RA

RADL3

Consumo Não Cíclico

Raia Drogasil S.A.

CNPJ: 61585865000151

Preço Atual
R$ 16,25
-1.81%
Abertura
R$ 16,56
Fec. Ant: R$ 16,25
Variação Dia
Min: R$ 16,22
Max: R$ 16,71
52 Semanas
Mín: R$ 12,81
Máx: R$ 27,42
Volume
10.985.200
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
2.00%
P/L
22.45
P/VP
3.95
LPA
R$ 0,74
VPA
R$ 4,19
EV/EBITDA
7.59
EV/EBIT
13.32
P/EBITDA
6.08
P/EBIT
10.67
P/Receita (PSR)
0.65
P/FCO
10.83
P/FCL
24.44
EV/Receita Líq.
0.81
EV/FCO
13.51
EV/FCL
30.50
Earning Yield
7.51%
Enterprise Value
R$ 36,20 Bi
Valor de Mercado
R$ 29,00 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.51
Dív. Líquida/PL
0.98
Dívida Líquida
R$ 7,20 Bi
Liq. Corrente
1.47
PL/Ativos
0.29
Passivos/Ativos
0.71
Liq. Seca
0.66
Liq. Imediata
0.05

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
30.10%
Margem EBITDA
10.66%
Margem EBIT
6.07%
Margem Líquida
2.89%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
17.63%
ROIC
18.03%
ROA
5.12%
Giro do Ativo
1.78

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
12.42%
CAGR Lucro
9.85%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 30.10%
Margem EBITDA 10.66%
Margem Operacional 6.07%
Margem Líquida 2.89%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 2,68 Bi
FCL R$ 1,19 Bi
Caixa Total R$ 537,74 Mi
Caixa/Ação R$ 0,31
Receita e Dívida
Receita Total R$ 44,77 Bi
Lucro Bruto R$ 13,48 Bi
EBITDA R$ 4,77 Bi
Dívida Total R$ 7,90 Bi
Crescimento
Receita 12.42%
Lucro 9.85%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 44.250,45 Mi R$ 38.871,52 Mi R$ 33.973,79 Mi R$ 29.067,38 Mi
Lucro Bruto R$ 12.964,89 Mi R$ 11.556,78 Mi R$ 10.207,36 Mi R$ 8.809,47 Mi
EBITDA R$ 2.743,57 Mi R$ 2.352,11 Mi R$ 2.080,49 Mi R$ 1.839,32 Mi
Lucro Líquido R$ 1.300,24 Mi R$ 1.211,37 Mi R$ 1.087,14 Mi R$ 1.014,97 Mi

Sobre a RADL3

Setor
Consumo Não Cíclico
Indústria
Medicamentos e Outros Produtos
Funcionários
57.708
Market Cap
R$ 28,92 Bi
Descrição do Negócio

A RD Saúde (Raia Drogasil S.A.), listada na B3 sob o ticker RADL3, é uma varejista farmacêutica brasileira formada pela fusão entre Droga Raia e Drogasil em 2011. A companhia opera em escala nacional e mantém foco em medicamentos, produtos de saúde, higiene e conveniência. O negócio é estruturado em rede de lojas físicas, canais digitais e serviços de saúde adjacentes, com atuação multicanal para atendimento ao consumidor final. Além das bandeiras Raia e Drogasil, a empresa desenvolve iniciativas em ecossistema de saúde, incluindo serviços e soluções de jornada do paciente. A estratégia operacional combina expansão orgânica de lojas, ganho de produtividade, digitalização de vendas e integração logística para reduzir prazo de entrega e elevar recorrência de compra. O modelo prioriza alta capilaridade urbana e fortalecimento da base de clientes de longo prazo. No mercado brasileiro, a RD Saúde é uma das maiores companhias do varejo farmacêutico em receita e presença geográfica, com posição relevante na formalização e consolidação do setor.

Dividendos

JCP R$ 0,0860
Pagamento: 06/04/2026
JCP R$ 0,0849
Pagamento: 29/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,0759
Pagamento: 29/12/2025
JCP R$ 0,0821
Pagamento: 30/05/2026
JCP R$ 0,0769
Pagamento: 05/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,0607
Pagamento: 30/05/2025
JCP R$ 0,0689
Pagamento: 01/12/2025
JCP R$ 0,0722
Pagamento: 30/05/2025
JCP R$ 0,0665
Pagamento: 30/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,0618
Pagamento: 06/12/2024

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Bradesco BBI vê ponto de entrada na B3 após correção e elege ações favoritas para 3T

Banco vê valuations mais atrativos após a correção das bolsas da América Latina e mantém preferência por Brasil e Chile Publicidade Após um segundo trimestre de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI vê uma nova janela de oportunidade para investidores na região. Em relatório liderado pelo estrategista Ben Laidler, com participação dos analistas Francisco Navarrete e Bruno Mendonça, o banco atualizou suas principais recomendações de ações de grande e média capitalização para o terceiro trimestre de 2026 (3T26) e avalia que o ajuste recente tornou as avaliações mais atrativas, abrindo espaço para uma valorização de até 25% no segundo semestre. Diante desse cenário, o banco mantém recomendação overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra) para Brasil e Chile, adota postura neutra em México e Peru e underweight (exposição abaixo da média do mercado, equivalente à venda) em Argentina e Colômbia. Entre as empresas, as novas adições à carteira são lideradas por companhias de “crescimento de qualidade”, como Itaú Unibanco (ITUB4), Coca-Cola FEMSA, Embraer (EMBJ3), Equatorial (EQTL3) e Yduqs (YDUQ3), além de ações de média capitalização como XP Inc. (XP; BDR; XPBR31), Ternium (TX) e Smart Fit (SMFT3). Vale (VALE3) e Ternium O Bradesco BBI mantém uma visão positiva para a oferta e demanda de minério de ferro e cobre, cenário que, segundo o banco, tem sustentado preços acima do esperado para as commodities. No setor de aço da América Latina, a equipe adota uma postura seletiva e destaca a Ternium como sua principal preferência. Apesar das pressões de curto prazo sobre os custos, o Bradesco BBI afirma que os preços do minério de ferro e dos metais básicos, acima do esperado, combinados com a sólida execução operacional, mantêm inalteradas suas projeções de Ebitda e fluxo de caixa livre (FCF). O banco considera a avaliação da Vale atrativa, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 9% para 2026, ante média de 5% dos pares, além de enxergar maior probabilidade de distribuições extraordinárias de recursos no segundo semestre de 2026. Para a Ternium, o banco avalia que a melhora dos mercados do México e do Brasil deve sustentar um forte avanço dos resultados e revisões positivas das estimativas. As projeções do Bradesco BBI estão 16% acima do consenso de mercado. Além disso, a redução dos investimentos (capex) deve impulsionar a geração de fluxo de caixa livre. Suzano (SUZB3) Embora não veja catalisadores relevantes no curto prazo, o BBI considera a Suzano (SUZB3) a empresa com a melhor relação entre risco e retorno dentro de sua cobertura dos setores de papel e celulose. A avaliação é sustentada pelos preços favoráveis da celulose e pela sólida execução operacional da companhia. Além disso, o banco estima que a estratégia de hedge cambial pode gerar cerca de R$ 5 bilhões em ganhos entre 2026 e 2027, considerando um câmbio de R$ 5,00 por dólar. O valuation também é visto como um importante fator de proteção, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 16% para 2027, mesmo em um cenário mais conservador, com o preço da celulose em US$ 550 por tonelada e o dólar a R$ 5,00. Vibra (VBBR3) e OceanPact (OPCT3) O analista Vicente Falanga mantém uma postura cautelosa em relação às ações do setor de petróleo, diante da possibilidade de uma resolução do conflito envolvendo o Irã. Nesse cenário, ele prefere segmentos mais defensivos, como distribuição de combustíveis e serviços para a indústria de óleo e gás. Continua depois da publicidade A principal recomendação entre as empresas de grande capitalização é a Vibra (VBBR3). Segundo Falanga, o ambiente competitivo deve continuar melhorando com o avanço do combate à informalidade no mercado de combustíveis. Além disso, a margem recorrente no segundo trimestre de 2026 deve superar a do primeiro trimestre, alcançando cerca de R$ 350 por metro cúbico, enquanto o fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE) tende a crescer de forma significativa. Mesmo com a recente pressão sobre os juros reais no Brasil, o analista considera a ação barata, negociada a menos de 9 vezes o lucro estimado para 2027 (P/L), patamar que julga atrativo diante das perspectivas de crescimento e retorno sobre o capital investido (ROIC). Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela OceanPact (OPCT3). Após revisar sua tese de investimento em função da fusão transformacional com a CBO, Falanga elevou o preço-alvo da ação para R$ 15, ante R$ 10 anteriormente, incorporando as sinergias esperadas com a operação. Continua depois da publicidade Equatorial (EQTL3) e Eneva (ENEV3) O analista Francisco Navarrete vê um cenário mais favorável para as distribuidoras de energia no Brasil, impulsionado por melhorias regulatórias, e mantém visão positiva para o setor de saneamento após as privatizações. A Equatorial (EQTL3) é a principal escolha do analista por sua forte capacidade de alocação de capital e pela exposição aos setores de energia e saneamento, com participações relevantes na Copasa (CSMG3) e na Sabesp (SBSP3). Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Eneva (ENEV3), vista como uma das principais histórias de crescimento do setor elétrico, apoiada na expansão da geração térmica para complementar as fontes renováveis. Continua depois da publicidade Coca-Cola FEMSA e 3tentos (TTEN3) O BBI mantém visão positiva para os setores de alimentos e bebidas e agronegócio. Segundo ele, as engarrafadoras da Coca-Cola oferecem exposição atrativa ao consumo na América Latina, enquanto, no agronegócio, a preferência é por empresas de crescimento com menor dependência dos preços das commodities. A Coca-Cola FEMSA é a principal recomendação entre as empresas de grande capitalização. O banco vê potencial de alta para os volumes no México, apesar dos efeitos do imposto IEPS, e considera que a ação negocia com desconto injustificado em relação ao histórico e à concorrente Arca. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela 3tentos (TTEN3), destacada como uma sólida história de crescimento no agronegócio, com expectativa de expansão média de 20% ao ano nos lucros pelos próximos três anos e negociação a cerca de 9 vezes o lucro estimado para 2026. Continua depois da publicidade Embraer (EMBJ3) O Bradesco BBI vê a Embraer (EMBJ3) como uma sólida história de crescimento, apesar do desempenho inferior ao de concorrentes em meio a preocupações consideradas exageradas com o cenário macroeconômico e fundamentos da companhia. A expectativa é de aumento dos volumes nos segmentos de aviação comercial e executiva, expansão das margens e possibilidade de revisão para cima do guidance de 2026. Além disso, a ação é considerada atrativa, negociando a cerca de 9,5 vezes o EV/Ebitda estimado para 2026, aproximadamente 20% abaixo da média dos pares globais. Marcopolo (POMO4) e WEG (WEGE3) O analista Daniel Federle prefere exposição ao segmento de ônibus no setor de bens de capital, diante da elevada alavancagem e da menor previsibilidade operacional das fabricantes de caminhões. Já em relação à WEG (WEGE3), mantém postura cautelosa por causa dos desafios de crescimento no curto prazo, da ausência de catalisadores e do valuation considerado elevado. A principal recomendação é a Marcopolo (POMO4). Segundo Federle, a companhia está bem posicionada para registrar crescimento de receita de cerca de 8% em 2026, impulsionada pelas entregas para o programa do Ministério da Saúde e pelo novo ciclo do programa Caminho da Escola, no qual conquistou a totalidade do contrato. O analista também destaca o valuation atrativo, com a ação negociando a cerca de 5,5 vezes o lucro estimado para 2026 e dividend yield de fluxo de caixa livre próximo de 9%. Totvs (TOTS3) e LWSA (LWSA3) O Bradesco BBI prefere empresas de software, que passaram a negociar em valuations mais atrativos após a correção relacionada à inteligência artificial e estão menos expostas a disrupções por oferecerem serviços essenciais. Já Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3) seguem fora das preferências do banco devido ao cenário competitivo mais incerto e à ausência de perspectiva de reajustes de preços. A principal recomendação é a Totvs (TOTS3). O banco destaca o forte momento operacional do negócio de ERP e o valuation descontado, com a ação negociando a cerca de 15 vezes o lucro estimado para 2026, aproximadamente 35% abaixo da média histórica. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela LWSA (LWSA3), que combina valuation atrativo, sólida execução operacional e expectativa de expansão relevante das margens. MercadoLivre (MELI34) e Smart Fit (SMFT3) O analista Pedro Pinto avalia que o varejo brasileiro deve enfrentar um segundo semestre ainda desafiador, com confiança empresarial em queda, consumo pressionado e elevado endividamento das famílias. A principal escolha é o MercadoLivre. Para o analista, a maior parte das revisões negativas de lucro já foi precificada, enquanto a melhora dos indicadores operacionais reforça a tese de longo prazo. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Smart Fit (SMFT3). Segundo Pinto, as preocupações com concorrência e preços diminuíram após os resultados do primeiro trimestre, enquanto a operação no Brasil e a TotalPass apresentam melhora operacional. Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) A principal recomendação é a Cury (CURY3), destacada pela elevada rentabilidade, forte crescimento esperado dos lucros, valuation descontado e dividend yield próximo de 10%. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Tenda (TEND3). O analista vê uma relação risco-retorno atrativa, sustentada pelo potencial de pagamento de dividendos, resultados em melhora e pela estabilidade estrutural do programa Minha Casa, Minha Vida. Raia Drogasil (RADL3) e Mater Dei (MATD3) O analista Marcio Osako vê oportunidades no setor de saúde brasileiro, destacando empresas com bom momento de resultados e valuations atrativos. A principal recomendação é a Raia Drogasil (RADL3). Para Osako, a recente queda das ações foi exagerada, considerando o perfil defensivo da companhia, a expectativa de resultados sólidos e o valuation descontado em relação à média histórica. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Mater Dei (MATD3). O analista destaca o valuation atrativo, a forte geração de caixa esperada e a perspectiva de crescimento dos resultados. Yduqs (YDUQ3) e Vitru (VTRU3) A Yduqs (YDUQ3) é a principal escolha do Bradesco BBI no setor de educação. O banco destaca os resultados sólidos no primeiro trimestre, a baixa alavancagem e a forte geração de caixa esperada. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Vitru (VTRU3), que combina perspectiva positiva para 2026, baixa alavancagem e geração de caixa atrativa.