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Moeda: BRL

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CDI, dividendos e isenção de IR: Empiricus recomenda fundo de renda fixa que traz combo preferido dos brasileiros
Fundos Imobiliários Brasileiros 08/08/2026

CDI, dividendos e isenção de IR: Empiricus recomenda fundo de renda fixa que traz combo preferido dos brasileiros

Dinheiro pingando na conta todos os meses, sem cobrança de imposto de renda (IR) e rendendo a taxa básica de juros, que está pagando mais de 1% ao mês. É disso que o brasileiro gosta — e é isso que o fundo de infraestrutura do BTG Pactual, BCDI11, se propõe a entregar. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Listado na bolsa de valores na última terça-feira (4), o BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11) existe desde 2024, mas negociava no mercado de balcão da B3. Agora, o fundo subiu de nível e está disponível para todos os investidores via home broker. Fundos de infraestrutura investem em dívidas corporativas, em sua maioria, debêntures — tradicionais ou incentivadas (com isenção de IR). A versão FI-Infra, listada em bolsa, tem maior exposição às incentivadas para replicar o benefício tributário. Outra característica específica dessas versões listadas são os pagamentos de dividendos mensais, replicando o que é feito por fundos imobiliários e Fiagros. Só aí, o BCDI11 já uniu isenção de IR e dividendos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entretanto, para a Empiricus, o diferencial do FI-Infra do BTG é sua estratégia de proteção para replicar o desempenho do CDI. Leia Também BCDI11 e o CDI O CDI é o indexador que acompanha os juros básicos do país. Por isso, ele é a referência da maior parte dos ativos de renda fixa e a meta de desempenho para os investidores. Ao escolher um ativo, o investidor questiona: ficou acima ou abaixo do CDI? Ativos indexados ao CDI costumam ter preços menos voláteis do que os prefixados ou atrelados à inflação, sendo preferidos pelos investidores avessos às fortes oscilações diárias do seu patrimônio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De olho nessa preferência, a estratégia do BCDI11 é acompanhar de perto — ou até superar — o CDI. É o que o mercado chama de fundo hedgeado. Isso porque os ativos que compõem a carteira dos FI-Infras frequentemente são indexados à inflação (IPCA+), mas os gestores fazem operações específicas para converter essa modalidade de remuneração em um retorno atrelado ao CDI, de forma a proteger a carteira das oscilações dos títulos IPCA+, o tal do hedge. "O desenho do BCDI11 é para o investidor que prioriza retorno atrelado ao CDI, menor oscilação da cota e maior previsibilidade de renda", diz o relatório da Empiricus. Desde o início, o fundo entregou um retorno de CDI + 1,9% ao ano, isento de IR e considerando o reinvestimento de todo o dividendo. Atualmente, isso significa um retorno próximo de 16% ao ano, porque a taxa básica de juros está em 14% ao ano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas da Empiricus destacam que essa proteção serve para o bem e para o mal: o retorno atrelado ao CDI pode diminuir em um ciclo de queda dos juros, mas também pode aumentar quando o CDI sobe. A questão é: seja qual for o nível da taxa básica, a proposta é acompanhar esse desempenho, o que está dentro de um perfil conservador de renda fixa. Entre abril e julho de 2026, o BCDI11 manteve uma distribuição mensal de R$ 1,20 por cota, equivalente a um dividend yield anualizado próximo de 14,3%. Listado na bolsa — e isso é positivo A listagem na bolsa traz um elemento novo que pode ser positivo para o investidor neste momento, segundo a Empiricus. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A cota do fundo oscila conforme as negociações em bolsa, podendo ficar acima ou abaixo da cota patrimonial, baseada no patrimônio total do fundo e seu "valor real". Quando a cota na bolsa fica abaixo da cota patrimonial, isso significa que o preço está com "desconto". E o contrário também é verdadeiro. Porém, uma cota com desconto também significa oportunidade de compra, na opinião dos analistas, já que a valorização dessa cota pode aumentar o retorno potencial do investimento. E no caso dos FI-Infras, não só os dividendos são isentos de IR, como também o lucro com a valorização das cotas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nos cálculos da Empiricus, desconsiderando o reinvestimento dos dividendos e considerando apenas o pagamento mensal, o retorno atual do fundo é de CDI + 1,2%. Com o desconto na cota da bolsa, este retorno aumenta para CDI + 1,7%. Com as negociações diárias, o preço da cota pode ficar com mais desconto ou com prêmio em relação à cota patrimonial, mas este não deve ser o foco do investidor, somente uma consideração a mais na avaliação da Empiricus, que torna o momento de entrada propício. O potencial de verdade está no pagamento de dividendos e na tese de proteção indexada ao CDI. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Na nossa leitura, o BCDI11 preenche um espaço relevante na prateleira de fundos listados de infraestrutura. A estratégia prioriza estabilidade, carrego e retorno atrelado aos juros, próprio de uma carteira conservadora", diz a Empiricus. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

B3 lança índice Small Cap Smart Rebal B3 para acompanhar ações
B3 08/08/2026

B3 lança índice Small Cap Smart Rebal B3 para acompanhar ações

De acordo com a Bolsa do Brasil, ⁠novo indicador ​faz ajustes da carteira de forma ​gradual, ao longo de rebalanceamentos consecutivos A B3 anunciou o ​lançamento do Índice Small ​Cap Smart Rebal B3 (SCSR), que acompanha o desempenho médio das cotações das ações de empresas de menor valor de mercado listadas na bolsa paulista, segundo comunicado divulgado nesta sexta-feira. O ⁠novo indicador ​faz ajustes da carteira de forma ​gradual, ao longo de rebalanceamentos consecutivos, disse ⁠a B3. Ele também ⁠já nasce atrelado ao ETF XCAP11 ​da ‌XP. De acordo com a B3, para ⁠entrar no índice, o ativo precisa estar fora do grupo das empresas que representam 85% ‌do valor ⁠de mercado ‌de todas as companhias listadas no mercado à vista, além de estar entre ⁠os ativos elegíveis que, ⁠nas três carteiras anteriores, somem 99% do índice de ‌negociabilidade, ter presença mínima de 95% em pregão nesse período e não ser classificado como "penny stock", que são as ações ‌negociadas por menos de R$1. "Criamos um índice que acompanha as small caps com menos ⁠movimentações na carteira durante os rebalanceamentos. Isso traz mais previsibilidade para gestores e investidores ​e pode facilitar o desenvolvimento de fundos ​e ETFs ligados ao indicador", disse Hênio Scheidt, gerente de Produtos na B3, em nota. (Por Igor SodréEdição de ‌Alexandre Caverni)

B3 lança índice para medir desempenho de ações de menor capitalização
UOL - Economia 08/08/2026

B3 lança índice para medir desempenho de ações de menor capitalização

A B3 lançou o SCSR (Índice Small Cap Smart Rebal), que acompanha o desempenho das cotações das ações de empresas listadas de menor valor de mercado. De acordo com a Bolsa, o indicador foi criado para acompanhar esse grupo com uma metodologia que faz os ajustes da carteira de forma gradual, ao longo de rebalanceamentos. Para entrar no índice, o ativo precisa estar fora do grupo das empresas que representam 85% do valor de mercado de todas as companhias listadas no mercado à vista da B3. Também é necessário estar entre os ativos elegíveis que, nas três carteiras anteriores, somem 99% do índice de negociabilidade, além de ter presença mínima de 95% em pregão nesse período e não ser classificado como penny stock, ações negociadas por menos de R$ 1. O ativo é excluído se deixar de atender a tais critérios ou se entrar em situação especial de listagem, caso em que a exclusão ocorre ao final do primeiro dia de negociação nesse enquadramento.