundo gira em torno de R$ 0,92 por cota por mês, com DY recorrente anualizado de aproximadamente 11,5% sobre o preço atual. O Capitânia Shoppings (CPSH11), terceiro fundo de tijolo da lista, confirmou guidance de R$ 0,11 por cota ao mês pelo menos até novembro de 2027, com portfólio de shoppings operando perto de 98% de ocupação. Vale a ressalva, porém, de que esse valor sobre o preço atual da cota representa yield anualizado de cerca de 13,3%, já abaixo do CDI: o fundo aparece na lista porque o cálculo considera o preço da cota de um ano atrás, mais baixo. A novidade mais expressiva da lista é o Manatí Capital Hedge Fund (MANA11), fundo que encerrou 2025 como o maior pagador de proventos entre os chamados hedge funds imobiliários, acumulando cerca de R$ 1,30 por cota no ano, e atraiu quase 138% mais cotistas em 12 meses. O diferencial do fundo está no crédito estruturado, que representa entre 60% e 70% da carteira. O Mauá Capital Real Estate (MCRE11), também multiestratégia, adota abordagem mais conservadora, com distribuição mensal estabilizada em torno de R$0,11 por cota e retorno total de 22,57% no período. Continua depois da publicidade O Valora CRI CDI (VGIR11), que mantém quase a totalidade da carteira indexada ao CDI, segue na lista, mas seu DY tende a cair progressivamente à medida que a Selic recua. Com o novo corte, a tendência de compressão dos proventos se reforça. O Riza Akin (RZAK11), com alavancagem acima do patrimônio líquido via operações compromissadas, mantém distribuições elevadas, mas o modelo implica risco adicional que o investidor deve considerar.