TIMS3
TelecomunicaçõesTIM S.A.
CNPJ: 02421421000111
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 23.833,89 Mi | R$ 21.530,80 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 12.337,46 Mi | R$ 10.874,82 Mi |
| EBITDA | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 4.717,30 Mi | R$ 3.159,92 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 2.837,42 Mi | R$ 1.670,76 Mi |
Sobre a TIMS3
A TIM S.A. é uma operadora brasileira de telecomunicações, com foco em serviços móveis de voz e dados para clientes de varejo e corporativos. A companhia também atua com conectividade fixa em mercados selecionados e produtos digitais associados à sua base de assinantes. A operação brasileira foi fundada em 1995 e é controlada por grupo internacional do setor de telecomunicações. A empresa expandiu cobertura nacional ao longo das últimas décadas e participa do processo de evolução tecnológica da indústria, incluindo redes de quarta e quinta gerações. Listada na B3, a TIM combina receita de planos pós-pagos e pré-pagos, venda de serviços de dados e ofertas convergentes. Sua estratégia comercial inclui eficiência de rede, monetização de base de clientes e serviços digitais complementares.
Dividendos
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A seleção brasileira desencantou na Copa do Mundo de 2026 com a vitória de hoje sobre o Haiti e, apesar de não ter uma atuação brilhante, ganha um período de alívio para a sequência da competição. Na saída do campo, o técnico Carlo Ancelotti considerou positiva a atuação da equipe. O time jogou melhor em relação à primeira partida, com mais qualidade, mais intensidade, acertado na frente. Melhoramos hoje, mas temos que melhorar mais no próximo jogo Ancelotti. Diante do Haiti, o Brasil teve dois tempos distintos. Na metade inicial, marcou três gols - dois de Matheus Cunha e um de Vinícius Júnior - e praticamente decidiu o confronto. Na etapa final, a equipe ficou devendo uma intensidade maior. Ainda assim, Ancelotti considera que a seleção poderia ter vencido por uma diferença maior, levando em conta a anulação de dois gols por impedimento.
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Filadélfia A seleção brasileira cumpriu seu papel, na noite de sexta-feira (19), e conquistou uma vitória muito tranquila sobre o Haiti. Diante de um adversário que jamais pontuou na história da Copa do Mundo, impôs sua evidente superioridade técnica para triunfar por 3 a 0, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, placar definido ainda no primeiro tempo. Em busca de seu primeiro título mundial em 24 anos, a equipe verde-amarela de futebol busca o sucesso que os atletas do Brasil vêm obtendo no surfe, com oito dos últimos 11 troféus no circuito masculino. E foi subindo em uma prancha imaginária que Matheus Cunha celebrou as duas primeiras bolas na rede. Amigo de Italo Ferreira –campeão olímpico e mundial no mar–, o meia-atacante foi uma das apostas de Carlo Ancelotti após o decepcionante empate com Marrocos na estreia. O camisa 9 teve ótimo desempenho em uma jornada na qual também marcou Vinicius Junior. A má notícia foi a saída de Raphinha por lesão. Matheus Cunha e Vinicius Junior celebram segundo gol do Brasil contra o Haiti, na Filadélfia, como se estivessem em pranchas de surfe - Mauro Pimentel/AFP Com a goleada, a equipe canarinho chegou aos quatro pontos e assumiu a liderança do Grupo C da Copa, com dois gols de vantagem sobre Marrocos –que fez 1 a 0 na Escócia. Na rodada final da chave, na próxima quarta (24), o Brasil enfrentará a Escócia, em Miami Gardens, e Marrocos terá pela frente o Haiti, em Atlanta. Diante do Haiti, 83º colocado no ranking da Fifa (Federação Internacional de Futebol), além de Cunha, ganhou uma chance entre os titulares o lateral direito Danilo. Dessa forma, foram para o banco Ibañez e Igor Thiago, mudanças que deram maior mobilidade à equipe em relação ao que foi visto no último sábado (13). Não surpreendeu a formação defensiva adotada pelos haitianos, com uma linha de cinco marcadores apoiada por outra de quatro. Porém o técnico Sebastién Migné gosta de atuar com essas linhas adiantadas, e Ancelotti soube tirar proveito do posicionamento, o que ajudou a deixar o triunfo praticamente garantido ainda no primeiro tempo. Copa 2026 A newsletter da Folha com o que você precisa saber sobre o Mundial Carregando... Sem nenhum jogador enfiado na área, o Brasil escolheu povoar o meio de campo, deixando os zagueiros centrais do Haiti sem função. Quando eles avançavam à procura de alguém para caçar perto da linha do meio-campo, abria-se o espaço para bolas longas que buscavam Raphinha e Vinicius Junior às suas costas –Raphinha chegou a marcar, lance anulado por impedimento. Mas foi em roubadas de bola que a vitória começou a ser construída. Aos 23 minutos, Matheus Cunha conseguiu desarme no meio-campo. A bola passou por Bruno Guimarães e chegou a Vinicius Junior, que encarou a marcação. O goleiro Placide deu rebote no chute do camisa 7, e Cunha apareceu para aproveitá-lo. O paraibano surfou pela primeira vez no Lincoln Financial Field, acompanhado por alguns de seus colegas, e não demoraria e pegar mais uma onda. Aos 36, foi Paquetá quem fez o desarme. Vinicius Junior conduziu bem o contra-ataque pelo meio e deixou Cunha na cara de Placide para o segundo gol. Àquela altura, Raphinha já dava sinais de desconforto, aparentemente com dores na coxa direita. Substituído por Rayan aos 40, viu do banco de reservas dar resultado a bola longa, nas costas dos defensores. Vinicius Junior recebeu o lançamento preciso de Paquetá –que fez bom jogo, após péssima estreia– e bateu na saída do arqueiro. "A gente é raiz, a gente é feliz" era a música tocada no estádio, na voz da cantora Ludmilla, com a torcida verde-amarela em festa. A partida estava efetivamente decidida, e, para efeito de tabela, passou a valer só pelo saldo de gols, que tem boa possibilidade de definir o primeiro colocado da chave. A seleção voltou do intervalo em ritmo um pouco mais lento e chegou a oferecer uma oportunidade para o Haiti: Alisson fez boa defesa em cabeceio de Ricardo Adé, Danilo afastou. Então, aos 19 minutos, Ancelotti resolveu dar novo gás ao ataque, com as entradas de Endrick e Martinelli nos lugares de Cunha e Paquetá. "Aleluia, c…!", berrou um torcedor no setor oeste da arena, para risos daquele ao seu redor. Ele vibrava com a presença de Endrick, que chegou a levar o público brevemente ao delírio, em gol anulado por impedimento. Ainda foram acionados Danilo Santos e Éderson, sem porém que o placar voltasse a ser movimentado. "O time jogou de maneira melhor no primeiro tempo, com mais intensidade de jogo, mais qualidade na frente. Os atletas fizeram boas combinações no ataque durante a partida. Fizemos cinco gols, mas anularam dois", disse Ancelotti, que agora começa a preparar a equipe para o duelo com a Escócia. "Melhoramos hoje e precisamos melhorar no próximo jogo." Ficha técnica BRASIL 3x0 HAITI (Copa do Mundo - Grupo C) BRASIL Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães (Éderson Santos), Lucas Paquetá (Gabriel Martinelli); Raphinha (Rayan), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Junior (Danilo Santos) Técnico: Carlo Ancelotti HAITI Johny Placide; Arcus Carlens (Dominique Simon), Ricardo Adé, Jean-Kevin Duverne, Hannes Delcroix, Martin Expérience; Danley Jean Jacques, Jean-Ricner Bellegarde (Derrick Etienne Jr.), Josué Casimir (Louicius Don Deedson), Ruben Providence (Lenny Joseph); Frantzdy Pierrot (Wilson Isidor) Técnico: Sébastien Migné Local: Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia (EUA) Público: 68.324 espectadores Árbitro: Alejandro Hernández (ESP) Assistentes: José Enrique Naranjo (ESP) e Diego Sánchez (ESP) VAR: Carlos del Cerro Grande (ESP) Gols: Matheus Cunha (23min e 35min do 1º tempo), Vinicius Junior (47min do 1º tempo) Cartões amarelos: Douglas Santos (Brasil); Arcus Carlens, Danley Jean Jacques e Frantzdy Pierrot (Haiti)
O que o Brasil precisa para avançar à segunda fase da Copa do Mundo
São Paulo Para chegar à segunda fase da Copa do Mundo sem depender de ninguém, o Brasil vai precisar apenas empatar com a Escócia, na próxima quarta-feira (24), às 19h, em Miami. Ao derrotar o Haiti na noite desta sexta-feira (19), na Filadélfia, por 3 a 0, o time de Carlo Ancelotti assumiu a liderança do Grupo C, com 4 pontos, mesma pontuação de Marrocos, que leva a pior no saldo de gols. Com mais um ponto na terceira e última rodada da fase de grupos, a seleção brasileira garantirá ao menos o segundo lugar no grupo. Matheus Cunha comemora seu 2º gol na partida contra o Haiti; Brasil garante liderança do Grupo C na 2º rodada da Copa - Mauro Pimentel/AFP A permanência na liderança da chave vai depender também do resultado de Marrocos x Haiti, jogo no mesmo dia e horário. Os critérios de desempate, pela ordem, são: confronto direto, saldo de gols e gols pró. Se perder para os escoceses, o Brasil também pode garantir um lugar caso os africanos percam dos haitianos e permaneçam com saldo pior. Copa 2026 A newsletter da Folha com o que você precisa saber sobre o Mundial Carregando... A outra opção, caso os marroquinos ao menos empatem, é o Brasil entrar como 1 dos 8 melhores terceiros colocados. Para assegurar o primeiro lugar, o Brasil precisa vencer a Escócia e torcer por um tropeço de Marrocos ante o Haiti. Se Brasil e Marrocos construírem placares iguais em seus jogos, a seleção canarinho leva a vantagem pelo saldo de gols e termina em primeiro. Caso os marroquinos façam quatro gols ou mais de diferença, em relação a uma vitória magra do Brasil, os africanos assumem a liderança. PEGA QUEM? Quem terminar em primeiro no Grupo C vai enfrentar o segundo colocado do Grupo F (Holanda, Japão, Suécia ou Tunísia). O vice do C vai encarar o primeiro do F. O terceiro colocado do Grupo C vai pegar ou o 1º do Grupo A, o 1º do Grupo E ou 1º Grupo I.