OIBR3
TelecomunicaçõesOi S.A.
CNPJ: 76535764000143
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2024 | 2023 | 2022 | 2021 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 3.180,42 Mi | R$ 9.717,70 Mi | R$ 10.485,23 Mi | R$ 10.483,48 Mi |
| Lucro Bruto | R$ -1.454,66 Mi | R$ 433,59 Mi | R$ -198,26 Mi | R$ 559,13 Mi |
| EBITDA | R$ -1.956,31 Mi | R$ -1.805,19 Mi | R$ -18.264,88 Mi | R$ -2.037,14 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 9.610,11 Mi | R$ -5.427,76 Mi | R$ -19.265,93 Mi | R$ -8.492,53 Mi |
Sobre a OIBR3
Oi S.A. é uma empresa brasileira de telecomunicações que oferece serviços de telefonia fixa, móvel, internet e televisão. A companhia é uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, com presença nacional e operações em múltiplos segmentos. Oi fornece serviços de comunicação para pessoas físicas e jurídicas, incluindo soluções de banda larga, telefonia móvel e serviços de TV. A empresa opera uma infraestrutura de rede extensa que abrange todo o território brasileiro. Oi está posicionada como um player importante no setor de telecomunicações brasileiro, contribuindo para a conectividade e comunicação digital do país.
Dividendos
Notícias relacionadas
Ex-governador de MT, juiz e deputado são alvo da PF por desvio de R$ 308 mi em acordo com a Oi
Em nota, a PGE-MT informou que "irá contribuir com tudo o que for requerido". O Estadão procurou o pré-candidato ao Senado Mauro Mendes, o desembargador Ricardo Gomes de Almeida, o deputado Fábio Garcia e a Oi. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço segue aberto. Segundo a PF, "há indícios de que a operação financeira tenha sido utilizada para viabilizar o desvio de recursos públicos, mediante a utilização de estrutura financeira composta por fundos de investimento em cascata e pessoas jurídicas interpostas, com o objetivo de ocultar e de dissimular a origem, a movimentação e a destinação do dinheiro". As buscas da Operação Heritage são cumpridas nos Estados de Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Também estão sendo cumpridas medidas de afastamento dos sigilos bancário e fiscal, bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite aproximado de R$ 316 milhões, proibição de saída do País com o recolhimento de passaportes, proibição de contato entre investigados, entre outras medidas cautelares. Segundo a investigação, o esquema teve origem em um acordo firmado entre o governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi, titular de um crédito contra o Estado. Após o pagamento, os recursos teriam sido direcionados a fundos de investimento e, em seguida, transferidos sucessivamente entre dezenas de outros fundos. De acordo com a PF, essa movimentação financeira teria permitido que o dinheiro chegasse a fundos administrados por familiares do então governador Mauro Mendes e do deputado federal Fábio Garcia. Segundo a investigação, o acordo com a Oi foi conduzido pelo então advogado Ricardo Gomes de Almeida, que teria atuado em fundos que adquiriram os direitos creditórios. Hoje desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, ele é um dos alvos da Operação Heritage.
Operação da PF em MT, autorizada por Dino, investiga desvio por meio de fundos do Master
Os mandados foram expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, a partir de representações encaminhadas pelo ex-governador Pedro Taques (PSB), que é adversário de Mendes na disputa ao Senado. Os principais casos do Banco Master no STF tramitam sob a relatoria do ministro André Mendonça. A decisão de Dino é sigilosa. O governo do Mato Grosso firmou acordo com a Oi, em 2024, para pagar R$ 308,1 milhões referentes a restituições tributárias que eram requeridas pela empresa na Justiça desde 2009. A partir daí, segundo a investigação, foi adotada uma "engenharia financeira" para que os valores chegassem a outros beneficiários finais. Entre eles, pessoas do entorno do ex-governador. A denúncia aponta que o grupo usou um sistema de "fundos em cascata" para que, ao fim, o dinheiro chegasse a empresas de Luis Antonio Mendes, filho do ex-governador, de Fabio Garcia, ex-chefe da Casa Civil, de Fernando Robério Garcia, pai de Fábio Garcia, e de outros aliados de Mauro Mendes. Os R$ 308 milhões do acordo foram transformados em direitos creditórios, um ativo financeiro que representa o que uma pessoa terá direito a receber no futuro.
PF mira ex-governador de MT em operação que apura desvio de R$ 308 mi entre governo e telefonia
Brasília A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (6) uma operação que apura um suposto esquema de desvio de mais de R$ 308 milhões envolvendo um acordo firmado entre o governo de Mato Grosso e uma empresa de telefonia. A Operação Heritage tem como alvos o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União Brasil), que deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado, o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil), familiares dos dois e um conselheiro do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Policiais federais cumprem 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em quatro estados: Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Ex-governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), é alvo de busca e apreensão - Mayke Toscano - 21.ago.25/Secom-MT A Folha entrou em contato com os alvos, mas ainda não obteve retorno. Segundo a Polícia Federal, as investigações tiveram origem na análise de um acordo celebrado entre o estado de Mato Grosso, quando era comandado pelo até então governador Mauro Mendes, e empresa de telefonia Oi, envolvendo a restituição de valores decorrentes de disputa tributária. Há indícios de que a operação financeira tenha sido utilizada para viabilizar o desvio de recursos públicos superiores a R$ 308 milhões, mediante a utilização de estrutura financeira composta por fundos de investimento. Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro nacional e uso indevido de informação privilegiada, sem prejuízo de outras infrações penais que venham a ser identificadas ao longo da investigação. Também estão sendo cumpridas medidas de afastamento dos sigilos bancário e fiscal, bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite aproximado de R$ 316 milhões, proibição de saída do país com o recolhimento de passaportes, proibição de contato entre investigados, entre outras medidas cautelares. Como a Folha mostrou, pagamentos no total de R$ 308 milhões à Oi feitos pelo governo de Mato Grosso passaram a ser investigados pelo Ministério Público com o objetivo de apurar se parte dos recursos foi destinada a pessoas ligadas ao até então governador Mauro Mendes. Os pagamentos à Oi são oriundos de uma disputa jurídica iniciada em 2009 e buscam ressarcir a empresa por valores cobrados pelo estado por um diferencial da alíquota de ICMS. Os recursos foram penhorados em 2010. Em 2020, o STF declarou inconstitucional a cobrança, e a Oi entrou com uma ação pedindo o dinheiro de volta. O ressarcimento começou a ser feito no ano passado. Como a empresa está em recuperação judicial, cedeu os créditos a dois fundos de investimento em direitos creditórios. A negociação foi viabilizada com autorização da Procuradoria-Geral do Estado. As suspeitas surgiram porque o gestor desses fundos, de acordo com documentos enviados a órgãos de investigação, também gere fundos que investem em empresas da família do governador.