TGMA3
Bens IndustriaisTegma Gestao Logistica S.A.
CNPJ: 02351144000118
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 2.225,43 Mi | R$ 2.090,13 Mi | R$ 1.583,47 Mi | R$ 1.370,51 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 429,15 Mi | R$ 451,04 Mi | R$ 311,75 Mi | R$ 274,68 Mi |
| EBITDA | R$ 326,88 Mi | R$ 368,69 Mi | R$ 226,54 Mi | R$ 201,18 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 242,96 Mi | R$ 270,61 Mi | R$ 181,91 Mi | R$ 159,66 Mi |
Sobre a TGMA3
Tegma Logística S.A. é uma empresa brasileira de logística e distribuição, especializada em serviços de transporte, armazenagem e distribuição de cargas. Fundada em 1992, a Tegma é uma das principais empresas de logística do Brasil, operando uma rede de centros de distribuição e frotas de transporte em múltiplos estados. A companhia oferece serviços integrados de logística, incluindo transporte rodoviário, armazenagem, distribuição e serviços de valor agregado. A Tegma é um importante player na cadeia logística brasileira, operando com foco em eficiência, confiabilidade e inovação. Com receita anual superior a R$ 1,2 bilhão, a companhia é uma das maiores operadoras logísticas do Brasil, movimentando milhões de toneladas de cargas anualmente. A empresa está comprometida com modernização de sua frota, adoção de tecnologias sustentáveis e melhoria contínua de seus serviços logísticos.
Dividendos
Notícias relacionadas
Dólar fecha em queda pela terceira sessão seguida, com apostas de corte da Selic
O dólar à vista (FX:USDBRL) encerrou a sexta-feira (10/07) cotado a R$ 5,1084, com queda de 0,28%, registrando o terceiro pregão consecutivo de desvalorização frente ao real. Durante a sessão, a moeda chegou à mínima de R$ 5,0990, refletindo um ambiente mais favorável aos ativos brasileiros após novos sinais de desaceleração da inflação. O movimento reforçou a percepção de que o Banco Central pode dar continuidade ao ciclo de cortes da Selic nas próximas reuniões, aumentando o apetite por ativos domésticos e reduzindo a busca por proteção na moeda norte-americana. No acumulado da semana, o dólar perdeu 1,17% frente ao real, consolidando uma das melhores semanas da moeda brasileira nas últimas semanas. O principal motor do mercado cambial doméstico foi a divulgação do IPCA de junho, que subiu 0,16%, abaixo das expectativas do mercado e bem inferior aos 0,58% registrados em maio. Embora a inflação acumulada em 12 meses permaneça em 4,64%, acima da meta do Banco Central, o resultado fortaleceu a leitura de que o processo de desinflação segue em andamento. Após o indicador, o Bank of America revisou sua Projeção e passou a esperar um corte de 0,25 ponto percentual na Selic na reunião do Copom de terça-feira (05/08), citando também um cenário externo mais benigno e os preços do petróleo abaixo de US$ 80 por barril. Esse conjunto de fatores elevou o otimismo dos investidores e favoreceu a valorização do real ao longo do pregão. No cenário internacional, o comportamento do dólar foi influenciado principalmente pela queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e pelo alívio temporário nas preocupações geopolíticas envolvendo o Oriente Médio. O contrato do Índice DXY (CCOM:DXY), que mede a força do dólar frente a uma cesta de moedas globais, operava próximo da estabilidade, com leve alta de 0,07%, enquanto os investidores avaliavam declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando disposição para manter negociações com o Irã. Ao mesmo tempo, a queda do Óleo Brent (CCOM:OILBRENT) para US$ 76,01 por barril, após recuo de 0,38%, ajudou a reduzir preocupações inflacionárias globais, contribuindo para um ambiente de maior apetite por risco e menor pressão sobre as moedas emergentes. No mercado futuro da bolsa de valores B3, os contratos de dólar (BMF:DOLFUT | BMF:WDOFUT) acompanharam o movimento do mercado à vista, mas apresentaram oscilações mais contidas nos vencimentos mais longos. A curva futura continuou refletindo cautela dos investidores em relação ao cenário monetário doméstico e internacional, equilibrando a perspectiva de cortes da Selic com as incertezas sobre os próximos passos da política monetária norte-americana. Enquanto o dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,28%, os contratos futuros mostraram variações menos intensas conforme o prazo de vencimento aumentava, indicando que o mercado segue precificando um cenário de volatilidade mais moderada para os próximos meses, sem alterações bruscas nas expectativas cambiais de médio prazo. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se
IPCA menor do que o previsto reforça queda da Selic em agosto e anima Ibovespa
A- A+ Bolsa de Valores IPCA menor do que o previsto reforça queda da Selic em agosto e anima Ibovespa Bolsa brasileira pode fechar a terceira semana com ganho O Ibovespa inicia a sessão desta sexta-feira (10) com forte alta, apesar da fraqueza das bolsas em Nova York. A valorização reflete o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho abaixo do esperado. O bom humor é praticamente generalizado na B3. De 79 ativos, só Prio cedia (-0,70%). Além de ter desacelerado em relação a maio, o IPCA ficou abaixo do piso das estimativas, o que empurra para baixo os juros futuros. O resultado do IPCA reforça as projeções de nova queda da Selic em 0,25 ponto porcentual no Comitê de Política Monetária (Copom) em agosto. Assim, o Ibovespa pode fechar a terceira semana com ganho. O IPCA é uma surpresa boa. Depois dos dados mais fracos do mercado de trabalho e da indústria, agora o índice veio na mesma direção, de desaceleração", diz Tadeu Arantes, head de alocação da Ghia Multi Family Office. Em meio ao fechamento da curva de juros, Arantes afirma que o dado reforça a expectativa majoritária de novo corte de 0,25 ponto porcentual na Selic em agosto, pelo Banco Central. Segundo ele, isso indica uma perspectiva de menor pressão de custos nas empresas A alta do minério de ferro também dá suporte ao principal indicador da B3, mas a cautela com as tensões entre Estados Unidos e Irã segue no radar. O petróleo opera com volatilidade, com investidores monitorando os desdobramentos dos conflitos no Oriente Médio. A despeito disso, as ações da Petrobras avançam. Por enquanto, as tensões entre Estados Unidos e Irã seguem sob um controle relativo. Apesar da troca de ataques militares, há negociações técnicas em andamento. Divulgado na manhã desta sexta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,16% em junho, após 0,58% em maio, acumulando 4,64% em 12 meses. Os resultados ficaram abaixo do piso das estimativas em pesquisa Projeções Broadcast, de 0,26% e 4,75%, respectivamente. "O qualitativo veio bom, com surpresa nos núcleos. Grande parte da surpresa foi alimentação, que também ajudou serviços subjacentes via alimentação fora. O segmento de industriais também registrou resultado abaixo", diz em nota Natalie Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos. Na quinta-feira, 9, o Ibovespa fechou em alta de 1,22%, aos 172 742,12 pontos. Às 11h41 desta sexta, o Índice Bovespa subia 2,14%, aos 176.443,07 pontos, ante alta de 2,42%, na máxima aos 176.922,55 pontos, e mínima de abertura estável aos 172.760,66 pontos. O minério de ferro fechou com valorização de 0,87% em Dalian, na China. Veja também
Ambipar tinha R$ 2,57 bi em caixa, com quase metade investido em pré-precatórios
São Paulo Pela primeira vez desde que recorreu à Justiça e pediu recuperação judicial, a Ambipar veio a público destrinchar sua situação financeira. Em uma apresentação com números não auditados, a companhia de gestão ambiental disse que encerrou 2025 com R$ 2,57 bilhões, sendo que a maior fatia é composta por pré-precatórios federais. Pré-precatórios antecedem a expedição oficial de um precatório (dívida de um ente público, de municípios a União). É uma dívida reconhecida pela Justiça, mas cujo valor exato ainda não foi calculado, considerando juros e correção, já que a ordem de pagamento não foi dada. Em geral, as empresas deixam a maior parte de seu caixa investido em ativos seguros e de fácil liquidez, como dinheiro numa conta bancária, títulos públicos e CDBs (Certificados de Depósito Bancário) de emissores de alta qualidade. Nesses tipos de ativos, chamado de caixa e equivalentes de caixa, a Ambipar tinha apenas R$ 295 milhões. Unidade da Ambipar, empresa em recuperação judicial - Divulgação/Ambipar A Ambipar disse ter R$ 1,2 bilhão nesses créditos judiciais, que compõem o caixa de R$ 2,57 bilhões da companhia, segundo informações relativas a dezembro de 2025 publicadas pela empresa na última quinta-feira (9). Segundo o documento, o endividamento consolidado do grupo totaliza R$ 13,3 bilhões. Porém, no balanço do segundo trimestre de 2025, quando as dificuldades financeiras da companhia ainda não tinham vindo à tona, a Ambipar reportou que possuía R$ 4,7 bilhões em caixa. A falta de transparência sobre a situação financeira da empresa foi alvo de questionamentos de investidores, credores e da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Segundo a empresa, sua segunda maior linha de caixa é a participação de 23% que a empresa tinha na Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), com base no valor das ações na Bolsa de Valores. Segundo a Ambipar, isso equivalia a R$ 533 milhões ao fim do ano passado. Neste ano, a companhia vendeu essa participação para a Sabesp. Há também uma fatia relevante, de R$ 247 milhões, em investimentos em um banco que posteriormente entrou em processo de liquidação pelo Banco Central. Trata-se do Banco Pleno (ex-Voiter), que fez parte do Banco Master até 2025. A companhia apresentou as informações para fechar um acordo de apoio à reestruturação do endividamento com credores, anunciado na noite desta quarta-feira (8). AMBIPAR: DE 800% DE VALORIZAÇÃO ACIONÁRIA À RJ Criada em 1995, a Ambipar ganhou projeção partir de 2020, promovendo uma acelerada expansão com mais de 70 fusões e aquisições, especialmente de pequenas e médias empresas. Em seu site, ela é definida como multinacional brasileira, líder global em soluções ambientais, presente em 40 países, com mais de 20 mil funcionários e faturamento (receita líquida consolidada) de R$ 6,4 bilhões em 2024. Opera com projetos de descarbonização, economia circular, transição energética e regeneração ambiental —a linha de frente dos negócios do século 21. A empresa chegou a inaugurar escritórios em Dubai e Abu Dhabi e a fazer parceria com a chinesa BYD. O fundador e controlador Tércio Borlenghi Junior, integrou a comitiva do Lide, de João Doria, e até almoçou com o presidente da França, Emmanuel Macron. Em dezembro de 2024, as ações da companhia chegaram ao topo de R$ 26,85 na B3, a Bolsa brasileira —dando uma imagem de solidez à companhia. Porém, a companhia se envolveu numa disputa judicial criada por ela mesma com os maiores bancos em atividade no país. A ação deu um mergulho abissal ao fim de 2025. Em cinco dias, preço foi de R$ 10,75 a R$ 1,40. Em setembro de 2025, a Ambipar obteve da Justiça do Rio de Janeiro uma medida cautelar. A medida impedia a cobrança de vencimentos antecipados de dívida em meio a uma disputa com o Deutsche Bank. Em outubro, veio a recuperação judicial. Em novembro, a Ambipar publicou o balanço do terceiro trimestre sem o relatório gerencial de fluxo de caixa e sua projeção para os próximos dois anos, com o aval da Justiça.