RBVA11
Fundos ImobiliáriosFundo de Investimento Imobiliario Rio Bravo Renda Varejo - FII
CNPJ: 15576907000170
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Sobre a RBVA11
O RIO BRAVO RENDA VAREJO FII DE RESPONSABILIDADE LIMITADA (RBVA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Varejo, com gestão Ativa.
Dividendos
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CPSH11 Amplia Exposição no Sul Ao Comprar Fatia do Shopping Curitiba
O fundo imobiliário (FII) Capitânia Shoppings (CPSH11) fechou contrato para adquirir uma fatia de 10,682% do Shopping Curitiba, conforme fato relevante divulgado pela gestão. O imóvel cuja fatia foi comprada pelo CPSH11 fica localizado na Rua Brigadeiro Franco, no centro de Curitiba (PR). O valor total da transação foi de R$ 45,2 milhões, com pagamento realizado à vista no fechamento, em 26 de junho de 2026. Desse total, R$ 44,9 milhões vieram de recursos próprios do fundo imobiliário e R$ 279 mil foram compensados em obras. Leia Também O Motivo Que Fez o Itaú BBA Preferir FIIs de Papel Mesmo com a Queda da Selic BTG Pactual Muda Carteira de FIIs e KNIP11 Vira Favorito; Entenda Motivos GARE11 Vende Galpões e Lojas por R$ 804 Milhões; Veja Impactos no FII RBVA11 Fecha Dois Contratos com Empresa de Self-storage e Reduz Vacância para 4,9% O Que Explica o Otimismo do BB Investimentos com o MXRF11 Fundo com 133 Cotistas Lidera Ranking de FIIs Mais Negociados da Bolsa de Valores; Veja Lista A gestora destaca que a aquisição amplia a exposição do fundo à região Sul do Brasil e reduz a concentração em São Paulo e no Sudeste. A operação foi realizada com declarações e garantias usuais de mercado. Newsletter Forbes Daily As principais notícias do mercado financeiro De segunda a sexta-feira no seu email Assinar Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação. O cap rate da operação, calculado sobre a Receita Operacional Líquida (NOI, na sigla em inglês) dos últimos 12 meses, ficou em 9,25% ao ano. O ativo tem Área Bruta Locável (ABL) total de 22.537 m², dos quais 2.407 m² correspondem à fração adquirida pelo fundo. O shopping tem 136 lojas, taxa de ocupação de 98,3% e NOI LTM de R$ 1.737 por metro quadrado. O empreendimento foi inaugurado em 1996. Com a entrada do Shopping Curitiba, a composição da carteira do fundo passa por uma pequena mudança. O Shopping Curitiba agora passa a representar 5,8% do NOI projetado da carteira do CPSH11, enquanto os demais ativos têm suas participações levemente reduzidas proporcionalmente. Midway Mall (30,9% do NOI projetado) Shopping Parque Dom Pedro (17%) Iguatemi Alphaville (18%) Shopping Iguatemi Fortaleza (8,8%) Internacional de Guarulhos (7,5%) I Fashion Outlet (6,9%) Shopping Pátio Paulista (5,1%) Ao fim de maio, a Capitânia enquanto gestora gerenciava R$ 21,4 bilhões em 66 fundos de investimento. No caso do Capitânia Shoppings, são 37,1 mil cotistas. O FII soma R$ 1,42 bilhão em patrimônio líquido. Cotação do CPSH11 As cotas do CPSH11 operam estáveis no pregão desta sexta-feira (3), a R$ 9,99. No acumulado de 12 meses, os papéis sobem 0,8%.
O Motivo Que Fez o Itaú BBA Preferir FIIs de Papel Mesmo com a Queda da Selic
Em revisão da sua carteira recomendada de Fundos Imobiliários (FIIs), o Itaú BBA manteve o portfólio inalterado e frisou sua predileção por ativos financeiros – neste contexto, fundos de papel, com exposição ao crédito imobiliário. Os analistas de sell-side do banco, assim, seguem preferindo FIIs de papel a despeito do ciclo de corte de juros – embora as sinalizações indiquem que a Selic terminará em patamar maior do que o esperado anteriormente. “Nossa visão é baseada no fato de que o ciclo de corte de juros projetado ainda indica uma taxa terminal elevada – atualmente estimada em 14% ao fim do ano –, o que favorece os rendimentos dos fundos indexados ao CDI”, dizem os analistas Larissa Gatti Nappo e Fausto Menezes. “Já para os fundos atrelados ao IPCA, a projeção de inflação de 5,4% para 2026, somada aos riscos altistas no radar, tende a beneficiar essa classe, reforçando a tese de que esses fundos podem representar alternativas relevantes dentro de diferentes cenários de investimento”, completam. Leia Também BTG Pactual Muda Carteira de FIIs e KNIP11 Vira Favorito; Entenda Motivos Minha Casa Minha Vida Pode Sofrer com Recursos Mais Restritos no FGTS, Diz Itaú BBA GARE11 Vende Galpões e Lojas por R$ 804 Milhões; Veja Impactos no FII RBVA11 Fecha Dois Contratos com Empresa de Self-storage e Reduz Vacância para 4,9% O Que Explica o Otimismo do BB Investimentos com o MXRF11 Fundo com 133 Cotistas Lidera Ranking de FIIs Mais Negociados da Bolsa de Valores; Veja Lista Em adição a isso, o BBA destaca que os FIIs de tijolo seguem com “bases sólidas e ciclos positivos”, mas ainda são mais sensíveis à reprecificação das curvas de juros. A junção destes fatores não torna a classe alvo de pessimismo generalizado. Newsletter Forbes Daily As principais notícias do mercado financeiro De segunda a sexta-feira no seu email Assinar Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação. “Enxergamos espaço para valorização adicional, sustentado pelo desconto remanescente, pela expectativa de redução da taxa de desconto e pelo bom momento operacional”, pontua o Itaú BBA, que oberva que esta classe de fundos imobiliários pode ter volatilidade elevada no panorama atual. KNCR11, KNUQ11 e KNIP11 são maiores apostas de FIIs de papel Os fundos da Kinea seguem tendo as maiores fatias da carteira de FIIs do banco. Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), Kinea Unique HY CDI (KNUQ11) e Kinea Índice de Preços (KNIP11) são os principais ativos, com 10% de alocação cada. Neste caso, o trio é justamente de fundos de papel. O Kinea Hedge Fund (KNHF11) ainda aparece com alocação de 10%, entretanto se trata de um fundo multiestratégia. Desde abril de 2018, quando o portfólio foi criado, o retorno total (variação das cotas somada ao volume de dividendos pagos) é de 109%. Na mesma janela, o IFIX apresentou retorno total de 62,3%. A carteira apresenta um dividend yield corrente de 11,25% ao ano, o que corresponde a um prêmio de 3,15 pontos percentuais (p.p.) sobre o Tesouro IPCA+ 2035. Esse percentual, no entanto, fica abaixo da média ponderada do dividend yield do IFIX, que está em 12,6%. Carteira de FIIs do Itaú BBA Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) – 10% Kinea Índice de Preços (KNIP11) – 10% Kinea Unique HY CDI (KNUQ11) – 10% Kinea Hedge Fund (KNHF11) – 10% HSI Malls (HSML11) – 7,5% XP Malls (XPML11) – 7,5% Bresco Logística (BRCO11) – 7,5% BTG Pactual Logística (BTLG11) – 7,5% Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) – 7,5% VBI Prime Properties (PVBI11) – 6% CSHG Renda Urbana (HGRU11) – 6% RBR Properties (RBRP11) – 5,5% Itaú Total Return FII (ITRI11) – 5% Abertura da curva de juros segue sendo fator detrator Acerca do ambiente macroeconômico, o BBA destaca que junho foi marcado pelo movimento negativo dos meses anteriores, com o mercado próximo das mínimas do ano. “A nova abertura das curvas de juros no Brasil voltou a pressionar os ativos, refletindo um ambiente de política monetária mais cautelosa e um balanço de riscos mais desafiador.” Sobre o cenário internacional, a visão é de que a postura mais dura do Federal Reserve (Fed) também contribuiu para a deterioração do ambiente global, reforçando a pressão sobre ativos sensíveis à taxa de desconto. O BBA ainda deu espaço para o que considera um “amadurecimento da indústria”, com o surgimento da Latin America REITs Association (LAREAL). Conforme reportado pela Forbes, a instituição tem buscado aumentar a institucionalização e a internacionalização da indústria de FIIs brasileira, que é a sétima maior do mundo.
Fundos imobiliários anunciam dividendos de julho. Confira:
Diversos fundos imobiliários que compõem o IFIX divulgaram nesta semana os dividendos que serão distribuídos aos cotistas durante o mês de julho. Os anúncios reforçam a característica recorrente dos FIIs de realizar pagamentos periódicos de rendimentos, mantendo o calendário mensal de distribuição acompanhado de perto pelos investidores que buscam geração de renda passiva. Os primeiros pagamentos estão programados para 07/07, contemplando fundos dos segmentos de recebíveis imobiliários, logística, lajes corporativas, shopping centers e renda urbana. Ao longo do mês, os cotistas que atenderem aos critérios de elegibilidade de cada fundo receberão os valores anunciados pelas respectivas gestoras. Os dividendos de Fundos Imobiliários são investimentos voltados para o mercado imobiliário que oferecem aos investidores participação em empreendimentos como shopping centers, lajes corporativas, galpões logísticos e imóveis residenciais, divididos em 5 categorias: FIIs de tijolo, FIIs de papel, Fundos de Fundos (FOFs), FIIs Híbridos, Fiagros e Fundos de Desenvolvimento. Calendário de dividendos para o mês de Julho/2026: Ticker Valor (R$) Data Com Pagamento DY GARE11 0,0830 30/06/2026 07/07/2026 1,02% HSAF11 0,9500 30/06/2026 07/07/2026 1,20% HSML11 0,7500 30/06/2026 07/07/2026 0,88% HTMX11 2,9500 30/06/2026 07/07/2026 2,11% LIFE11 0,1200 30/06/2026 07/07/2026 1,69% LVBI11 0,7500 30/06/2026 07/07/2026 0,72% RZTR11 0,9000 30/06/2026 07/07/2026 1,00% VGHF11 0,0700 30/06/2026 07/07/2026 1,16% ICRI11 1,1000 30/06/2026 13/07/2026 1,15% KNCR11 1,1000 30/06/2026 13/07/2026 1,02% KNHY11 1,2000 30/06/2026 13/07/2026 1,20% KNIP11 1,1200 30/06/2026 13/07/2026 1,21% KNSC11 0,1000 30/06/2026 13/07/2026 1,09% VCJR11 1,2500 30/06/2026 13/07/2026 1,64% AZPL11 0,0850 30/06/2026 14/07/2026 1,11% BRCO11 1,0500 30/06/2026 14/07/2026 0,92% GTWR11 0,9000 30/06/2026 14/07/2026 1,11% HFOF11 0,0600 30/06/2026 14/07/2026 0,92% HGBS11 0,1700 30/06/2026 14/07/2026 0,87% HGLG11 1,1000 30/06/2026 14/07/2026 0,73% HGRU11 0,9500 30/06/2026 14/07/2026 0,72% JSAF11 0,0800 30/06/2026 14/07/2026 1,08% JSRE11 0,4800 30/06/2026 14/07/2026 0,79% KNRI11 1,3800 30/06/2026 14/07/2026 0,90% KORE11 0,6000 30/06/2026 14/07/2026 0,94% MFII11 0,9100 30/06/2026 14/07/2026 1,74% MXRF11 0,1000 30/06/2026 14/07/2026 1,02% OUJP11 1,5800 30/06/2026 14/07/2026 2,08% PMLL11 1,0000 30/06/2026 14/07/2026 0,94% RBRL11 0,6000 30/06/2026 14/07/2026 0,81% RPRI11 1,4000 30/06/2026 14/07/2026 1,77% TRXF11 1,5000 30/06/2026 14/07/2026 1,63% TVRI11 1,0500 30/06/2026 14/07/2026 1,14% XPCI11 0,9500 30/06/2026 14/07/2026 1,12% XPLG11 0,8200 30/06/2026 14/07/2026 0,87% XPSF11 0,0700 30/06/2026 14/07/2026 1,10% BBIG11 0,0200 30/06/2026 15/07/2026 0,32% BCRI11 0,7900 30/06/2026 15/07/2026 1,31% HSLG11 0,7400 30/06/2026 15/07/2026 0,84% KIVO11 0,8500 30/06/2026 15/07/2026 1,42% RBFM11 0,1080 30/06/2026 15/07/2026 1,03% RBVA11 0,0900 30/06/2026 15/07/2026 0,99% TRBL11 2,6800 30/06/2026 15/07/2026 4,28% VRTA11 0,8500 30/06/2026 15/07/2026 1,20% VRTM11 0,0900 30/06/2026 15/07/2026 1,27% Os cotistas do fundo imobiliário Cartesia Recebíveis Imobiliários (CACR11) receberam a confirmação de um cenário que já vinha sendo antecipado pelo mercado: não haverá distribuição de dividendos em julho de 2026, referentes aos resultados obtidos no mês anterior. A decisão amplia a preocupação dos investidores, principalmente daqueles que utilizam os rendimentos mensais como fonte de renda passiva. O fundo vem adotando uma estratégia de retenção dos lucros gerados por suas operações imobiliárias para fazer frente ao pagamento de despesas extraordinárias. Com isso, os recursos que normalmente seriam destinados aos cotistas permanecem no caixa do fundo, enquanto a administração busca reequilibrar sua situação financeira. Atualmente, aproximadamente 25 mil investidores dividem um patrimônio líquido de R$ 471,1 milhões. A carteira do Cartesia Recebíveis Imobiliários é formada majoritariamente por Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), emitidos por construtoras com perfil de maior risco. Em contrapartida, esses ativos costumam oferecer taxas de remuneração mais elevadas, característica comum em operações que apresentam maior exposição ao risco de crédito. Na virada para julho, os administradores do fundo convocaram uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE), na qual os cotistas deverão deliberar sobre a possibilidade de não distribuir, no mínimo, 95% do lucro obtido pelo fundo no período. A medida busca dar respaldo formal à retenção dos recursos enquanto permanecem as necessidades financeiras extraordinárias. A ausência dos dividendos tende a continuar pressionando o desempenho das cotas do Cartesia Recebíveis Imobiliários (CACR11). Como boa parte dos investidores de fundos imobiliários prioriza o recebimento recorrente de rendimentos, a interrupção desses pagamentos pode reduzir o interesse pelo ativo no curto prazo, aumentar a volatilidade das negociações e manter as cotas sob pressão. Ao mesmo tempo, a evolução da situação financeira do fundo e as decisões tomadas na AGE poderão influenciar as expectativas dos investidores para os próximos meses. b3,investidor10, advfn QUER SABER COMO GANHAR MAIS? 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