RENT3
Consumo CíclicoLocaliza Rent A Car SA
CNPJ: 16670085000155
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 41.781,59 Mi | R$ 37.271,56 Mi | R$ 28.902,28 Mi | R$ 17.783,57 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 11.129,98 Mi | R$ 8.752,86 Mi | R$ 8.272,08 Mi | R$ 6.648,11 Mi |
| EBITDA | R$ 7.811,66 Mi | R$ 5.805,17 Mi | R$ 5.898,54 Mi | R$ 4.529,43 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.870,47 Mi | R$ 1.813,31 Mi | R$ 1.803,09 Mi | R$ 1.841,21 Mi |
Sobre a RENT3
A Localiza Rent a Car S.A. (B3: RENT3), rebatizada em nível corporativo como Localiza&Co, atua no mercado de mobilidade com foco em aluguel de veículos, gestão e terceirização de frotas, assinatura de carros e venda de seminovos. Fundada em 1973 e sediada em Belo Horizonte (MG), a companhia é listada na B3 e integra o grupo de empresas de grande capitalização do mercado brasileiro. O modelo de negócios é organizado em ecossistemas complementares. Em Aluguel de Carros (RAC), atende pessoas físicas, empresas, seguradoras e montadoras, com presença em aeroportos e lojas urbanas. Em Gestão de Frotas (GTF), oferece contratos de longo prazo para clientes corporativos, incluindo serviços de manutenção e gestão operacional. A operação de Seminovos monetiza a desmobilização da frota própria, apoiando rotação de ativos e eficiência de capital. A companhia mantém posição de liderança no setor de locação de veículos na América do Sul, reforçada por escala operacional, rede de atendimento ampla e integração de plataformas após movimentos de consolidação setorial. A estratégia combina crescimento de volumes, ganho de produtividade, digitalização da jornada do cliente e disciplina de renovação de frota. No recorte mais recente divulgado pela companhia, a plataforma operava com frota superior a 632 mil carros, 935 pontos físicos e presença em 7 países da América do Sul, além da entrada no México.
Dividendos
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Museu da B3 guarda acervo centenário que conta história do desenvolvimento financeiro brasileiro
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é hoje a principal bolsa de valores do Brasil onde compradores e vendedores negociam ativos financeiros, como commodities, ações de empresas e títulos. De acordo com a própria instituição, mais de R$ 2 trilhões foram movimentados nos primeiros quatro meses de 2026. A atual Bolsa do Brasil é resultado da unificação entre Bovespa, Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados (Cetip). A B3 é hoje uma das principais empresas de infraestrutura do mercado financeiro do mundo. Além disso, é a maior provedora de índices do mercado, com mais de 60 que servem de referência para a indústria de investimentos. Preservação O respaldo alcançado pela B3 no mercado brasileiro foi construído a muitas mãos e ao longo de mais de 100 anos. Essa história centenária está preservada no Museu da Bolsa do Brasil (MUB3), em São Paulo. Inaugurado em 2022, o museu está instalado no espaço em que funcionava a antiga Bovespa, no Centro Histórico de São Paulo. O local onde aconteciam os pregões e negociações hoje abriga artefatos marcantes da história da bolsa. "Atualmente, as negociações acontecem totalmente em ambiente digital. Nessa exposição, a gente mostra para o visitante como era essa relação dos operadores na época do 'pregão viva-voz', no corpo a corpo", explica a supervisora técnica da B3, Juliana Pons. O museu recria as praças públicas onde eram negociadas commodities no século 19 e os espaços de venda de ações e papéis que surgiram no século 20. "A B3 é resultado da fusão entre essas bolsas regionais ao longo dos anos", conta Juliana. Conheça o Museu da Bolsa do Brasil com o programa Me Leva, da TV Alesp. Assista ao episódio na íntegra:
Ibovespa B3 fecha estável com Oriente Médio e Focus no radar; dólar vai a R$ 5,08
O Ibovespa B3 começou o mês de agosto na estabilidade, com o mercado de olho no desenrolar do conflito no Oriente Médio – mais uma vez – e na macroeconomia local. A principal referência do mercado acionário brasileiro fechou o pregão desta segunda-feira (3) aos 178.000,24 pontos, sem variação. No cenário externo, o principal fato no foco foi o cancelamento dos ataques dos Estados Unidos ao Irã, por parte do presidente Donald Trump. O anúncio alavancou os ativos de risco pelas bolsas e fez os preços do petróleo recuarem. Com diversas ações ligadas à commodity no indicador, o IBOV foi puxado para baixo com o desempenho desses papéis, como Petrobras e PRIO. Por outro lado, a economia local trouxe mais otimismo para os investidores brasileiros. O Boletim Focus do Banco Central reduziu as expectativas para os índices de inflação e, pela primeira vez desde março, da taxa básica de juros. De acordo com os especialistas do mercado financeiro, a Selic deve fechar 2026 em 13,75%. Já as projeções de inflação foram ajustadas de 5,12% para 5,03% no IPCA ao final do ano. + Temporada de balanços: confira o calendário de divulgação dos resultados do segundo trimestre Ibovespa hoje Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 178.556,60 pontos na máxima intradiária e 176.783,14 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 16,2 bilhões. Maiores altas Ticker Dia (%) Valor (R$) HAPV3 5,59 11,91 CURY3 4,52 31,45 CEAB3 3,60 9,78 DIRR3 3,52 11,75 EMBJ3 3,12 89,60 Maiores baixas Ticker Dia (%) Valor (R$) CSNA3 -6,82 4,51 PRIO3 -3,86 58,50 RECV3 -3,19 10,33 VAMO3 -2,40 3,26 BRAP4 -2,27 21,50 Dólar hoje A queda no petróleo foi o principal motor de alta do câmbio em relação ao real. No fim do dia, o dólar comercial subiu 0,34%, a R$ 5,08. “Como o Brasil é um importante exportador de petróleo, a queda severa no preço da commodity reduz a perspectiva de entrada de dólares no país, o que naturalmente pressiona o câmbio para cima”, ressaltou Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad. Bolsas de Nova York Nas bolsas de Nova York, as ações tiveram ajustes depois de uma maior cautela na semana passada, com juros e impactos da guerra no Oriente Médio. No pregão, o Dow Jones subiu 1,32%, o S&P valorizou 1,48% e o Nasdaq teve alta de 2,13%. Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3
Ibovespa fecha em estabilidade no 1º pregão do mês
O Ibovespa fechou no zero-a-zero nesta segunda-feira, 3, mantendo-se nos 178 mil pontos. No primeiro pregão de agosto, a bolsa de valores brasileira operou de olho na desvalorização do petróleo, fator que pressiona a Petrobras (PETR4), uma das companhias mais influentes do índice. Outro componente foi a Vale (VALE3), que, apesar do bom resultado operacional apresentado, tem peso sobre as ações devido à queda do minério de ferro. O petróleo entra em foco após aumento das expectativas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã para acabar com a guerra no Oriente Médio. Segundo Fernando Bresciani, analista de investimentos do Andbank, a questão geopolítica internacional faz o preço do barril de petróleo brent cair cerca de 5%, para 83,5 dólares, e contribui para o rendimentos dos Treasuries, reduzindo parte das pressões inflacionárias globais. No Brasil, a agenda econômica contou com a divulgação do Boletim Focus semanal. Economistas consultados pelo Banco Central reduziram as projeções para a inflação do país, que deve encerrar 2026 em 5,03%, ante as expectativas de 5,12% da semana anterior. O relatório também abaixou a expectativa de taxa Selic para o fim do ano para 13,75% ao ano. Os papéis da Petrobras (PETR4) caíram 0,85% e os da Vale (VALE3), 2,15%. Entre as demais ações de peso no principal índice da B3, os bancos operaram majoritariamente no positivo. O Santander (SANB11) liderou os ganhos, com alta de 1,08%, seguido pelo Bradesco (BBDC4) e pelo Itaú (ITUB4) que avançaram 0,65%. O Banco do Brasil (BBAS3), por outro lado, teve desvalorização de 0,37%. O dólar, por sua vez, encerrou em leve alta, cotado a 5,08 reais. “Como o Brasil é um importante exportador de petróleo, a queda severa no preço da commodity reduz a perspectiva de entrada de dólares no país, o que naturalmente pressiona o câmbio para cima”, explica Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad. Continua após a publicidade Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise no programa Mercado: