PASS3
EnergiaCompass Gas e Energia SA
CNPJ: 21389501000181
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 16.604,06 Mi | R$ 18.383,45 Mi | R$ 17.767,33 Mi | R$ 20.133,79 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 4.031,03 Mi | R$ 3.676,48 Mi | R$ 3.511,30 Mi | R$ 3.572,63 Mi |
| EBITDA | R$ 3.726,30 Mi | R$ 3.669,32 Mi | R$ 3.345,09 Mi | R$ 2.683,62 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.459,71 Mi | R$ 2.122,45 Mi | R$ 1.800,24 Mi | R$ 1.977,30 Mi |
Sobre a PASS3
Compass Gás & Energia S.A. é uma empresa controlada pelo Grupo Cosan, especializada em infraestrutura, distribuição, geração e comercialização de gás natural no Brasil. A companhia atua em quatro segmentos principais: Distribuição de Gás Natural, operando através da Comgás em São Paulo e da Sulgás no Rio Grande do Sul; Infraestrutura, desenvolvendo redes de distribuição de gás; Geração de Energia, produzindo energia a partir de gás natural; e Comercialização, atuando como fornecedora de gás para diversos clientes. Com mais de 150 anos de história através da Comgás, a Compass é responsável pelo abastecimento de gás natural a milhares de clientes residenciais, comerciais e industriais, contribuindo para a segurança energética e desenvolvimento econômico do Brasil.
Dividendos
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Cade pode atingir coração do domínio da B3 e abrir caminho para novas bolsas no Brasil - Times Brasil
A ofensiva do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra a B3 pode ir além de uma multa e atingir o centro do modelo que sustenta o domínio da companhia na infraestrutura do mercado financeiro brasileiro. A Superintendência-Geral do órgão recomendou a condenação da companhia por supostas práticas anticoncorrenciais nos mercados de registro e depósito de ativos financeiros e valores mobiliários. O caso ainda será analisado pelo Tribunal Administrativo, responsável pela decisão final. A nota recomenda multa de cerca de R$ 100 milhões e restrições a práticas como bundling exclusionário, cláusulas de exclusividade, mecanismos de retaliação e entraves à interoperabilidade entre sistemas de registro e depósito. Se essas medidas forem adotadas pelo Tribunal, a B3 poderá ser obrigada a mudar a forma como concede descontos, negocia condições comerciais e se relaciona com infraestruturas concorrentes. Leia também: B3 pode ser condenada por fidelização de clientes visando travar concorrência; entenda A investigação começou em 2022, após representação da CSD BR, empresa que alegou que a B3 adotava condutas capazes de dificultar a entrada e a expansão de concorrentes em mercados nos quais tem posição dominante. Segundo o Cade, a área técnica encontrou indícios de que políticas comerciais da B3 vinculavam descontos e vantagens econômicas à concentração de volumes de registro e depósito na mesma infraestrutura. A avaliação é que esse desenho criava incentivos para concentrar operações na própria B3 e elevava os custos de migração para concorrentes. O órgão também apontou estratégias de fidelização de clientes e obstáculos à implementação de soluções de interoperabilidade entre infraestruturas concorrentes. Para a Superintendência-Geral, essas práticas contribuíram para reforçar barreiras à entrada e reduzir a capacidade de competição em mercados essenciais para o sistema financeiro. Risco estrutural Embora relevante, a multa de R$ 100 milhões tende a ser menos sensível do que uma obrigação de alterar práticas comerciais que reforçam a posição dominante da B3. Leandro Benincá, consultor de investimentos da API Capital, afirmou que o problema central é a concentração de funções essenciais do mercado financeiro em uma única companhia. “O que está em jogo hoje não é nem a multa da B3. O problema maior é que uma empresa faz tudo”, disse. Segundo Benincá, a B3 concentra etapas como negociação, registro, depósito, compensação, liquidação e custódia. Para ele, essa estrutura cria um gargalo para novos entrantes. “A B3 é dona do encanamento inteiro e não deixa ninguém plugar lá. E isso é ruim”, afirmou. O consultor disse que a concentração também afeta investidores e empresas que dependem da infraestrutura do mercado de capitais. “Quem domina as taxas? Uma empresa só. Quem domina os horários? Uma empresa só. Quem domina quem pode fazer um IPO e registrar sua empresa? Uma empresa só. E isso não é muito bom”, disse. Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo. Siga o Times | CNBC A avaliação é semelhante à de Fernando Canutto, sócio do Godke Advogados e especialista em Direito Concorrencial. Ele afirmou que a B3 deve ser analisada como uma empresa privada de infraestrutura, e não como regulador ou agente público. “A B3, por mais que possa parecer estatal, ela não é. É uma empresa privada”, afirmou. Canutto disse que o tamanho da B3, por si só, não configura infração. O problema, segundo ele, está em práticas comerciais que possam bloquear concorrentes. “Ela tem uma posição dominante tão grande que começou a adotar práticas de mercado que inviabilizavam a concorrência”, disse. Ao comentar a política comercial da companhia, Canutto afirmou que o caso tem sinais típicos de conduta anticompetitiva. “A B3, que tem ampla maioria do mercado e dificulta ainda mais outros crescerem, parece sim. Isso tem cara, cheiro e jeito de concorrência desleal”, afirmou. Novas bolsas O caso pode afetar diretamente o ambiente para projetos que buscam ampliar a concorrência no mercado brasileiro, incluindo novas infraestruturas de registro, depósito e negociação de ativos. Se o Cade avançar sobre interoperabilidade e condições comerciais, o processo pode abrir espaço para a redução da dependência de uma única infraestrutura para operações essenciais. “Um país do tamanho do Brasil, uma democracia ocidental, ter apenas uma bolsa de valores realmente não é algo tão comum”, afirmou. Para ele, a falta de diversidade pode representar perda de eficiência para o mercado local. “Talvez seja um pequeno desperdício ter apenas uma bolsa para negociar todos os valores mobiliários”, disse. Leia também: Cade acusa B3 de ‘posição dominante no mercado financeiro’ B3 contesta recomendação A B3 afirma que discorda da Nota Técnica do Cade e diz que a recomendação não reflete adequadamente o conjunto de evidências e argumentos técnicos apresentados no processo. A companhia também afirma que suas políticas tarifárias seguem racionalidade econômica e levam em conta eficiência operacional, escala, segurança e integridade da infraestrutura de mercado. 📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562 🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
B3: 3ª prévia do Ibovespa exclui IRB e ações de classes especiais da Axia, Cyrela e Localiza
A B3 divulgou nesta sexta-feira, 24, a terceira e última prévia da carteira teórica do Ibovespa para o período de maio a agosto de 2026, que, assim como as duas primeiras versões, traz a exclusão das ações ordinárias do IRB e das ações de classes especiais da Cyrela, Localiza e Axia. Nenhuma nova ação foi incluída na carteira. Assim, o Ibovespa passará a contar com 79 papéis de 76 empresas brasileiras. O próximo rebalanceamento do Ibovespa está previsto para entrar em vigor em 4 de maio. Os cinco ativos com maior peso na composição da primeira prévia do índice foram: Vale ON (11,468%), Itaú Unibanco PN (8,456%), Petrobras PN (7,731%), Axia ON (4,372%) e Petrobras ON (4,340%). Para compor a carteira do Ibovespa B3, as companhias listadas precisam cumprir alguns requisitos, como ser negociadas em 95% dos pregões no período de vigência das últimas três carteiras (aproximadamente 1 ano); ter movimentação financeira equivalente a pelo menos 0,1% do volume financeiro do mercado à vista no mesmo período; e estar entre os ativos que representem 85%, em ordem decrescente, do Índice de Negociabilidade (IN), que mede o volume negociado por um ativo na bolsa. Além disso, não pode ser penny stock (ação negociada por valor abaixo de R$ 1,00).
Ibovespa valoriza impulsionado por cenário macroeconômico brasileiro e preços do petróleo
O Ibovespa teve valorização de 0,76% nesta sexta-feira, 26, avançando para os 173,2 mil pontos. Os movimentos da semana foram influenciados principalmente por fatores domésticos, como o tom dovish (leve) da ata do Copom referente à última reunião, o IPCA-15 — prévia oficial da inflação no Brasil — de junho, que veio mais baixo do que o esperado pelo mercado, e o relatório de política monetária divulgado pelo Banco Central. “Os três fatores trouxeram alívio para as curvas de juros, o que é sempre importante para o mercado de renda variável”, explica Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos. Segundo o especialista, o alívio na curva de juros globais, que também favorece a bolsa de valores brasileira, acontece devido ao recuo no preço do barril de petróleo brent, que cai a 73 dólares, perto do valor pré-conflito no Oriente Médio. As negociações entre Estados Unidos e Irã trazem também um pouco mais de apetite ao risco por parte dos investidores, sobretudo para mercados emergentes. Esses cenários externo e doméstico influenciam na leve baixa do dólar, que encerrou o pregão aos 5,16 reais hoje. Já entre as ações de peso no principal índice da B3, os bancos o acompanharam e operaram no positivo. O Bradesco (BBDC4) liderou os ganhos, com alta de 1,70%, seguido pelo Banco do Brasil (BBAS3), que avançou 1,45%. O Itaú (ITUB4) subiu 1,29%, enquanto o Santander (SANB11) fechou em alta de 0,57%. Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise no programa Mercado: