MELK3
Construção e ImobiliárioMelnick Desenvolvimento Imobiliario SA
CNPJ: 12181987000177
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 1.117,28 Mi | R$ 1.028,99 Mi | R$ 1.183,71 Mi | R$ 1.029,57 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 272,39 Mi | R$ 223,48 Mi | R$ 243,75 Mi | R$ 234,94 Mi |
| EBITDA | R$ 100,70 Mi | R$ 77,52 Mi | R$ 96,71 Mi | R$ 72,75 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 150,06 Mi | R$ 136,83 Mi | R$ 151,95 Mi | R$ 125,59 Mi |
Sobre a MELK3
Melnick Desenvolvimento Imobiliário S.A. é uma empresa brasileira especializada em desenvolvimento imobiliário residencial. A companhia atua no segmento de incorporações, desenvolvendo projetos de apartamentos e empreendimentos residenciais em diferentes regiões do Brasil. Melnick possui experiência consolidada no mercado imobiliário, com foco em qualidade de construção e satisfação do cliente. A empresa opera com um modelo de negócio centrado em desenvolvimento de projetos residenciais de qualidade, atendendo diferentes segmentos de mercado. Melnick está posicionada como uma incorporadora com presença significativa no mercado imobiliário brasileiro, contribuindo para o desenvolvimento habitacional do país.
Dividendos
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Diversidade chega a 83% das empresas da Bolsa, mas presença racial ainda é baixa
São Paulo Estudo da B3 em parceria com o Instituto Locomotiva mostra que 83% de 290 empresas listadas na Bolsa de Valores analisadas atendem, em 2026, aos critérios de diversidade previstos no chamado Anexo ASG. Aprovado pela CVM em 2023, o Anexo ASG reúne medidas propostas pela B3 para estimular a diversidade na alta liderança e a adoção de boas práticas ambientais, sociais e de governança pelas companhias listadas. O mecanismo funciona no modelo "pratique ou explique", em que as empresas devem informar ao mercado se adotaram as medidas ou justificar a não adoção. O percentual considera companhias que reportaram a presença de ao menos uma mulher ou de integrantes de grupos sub-representados (pessoas pretas, pardas ou indígenas, LGBTQIA+ ou com deficiência) no conselho de administração ou na diretoria estatutária, segundo o formulário de referência —documento regulatório entregue anualmente pelas empresas de capital aberto. Pessoas acompanhando o leilão do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, na sede da B3, em São Paulo - Rafaela Araújo - 5.dez.25/Folhapress O levantamento, chamado "Lideranças Plurais", também aponta avanço na presença desses grupos na alta gestão. Nas diretorias estatutárias, a proporção de empresas com ao menos um integrante de grupo sub-representado passou de 52% em 2025 para 59% em 2026. Nos conselhos de administração, o percentual subiu de 69% para 73%. Entre 2021 e 2024, o estudo se chamava "Mulheres em Ações" e analisava apenas a presença feminina nos conselhos de administração e nas diretorias estatutárias. MULHERES AMPLIAM PRESENÇA NA ALTA LIDERANÇA O levantamento mostra que 70% das empresas de capital aberto analisadas têm ao menos uma mulher no conselho de administração, o maior percentual desde o início da série histórica da B3, em 2021. Naquele ano, a proporção era de 55%. Nas diretorias estatutárias, 51% das empresas contam com ao menos uma mulher, também o maior índice dos seis anos de monitoramento. Em 2021, eram 39%. REPRESENTATIVIDADE RACIAL E DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGUE BAIXA Apesar do avanço na diversidade de gênero, a representatividade racial e de pessoas com deficiência ainda é baixa entre as empresas listadas. Nas diretorias estatutárias, 23% das companhias declaram ter ao menos uma pessoa parda, enquanto apenas 2% relatam a presença de pessoas pretas. Em 2023, quando esses dados passaram a ser incluídos nos formulários de referência, os percentuais eram de 11% e 2%, respectivamente. Nos conselhos de administração, 18% das empresas têm ao menos uma pessoa parda e 5% contam com uma pessoa preta. Em 2023, os índices eram de 9% e 4%, respectivamente. A pesquisa também analisou a presença de pessoas com deficiência em posições de alta liderança. Esses dados passaram a ser reportados de forma estruturada em 2025. Atualmente, 3% das companhias contam com ao menos uma pessoa com deficiência no conselho de administração e 4% nas diretorias estatutárias. Em 2025, o percentual era de 3% nos dois órgãos. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... ANEXO ASG E NOVA MEDIDA ASG1 Neste ano, na apresentação do formulário de referência, que aconteceu até o dia 31 de maio, as companhias brasileiras listadas deveriam apontar evidências da adoção das seguintes práticas: Eleição, para o conselho de administração ou para a diretoria estatutária, de pelo menos, uma mulher e um integrante de comunidade sub-representada ou as justificativas para a não adoção da prática; Estabelecimento de critérios mínimos de diversidade nos procedimentos de indicação de membros da administração ou as justificativas para a não adoção da prática; e inclusão, na política de remuneração dos administradores (quando houver remuneração variável), de indicadores de desempenho ligados a temas ou metas ASG ou as justificativas para a não adoção da prática. Nesta edição, o levantamento também analisou a Medida ASG 1, que estabelece que as empresas devem ter ao menos uma mulher e um integrante de outro grupo sub-representado no conselho de administração ou na diretoria estatutária, ou explicar por que não adotaram a medida. Entre as 100 empresas do IBrX 100, índice que reúne ações de maior liquidez e representatividade da Bolsa, 61 atendem aos dois critérios. Das 39 que não atendem, 32 têm mulheres na alta gestão, três têm integrantes de outros grupos sub-representados e apenas duas não têm nenhum dos dois.
Selic 14% ao ano provoca fuga de capital estrangeiro da B3
Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 11/08/2026 - 23:34 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Com a taxa Selic cravada em 14% ao ano e a atratividade das rendas fixas globais, investidores não residentes realizam lucros e reduzem a exposição ao mercado acionário brasileiro em agosto de 2026. O que aconteceu Recuo Acelerado: O principal índice da B3 fechou em queda de 1,5%, perfurando o patamar psicológico dos 170 mil pontos sob forte pressão de venda. Debandada Externa: O saldo do capital estrangeiro na bolsa paulista acumula retiradas líquidas expressivas no mês, impulsionado pela busca por ativos defensivos no exterior. Juros Altos como Ancoragem: A manutenção da Selic em 14% ao ano continua a encarecer o custo de oportunidade da renda variável para locais e não residentes. Recomposição de Portfólio: Analistas orientam cautela no curto prazo e reforço na alocação em ativos pagadores de dividendos e títulos atrelados ao CDI. A Bolsa de Valores brasileira (B3) vivenciou uma jornada de forte aversão ao risco. O Ibovespa recuou 1,5%, caindo abaixo da barreira técnica dos 170 mil pontos. O grande catalisador da baixa foi a aceleração das saídas de recursos capitaneadas por investidores não residentes, segmento responsável por mais da metade do volume financeiro negociado no mercado secundário nacional. A repaginação das carteiras globais em agosto de 2026 reflete um movimento de busca por segurança. Com a manutenção do aperto monetário nos Estados Unidos e a firmeza das taxas dos títulos do Tesouro norte-americano, os grandes fundos institucionais optaram por realizar lucros em mercados emergentes. O Brasil, que havia acumulado valorização expressiva ao longo do primeiro semestre, tornou-se o alvo natural para a liquidação de posições e repatriação de capitais. No ambiente doméstico, a sustentação do custo do dinheiro no patamar de 14% ao ano estabelecido pelo Copom reforça a atratividade da renda fixa brasileira em detrimento dos ativos de renda variável. Para o investidor internacional, a combinação entre juros reais elevados na renda fixa e incertezas quanto à desaceleração fiscal torna a tese de investimento em ações menos atrativa no curto prazo. As liquidações do pregão atingiram fortemente as empresas de maior peso no índice, conhecidas como blue chips, a exemplo de Petrobras, Vale e o setor bancário. Quando o fluxo gringo fecha a torneira, o investidor institucional doméstico — afetado pelos saques continuados em fundos de ações em razão do juro alto — não possui capacidade de absorção financeira suficiente para segurar o patamar do indicador acionário. A queda ocorre simultaneamente ao afunilamento da temporada de balanços corporativos referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26). Apesar de resultados operacionais que demonstraram resiliência em setores específicos da economia, o mercado tem punido com rigor as companhias com balanços excessivamente alavancados ou dependentes do consumo de massa. O movimento de baixa abaixo dos 170 mil pontos acendeu o sinal de alerta nas mesas de operação. Grafistas e analistas técnicos destacam que a perda desse suporte pode abrir espaço para correções adicionais, testando níveis mais baixos de consolidação até que o cenário de fluxos globais se estabilize. Guia do Investidor: Como Proteger a Carteira Diante da Fuga de Capital Externo 1. Rebalanceamento Estratégico para Renda Fixa Pós-Fixada: Aproveite a Selic em 14%: Com a perspectiva de manutenção prolongada dos juros altos no Brasil, aumente a liquidez em ativos indexados ao CDI (Tesouro Selic, CDBs de primeira linha e LCI/LCA). Esse movimento reduz a volatilidade total da carteira. 2. Renda Variável com Foco em Resiliência e Dividendos: Priorize Value Stocks : Substitua posições altamente tese-dependentes ou de crescimento rápido ( growth ) por companhias consolidadas, com baixa dívida e alto dividend yield (setores de energia elétrica, saneamento e seguradoras). Fuga de Alavancagem: Evite empresas do setor de varejo, construção civil e tecnologia que apresentem alto endividamento indexado ao CDI, pois suas margens operacionais continuarão comprimidas. 3. Diversificação Internacional Neutra em Dólar: Exposição Geográfica Controlada: Avalie a manutenção de uma parcela do patrimônio em BDRs de empresas globais consolidadas ou ETFs atrelados ao mercado norte-americano para reduzir a dependência exclusiva do fluxo de capital para o Brasil. Alerta do BC: Por Que Choques de Oferta Podem Manter os Juros Altos O Labirinto do Calote: Por Que o Mercado de Crédito no Brasil Travou em 2026 Custo da dívida pública dispara com Selic a 14% ao ano Banco italiano usa queijo de R$ 1,9 bilhão como garantia de crédito: entenda o modelo do Credem Elétrico Geely EX2 dispara 35% e faz marca repetir vice-liderança em julho, à frente da GWM Para compartilhar:
B3 lucra R$ 1,7 bi no 2º trimestre de 2026, alta de 28,2% ante 2025
Bolsa brasileira registra avanço em receitas recorrentes e anuncia distribuição de R$ 1,3 bilhão em remuneração aos acionistas A B3 (Bolsa de Valores do Brasil) divulgou, nesta 3ª feira (11.ago.2026), seu balanço financeiro referente ao 2º trimestre de 2026. A companhia registrou lucro líquido societário de R$ 1,7 bilhão. É um crescimento de 28,2% em relação ao mesmo período de 2025. Ajustado por itens não recorrentes, o lucro líquido recorrente atingiu R$ 1,4 bilhão, alta de 8,0% na comparação anual. Eis a íntegra (PDF – 4 MB). publicidade O desempenho sólido foi impulsionado pela resiliência do modelo de negócios em um cenário de volatilidade. A receita bruta total somou R$ 3,1 bilhões, um avanço de 12,2% na comparação anual. Já o Ebitda (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, na sigla em inglês) recorrente fechou em R$ 1,9 bilhão, com margem de 70,2%. publicidade publicidade DESEMPENHO POR SEGMENTOS O ADTV (volume financeiro médio diário) no mercado de ações à vista foi um dos destaques, totalizando R$ 31,3 bilhões, alta de 20,1% frente ao 2º trimestre do ano anterior. Esse crescimento foi puxado especialmente pela negociação de BDRs (+41,8%) e Fundos Listados (+73,6%). Na Renda Fixa, o estoque total cresceu 16,5%, com destaque para o Tesouro Direto, que viu seu estoque médio subir 43,7% e atingir a marca de 3,5 milhões de investidores ao final do trimestre. Já no segmento de derivativos listados, houve retração de 8,3% no ADV (volume médio diário), influenciada por mudanças nas margens de criptoativos. As receitas recorrentes também avançaram: publicidade soluções analíticas de dados: +22,0%, com receita de R$ 315,2 milhões; +22,0%, com receita de R$ 315,2 milhões; tecnologia e plataformas: +15,7%, alcançando R$ 526,8 milhões. GESTÃO E ESTRATÉGIA O período também foi marcado pela chegada de Christian Egan ao cargo de CEO, em junho. Além disso, a B3 concluiu a venda de sua participação na Dimensa por R$ 665 milhões, o que teve impacto positivo não recorrente de R$ 123,9 milhões no lucro do trimestre. publicidade publicidade Em inovação, a bolsa iniciou testes de infraestrutura para sua stablecoin —ativo digital com valor atrelado a uma moeda ou outro ativo de referência—, a B3RL, e lançou contratos de eventos financeiros vinculados ao PIB e ao IPCA. REMUNERAÇÃO AOS ACIONISTAS A companhia anunciou a distribuição de R$ 1,3 bilhão aos acionistas referente ao 2º trimestre. O montante é composto por R$ 1,1 bilhão em JCP (Juros sobre Capital Próprio) —incluindo parcelas extraordinárias de saldos de exercícios anteriores— e R$ 196,9 milhões em recompras de ações. publicidade EFICIÊNCIA OPERACIONAL As despesas totais somaram R$ 975,6 milhões, alta de 15,5%. O aumento foi influenciado por custos extraordinários associados à transição da diretoria executiva. Já as despesas ajustadas cresceram 6,2%. publicidade