TU

TUPY3

Consumo Cíclico

Tupy S.A.

CNPJ: 84683374000300

Preço Atual
R$ 14,55
+5.97%
Abertura
R$ 13,73
Fec. Ant: R$ 14,38
Variação Dia
Min: R$ 13,60
Max: R$ 14,55
52 Semanas
Mín: R$ 10,59
Máx: R$ 18,72
Volume
1.002.500
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Earning Yield
0.00%
Enterprise Value
R$ 1,82 Bi
Valor de Mercado
R$ 1,82 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a TUPY3

Setor
Consumo Cíclico
Indústria
Material Rodoviário
Funcionários
2.500
Market Cap
R$ 1,82 Bi
Descrição do Negócio

Tupy S.A. é uma empresa brasileira fabricante de componentes automotivos, especializada na produção de peças fundidas e usinadas para a indústria automotiva. Fundada em 1938, a Tupy é uma das principais fabricantes de componentes automotivos do Brasil, operando com tecnologia avançada e padrões internacionais de qualidade. A companhia produz componentes para motores, transmissões, suspensões e outros sistemas automotivos, atendendo mercados doméstico e internacional. A Tupy é um importante player na indústria automotiva brasileira, operando com foco em inovação e qualidade de seus produtos. Com receita anual superior a R$ 2 bilhões, a companhia é uma das maiores fabricantes de componentes automotivos do Brasil e exporta seus produtos para diversos países. A empresa está comprometida com inovação tecnológica, sustentabilidade ambiental e qualidade de seus componentes automotivos.

Dividendos

JCP R$ 1,3413
Pagamento: 15/01/2025
JCP R$ 1,3923
Pagamento: 15/01/2025
DIVIDENDO R$ 0,1535
Pagamento: 30/10/2024
JCP R$ 0,2554
Pagamento: 30/07/2024
JCP R$ 0,2630
Pagamento: 26/03/2024
JCP R$ 0,2873
Pagamento: 17/10/2023
DIVIDENDO R$ 0,4541
Pagamento: 17/10/2023
JCP R$ 0,2268
Pagamento: 04/04/2023
JCP R$ 0,2249
Pagamento: 31/10/2022
JCP R$ 0,1537
Pagamento: 27/01/2022

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Menos juros e fim de uma guerra costumam ser uma combinação positiva para o mercado de ações. Nesta semana, os investidores receberam justamente essas duas notícias: o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros, a Selic, para 14,25% ao ano e Estados Unidos e Irã anunciaram um acordo para encerrar o conflito que vinha pressionando o mercado de petróleo há quatro meses. Ainda assim, o alívio não foi suficiente para mudar de forma relevante a percepção sobre como ficam os investimentos na bolsa de valores local. Para analistas consultados pela EXAME, os juros continuam em patamar restritivo e os riscos domésticos seguem pesando mais do que as boas notícias vindas do Banco Central do Brasil e do Oriente Médio. Na prática, juros menores tendem a tornar aplicações conservadoras um pouco menos atrativas e favorecem os investimentos em ações e empresas mais dependentes de crédito e atividade econômica. Mas o corte de 0,25 ponto percentual, anunciado nesta quarta-feira, 17, foi considerado "pequeno" e, sozinho, ele não deve alterar significativamente o cenário para os investidores. "O efeito é positivo para quem investe em ações, mas estamos falando de uma queda muito pequena. Você sai de 14,5% para 14,25%. Ainda são juros muito altos", afirma Renato Reis, analista da Blue3 Investimentos. Fernando Siqueira, head de Research da Eleven Financial, avalia que o seria positivo neste momento é o Copom sinalizar que pode continuar reduzindo os juros por mais tempo. "Do lado negativo, sinalizar que foi o último corte seria mal recebido". A mesma avaliação é compartilhada por Nícolas Mérola, analista da EQI Research. Segundo o especialista, o mercado está mais atento ao que vem pela frente do que ao corte em si. "Esse corte tem um viés diferente dos demais, porque pode marcar uma pausa no ciclo. Para as ações, ele é residual. Um alívio verdadeiro para as companhias viria apenas com um ciclo maior, mais longo ou mais profundo de redução dos juros", afirma. Mérola acrescenta que, caso o Banco Central indique que pretende interromper os cortes em 14,25%, o benefício esperado para empresas mais endividadas ou de menor capitalização pode acabar sendo adiado. O que muda para quem já investe em ações Mesmo sem provocar uma transformação imediata, a queda dos juros melhora o ambiente para a bolsa. Com crédito mais barato, empresas tendem a enfrentar menores despesas financeiras e encontram condições mais favoráveis para crescer. Além disso, juros menores costumam estimular a atividade econômica e aumentar o interesse por ativos de risco. "Você tem uma atividade econômica maior, que ajuda no crescimento das empresas. Também existe uma menor atratividade da renda fixa e um ambiente melhor para as companhias em cenários de juros menores", diz Reis. O analista ressalta, porém, que a relação não é automática. "Não é simplesmente juros caiu e bolsa sobe. Existem outras variáveis importantes, como inflação, estabilidade política, cenário fiscal e o ambiente internacional." A decisão do Copom nesta quarta ocorreu a poucos dias do anúncio de um acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã, no domingo, 14, para encerrar o conflito iniciado em fevereiro e reabrir o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. O entendimento, que deve ser formalizado na sexta, 19, reduziu temores sobre interrupções no fornecimento global de petróleo e provocou queda nas cotações da commodity. Para os investidores, isso pode ter um efeito indireto importante. "Acabando a guerra, o petróleo cai. Com o petróleo caindo, a inflação também tende a cair. E uma inflação menor permite que os juros caiam mais. Isso cria um ciclo virtuoso para a bolsa", afirma Reis. "O fim do conflito, a queda do petróleo e uma valorização do real indicariam que os juros poderiam cair mais à frente. 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"Empresas muito alavancadas sentem bastante a queda dos juros porque passam a ter menor despesa financeira. Construção civil e indústria são os setores mais impactados positivamente", afirma Reis. O analista cita empresas como Empresas como Simpar, Movida, Assaí, Cury, Cyrela, Eztec, Randon e Tupy estão entre os exemplos de companhias mais sensíveis à trajetória dos juros. Já Mérola destaca que, enquanto a Selic permanecer em níveis elevados, os setores mais resilientes continuam sendo os mais bem posicionados. "Mineração, saneamento e energia elétrica seguem entre os vencedores porque são menos afetados pelos juros restritivos e possuem melhores condições de financiamento", afirma. "Ainda não acreditamos que seja o melhor momento para se expor às empresas puramente domésticas pois mesmo que tenhamos tido algum nível de corte de juros, ele está aquém de causar um alívio grande o suficiente para beneficiar essas empresas. 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Para o nível de risco que eu quero correr, o certo é ter 90% em renda fixa e 10% em bolsa. [O correto] é você ir rebalanceando", complementa o analista da Blue3. Siqueira também recomenda cautela e a manuteção de uma carteira mais conservadora. "Nossa visão é que vale a pena misturar empresas grandes, pagadoras de dividendos e exportadoras, características que historicamente tiveram desempenho melhor em momentos de juros altos, crescimento baixo e maior incerteza", disse o head de Research da Eleven.