PS

PSSA3

Serviços Financeiros

Porto Seguro S.A.

CNPJ: 02149205000169

Preço Atual
R$ 52,50
+0.04%
Abertura
R$ 52,49
Fec. Ant: R$ 52,43
Variação Dia
Min: R$ 52,15
Max: R$ 53,25
52 Semanas
Mín: R$ 45,09
Máx: R$ 57,21
Volume
1.412.900
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
6.00%
P/L
9.21
P/VP
2.18
LPA
R$ 5,70
VPA
R$ 24,03
EV/EBITDA
9.75
EV/EBIT
11.04
P/EBITDA
9.39
P/EBIT
10.63
P/Receita (PSR)
0.81
P/FCO
31.98
P/FCL
-74.20
EV/Receita Líq.
0.84
EV/FCO
33.22
EV/FCL
-77.07
Earning Yield
9.06%
Enterprise Value
R$ 35,24 Bi
Valor de Mercado
R$ 33,93 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.36
Dív. Líquida/PL
0.08
Dívida Líquida
R$ 1,31 Bi
Liq. Corrente
1.24
PL/Ativos
0.28
Passivos/Ativos
0.72
Liq. Seca
1.24
Liq. Imediata
0.49

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
100.00%
Margem EBITDA
8.65%
Margem EBIT
7.63%
Margem Líquida
8.90%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
23.95%
ROIC
10.56%
ROA
6.47%
Giro do Ativo
0.75

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
15.25%
CAGR Lucro
30.31%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 100.00%
Margem EBITDA 8.65%
Margem Operacional 7.63%
Margem Líquida 8.90%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 1,06 Bi
FCL R$ -457,29 Mi
Caixa Total R$ 13,04 Bi
Caixa/Ação R$ 20,17
Receita e Dívida
Receita Total R$ 41,81 Bi
Lucro Bruto R$ 41,81 Bi
EBITDA R$ 3,62 Bi
Dívida Total R$ 14,35 Bi
Crescimento
Receita 15.25%
Lucro 30.31%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 40.883,14 Mi R$ 35.243,47 Mi R$ 32.395,08 Mi R$ 27.723,74 Mi
Lucro Bruto R$ 40.883,14 Mi R$ 35.243,47 Mi R$ 32.395,08 Mi R$ 27.723,74 Mi
EBITDA R$ 3.073,64 Mi R$ 3.099,49 Mi R$ 2.806,69 Mi R$ 707,50 Mi
Lucro Líquido R$ 3.424,08 Mi R$ 2.690,78 Mi R$ 2.314,86 Mi R$ 1.152,29 Mi

Sobre a PSSA3

Setor
Serviços Financeiros
Indústria
Seguradoras
Funcionários
8.500
Market Cap
R$ 33,70 Bi
Descrição do Negócio

Porto Seguro S.A. é uma empresa brasileira de seguros e serviços financeiros, uma das maiores seguradoras do Brasil. A companhia oferece produtos de seguros para pessoas físicas e jurídicas, incluindo seguros de automóvel, residencial, comercial, saúde e vida. Porto Seguro atua também em serviços de assistência, previdência complementar e outros produtos financeiros. Com mais de 70 anos de história, a empresa é referência no mercado de seguros brasileiro, operando com tecnologia avançada, rede de atendimento abrangente e foco em inovação e satisfação do cliente.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,8861
Pagamento: 30/11/2026
JCP R$ 0,5423
Pagamento: 31/12/2027
JCP R$ 0,5376
Pagamento: 30/11/2026
JCP R$ 0,5338
Pagamento: 30/04/2026
JCP R$ 0,4832
Pagamento: 26/06/2025
DIVIDENDO R$ 0,4789
Pagamento: 28/11/2025
DIVIDENDO R$ 0,1269
Pagamento: 10/04/2025
JCP R$ 0,4327
Pagamento: 28/03/2025
JCP R$ 0,4211
Pagamento: 28/11/2025
JCP R$ 0,4098
Pagamento: 10/04/2025

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Navegantes/SC. A Polícia Federal apreendeu, nesta sexta-feira (19/6), aproximadamente 150 kg de cocaína ocultos em meio a uma carga de sucata metálica com destino ao continente europeu. O material ilícito foi localizado em três contêineres de uma mesma carga, com tabletes inseridos no interior de barras metálicas fechadas e posicionadas na região central, com o objetivo de dificultar a fiscalização. A ação ocorreu ainda fora da área alfandegada, sendo os contêineres escoltados pela Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal, até o pátio de uma transportadora, onde foram disponibilizados espaço e equipamentos necessários para a abertura e inspeção segura das cargas. A apreensão é desdobramento de ação anterior realizada no dia 9/6 deste ano de 2026, quando 149,2 kg de cocaína foram encontrados em carga semelhante, do mesmo exportador e com idêntico destino, durante fiscalização no Porto de Navegantes. Diante dos fatos, a Polícia Federal realizou a apreensão da carga ilícita, que foi encaminhada para os procedimentos de praxe, incluindo perícia técnica e formalização dos atos cabíveis. As investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar os responsáveis pelo envio do entorpecente ao exterior, bem como possíveis vínculos com organizações criminosas atuantes no tráfico internacional de drogas. Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina (48) 3281-6699 (48)98837-7723 cs.srsc@pf.gov.br @pfsantacatarina

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Aeronave foi entregue à Força Aérea dos EUA nesta sexta-feira (19) após reformas e testes de voo O presidente dos EUA, Donald Trump, apresentou nesta sexta-feira (19) o avião de modelo Boeing 747 presenteado pelo Catar, na Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, enquanto a aeronave se aproximava da entrega para integrar a frota do Air Force One. "Este é considerado o avião mais luxuoso do mundo. Quando foi construído, foi construído em um nível que provavelmente nunca mais será visto", disse Trump a uma plateia em um novo hangar na base. O presidente americano aproveitou o momento para assinar a porta mecânica da aeronave. Momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, assina o painel mecânico do novo Air Force One • Margo Martin via X A aeronave jumbo, oferecida pelo Catar como presente no ano passado, foi reformada pela empresa de defesa L3Harris Technologies e passou por testes de voo e pintura com as cores vermelho, branco, azul-escuro e dourado escolhidas por Trump, marcando uma mudança em relação ao design icônico usado no Air Force One por décadas. Trump afirmou que a modernização era necessária para acompanhar as aeronaves mais modernas utilizadas por líderes estrangeiros. "Esses países têm muito respeito por nós, e ainda assim possuem um avião muito mais novo e muito melhor. É um pouco ridículo", disse Trump. Trump afirmou que o restante da frota do Air Force One também terá o novo design. A adição à frota de Trump proporciona um avião mais moderno e luxuoso para o presidente, seus assessores, equipe de segurança e a imprensa. O custo da modernização não foi divulgado e foi realizada tão rapidamente que alguns especialistas temem que a aeronave não seja tão segura quanto o atual Air Force One. O esforço acelerado da Força Aérea deixou de lado algumas modificações planejadas para o jato presidencial de próxima geração, a fim de entregar uma versão provisória mais cedo, mas as autoridades afirmaram que ela atende aos padrões presidenciais. “A segurança do comandante-em-chefe é nossa maior prioridade”, disse o secretário da Força Aérea, Troy Meink, em um comunicado na sexta-feira. “Desde o início, avaliamos meticulosamente cada requisito para acelerar a entrega, mantendo os altos padrões esperados da missão presidencial”. Sobrevoo em Washington Trump disse à multidão que a aeronave liderará uma formação que ele descreveu como o “maior sobrevoo da história americana” durante uma cerimônia de 4 de julho programada para o National Mall. “Isso vai liderar um grupo de muitos, muitos aviões”, disse Trump. Trump retornou da Europa na manhã de quinta-feira (18) a bordo de um Boeing 747-200 de uso militar, aeronave que serviu presidentes dos EUA por mais de três décadas. Trump afirmou que essa foi a última viagem da aeronave, acrescentando que ela será eventualmente colocada em um museu. A aceitação do luxuoso 747 do Catar pelo governo dos EUA levantou questionamentos sobre se o presente era excessivamente caro. Trump rejeitou as críticas ao acordo, dizendo que seria “estúpido” recusar a oferta. A modernização da aeronave de luxo exigiu melhorias de segurança, aprimoramentos nas comunicações para evitar espionagem e capacidades de defesa antimíssil, disseram especialistas. Senadores democratas estimaram que a conversão poderia custar mais de US$ 1 bilhão e aumentaria os riscos de segurança. O jato do Catar está servindo como aeronave de transição enquanto a Boeing trabalha na entrega de dois 747-8 construídos especificamente para esse fim, sob um contrato de preço fixo de US$ 3,9 bilhões assinado em 2018. Esse programa está com quatro anos de atraso, com a entrega prevista apenas para meados de 2028 — um atraso que pode deixar Trump sem uma nova aeronave antes do término de seu mandato, em janeiro de 2029. Os custos do programa da Boeing dispararam para mais de US$ 5 bilhões, com a empresa registrando encargos de US$ 2,4 bilhões contra os lucros do projeto. O novo esquema de cores representa uma mudança em relação ao design branco e azul em dois tons, que datava do governo do presidente John F. Kennedy. A Força Aérea reviveu elementos de uma paleta vermelha, branca e azul que Trump havia defendido anteriormente, mas que foi descartada em 2022, depois que a instituição determinou que cores mais escuras poderiam causar superaquecimento. A nova pintura em vermelho, branco, azul escuro e dourado também será aplicada ao VC-25B — a designação militar para o Boeing 747-8 — e a quatro Boeing 757-200 modificados, usados ​​para transportar o vice-presidente, membros do gabinete e outros altos funcionários.

Inteligência artificial: Alemanha e Europa à sombra dos EUA
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Alemanha e França unem forças para tentar fazer frente à dominância americana no mercado de IA. Especialistas do setor, porém, alertam que é preciso mais investimentos e menos burocracia. O acesso a modelos de inteligência artificial (IA) não é apenas uma questão de autonomia econômica, mas também de segurança interna e externa dos países. Um fato ocorrido no último dia 13 de junho deixou isso ainda mais claro: a empresa americana Anthropic havia informado que, por determinação do governo de Donald Trump, negaria a todos os estrangeiros o acesso aos principais softwares Fable 5 e Mythos 5, equipados com inteligência artificial, alegando motivos de segurança nacional. Esses modelos são considerados especialmente adequados para detectar vulnerabilidades em softwares. Para o ministro alemão do Interior, Alexander Dobrindt, a Alemanha necessita recuperar, com urgência, o atraso em termos de IA, uma vez que a situação atual aponta que é preciso participar da concepção das inovações tecnológicas. Caso contrário, pode acontecer "que muito rapidamente nos tornemos vítimas [na corrida pela IA]", disse ele à agência de notícias dpa. Centro franco-alemão de IA O Centro Alemão de Pesquisa em Inteligência Artificial (DFKI, na sigla em inglês) já deu um pontapé nesse sentido, com a criação de um centro franco-alemão de IA em parceira com o Inria, um instituto estatal francês de pesquisa especializado em informática e automação. Os escritórios na Alemanha e na França devem ser instalados a partir de julho de 2026, e no quarto trimestre começa a operação da Project Factory, informou um porta-voz do DFKI. A Mistral AI, uma empresa francesa de software especializada em inteligência artificial e líder na Europa na área de grandes modelos de linguagem, já entrou na disputa. Para os padrões locais, a Mistral é uma empresa de grande porte: em setembro de 2025, a Bloomberg noticiou que ela havia recebido um investimento de 2 bilhões de euros, o que elevou seu valor de mercado para 12 bilhões de euros. Antes disso, a empresa holandesa ASML, maior fornecedora mundial de sistemas de litografia para a indústria de semicondutores, havia adquirido 11% da Mistral. Por que a autossuficiência é importante "A Europa precisa desenvolver suas próprias e eficientes soluções de IA para se manter competitiva e capaz de agir", defende Bernhard Rohleder, diretor-geral da Bitkom, entidade representativa do setor de informação e e telecomunicações. "Um país é digitalmente soberano quando possui capacidades próprias substanciais em tecnologias-chave e pode decidir por si mesmo de quais países obterá as tecnologias que não desenvolve por conta própria." O governo alemão, aparentemente, também reconhece isso e, em 11 de fevereiro, decidiu implementar um regulamento europeu sobre IA. Em um comunicado à imprensa, o ministro federal da Digitalização, Karsten Wildberger, anunciou a criação de "uma supervisão enxuta da IA, com foco claro nas necessidades da economia". Ele prometeu não criar uma nova "agência com burocracia excessiva" e, desta forma, busca garantir "o uso seguro da IA, um crescimento mais forte e capacidade de inovação de nossas empresas". As alternativas europeias ao ChatGPT To view this video please enable JavaScript, and consider upgrading to a web browser that supports HTML5 video A contribuição da Alemanha Quando se fala atualmente em possíveis líderes europeus, o nome da francesa Mistral normalmente aparece. No entanto, Lennart Kuhn, do departamento de relações públicas do DFKI, também cita empresas altamente inovadoras da Alemanha, como Black Forest Labs, Langdock, Codesphere e Aleph Alpha, NOXTUA ou Neura Robotics. Rohleder também destaca as competências locais: "Na Alemanha, inúmeras empresas estão trabalhando no desenvolvimento de suas próprias soluções de IA. Isso inclui modelos básicos para dados de máquinas ou tabelas e modelos de aplicação de IA, por exemplo, na medicina ou na educação". 12 bilhões de euros é muito ou pouco? Para construir novas estruturas, é preciso tempo, esforços conjuntos e, acima de tudo, muita boa vontade de todas as partes. Mas também é necessário dinheiro. Por isso, a notícia de que a Bloomberg avaliou a Mistral em 12 bilhões de euros foi muito bem-vinda. Mas o que essa quantia representa, considerando o volume de negócios do setor em todo o mundo? Rohleder afirma com convicção: "Com 12 bilhões de euros, dá para fazer muita coisa". No entanto, não se trata apenas de dinheiro. É igualmente importante saber "se conseguiremos atrair talentos e se as condições gerais serão adequadas. As empresas de IA precisam de menos regulamentação e de um Estado que, na qualidade de cliente-âncora, coloque novas tecnologias em prática e apoie sua expansão". "A principal questão não é se a Mistral pode ultrapassar os EUA no curto prazo", escreveu Lennart Kuhn. O sucesso dos modelos de IA não se decide apenas com base na avaliação financeira de um concorrente, pontua ele. Mais importantes são "a soberania dos dados, a conformidade regulatória, a transparência e o controle sobre a infraestrutura. Nessas áreas, um provedor europeu como a Mistral pode, sem dúvida, desenvolver vantagens competitivas". Do que a Europa precisa para desenvolver sua IA Se a Alemanha e a Europa não quiserem ficar para trás, precisarão de quatro coisas para se tornar uma alternativa real aos EUA, aponta o DFKI: "Muito mais capital de crescimento; investimentos maciços em centros de dados soberanos, abastecimento de energia e infraestrutura de chips; um mercado interno europeu que cresça mais rapidamente, seja menos fragmentado e tenha uma regulamentação mais uniforme; e, em quarto lugar, uma demanda maior por soluções europeias por parte de empresas e instituições públicas". Se as empresas europeias, como a iniciativa franco-alemã que está começando, conseguirem se estabelecer com sucesso, Bernhard Rohleder, da Bitkom, estaria certo: "Os fornecedores europeus devem e podem se tornar uma alternativa aos grandes players globais da IA".