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MSFT34

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Preço Atual
R$ 81,06
+2.61%
Abertura
R$ 80,01
Fec. Ant: R$ 81,15
Variação Dia
Min: R$ 79,95
Max: R$ 81,30
52 Semanas
Mín: R$ 77,28
Máx: R$ 131,29
Volume
206.314
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Earning Yield
0.00%
Enterprise Value
R$ 14.102,12 Bi
Valor de Mercado
R$ 14.102,12 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a MSFT34

Market Cap
R$ 14,10 Tri

Dividendos

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Ibovespa avança em dia de divulgação de ata do Copom
B3 23/06/2026

Ibovespa avança em dia de divulgação de ata do Copom

O Ibovespa teve valorização de 0,52% nesta terça-feira, 23, avançando para os 171,2 mil pontos. A bolsa de valores brasileira reverte o movimento de baixa observado de manhã, impulsionado principalmente pela ata referente à última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central divulgada hoje. O documento mostra que a autoridade monetária optou por evitar mudanças bruscas na trajetória dos juros, avaliando que movimentos mais agressivos poderiam aumentar a volatilidade dos mercados e da atividade econômica. Para o mercado, o comunicado teve um tom mais dovish (leve) do que o esperado, mais técnico e mais restritivo, mas sem muitas pistas de continuidade de corte de juros. Entre as ações de peso no principal índice da B3, os bancos operaram majoritariamente no positivo. O Banco do Brasil (BBAS3) liderou os ganhos, com alta de 1,43%, seguido pelo Bradesco (BBDC4), que avançou 0,90%. O Itaú (ITUB4) subiu 0,27%, enquanto o Santander (SANB11) nadou em direção contrária e fechou em baixa de 0,74%. O dólar, por sua vez, encerrou em alta, cotado a 5,17 reais. A moeda americana tem sido negociada em patamar mais elevado ante ao real desde a decisão do Copom de cortar em 0,25 ponto percentual a taxa básica de juros, a Selic, que agora está em 14,25% ao ano. Para Gustavo Bertotti, economista e head de renda variável da Fami capital, o que incentiva o avanço do dólar em relação à emergente brasileira é a incerteza nos cenários político e fiscal no ambiente doméstico. “A moeda americana é um mecanismo de hedge [proteção] para as carteiras dos investidores e, mesmo com a curva perdendo força, a gente vê que o dólar continua forte aqui. Então eu acho que vem da deterioração do cenário macroeconômico do país”, afirma. Continua após a publicidade Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise no programa Mercado:

Bolsa brasileira está barata, mas estrangeiros não veem urgência para voltar, diz BBA
B3 23/06/2026

Bolsa brasileira está barata, mas estrangeiros não veem urgência para voltar, diz BBA

Para os investidores, o principal entrave continua sendo a falta de catalisadores, juntamente com riscos persistentes de queda nos lucros devido à incerteza macroeconômica Publicidade Os estrategistas do Itaú BBA Daniel Gewehr, Matheus Marques e Raphael Matutani resumiram suas recentes conversas om investidores institucionais (buy-side) sobre ações brasileiras, focando em fatores que impulsionam o mercado, sentimento, posicionamento e seleção de ações/setores, destacando alguns pontos principais, como a “falta de urgência” para a volta dos estrangeiros. O banco aponta a visão de que, após a queda recente das ações, com o Ibovespa indo para cerca de 170 mil pontos após encostar nos 200 mil pontos, o valuation da Bolsa brasileira é atrativo, mas os catalisadores estão fracos, não sendo assim suficiente para reversão da tendência de curto prazo. “Os investidores concordam amplamente que as ações brasileiras retornaram a níveis atraentes, com o Ibovespa sendo negociado cerca de 20% abaixo de seu múltiplo de preço sobre lucro (P/L) histórico (versus o índice ACWI, que reflete a performance de ações de grande e médio porte em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes, com um prêmio de cerca de 10%). No entanto, isso não foi suficiente para impulsionar uma reavaliação (re-rating) no curto prazo”, apontam os estrategistas. Para os investidores, o principal entrave continua sendo a falta de catalisadores, juntamente com riscos persistentes de queda nos lucros devido à incerteza macroeconômica – particularmente em torno da dinâmica fiscal e do ritmo de flexibilização monetária. Isso é visível até mesmo em ações de setores de qualidade (financeiro e utilities, como energia e saneamento), onde os valuations estão descontados, mas a convicção para aumentar o risco permanece limitada. Já na visão dos estrategistas do BBA, o valuation continua sendo o pilar mais forte da sua análise, continuando a favorecer exposições orientadas a valor (value): ativos com características de renda fixa ou bond proxies (utilities, saneamento, shoppings) e cíclicos de qualidade (bancos e construtoras voltadas para baixa renda). O banco ainda ressalta que a atividade de recompra de ações por parte das empresas também aumentou sequencialmente (R$ 2,5 bilhões em maio versus R$ 800 milhões em abril), reforçando indiretamente o suporte via valuation. Como destacam os analistas, as alocações globais permanecem fortemente inclinadas para mercados impulsionados pela IA (notadamente Taiwan e Coreia), apoiadas por revisões de lucros mais fortes e pesos nos índices de referência (benchmarks). Nesse ambiente, o Brasil/América Latina continua atuando como fonte de recursos (funding), com investidores estrangeiros reduzindo a exposição em meio a uma visão macro menos construtiva. Os fluxos estrangeiros para a B3 caíram significativamente (de um pico de cerca de R$ 68 bilhões no acumulado do ano para menos de R$ 38 bilhões, com os fundos locais de ações continuam registrando resgates líquidos no mês e no acumulado do ano. Continua depois da publicidade Ao mesmo tempo, o posicionamento agora está mais leve, melhorando a relação risco-retorno. “Apesar da visibilidade limitada de catalisadores, os investidores reconhecem cada vez mais que surpresas positivas poderiam ter um impacto maior do que novas notícias negativas”, apontam. Para o BBA, os indicadores técnicos estão se tornando mais favoráveis, com o indicador de sobrecompra/sobrevenda do Ibovespa entrando recentemente em território de sobrevenda, historicamente associado a recuperações de cerca de 5% ao longo de aproximadamente 8 semanas. Quanto pessimismo está embutido nos preços? Continua depois da publicidade Neste sentido, uma discussão recorrente é se os ativos brasileiros já precificam um cenário macroeconômico excessivamente pessimista. Os investidores têm destacado inconsistências entre classes de ativos: as taxas de juros locais sugerem uma perspectiva significativamente mais adversa do que as ações e o câmbio. Com taxas reais acima de 8% e visibilidade limitada da política econômica, essas divergências tornaram-se mais acentuadas. Enquanto isso, os mercados parecem segmentados: as taxas de juros (mais influenciadas por fatores locais) refletem maior pessimismo, enquanto o câmbio e as ações incorporam cenários menos severos. Os investidores esperam que essa lacuna acabe sendo fechada — seja por meio de uma melhora nas taxas ou de uma deterioração em outras áreas. Continua depois da publicidade “Nossa estrutura de análise Bull-Bear sugere que a renda fixa precifica apenas cerca de 20% de probabilidade para um cenário de alta (bull), contra cerca de 35% nas ações e 55% no câmbio – indicando um pessimismo substancial já embutido nos ativos brasileiros”, avalia. Rotação voltará para valor? O BBA também discutiu com investidores uma possível nova rotação global de crescimento (growth) para valor (value). Continua depois da publicidade Os estrategistas do BBA enxergam que a construção de portfólios é cada vez mais moldada pelo custo de oportunidade em relação às ações globais. Os investidores locais estão alocando mais capital em mercados internacionais – particularmente no setor de tecnologia – muitas vezes em detrimento da exposição doméstica. “Muitos preferem o acesso direto a temas de crescimento global em moedas fortes em vez da exposição cambial indireta via exportadoras brasileiras. Investidores estrangeiros, por sua vez, reduziram posições anteriores (overweight em petróleo), ao mesmo tempo em que revisitam seletivamente empresas de qualidade subvalorizadas no Brasil (setores financeiro, de utilidade pública, saúde e construção civil)”, avaliam. Neste cenário, persiste uma tensão fundamental: oportunidades atraentes de longo prazo versus o foco de curto prazo da comunidade de investimentos local. Na visão do BBA, as condições atuais favorecem portfólios equilibrados que combinam diversificação (incluindo ativos cambiais) com large caps de qualidade e ações de valor no Brasil. Desta maneira, a carteira recomendada da casa mantém exposição a exportadoras (tanto em commodities quanto em Embraer EMBJ3, com peso de cerca de 28%), juntamente com apostas em valor no mercado doméstico. Por outro lado, estão (underweight, abaixo da média do mercado) em ações de crescimento no Brasil, privilegiando o setor de saúde (Rede D’Or – RDOR3) dentro dessa categoria.

Nova empresa da B3 pode disparar até 50%, aponta relatório da XP
B3 23/06/2026

Nova empresa da B3 pode disparar até 50%, aponta relatório da XP

Nesta terça-feira (23), a XP Investimentos informou ao mercado que começou a fazer a cobertura da Compass (PASS3). A empresa chegou à bolsa de valores em maio deste ano, quando levantou R$ 3,2 bilhões em investimentos. A corretora começou a cobrir a companhia já com recomendação de compra. Os analistas projetam um ganho de 50% em relação ao preço atual, por isso fixaram o preço-alvo em R$ 36,70 para o final de 2027. O relatório publicado nesta manhã destaca que a companhia possui um bom fluxo de caixa, o que traz crescimento acima do custo de capital da Compass. Diante disso, é possível manter uma visão positiva em relação ao ativo recém-chegado ao balcão da B3. Leia mais: Empresa da bolsa desbanca Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) e vira favorita do BTG “A PASS controla e consolida Comgás, Sulgás, Necta e Compagas, ativos premium de distribuição nas regiões mais desenvolvidas do país, com presença populacional e industrial relevante e ainda subpenetrada”, diz o relatório. “Em conjunto, esses ativos representam 48% de market share do segmento de distribuição de gás natural e combinam fluxos de caixa previsíveis com potencial de crescimento ainda não capturado”, continua. A recomendação da XP chega depois que uma série de bancos e corretoras já haviam apontado uma avenida de crescimento para a nova empresa listada na B3. Itaú BBA, Bradesco BBI, BTG Pactual e JPMorgan também incluíram a Compass em suas carteiras de investimentos, apontando preços-alvo que chegam a R$ 38, como é o caso do BTG. “Também vemos potencial para uma eventual fusão das concessões da Necta e da Comgás, o que poderia destravar novas oportunidades de crescimento para acelerar o capex nessas concessões ao longo do tempo. Com um EBITDA recorrente de R$ 4,4 bilhões e alta conversão em FCF, esses ativos oferecem uma base de fluxos de caixa previsíveis que pode sustentar dividendos ao mesmo tempo em que a Compass continua crescendo”, escrevem os analistas Raul Cavendish, Regis Cardoso e Bruno Vidal.