SU

SUZB3

Materiais Básicos

Suzano S.A.

CNPJ: 16404287000155

Preço Atual
R$ 43,23
-0.80%
Abertura
R$ 43,81
Fec. Ant: R$ 43,06
Variação Dia
Min: R$ 42,99
Max: R$ 44,37
52 Semanas
Mín: R$ 40,17
Máx: R$ 59,65
Volume
7.667.200
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
3.00%
P/L
2.99
P/VP
0.71
LPA
R$ 14,58
VPA
R$ 61,58
EV/EBITDA
5.32
EV/EBIT
11.39
P/EBITDA
1.56
P/EBIT
3.34
P/Receita (PSR)
0.69
P/FCO
2.04
P/FCL
-473.56
EV/Receita Líq.
2.34
EV/FCO
6.96
EV/FCL
-1612.40
Earning Yield
8.78%
Enterprise Value
R$ 115,76 Bi
Valor de Mercado
R$ 34,00 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
3.76
Dív. Líquida/PL
1.86
Dívida Líquida
R$ 81,76 Bi
Liq. Corrente
3.51
PL/Ativos
0.26
Passivos/Ativos
0.74
Liq. Seca
2.80
Liq. Imediata
1.62

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
31.42%
Margem EBITDA
43.96%
Margem EBIT
20.52%
Margem Líquida
23.02%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
23.74%
ROIC
6.87%
ROA
6.88%
Giro do Ativo
0.29

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
0.07%
CAGR Lucro
1340.82%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 31.42%
Margem EBITDA 43.96%
Margem Operacional 20.52%
Margem Líquida 23.02%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 16,64 Bi
FCL R$ -71,79 Mi
Caixa Total R$ 22,35 Bi
Caixa/Ação R$ 28,65
Receita e Dívida
Receita Total R$ 49,53 Bi
Lucro Bruto R$ 15,56 Bi
EBITDA R$ 21,77 Bi
Dívida Total R$ 109,06 Bi
Crescimento
Receita 0.07%
Lucro 1340.82%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 50.115,68 Mi R$ 47.403,28 Mi R$ 39.755,57 Mi R$ 49.830,94 Mi
Lucro Bruto R$ 16.226,17 Mi R$ 20.001,76 Mi R$ 14.678,90 Mi R$ 25.009,66 Mi
EBITDA R$ 10.649,01 Mi R$ 15.691,09 Mi R$ 12.216,29 Mi R$ 22.222,78 Mi
Lucro Líquido R$ 13.437,69 Mi R$ -7.044,71 Mi R$ 14.106,38 Mi R$ 23.394,89 Mi

Sobre a SUZB3

Setor
Materiais Básicos
Indústria
Papel e Celulose
Funcionários
37.000
Market Cap
R$ 54,57 Bi
Descrição do Negócio

A Suzano S.A., listada na B3 sob o ticker SUZB3, é uma companhia brasileira de papel e celulose com origem empresarial em 1924. A empresa atua na produção de celulose de eucalipto, papéis e produtos de base florestal, com operações integradas no setor de materiais básicos. Os principais segmentos incluem celulose de mercado, papéis para diferentes aplicações e itens de higiene em mercados selecionados, além da gestão florestal necessária ao suprimento industrial. O modelo operacional combina base florestal própria, logística de exportação e unidades industriais de grande porte. No contexto competitivo, a Suzano disputa mercado com grandes produtores globais de celulose e papel, em especial na oferta de fibra curta de eucalipto. A companhia tem posição relevante em escala de produção e eficiência no segmento de celulose, em um setor sensível a ciclo de preços internacionais. A atuação geográfica da empresa inclui mercado doméstico e exportações para dezenas de países. Em escala operacional, a companhia reporta cerca de 37 mil empregados e presença comercial em mais de 80 países, com cadeia integrada entre florestas plantadas, fábricas e canais de distribuição.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,0046
Pagamento: 31/12/2026
DIVIDENDO R$ 1,1166
Pagamento: 04/02/2026
JCP R$ 2,0174
Pagamento: 10/01/2025
JCP R$ 1,1634
Pagamento: 10/01/2024
DIVIDENDO R$ 1,7948
Pagamento: 26/12/2022
DIVIDENDO R$ 0,5928
Pagamento: 13/05/2022
DIVIDENDO R$ 0,7412
Pagamento: 27/01/2022
DIVIDENDO R$ 0,4447
Pagamento: 30/04/2019
DIVIDENDO R$ 0,1922
Pagamento: 09/05/2018
JCP R$ 0,1830
Pagamento: 11/12/2017

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Dia do Cinema Brasileiro: confira as recomendações da redação do Minha Série!
TecMundo 19/06/2026

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O cinema nacional sempre foi um motivo de celebração. Sua valorização e a necessidade um incentivo mais forte tem sido um assunto mais frequente por conta do reconhecimento de Ainda Estou Aqui (2024) e O Agente Secreto (2025) em premiações internacionais, mas a realidade é que obras de qualidade sempre foram uma realidade no país. Como forma de trazer o assunto à tona foi declarado o Dia do Cinema Brasileiro. Em 19 de junho de 1898, o italiano Afonso Segreto realizou as primeiras filmagens em território brasileiro ao registrar a entrada da baía de Guanabara durante sua chegada ao Rio de Janeiro. Após retornar de uma viagem a Nova York e Paris, onde adquiriu equipamentos e filmes para exibição, Segreto ajudou a dar início à produção cinematográfica no país. Por esse motivo, a data já completa 128 anos em 2026. smart_display Nossos vídeos em destaque A redação do Minha Série separou 5 filmes nacionais para celebrar a data! Confira abaixo nossas indicações: O Filho de Mil Homens Indicação de Mateus Mognon, Editor do Minha Série Onde assistir: Netflix “O Filho de Mil Homens é uma daquelas obras que conquistam pela sensibilidade com que abordam temas universais. O longa transforma a solidão em ponto de encontro para personagens marcantes, cheios de cicatrizes, desejos e particularidades. A trama acompanha Crisóstomo, mas vai muito além de sua jornada ao construir uma história sobre pertencimento, afeto e famílias formadas de maneiras inesperadas. Com forte carga simbólica, belas paisagens e cenas que equilibram delicadeza e emoção, o filme entrega uma experiência tocante que permanece na memória muito depois dos créditos finais." Leia Mais 10 melhores filmes de faroeste para assistir na HBO Max Lançado em 2025, o longa é dirigido por Daniel Rezende, cineasta conhecido por trabalhos como Bingo: O Rei das Manhãs. O elenco reúne nomes como Rodrigo Santoro, Johnny Massaro e Rebeca Jamir. Baseado na obra homônima do escritor Valter Hugo Mãe. O Auto da Compadecida Indicação de Ariane Reis, Editora Executiva e SEO Onde assistir: Globoplay "O Auto da Compadecida provavelmente foi o meu primeiro contato com o cinema nacional, sem descontarmos os filmes dos Trapalhões e Lua de Crista que passavam na Sessão da Tarde. Como fã da obra de Ariano Suassuna, ver personagens tão marcantes como João Grilo e Chicó ganharem vida nas telas, com atuações tão impecáveis, foi uma experiência muito especial. É um clássico do cinema nacional que sempre recomendo e que continua conquistando novas gerações." Lançado em 2000 e dirigido por Guel Arraes, o filme adapta a peça de Ariano Suassuna e traz no elenco Matheus Nachtergaele, Selton Mello, Fernanda Montenegro, Marco Nanini e Denise Fraga. A produção conquistou diversos prêmios nacionais e tornou-se uma das obras mais importantes do cinema brasileiro. A Vida Invisível Indicação de Diana Pordeus, Repórter no Minha Série Onde assistir: Netflix "A Vida Invisível é um daqueles filmes que comovem discretamente, mas, quando você percebe, já está com a garganta doendo de tanto segurar o choro. A trama acompanha as irmãs Eurídice e Guida no Rio de Janeiro dos anos 1950. Separadas pelo destino, as duas vivem durante anos alimentando a esperança de um reencontro. O longa aborda de maneira dolorosa, mas necessária, temas como machismo, repressão feminina, maternidade e os sonhos interrompidos de mulheres em uma sociedade profundamente patriarcal. Apesar de ter sido lançado próximo a Bacurau e não ter recebido toda a atenção que merecia, trata-se de uma das obras mais impactantes do cinema brasileiro recente." Leia Mais Quando Mortal Kombat 2 chega ao streaming? Confira as previsões Dirigido por Karim Aïnouz e lançado em 2019, o filme é estrelado por Carol Duarte, Julia Stockler e Fernanda Montenegro. A produção venceu a mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes e foi a representante brasileira na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Internacional. A Hora da Estrela Indicação de Natalie Rosa, Redatora no Minha Série Onde assistir: Netflix "O filme é de 1985, adaptado do romance publicado por Clarice Lispector em 1977 e, em 2026, ainda abala. O longa acompanha Macabéa, uma jovem nordestina, sozinha e órfã, que tenta construir uma vida digna em São Paulo. A Hora da Estrela mexe com quem assiste por mostrar uma protagonista inocente e com poucos traquejos sociais, alguém que realmente vive à margem da sociedade. Macabéa não é apenas pobre financeiramente, mas uma pessoa privada de direitos básicos, como acesso à cultura, afeto e saúde. As inúmeras tentativas da personagem de realizar seus sonhos e encontrar seu lugar no mundo são doloridas e brilhantemente interpretadas por Marcélia Cartaxo." Dirigido por Suzana Amaral e lançado em 1985, o longa é estrelado por Marcélia Cartaxo, José Dumont e Fernanda Montenegro. A interpretação de Cartaxo lhe rendeu o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim, enquanto o filme conquistou diversos reconhecimentos internacionais. Atualmente, está disponível na Netflix. Carandiru Indicação de Jean Foss, Redator no Minha Série Onde assistir: Globoplay "Carandiru foi um dos primeiros filmes brasileiros que realmente me marcaram. Baseado no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, o longa recria o massacre ocorrido no presídio em 1992, quando 111 detentos foram mortos. Contudo, a obra vai muito além do episódio histórico e se concentra nas histórias individuais dos presos. E é exatamente aí que o filme brilha. Não são apenas presidiários: são pessoas com sonhos, medos, amores e trajetórias distintas. Cada personagem contribui para a construção de um retrato complexo e profundamente humano daquele ambiente brutal." 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Mostra leva filmes brasileiros à China, atual maior mercado do mundo
CNN Brasil 19/06/2026

Mostra leva filmes brasileiros à China, atual maior mercado do mundo

Estreia internacional de “Amadeo e o Hipotético Mundo Novo'“ no Festival Internacional de Cinema de Xangai “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai, e “Feito Pipa”, de Allan Deberton, estão na lista de exibições do festival Realizado entre os dias 12 e 21 de junho, o 28º Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF) terá uma amostra especial para exaltar o cinema brasileiro. A iniciativa faz parte das atividades do Ano Cultural Brasil-China 2026, organizada pelos governos dos dois países para ampliar as trocas culturais entre ambos. “O cinema brasileiro é feito de múltiplas vozes, territórios e formas de contar histórias. Levar essa diversidade para um dos mais importantes festivais de cinema da Ásia é uma oportunidade de aproximar públicos, fortalecer intercâmbios culturais e apresentar ao mundo a força criativa e a riqueza da produção audiovisual brasileira", afirmou Joelma Gonzaga, secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura do Brasil. Considerada uma das maiores potências do mundo atualmente, a China tem se consolidado cada vez mais no mercado da indústria cinematográfica. No Oscar de 2023, "Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo" (2022) fortaleceu essa presença ao se consagrar um dos maiores vencedores de estatueta da noite. Além dos títulos programados para integrar exclusivamente a amostra brasileira, “O Deserto de Luiza” (2026) e “Amadeo e o Hipotético Mundo Novo” (2026) também estão participando de competições do festival. Estrelado por Lázaro Ramos, o “Feito Pipa” (2026) integra a exposição "Belt and Road Film Week", voltada para fortalecer o intercâmbio cinematográfico entre países. Confira todos os filmes nacionais do 28º Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF) “Coração das Trevas” - Rogério Nunes; “Papaya” - Priscilla Kellen; “Amadeo e o Hipotético Mundo Novo” - Edu Felistoque; “Para Vigo me Voy!” - Lírio Ferreira e Karen Harley; “A Fabulosa Máquina do Tempo” - Eliza Capai; “Feito Pipa” - Allan Deberton; “O Deserto de Luiza” - Alan Minas; “Herança de Narcisa” - Clarissa Appelt e Daniel Dias; “A Hora da Estrela” - Suzana Amaral. Desde o primeiro dia até o último, todos os títulos que representam o Brasil integraram palestras e foram exibidos em diversas seções para os amantes de cinema que marcaram presença no local. *Sob supervisão de Gabriela Maraccini

Bradesco BBI vê ponto de entrada na B3 após correção e elege ações favoritas para 3T
B3 19/06/2026

Bradesco BBI vê ponto de entrada na B3 após correção e elege ações favoritas para 3T

Banco vê valuations mais atrativos após a correção das bolsas da América Latina e mantém preferência por Brasil e Chile Publicidade Após um segundo trimestre de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI vê uma nova janela de oportunidade para investidores na região. Em relatório liderado pelo estrategista Ben Laidler, com participação dos analistas Francisco Navarrete e Bruno Mendonça, o banco atualizou suas principais recomendações de ações de grande e média capitalização para o terceiro trimestre de 2026 (3T26) e avalia que o ajuste recente tornou as avaliações mais atrativas, abrindo espaço para uma valorização de até 25% no segundo semestre. Diante desse cenário, o banco mantém recomendação overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra) para Brasil e Chile, adota postura neutra em México e Peru e underweight (exposição abaixo da média do mercado, equivalente à venda) em Argentina e Colômbia. Entre as empresas, as novas adições à carteira são lideradas por companhias de “crescimento de qualidade”, como Itaú Unibanco (ITUB4), Coca-Cola FEMSA, Embraer (EMBJ3), Equatorial (EQTL3) e Yduqs (YDUQ3), além de ações de média capitalização como XP Inc. (XP; BDR; XPBR31), Ternium (TX) e Smart Fit (SMFT3). Vale (VALE3) e Ternium O Bradesco BBI mantém uma visão positiva para a oferta e demanda de minério de ferro e cobre, cenário que, segundo o banco, tem sustentado preços acima do esperado para as commodities. No setor de aço da América Latina, a equipe adota uma postura seletiva e destaca a Ternium como sua principal preferência. Apesar das pressões de curto prazo sobre os custos, o Bradesco BBI afirma que os preços do minério de ferro e dos metais básicos, acima do esperado, combinados com a sólida execução operacional, mantêm inalteradas suas projeções de Ebitda e fluxo de caixa livre (FCF). O banco considera a avaliação da Vale atrativa, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 9% para 2026, ante média de 5% dos pares, além de enxergar maior probabilidade de distribuições extraordinárias de recursos no segundo semestre de 2026. Para a Ternium, o banco avalia que a melhora dos mercados do México e do Brasil deve sustentar um forte avanço dos resultados e revisões positivas das estimativas. As projeções do Bradesco BBI estão 16% acima do consenso de mercado. Além disso, a redução dos investimentos (capex) deve impulsionar a geração de fluxo de caixa livre. Suzano (SUZB3) Embora não veja catalisadores relevantes no curto prazo, o BBI considera a Suzano (SUZB3) a empresa com a melhor relação entre risco e retorno dentro de sua cobertura dos setores de papel e celulose. A avaliação é sustentada pelos preços favoráveis da celulose e pela sólida execução operacional da companhia. Além disso, o banco estima que a estratégia de hedge cambial pode gerar cerca de R$ 5 bilhões em ganhos entre 2026 e 2027, considerando um câmbio de R$ 5,00 por dólar. O valuation também é visto como um importante fator de proteção, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 16% para 2027, mesmo em um cenário mais conservador, com o preço da celulose em US$ 550 por tonelada e o dólar a R$ 5,00. Vibra (VBBR3) e OceanPact (OPCT3) O analista Vicente Falanga mantém uma postura cautelosa em relação às ações do setor de petróleo, diante da possibilidade de uma resolução do conflito envolvendo o Irã. Nesse cenário, ele prefere segmentos mais defensivos, como distribuição de combustíveis e serviços para a indústria de óleo e gás. Continua depois da publicidade A principal recomendação entre as empresas de grande capitalização é a Vibra (VBBR3). Segundo Falanga, o ambiente competitivo deve continuar melhorando com o avanço do combate à informalidade no mercado de combustíveis. Além disso, a margem recorrente no segundo trimestre de 2026 deve superar a do primeiro trimestre, alcançando cerca de R$ 350 por metro cúbico, enquanto o fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE) tende a crescer de forma significativa. Mesmo com a recente pressão sobre os juros reais no Brasil, o analista considera a ação barata, negociada a menos de 9 vezes o lucro estimado para 2027 (P/L), patamar que julga atrativo diante das perspectivas de crescimento e retorno sobre o capital investido (ROIC). Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela OceanPact (OPCT3). Após revisar sua tese de investimento em função da fusão transformacional com a CBO, Falanga elevou o preço-alvo da ação para R$ 15, ante R$ 10 anteriormente, incorporando as sinergias esperadas com a operação. Continua depois da publicidade Equatorial (EQTL3) e Eneva (ENEV3) O analista Francisco Navarrete vê um cenário mais favorável para as distribuidoras de energia no Brasil, impulsionado por melhorias regulatórias, e mantém visão positiva para o setor de saneamento após as privatizações. A Equatorial (EQTL3) é a principal escolha do analista por sua forte capacidade de alocação de capital e pela exposição aos setores de energia e saneamento, com participações relevantes na Copasa (CSMG3) e na Sabesp (SBSP3). Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Eneva (ENEV3), vista como uma das principais histórias de crescimento do setor elétrico, apoiada na expansão da geração térmica para complementar as fontes renováveis. Continua depois da publicidade Coca-Cola FEMSA e 3tentos (TTEN3) O BBI mantém visão positiva para os setores de alimentos e bebidas e agronegócio. Segundo ele, as engarrafadoras da Coca-Cola oferecem exposição atrativa ao consumo na América Latina, enquanto, no agronegócio, a preferência é por empresas de crescimento com menor dependência dos preços das commodities. A Coca-Cola FEMSA é a principal recomendação entre as empresas de grande capitalização. O banco vê potencial de alta para os volumes no México, apesar dos efeitos do imposto IEPS, e considera que a ação negocia com desconto injustificado em relação ao histórico e à concorrente Arca. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela 3tentos (TTEN3), destacada como uma sólida história de crescimento no agronegócio, com expectativa de expansão média de 20% ao ano nos lucros pelos próximos três anos e negociação a cerca de 9 vezes o lucro estimado para 2026. Continua depois da publicidade Embraer (EMBJ3) O Bradesco BBI vê a Embraer (EMBJ3) como uma sólida história de crescimento, apesar do desempenho inferior ao de concorrentes em meio a preocupações consideradas exageradas com o cenário macroeconômico e fundamentos da companhia. A expectativa é de aumento dos volumes nos segmentos de aviação comercial e executiva, expansão das margens e possibilidade de revisão para cima do guidance de 2026. Além disso, a ação é considerada atrativa, negociando a cerca de 9,5 vezes o EV/Ebitda estimado para 2026, aproximadamente 20% abaixo da média dos pares globais. Marcopolo (POMO4) e WEG (WEGE3) O analista Daniel Federle prefere exposição ao segmento de ônibus no setor de bens de capital, diante da elevada alavancagem e da menor previsibilidade operacional das fabricantes de caminhões. Já em relação à WEG (WEGE3), mantém postura cautelosa por causa dos desafios de crescimento no curto prazo, da ausência de catalisadores e do valuation considerado elevado. A principal recomendação é a Marcopolo (POMO4). Segundo Federle, a companhia está bem posicionada para registrar crescimento de receita de cerca de 8% em 2026, impulsionada pelas entregas para o programa do Ministério da Saúde e pelo novo ciclo do programa Caminho da Escola, no qual conquistou a totalidade do contrato. O analista também destaca o valuation atrativo, com a ação negociando a cerca de 5,5 vezes o lucro estimado para 2026 e dividend yield de fluxo de caixa livre próximo de 9%. Totvs (TOTS3) e LWSA (LWSA3) O Bradesco BBI prefere empresas de software, que passaram a negociar em valuations mais atrativos após a correção relacionada à inteligência artificial e estão menos expostas a disrupções por oferecerem serviços essenciais. Já Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3) seguem fora das preferências do banco devido ao cenário competitivo mais incerto e à ausência de perspectiva de reajustes de preços. A principal recomendação é a Totvs (TOTS3). O banco destaca o forte momento operacional do negócio de ERP e o valuation descontado, com a ação negociando a cerca de 15 vezes o lucro estimado para 2026, aproximadamente 35% abaixo da média histórica. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela LWSA (LWSA3), que combina valuation atrativo, sólida execução operacional e expectativa de expansão relevante das margens. MercadoLivre (MELI34) e Smart Fit (SMFT3) O analista Pedro Pinto avalia que o varejo brasileiro deve enfrentar um segundo semestre ainda desafiador, com confiança empresarial em queda, consumo pressionado e elevado endividamento das famílias. A principal escolha é o MercadoLivre. Para o analista, a maior parte das revisões negativas de lucro já foi precificada, enquanto a melhora dos indicadores operacionais reforça a tese de longo prazo. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Smart Fit (SMFT3). Segundo Pinto, as preocupações com concorrência e preços diminuíram após os resultados do primeiro trimestre, enquanto a operação no Brasil e a TotalPass apresentam melhora operacional. Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) A principal recomendação é a Cury (CURY3), destacada pela elevada rentabilidade, forte crescimento esperado dos lucros, valuation descontado e dividend yield próximo de 10%. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Tenda (TEND3). O analista vê uma relação risco-retorno atrativa, sustentada pelo potencial de pagamento de dividendos, resultados em melhora e pela estabilidade estrutural do programa Minha Casa, Minha Vida. Raia Drogasil (RADL3) e Mater Dei (MATD3) O analista Marcio Osako vê oportunidades no setor de saúde brasileiro, destacando empresas com bom momento de resultados e valuations atrativos. A principal recomendação é a Raia Drogasil (RADL3). Para Osako, a recente queda das ações foi exagerada, considerando o perfil defensivo da companhia, a expectativa de resultados sólidos e o valuation descontado em relação à média histórica. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Mater Dei (MATD3). O analista destaca o valuation atrativo, a forte geração de caixa esperada e a perspectiva de crescimento dos resultados. Yduqs (YDUQ3) e Vitru (VTRU3) A Yduqs (YDUQ3) é a principal escolha do Bradesco BBI no setor de educação. O banco destaca os resultados sólidos no primeiro trimestre, a baixa alavancagem e a forte geração de caixa esperada. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Vitru (VTRU3), que combina perspectiva positiva para 2026, baixa alavancagem e geração de caixa atrativa.