OI

OIBR3

Telecomunicações

Oi S.A.

CNPJ: 76535764000143

Preço Atual
R$ 0,12
+0.00%
Abertura
R$ 0,12
Fec. Ant: R$ 0,13
Variação Dia
Min: R$ 0,12
Max: R$ 0,12
52 Semanas
Mín: R$ 0,04
Máx: R$ 0,67
Volume
253.500
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

P/L
-0.28
P/VP
-0.03
LPA
R$ -5,58
VPA
R$ -46,94
EV/EBITDA
-50.50
EV/EBIT
-12.37
P/EBITDA
-2.34
P/EBIT
-0.57
P/Receita (PSR)
2.30
P/FCO
-0.99
P/FCL
-0.41
EV/Receita Líq.
49.75
EV/FCO
-21.38
EV/FCL
-8.87
Earning Yield
-8.08%
Enterprise Value
R$ 11,33 Bi
Valor de Mercado
R$ 524,89 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
-48.16
Dív. Líquida/PL
-0.66
Dívida Líquida
R$ 10,80 Bi
Liq. Corrente
0.59
PL/Ativos
-0.82
Passivos/Ativos
1.82
Liq. Seca
0.59
Liq. Imediata
0.14

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
-830.11%
Margem EBITDA
-98.50%
Margem EBIT
-402.10%
Margem Líquida
-808.87%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
11.89%
ROA
-9.84%
Giro do Ativo
0.01

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
-97.49%
CAGR Lucro
-120.57%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta -830.11%
Margem EBITDA -98.50%
Margem Operacional -402.10%
Margem Líquida -808.87%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -529,90 Mi
FCL R$ -1.277,50 Mi
Caixa Total R$ 1,15 Bi
Caixa/Ação R$ 3,48
Receita e Dívida
Receita Total R$ 227,75 Mi
Lucro Bruto R$ -1.890,57 Mi
EBITDA R$ -224,34 Mi
Dívida Total R$ 26,43 Bi
Crescimento
Receita -97.49%
Lucro -120.57%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2024 2023 2022 2021
Receita Total R$ 3.180,42 Mi R$ 9.717,70 Mi R$ 10.485,23 Mi R$ 10.483,48 Mi
Lucro Bruto R$ -1.454,66 Mi R$ 433,59 Mi R$ -198,26 Mi R$ 559,13 Mi
EBITDA R$ -1.956,31 Mi R$ -1.805,19 Mi R$ -18.264,88 Mi R$ -2.037,14 Mi
Lucro Líquido R$ 9.610,11 Mi R$ -5.427,76 Mi R$ -19.265,93 Mi R$ -8.492,53 Mi

Sobre a OIBR3

Setor
Telecomunicações
Indústria
Telecomunicações
Market Cap
R$ 40,21 Mi
Descrição do Negócio

Oi S.A. é uma empresa brasileira de telecomunicações que oferece serviços de telefonia fixa, móvel, internet e televisão. A companhia é uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, com presença nacional e operações em múltiplos segmentos. Oi fornece serviços de comunicação para pessoas físicas e jurídicas, incluindo soluções de banda larga, telefonia móvel e serviços de TV. A empresa opera uma infraestrutura de rede extensa que abrange todo o território brasileiro. Oi está posicionada como um player importante no setor de telecomunicações brasileiro, contribuindo para a conectividade e comunicação digital do país.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,3049
Pagamento: 10/10/2013
DIVIDENDO R$ 0,5107
Pagamento: 28/03/2013
DIVIDENDO R$ 0,3096
Pagamento: 26/08/2012
DIVIDENDO R$ 1,2195
Pagamento: 07/05/2012
DIVIDENDO R$ 0,2992
Pagamento: 09/05/2011
JCP R$ 0,6158
Pagamento: 09/05/2011
JCP R$ 0,1448
Pagamento: 10/08/2009
JCP R$ 0,4476
Pagamento: 10/08/2009
DIVIDENDO R$ 0,7437
Pagamento: 16/04/2008
JCP R$ 0,1926
Pagamento: 16/04/2008

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Geopolítica amplia peso nas decisões dos bancos centrais - Times Brasil
Conflitos pelo Mundo 19/06/2026

Geopolítica amplia peso nas decisões dos bancos centrais - Times Brasil

A inflação deixou de ser determinada apenas por fatores internos das economias e passou a ser cada vez mais influenciada por questões geopolíticas e de segurança internacional, afirmou o economista e professor de Relações Internacionais do Ibmec-RJ, José Luiz Niemeyer. Em entrevista, nesta sexta-feira (19), ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, ele avaliou que conflitos armados, disputas por recursos naturais e gargalos logísticos estão alterando a forma como os bancos centrais conduzem a política monetária. Segundo Niemeyer, guerras continuam sendo motivadas pelo controle de territórios e recursos estratégicos, o que acaba afetando diretamente a atividade econômica global. “A guerra continua sendo uma guerra de controle de espaço. É no espaço que tem a água potável, os minerais raros, o petróleo, as terras agricultáveis e a produção. Quando você faz a guerra, você contrai a economia porque diminui a exportação de petróleo, de gás e de produtos alimentícios, que é aquilo que, na ponta, faz aumentar a inflação”, explicou. Na avaliação do economista, essa nova dinâmica levou os bancos centrais a ampliar o foco de análise. “Os bancos centrais, que sempre se preocuparam muito com questões do mercado financeiro, começam agora a se preocupar mais com questões exógenas. Imagino que estejam cada vez mais investindo em analistas de relações internacionais, segurança internacional e geopolítica”, observou. Leia mais: Investidores voltam-se para os EUA e Ibovespa pena com incerteza de juros e inflação desancorada Nova preocupação Para Niemeyer, a crescente interdependência entre economia e política internacional mudou a forma de interpretar os riscos inflacionários. “Cada vez mais a interdependência global e as agendas de segurança internacional estão influenciando as decisões de aumento ou diminuição de juros dos bancos centrais espalhados pelo mundo”, ressaltou. O professor destacou que os conflitos recentes reforçaram movimentos iniciados após a pandemia, quando diversos países passaram a priorizar cadeias de suprimentos mais próximas ou alinhadas politicamente. Segundo ele, o conceito de proximidade geográfica e logística ganhou relevância em um cenário internacional marcado por tensões e incertezas. “Os países estão buscando essa proximidade para evitar entrar num sistema internacional ampliado e com mais tendência ao conflito do que à cooperação”, afirmou. Leia também: Copom abre espaço para novos cortes da Selic, mas inflação ainda limita ritmo Logística estratégica Ao comentar os impactos das tensões no Oriente Médio e da instabilidade no Estreito de Ormuz, Niemeyer avaliou que questões logísticas passaram a ocupar posição central nas estratégias nacionais. “A questão logística é fundamental. O Estreito de Ormuz é uma arma de guerra, e o Irã já percebeu isso. Em situações específicas de conflito, pode usar essa posição para pressionar a economia internacional”, afirmou. O economista defendeu que o Brasil aproveite sua posição geográfica para ampliar a integração logística com o Oceano Pacífico e reduzir dependências de rotas mais congestionadas. Leia também: Superquarta dá sinais de inflação persistente e mercado prevê novo aperto monetário “Uma saída ligando o Atlântico ao Pacífico levaria toda a produção agrícola do Centro-Oeste para os mercados asiáticos e representaria um grande avanço para a logística internacional brasileira”, observou. Espaço para cortes Na avaliação de Niemeyer, a posição do Brasil como fornecedor de energia, alimentos e outros produtos essenciais ajuda a criar condições mais favoráveis para a política monetária doméstica. “O Brasil cada vez mais é um ofertante de produtos primários e fatores fundamentais para a economia internacional. Energia, alimentos e combustíveis ajudam a distender o sistema e fazem com que o Banco Central possa diminuir um pouco o juro”, afirmou. Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo. Seguir no Google Leia também: Presidente do Fed endurece discurso e promete conter inflação a 2% O professor ponderou que a continuidade dos cortes dependerá também do ambiente político interno e das expectativas dos agentes econômicos. Ainda assim, vê condições para novas reduções nos próximos meses. “O que eu sinto do ponto de vista de médio prazo é que a economia brasileira produz muitos fatores ligados à formação de preços e salários. Tenho a impressão de que, no médio prazo, a gente pode ter outras diminuições”, avaliou. Segundo Niemeyer, o cenário é diferente em economias mais dependentes de importações, que enfrentam pressão adicional sobre os preços. “Nos outros países aconteceu o inverso, um aumento na expectativa de juros, porque essas economias estão sofrendo diretamente a questão da importação de produtos mais caros”, destacou. Para o economista, o papel do Brasil na oferta global de alimentos, energia e matérias-primas tende a ganhar relevância nos próximos anos. “A parceria entre Brasil e Estados Unidos é fundamental, porque o Brasil será cada vez mais um fornecedor desses fatores de produção para os Estados Unidos e também para o mercado interno brasileiro”, concluiu. — 📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562 🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Copom abre espaço para novos cortes da Selic, mas inflação ainda limita ritmo - Times Brasil
Selic 19/06/2026

Copom abre espaço para novos cortes da Selic, mas inflação ainda limita ritmo - Times Brasil

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, para 14,25% ao ano, manteve aberta a possibilidade de novos cortes nos próximos meses, segundo Gabriel Arian, analista-chefe da Cultura Capital. Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Arian afirmou que a redução já era amplamente esperada pelo mercado. O principal ponto de atenção, segundo ele, estava na sinalização do Banco Central para os próximos passos da política monetária. Na avaliação do analista, o comunicado divulgado após a reunião deu espaço para novas reduções da taxa básica de juros, mas a intensidade do movimento dependerá dos indicadores econômicos que serão divulgados nas próximas semanas. “Eu acredito que ainda virão mais alguns cortes de 0,25 antes de uma manutenção durante este ano de 2026”, disse. Arian destacou, porém, que o cenário continua condicionado ao comportamento da inflação. Segundo ele, as projeções mais recentes apontam alta tanto para a inflação quanto para a Selic nas últimas semanas, o que pode limitar o ritmo de flexibilização monetária. “O Banco Central faz o que pode com o que tem. Se a inflação sobe para este ano e para o ano que vem, o instrumento disponível para conter esse avanço é a taxa de juros”, afirmou. Para o analista, a decisão de reduzir a Selic foi sustentada por dados recentes da economia, especialmente os indicadores de atividade, varejo e mercado de trabalho. Apesar disso, ele avalia que o espaço para cortes permanece restrito. Segundo Arian, a política monetária continua afetando diretamente setores importantes da economia. Ele citou o encarecimento do crédito, o aumento da inadimplência e os desafios enfrentados pelo varejo em um ambiente de juros elevados. “Com uma Selic alta, o acesso ao crédito fica mais difícil. Isso impacta investimentos, consumo e aumenta a pressão sobre diversos setores da economia”, explicou. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve os juros inalterados. Para Arian, o tom adotado pelo novo presidente da instituição, Kevin Warsh, foi mais rígido do que o esperado pelo mercado, o que contribuiu para a valorização do dólar e para a reação negativa das bolsas. “Ele foi muito duro na sua fala. Houve a manutenção dos juros e não houve espaço para sinalizações mais claras de cortes”, afirmou. Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo. Seguir no Google O analista ressaltou ainda que o Fed evitou indicar uma trajetória definida para a política monetária americana e que as próximas decisões dependerão dos indicadores econômicos e dos efeitos persistentes das tensões geopolíticas sobre a inflação. 📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562 🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Ibovespa fecha em leve queda após Copom; dólar dispara para R$ 5,17
Dólar Hoje 19/06/2026

Ibovespa fecha em leve queda após Copom; dólar dispara para R$ 5,17

Depois de o Copom cortar a Selic para 14,25% (como já era esperado pelo mercado) e em meio à recuperação das Bolsas americanas, a Bolsa brasileira passou o pregão perto da estabilidade. O Ibovespa fechou em leve baixa de -0,10%, aos 168.278 pontos (-176 pontos). No dia, o destaque negativo foi a queda de -10,27% das ações da Braskem (BRKM5), enquanto o destaque positivo ficou por conta da alta de +4,59% dos papéis da WEG (WEGE3). Nos EUA, as Bolsas americanas se recuperaram das perdas de ontem e fecharam no campo positivo, com o S&P 500 subindo +1,09%, enquanto o Nasdaq registrou alta ainda maior, de +1,91%. No mercado de câmbio, o dólar voltou a subir ante ao real, cotado agora aos R$ 5,17 (+1,06%). Fechamento de mercado (18/06/2026) Indicador Valor Variação Ibovespa 168.278 -0,10% S&P 500 7.500,65 +1,09% Nasdaq 26.517,93 +1,91% Dólar R$ 5,17 +1,06% Fonte: Bloomberg Atualizações de mercado Netflix caiu 40%: o mercado está exagerando ou os riscos são reais? A Netflix atravessa um período de maior ceticismo por parte do mercado. As ações acumulam queda de cerca de 18% no ano e já recuaram aproximadamente 40% em relação às máximas recentes, refletindo uma combinação de fatores que têm levado investidores a reavaliar as perspectivas para a companhia. Embora parte desse movimento esteja relacionada à atual concentração de capital em empresas ligadas à inteligência artificial, existem questionamentos mais estruturais por trás da performance recente. O primeiro deles diz respeito à estratégia de crescimento. A Netflix construiu sua trajetória de sucesso baseada em expansão orgânica, inovação de produto e ganho consistente de escala. Recentemente, porém, o mercado passou a demonstrar cautela em relação ao aumento do foco em aquisições, um caminho que foge do modelo que historicamente gerou valor para os acionistas. Outro ponto de atenção é o surgimento de novos formatos de entretenimento digital. Os chamados short dramas, produzidos para consumo em dispositivos móveis e cada vez mais apoiados por ferramentas de inteligência artificial, vêm ganhando audiência e disputando o tempo do consumidor — o ativo mais valioso da economia digital. Por fim, há sinais de desaceleração no ritmo de crescimento da companhia. Após anos de expansão acelerada, investidores buscam evidências de que a Netflix ainda possui capacidade de sustentar ganhos relevantes de receita e rentabilidade em um mercado cada vez mais competitivo. Para o investidor de longo prazo, o ponto central não está apenas na queda recente das ações, mas na capacidade da empresa de adaptar seu modelo de negócios sem comprometer as vantagens competitivas que a transformaram em líder global do setor. Em momentos como este, mais importante do que reagir ao ruído de curto prazo é avaliar se os fundamentos que sustentam a criação de valor permanecem intactos. Acesse nossa análise da Netflix no 1T26. Ibovespa oscila com queda de commodities e comunicado do Copom O Ibovespa oscila entre leves altas e baixas nesta quinta-feira, 18, mesmo com o ambiente externo mais tranquilo após a confirmação de um acordo de paz provisório entre Estados Unidos e Irã. No Brasil, Vale sobe levemente (+0,05%) apesar do minério e Petrobras cai cerca de 1,3%, em linha com o petróleo. Perto das 13h30, o IBOV cedia -0,19%, aos 168.141 pontos. Porto (PSSA3) aprova R$ 328,7 milhões em JCP A Porto aprovou a distribuição de R$ 328,7 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) referentes ao segundo trimestre de 2026. Terão direito ao pagamento os investidores com posição acionária ao final do pregão de 22 de junho de 2026. A partir de 23 de junho, as ações da companhia passarão a ser negociadas na condição de ex-JCP. Unipar lança programa de recompra de ações A Unipar aprovou mais um programa de recompra de ações. Ao todo, a companhia poderá recomprar até 5,6% das ações preferenciais classe A (UNIP5) e 5,1% das ações preferenciais classe B (UNIP6). O programa terá vigência de 18 meses, com início nesta quarta-feira e término previsto para 17 de dezembro de 2027. Allos (ALOS3) aprova pagamento de R$ 438 milhões em dividendos O conselho de administração da Allos aprovou o pagamento de R$ 438 milhões em dividendos intermediários. O montante será dividido em três parcelas iguais de R$ 146 milhões, equivalentes a R$ 0,291937564 por ação. Terão direito ao recebimento, acionistas inscritos nos registros da companhia em 22 de junho, 23 de julho e 21 de agosto. As ações passam a ser negociadas “ex-dividendos” nos dias subsequentes, em 23 de junho, 24 de julho e 24 de agosto. TIM Brasil (TIMS3) aprova pagamento de R$ 400 milhões em JCP O conselho de administração da TIM Brasil aprovou o pagamento de R$ 400 milhões a título de juros sobre capital próprio, equivalentes a R$ 0,167457 por ação. O pagamento ocorrerá até o dia 22 de julho aos acionistas constantes na base de dados da companhia ao final do pregão do dia 22 de junho. Brava (BRAV3) recebe pedido de arbitragem por causa do Campo de Atlanta A Brava Energia disse que recebeu pedido de arbitragem da Westlawn Energia Brasil sustentando que, entre outros temas, a oferta da Ecopetrol pela companhia destravaria o direito de preferência da gestora para aquisição do Campo de Atlanta. Petrobras (PETR4) recebe pagamento da primeira parcela do programa de subvenção do diesel A Petrobras recebeu o pagamento da primeira parcela do programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, no valor de R$ 752 milhões. O programa foi criado pelo governo federal para reduzir os impactos da alta do petróleo e de seus derivados em meio a guerra dos Estados Unidos e Irã. Cinco gestoras têm apetite para comprar dívidas da Raízen (RAIZ4), diz jornal Segundo apurou o Valor, duas gestoras devem ser selecionadas para assumirem parte do crédito dos credores no processo de recuperação extrajudicial da Raízen, o maior do país com dívidas sendo negociadas de cerca de R$ 65 bilhões, visto que o plano prevê a divisão da companhia, hoje controlada pela Cosan e Shell, em uma unidade de açúcar e etanol e outra com os ativos de distribuição. Oi não recebe propostas por unidade B2B em leilão judicial A Oi, em recuperação judicial, informou que não recebeu propostas para a aquisição da unidade de negócios voltada ao segmento corporativo, a chamada UPI Oi Soluções, durante audiência realizada na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Valid (VLID3) cancela 2 milhões de ações e lança novo programa de recompra A Valid anunciou o encerramento do programa de recompra de ações que estava em vigor, após atingir o limite máximo de 2 milhões de ações (2,5% dos papéis em circulação). A companhia também aprovou o cancelamento da totalidade dessas ações recompradas, que representam 54% dos papéis mantidos em tesouraria. Além disso, foi aprovado um novo programa de recompra, com autorização para a aquisição de até 2 milhões de ações (novamente). O prazo para execução começa hoje e se estende até 17 de dezembro de 2027, totalizando 18 meses. Abertura de mercado (18/06/2026) Mesmo com a postura surpreendentemente hawkish (severa) adotada ontem pelo Fed, que manteve os juros estáveis, mas indicou novos aumentos ainda este ano, os índices futuros em Wall Street operam em alta nesta manhã de quinta-feira. O movimento positivo é impulsionado pela notícia de que EUA e Irã assinaram formalmente o acordo inicial que encerra as hostilidades militares no Oriente Médio, fazendo com que o petróleo caísse para a faixa de US$ 78. No cenário brasileiro, o Ibovespa futuro abriu em queda, com a alta do dólar dando sinais de saída de fluxo de capital estrangeiro do país, mesmo com o corte de -0,25 p.p. na Selic pelo Copom. Mercado futuro Indicador Valor Variação Ibovespa futuro 170.610 pts -0,52% S&P 500 Futuro 7.542 pts +0,66% Nasdaq 100 Futuro 30.414 pts +1,39% Dólar R$ 5,15 +0,75% Fonte: Bloomberg Indicadores econômicos Estados Unidos 09:30 - Pedidos por seguro-desemprego 17:30 - Balanço patrimonial do Fed