TG

TGMA3

Bens Industriais

Tegma Gestao Logistica S.A.

CNPJ: 02351144000118

Preço Atual
R$ 30,53
+1.56%
Abertura
R$ 30,88
Fec. Ant: R$ 30,62
Variação Dia
Min: R$ 30,53
Max: R$ 31,15
52 Semanas
Mín: R$ 26,95
Máx: R$ 40,89
Volume
844.100
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
13.00%
P/L
8.34
P/VP
2.18
LPA
R$ 3,61
VPA
R$ 13,80
EV/EBITDA
5.59
EV/EBIT
6.15
P/EBITDA
5.54
P/EBIT
6.09
P/Receita (PSR)
0.86
P/FCO
8.50
P/FCL
12.86
EV/Receita Líq.
0.87
EV/FCO
8.58
EV/FCL
12.97
Earning Yield
16.27%
Enterprise Value
R$ 2,00 Bi
Valor de Mercado
R$ 1,98 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.05
Dív. Líquida/PL
0.02
Dívida Líquida
R$ 17,83 Mi
Liq. Corrente
2.22
PL/Ativos
0.65
Passivos/Ativos
0.35
Liq. Seca
2.22
Liq. Imediata
0.63

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
18.59%
Margem EBITDA
15.53%
Margem EBIT
14.12%
Margem Líquida
10.32%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
26.13%
ROIC
30.32%
ROA
17.42%
Giro do Ativo
1.73

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
7.71%
CAGR Lucro
-13.85%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 18.59%
Margem EBITDA 15.53%
Margem Operacional 14.12%
Margem Líquida 10.32%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 233,39 Mi
FCL R$ 154,33 Mi
Caixa Total R$ 184,19 Mi
Caixa/Ação R$ 2,79
Receita e Dívida
Receita Total R$ 2,31 Bi
Lucro Bruto R$ 428,74 Mi
EBITDA R$ 358,20 Mi
Dívida Total R$ 229,43 Mi
Crescimento
Receita 7.71%
Lucro -13.85%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 2.225,43 Mi R$ 2.090,13 Mi R$ 1.583,47 Mi R$ 1.370,51 Mi
Lucro Bruto R$ 429,15 Mi R$ 451,04 Mi R$ 311,75 Mi R$ 274,68 Mi
EBITDA R$ 326,88 Mi R$ 368,69 Mi R$ 226,54 Mi R$ 201,18 Mi
Lucro Líquido R$ 242,96 Mi R$ 270,61 Mi R$ 181,91 Mi R$ 159,66 Mi

Sobre a TGMA3

Setor
Bens Industriais
Indústria
Transporte Rodoviário
Funcionários
1.200
Market Cap
R$ 1,98 Bi
Descrição do Negócio

Tegma Logística S.A. é uma empresa brasileira de logística e distribuição, especializada em serviços de transporte, armazenagem e distribuição de cargas. Fundada em 1992, a Tegma é uma das principais empresas de logística do Brasil, operando uma rede de centros de distribuição e frotas de transporte em múltiplos estados. A companhia oferece serviços integrados de logística, incluindo transporte rodoviário, armazenagem, distribuição e serviços de valor agregado. A Tegma é um importante player na cadeia logística brasileira, operando com foco em eficiência, confiabilidade e inovação. Com receita anual superior a R$ 1,2 bilhão, a companhia é uma das maiores operadoras logísticas do Brasil, movimentando milhões de toneladas de cargas anualmente. A empresa está comprometida com modernização de sua frota, adoção de tecnologias sustentáveis e melhoria contínua de seus serviços logísticos.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 1,5200
Pagamento: 29/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,7900
Pagamento: 18/11/2025
JCP R$ 0,1800
Pagamento: 18/11/2025
DIVIDENDO R$ 1,2100
Pagamento: 19/08/2025
JCP R$ 0,1400
Pagamento: 19/08/2025
JCP R$ 0,1500
Pagamento: 23/04/2025
DIVIDENDO R$ 0,4400
Pagamento: 23/04/2025
DIVIDENDO R$ 0,5800
Pagamento: 21/11/2024
JCP R$ 0,1900
Pagamento: 21/11/2024
DIVIDENDO R$ 1,1200
Pagamento: 21/08/2024

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O dólar à vista (FX:USDBRL) encerrou a sexta-feira (10/07) cotado a R$ 5,1084, com queda de 0,28%, registrando o terceiro pregão consecutivo de desvalorização frente ao real. Durante a sessão, a moeda chegou à mínima de R$ 5,0990, refletindo um ambiente mais favorável aos ativos brasileiros após novos sinais de desaceleração da inflação. O movimento reforçou a percepção de que o Banco Central pode dar continuidade ao ciclo de cortes da Selic nas próximas reuniões, aumentando o apetite por ativos domésticos e reduzindo a busca por proteção na moeda norte-americana. No acumulado da semana, o dólar perdeu 1,17% frente ao real, consolidando uma das melhores semanas da moeda brasileira nas últimas semanas. O principal motor do mercado cambial doméstico foi a divulgação do IPCA de junho, que subiu 0,16%, abaixo das expectativas do mercado e bem inferior aos 0,58% registrados em maio. Embora a inflação acumulada em 12 meses permaneça em 4,64%, acima da meta do Banco Central, o resultado fortaleceu a leitura de que o processo de desinflação segue em andamento. Após o indicador, o Bank of America revisou sua Projeção e passou a esperar um corte de 0,25 ponto percentual na Selic na reunião do Copom de terça-feira (05/08), citando também um cenário externo mais benigno e os preços do petróleo abaixo de US$ 80 por barril. Esse conjunto de fatores elevou o otimismo dos investidores e favoreceu a valorização do real ao longo do pregão. No cenário internacional, o comportamento do dólar foi influenciado principalmente pela queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e pelo alívio temporário nas preocupações geopolíticas envolvendo o Oriente Médio. O contrato do Índice DXY (CCOM:DXY), que mede a força do dólar frente a uma cesta de moedas globais, operava próximo da estabilidade, com leve alta de 0,07%, enquanto os investidores avaliavam declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando disposição para manter negociações com o Irã. Ao mesmo tempo, a queda do Óleo Brent (CCOM:OILBRENT) para US$ 76,01 por barril, após recuo de 0,38%, ajudou a reduzir preocupações inflacionárias globais, contribuindo para um ambiente de maior apetite por risco e menor pressão sobre as moedas emergentes. No mercado futuro da bolsa de valores B3, os contratos de dólar (BMF:DOLFUT | BMF:WDOFUT) acompanharam o movimento do mercado à vista, mas apresentaram oscilações mais contidas nos vencimentos mais longos. A curva futura continuou refletindo cautela dos investidores em relação ao cenário monetário doméstico e internacional, equilibrando a perspectiva de cortes da Selic com as incertezas sobre os próximos passos da política monetária norte-americana. Enquanto o dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,28%, os contratos futuros mostraram variações menos intensas conforme o prazo de vencimento aumentava, indicando que o mercado segue precificando um cenário de volatilidade mais moderada para os próximos meses, sem alterações bruscas nas expectativas cambiais de médio prazo. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se

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Ambipar tinha R$ 2,57 bi em caixa, com quase metade investido em pré-precatórios
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Ambipar tinha R$ 2,57 bi em caixa, com quase metade investido em pré-precatórios

São Paulo Pela primeira vez desde que recorreu à Justiça e pediu recuperação judicial, a Ambipar veio a público destrinchar sua situação financeira. Em uma apresentação com números não auditados, a companhia de gestão ambiental disse que encerrou 2025 com R$ 2,57 bilhões, sendo que a maior fatia é composta por pré-precatórios federais. Pré-precatórios antecedem a expedição oficial de um precatório (dívida de um ente público, de municípios a União). É uma dívida reconhecida pela Justiça, mas cujo valor exato ainda não foi calculado, considerando juros e correção, já que a ordem de pagamento não foi dada. Em geral, as empresas deixam a maior parte de seu caixa investido em ativos seguros e de fácil liquidez, como dinheiro numa conta bancária, títulos públicos e CDBs (Certificados de Depósito Bancário) de emissores de alta qualidade. Nesses tipos de ativos, chamado de caixa e equivalentes de caixa, a Ambipar tinha apenas R$ 295 milhões. Unidade da Ambipar, empresa em recuperação judicial - Divulgação/Ambipar A Ambipar disse ter R$ 1,2 bilhão nesses créditos judiciais, que compõem o caixa de R$ 2,57 bilhões da companhia, segundo informações relativas a dezembro de 2025 publicadas pela empresa na última quinta-feira (9). Segundo o documento, o endividamento consolidado do grupo totaliza R$ 13,3 bilhões. Porém, no balanço do segundo trimestre de 2025, quando as dificuldades financeiras da companhia ainda não tinham vindo à tona, a Ambipar reportou que possuía R$ 4,7 bilhões em caixa. A falta de transparência sobre a situação financeira da empresa foi alvo de questionamentos de investidores, credores e da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Segundo a empresa, sua segunda maior linha de caixa é a participação de 23% que a empresa tinha na Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), com base no valor das ações na Bolsa de Valores. Segundo a Ambipar, isso equivalia a R$ 533 milhões ao fim do ano passado. Neste ano, a companhia vendeu essa participação para a Sabesp. Há também uma fatia relevante, de R$ 247 milhões, em investimentos em um banco que posteriormente entrou em processo de liquidação pelo Banco Central. Trata-se do Banco Pleno (ex-Voiter), que fez parte do Banco Master até 2025. A companhia apresentou as informações para fechar um acordo de apoio à reestruturação do endividamento com credores, anunciado na noite desta quarta-feira (8). AMBIPAR: DE 800% DE VALORIZAÇÃO ACIONÁRIA À RJ Criada em 1995, a Ambipar ganhou projeção partir de 2020, promovendo uma acelerada expansão com mais de 70 fusões e aquisições, especialmente de pequenas e médias empresas. Em seu site, ela é definida como multinacional brasileira, líder global em soluções ambientais, presente em 40 países, com mais de 20 mil funcionários e faturamento (receita líquida consolidada) de R$ 6,4 bilhões em 2024. Opera com projetos de descarbonização, economia circular, transição energética e regeneração ambiental —a linha de frente dos negócios do século 21. A empresa chegou a inaugurar escritórios em Dubai e Abu Dhabi e a fazer parceria com a chinesa BYD. O fundador e controlador Tércio Borlenghi Junior, integrou a comitiva do Lide, de João Doria, e até almoçou com o presidente da França, Emmanuel Macron. Em dezembro de 2024, as ações da companhia chegaram ao topo de R$ 26,85 na B3, a Bolsa brasileira —dando uma imagem de solidez à companhia. Porém, a companhia se envolveu numa disputa judicial criada por ela mesma com os maiores bancos em atividade no país. A ação deu um mergulho abissal ao fim de 2025. Em cinco dias, preço foi de R$ 10,75 a R$ 1,40. Em setembro de 2025, a Ambipar obteve da Justiça do Rio de Janeiro uma medida cautelar. A medida impedia a cobrança de vencimentos antecipados de dívida em meio a uma disputa com o Deutsche Bank. Em outubro, veio a recuperação judicial. Em novembro, a Ambipar publicou o balanço do terceiro trimestre sem o relatório gerencial de fluxo de caixa e sua projeção para os próximos dois anos, com o aval da Justiça.