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Ibovespa valoriza impulsionado por cenário macroeconômico brasileiro e preços do petróleo
O Ibovespa teve valorização de 0,76% nesta sexta-feira, 26, avançando para os 173,2 mil pontos. Os movimentos da semana foram influenciados principalmente por fatores domésticos, como o tom dovish (leve) da ata do Copom referente à última reunião, o IPCA-15 — prévia oficial da inflação no Brasil — de junho, que veio mais baixo do que o esperado pelo mercado, e o relatório de política monetária divulgado pelo Banco Central. “Os três fatores trouxeram alívio para as curvas de juros, o que é sempre importante para o mercado de renda variável”, explica Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos. Segundo o especialista, o alívio na curva de juros globais, que também favorece a bolsa de valores brasileira, acontece devido ao recuo no preço do barril de petróleo brent, que cai a 73 dólares, perto do valor pré-conflito no Oriente Médio. As negociações entre Estados Unidos e Irã trazem também um pouco mais de apetite ao risco por parte dos investidores, sobretudo para mercados emergentes. Esses cenários externo e doméstico influenciam na leve baixa do dólar, que encerrou o pregão aos 5,16 reais hoje. Já entre as ações de peso no principal índice da B3, os bancos o acompanharam e operaram no positivo. O Bradesco (BBDC4) liderou os ganhos, com alta de 1,70%, seguido pelo Banco do Brasil (BBAS3), que avançou 1,45%. O Itaú (ITUB4) subiu 1,29%, enquanto o Santander (SANB11) fechou em alta de 0,57%. Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise no programa Mercado:
Marco na Conectividade de Dados dos Mercados de Capitais entre China e Bra
Xangai, 24 de junho de 2026 — A Wind Information realizou hoje a Cerimônia de Testemunho da Cooperação para a Conectividade de Dados dos Mercados de Capitais China-Brasil. Feng LU, Presidente do Conselho da Wind Information, reuniu-se com o Ministro da Fazenda do Brasil, Dario Carnevalli Durigan, e as duas partes anunciaram conjuntamente o lançamento oficial, no Wind Financial Terminal, dos dados de ações e índices em tempo real de Nível I da bolsa de valores brasileira (B3), juntamente com dados de referência aprofundados que abrangem ações individuais, títulos e fundos — alcançando cobertura abrangente dos dados do mercado de capitais brasileiro. Com efeito imediato, os investidores chineses podem acessar os dados do mercado de capitais brasileiro por meio do Wind Financial Terminal com um único clique, marcando um novo marco na conectividade dos mercados de capitais entre China e Brasil. Ministro Durigan (terceiro à direita), Presidente Lu Feng (terceiro à esquerda) e demais convidados posam para uma foto coletiva. O Ministro Durigan liderou uma delegação de alto nível à Wind Information para participar da Cerimônia de Testemunho e das conversações bilaterais. O evento foi a primeira atividade oficial da visita do Ministro Durigan à China, entre 24 e 26 de junho, ressaltando o forte compromisso do governo brasileiro com a conectividade de dados financeiros China-Brasil. Durante as conversações, as duas partes mantiveram intercâmbios aprofundados sobre a ampliação da cooperação em informação financeira e o aprofundamento da colaboração de dados no âmbito do BRICS, e chegaram a um consenso sobre o estabelecimento de um mecanismo regular de comunicação. Representantes da B3, da China Universal Asset Management e da E Fund Management também participaram das discussões. Aprofundando a Cooperação Prática no BRICS e Fortalecendo a Conectividade Transfronteiriça de Informações Esta cooperação é uma iniciativa estratégica da China e do Brasil para promover conjuntamente a conectividade da infraestrutura financeira e construir uma colaboração financeira multilateral. À medida que os laços econômicos e comerciais bilaterais continuam a se aprofundar, a conectividade da infraestrutura financeira tornou-se um elo fundamental na cooperação entre os dois países. Construída sobre o Wind Financial Terminal, a expansão de canais de informação transfronteiriços e multiativos é um resultado prático do aprofundamento da cooperação no BRICS e da concretização do consenso de desenvolvimento compartilhado da Parceria Estratégica Abrangente China-Brasil. Ela valoriza plenamente o papel de ponte de um provedor local de serviços de informação financeira, melhora de forma significativa a eficiência dos fluxos transfronteiriços de informação financeira entre China e Brasil e oferece apoio importante para o aprofundamento da cooperação nos mercados de capitais China-Brasil, servindo ao desenvolvimento de alta qualidade da economia real e à construção de uma relação econômica mutuamente benéfica. Interface do painel de visão geral do mercado acionário brasileiro. Acesso Direto à Maior Bolsa da América Latina, Destravando Oportunidades em Mercados Emergentes Durante anos, os investidores chineses que pesquisavam o mercado de capitais brasileiro enfrentaram gargalos práticos: acesso atrasado aos dados, informações fragmentadas e disponibilidade limitada de dados de referência aprofundados. Os dados de mercado em tempo real da B3 e os conjuntos de dados aprofundados agora disponíveis no Wind Financial Terminal abordam diretamente essas barreiras transfronteiriças de informação. O lançamento oferece dados de mercado em tempo real de Nível I de categoria completa, abrangendo ações e índices, juntamente com dados de referência aprofundados que incluem demonstrações financeiras de empresas, movimentos históricos de preços, informações de governança corporativa e divulgações — proporcionando uma cobertura integrada, desde “visualizar cotações de mercado” até “realizar pesquisa de investimento”. A B3 está fortemente concentrada nos setores de consumo, financeiro e de commodities, que também estão entre as áreas industriais mais estreitamente ligadas à cooperação comercial e econômica entre China e Brasil. O acesso em tempo real significa que os investidores chineses podem avaliar imediatamente como as ações brasileiras reagem aos movimentos dos preços internacionais de commodities, às taxas de câmbio e aos acontecimentos geopolíticos e de políticas, permitindo julgamentos mais precisos sobre as tendências de precificação de ativos globais, como produtos agrícolas, minério de ferro e petróleo. De uma perspectiva mais ampla, a abertura desse canal direto de informação não apenas reduz os custos de busca de informação para os investidores, mas também melhora significativamente a eficiência de precificação e a qualidade da tomada de decisão dos participantes do mercado chinês nos mercados latino-americanos. Isso marca a extensão da cooperação financeira China-Brasil do nível das políticas macroeconômicas para as ferramentas de negociação e pesquisa em nível micro, fornecendo apoio digital tangível e prático para a abertura bidirecional dos mercados de capitais dos dois países. Representantes de Alto Nível Testemunham um Novo Capítulo na Cooperação Financeira China-Brasil Ministro Durigan faz um pronunciamento. Presidente Lu Feng faz um pronunciamento. Feng LU, Presidente do Conselho da Wind Information, afirmou: “O lançamento oficial, hoje, dos dados do mercado de capitais brasileiro no Wind Financial Terminal é um passo importante na conectividade de informações dos mercados de capitais China-Brasil. Como um provedor líder de serviços de informação e dados financeiros na China, a Wind Information há muito está comprometida com a construção de uma infraestrutura global de dados financeiros e com o fornecimento, a instituições financeiras, empresas e investidores profissionais, de informações de mercado oportunas, precisas e abrangentes. A Wind Information estabeleceu sistemas de dados para os principais mercados de capitais globais, abrangendo 46 países, incluindo China, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Japão, Coreia do Sul e Índia, oferecendo forte apoio às instituições financeiras chinesas em pesquisa, investimento, negociação e alocação de ativos em escala global. O Brasil é a maior economia da América Latina e um dos mercados de capitais emergentes mais dinâmicos do mundo. O lançamento dos dados do mercado de capitais brasileiro fortalece ainda mais a rede global de dados da Wind Information e marca seu primeiro passo no mercado latino-americano. Também proporcionará aos investidores chineses um acesso mais conveniente, eficiente e profissional às informações do mercado brasileiro, ajudando as instituições a compreender e capturar melhor as oportunidades de desenvolvimento na América Latina. Olhando para o futuro, a Wind Information continuará a aprofundar o desenvolvimento de seus dados no Brasil e na América Latina, enriquecer dados em múltiplos níveis abrangendo macroeconomia, setores, renda fixa, fundos e investimento transfronteiriço, aprimorar seus produtos e serviços e construir uma plataforma de serviços de informação mais aberta, eficiente e profissional para instituições financeiras, investidores e empresas de ambos os países, contribuindo ainda mais para o intercâmbio e a cooperação nos mercados de capitais China-Brasil.” Luís Massagão, Vice-Presidente de Produtos e Clientes da B3, declarou: “O mercado brasileiro atrai cada vez mais o interesse de investidores internacionais, especialmente em áreas relacionadas a commodities, infraestrutura, energia e agronegócio. Conectar os dados da B3 à plataforma mais utilizada na China ajuda a aproximar os mercados brasileiro e chinês, facilita a participação dos investidores chineses no mercado de capitais do Brasil e abre um canal importante para o fluxo de capital estrangeiro para o Brasil.” Como uma plataforma de informação e análise que abrange os mercados financeiros e empresariais globais, o Wind Financial Terminal foi pioneiro em alcançar a cobertura abrangente dos dados do mercado de capitais brasileiro. Isso marca a extensão da cooperação financeira China-Brasil, da liquidação comercial e da conectividade de ETFs para a infraestrutura de informação financeira, elevando a colaboração financeira bilateral a um novo patamar.
Novo ETF da B3 aposta na corrida por terras raras; veja como funciona o RARA11
A B3 recebe, nesta sexta-feira (26), um novo fundo de índice que promete alegrar os investidores que estão de olho no futuro. O RARA11 é um ETF que reúne ações de empresas que estão expostas a terras raras e metais estratégicos. O ativo chega à bolsa por meio da criação da Investo, que tem criado diversos ETFs inovadores nos últimos meses. O fundo ganha ainda mais relevância neste momento em que há uma disputa global pela liderança desse segmento, motivada pela inteligência artificial. "Quando a gente olha para os próximos 10, 20, 30 anos, vamos depender cada vez mais desses minerais por tudo que vai existir no mundo físico, com tecnologia. Estamos só no começo", diz Cauê Mançanares, CEO da Investo, em entrevista ao NeoFeed. "[O investidor] não precisa ficar adivinhando qual país vai tomar a dianteira. Se forem os Estados Unidos, se for a China, se for a Austrália, você está exposto a essa cadeia", diz. Leia mais: Axia (AXIA3) anuncia 1º data center da Amazônia com investimento de R$ 250 mi O ETF brasileiro replica o movimento do índice REMX, da gestora VanEck, que acumula um patrimônio de US$ 3 bilhões. O produto conta com taxa de administração de 0,5% ao ano e é rebalanceado a cada três meses. Para compor o indicador, as empresas precisam ter pelo menos metade de sua receita oriunda de terras raras. No total, são 30 companhias na carteira, divididas entre vários países e continentes. O maior peso vem da Pilbara Minerals, que tem mais de 8% de participação no indicador. O Brasil está presente com 2% da carteira do ETF. Segundo dados da VanEck, no acumulado deste ano, o ETF original acumula valorização de 21,5%. Nos Estados Unidos, cada unidade é negociada por cerca de US$ 89, embora ainda não haja um valor fixado para a versão brasileira. Criado em 2010, o índice aposta em um grupo de dezenas de elementos químicos que são usados para a fabricação de componentes eletrônicos e softwares. Veículos elétricos, dispositivos eletrônicos e outros materiais estratégicos necessitam desses itens para serem construídos. "Foi uma demanda que começou surgindo de uma mensagem despretensiosa em nossos canais de comunicação. Depois que a gente viu que a demanda foi super recorrente e que fazia sentido estrategicamente, a gente entendeu que isso seria o melhor produto para o cliente", finalizou Alessandra Gontijo, COO da Investo.