LW

LWSA3

Tecnologia

LWSA S.A.

CNPJ: 02351877000152

Preço Atual
R$ 3,75
+3.59%
Abertura
R$ 3,61
Fec. Ant: R$ 3,70
Variação Dia
Min: R$ 3,61
Max: R$ 3,75
52 Semanas
Mín: R$ 3,28
Máx: R$ 5,09
Volume
2.261.200
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
8.00%
P/VP
0.00
EV/EBITDA
2.59
EV/EBIT
1.15
P/EBITDA
-0.00
P/EBIT
-0.00
P/Receita (PSR)
0.00
P/FCO
0.00
P/FCL
0.00
EV/Receita Líq.
-0.20
EV/FCO
-0.68
EV/FCL
-11.41
Earning Yield
86.80%
Enterprise Value
R$ -298,30 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
2.59
Dív. Líquida/PL
-0.12
Dívida Líquida
R$ -298,30 Mi
Liq. Corrente
1.14
PL/Ativos
0.68
Passivos/Ativos
0.32
Liq. Seca
1.14
Liq. Imediata
0.35

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
48.73%
Margem EBITDA
-7.66%
Margem EBIT
-17.23%
Margem Líquida
-14.56%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
-9.34%
ROIC
-10.18%
ROA
-6.21%
Giro do Ativo
0.41

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
7.45%
CAGR Lucro
-772.39%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 48.73%
Margem EBITDA -7.66%
Margem Operacional -17.23%
Margem Líquida -14.56%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 439,87 Mi
FCL R$ 26,14 Mi
Caixa Total R$ 373,77 Mi
Receita e Dívida
Receita Total R$ 1,50 Bi
Lucro Bruto R$ 732,13 Mi
EBITDA R$ -115,02 Mi
Dívida Total R$ 106,49 Mi
Crescimento
Receita 7.45%
Lucro -772.39%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 1.488,53 Mi R$ 1.370,03 Mi R$ 1.292,76 Mi R$ 1.138,43 Mi
Lucro Bruto R$ 719,10 Mi R$ 655,01 Mi R$ 597,91 Mi R$ 514,23 Mi
EBITDA R$ -276,71 Mi R$ 113,81 Mi R$ 86,46 Mi R$ 48,56 Mi
Lucro Líquido R$ -225,45 Mi R$ 42,19 Mi R$ -73,73 Mi R$ 30,28 Mi

Sobre a LWSA3

Setor
Tecnologia
Indústria
Programas e Serviços
Website
lwsa.tech/
Funcionários
1.500
Market Cap
R$ 2,06 Bi
Descrição do Negócio

A LWSA S.A. é uma companhia de tecnologia voltada à digitalização de pequenas e médias empresas no Brasil. O grupo reúne marcas de hospedagem, comércio eletrônico, ERP, meios de pagamento, comunicação com clientes e logística para operações digitais. A origem operacional da companhia está na Locaweb, fundada em 1998, e sua estrutura atual foi expandida com aquisições e integração de diferentes plataformas de software. As soluções cobrem etapas de presença digital, vendas, gestão e serviços financeiros para empresas em diferentes estágios de maturidade. Listada na B3, a LWSA adota estratégia de ecossistema para aumentar recorrência de receita e ampliar a base de clientes em software e serviços digitais. O modelo combina ofertas SaaS, serviços de infraestrutura e ferramentas de comércio e gestão empresarial.

Dividendos

REST CAP DIN R$ 0,2547
Pagamento: 09/02/2026
DIVIDENDO R$ 0,0519
Pagamento: 26/08/2025
DIVIDENDO R$ 0,0716
Pagamento: 21/11/2024
DIVIDENDO R$ 0,0524
Pagamento: 22/05/2023
JCP R$ 0,1271
Pagamento: 17/12/2020

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B3 19/06/2026

Bradesco BBI vê ponto de entrada na B3 após correção e elege ações favoritas para 3T

Banco vê valuations mais atrativos após a correção das bolsas da América Latina e mantém preferência por Brasil e Chile Publicidade Após um segundo trimestre de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI vê uma nova janela de oportunidade para investidores na região. Em relatório liderado pelo estrategista Ben Laidler, com participação dos analistas Francisco Navarrete e Bruno Mendonça, o banco atualizou suas principais recomendações de ações de grande e média capitalização para o terceiro trimestre de 2026 (3T26) e avalia que o ajuste recente tornou as avaliações mais atrativas, abrindo espaço para uma valorização de até 25% no segundo semestre. Diante desse cenário, o banco mantém recomendação overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra) para Brasil e Chile, adota postura neutra em México e Peru e underweight (exposição abaixo da média do mercado, equivalente à venda) em Argentina e Colômbia. Entre as empresas, as novas adições à carteira são lideradas por companhias de “crescimento de qualidade”, como Itaú Unibanco (ITUB4), Coca-Cola FEMSA, Embraer (EMBJ3), Equatorial (EQTL3) e Yduqs (YDUQ3), além de ações de média capitalização como XP Inc. (XP; BDR; XPBR31), Ternium (TX) e Smart Fit (SMFT3). Vale (VALE3) e Ternium O Bradesco BBI mantém uma visão positiva para a oferta e demanda de minério de ferro e cobre, cenário que, segundo o banco, tem sustentado preços acima do esperado para as commodities. No setor de aço da América Latina, a equipe adota uma postura seletiva e destaca a Ternium como sua principal preferência. Apesar das pressões de curto prazo sobre os custos, o Bradesco BBI afirma que os preços do minério de ferro e dos metais básicos, acima do esperado, combinados com a sólida execução operacional, mantêm inalteradas suas projeções de Ebitda e fluxo de caixa livre (FCF). O banco considera a avaliação da Vale atrativa, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 9% para 2026, ante média de 5% dos pares, além de enxergar maior probabilidade de distribuições extraordinárias de recursos no segundo semestre de 2026. Para a Ternium, o banco avalia que a melhora dos mercados do México e do Brasil deve sustentar um forte avanço dos resultados e revisões positivas das estimativas. As projeções do Bradesco BBI estão 16% acima do consenso de mercado. Além disso, a redução dos investimentos (capex) deve impulsionar a geração de fluxo de caixa livre. Suzano (SUZB3) Embora não veja catalisadores relevantes no curto prazo, o BBI considera a Suzano (SUZB3) a empresa com a melhor relação entre risco e retorno dentro de sua cobertura dos setores de papel e celulose. A avaliação é sustentada pelos preços favoráveis da celulose e pela sólida execução operacional da companhia. Além disso, o banco estima que a estratégia de hedge cambial pode gerar cerca de R$ 5 bilhões em ganhos entre 2026 e 2027, considerando um câmbio de R$ 5,00 por dólar. O valuation também é visto como um importante fator de proteção, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 16% para 2027, mesmo em um cenário mais conservador, com o preço da celulose em US$ 550 por tonelada e o dólar a R$ 5,00. Vibra (VBBR3) e OceanPact (OPCT3) O analista Vicente Falanga mantém uma postura cautelosa em relação às ações do setor de petróleo, diante da possibilidade de uma resolução do conflito envolvendo o Irã. Nesse cenário, ele prefere segmentos mais defensivos, como distribuição de combustíveis e serviços para a indústria de óleo e gás. Continua depois da publicidade A principal recomendação entre as empresas de grande capitalização é a Vibra (VBBR3). Segundo Falanga, o ambiente competitivo deve continuar melhorando com o avanço do combate à informalidade no mercado de combustíveis. Além disso, a margem recorrente no segundo trimestre de 2026 deve superar a do primeiro trimestre, alcançando cerca de R$ 350 por metro cúbico, enquanto o fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE) tende a crescer de forma significativa. Mesmo com a recente pressão sobre os juros reais no Brasil, o analista considera a ação barata, negociada a menos de 9 vezes o lucro estimado para 2027 (P/L), patamar que julga atrativo diante das perspectivas de crescimento e retorno sobre o capital investido (ROIC). Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela OceanPact (OPCT3). Após revisar sua tese de investimento em função da fusão transformacional com a CBO, Falanga elevou o preço-alvo da ação para R$ 15, ante R$ 10 anteriormente, incorporando as sinergias esperadas com a operação. Continua depois da publicidade Equatorial (EQTL3) e Eneva (ENEV3) O analista Francisco Navarrete vê um cenário mais favorável para as distribuidoras de energia no Brasil, impulsionado por melhorias regulatórias, e mantém visão positiva para o setor de saneamento após as privatizações. A Equatorial (EQTL3) é a principal escolha do analista por sua forte capacidade de alocação de capital e pela exposição aos setores de energia e saneamento, com participações relevantes na Copasa (CSMG3) e na Sabesp (SBSP3). Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Eneva (ENEV3), vista como uma das principais histórias de crescimento do setor elétrico, apoiada na expansão da geração térmica para complementar as fontes renováveis. Continua depois da publicidade Coca-Cola FEMSA e 3tentos (TTEN3) O BBI mantém visão positiva para os setores de alimentos e bebidas e agronegócio. Segundo ele, as engarrafadoras da Coca-Cola oferecem exposição atrativa ao consumo na América Latina, enquanto, no agronegócio, a preferência é por empresas de crescimento com menor dependência dos preços das commodities. A Coca-Cola FEMSA é a principal recomendação entre as empresas de grande capitalização. O banco vê potencial de alta para os volumes no México, apesar dos efeitos do imposto IEPS, e considera que a ação negocia com desconto injustificado em relação ao histórico e à concorrente Arca. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela 3tentos (TTEN3), destacada como uma sólida história de crescimento no agronegócio, com expectativa de expansão média de 20% ao ano nos lucros pelos próximos três anos e negociação a cerca de 9 vezes o lucro estimado para 2026. Continua depois da publicidade Embraer (EMBJ3) O Bradesco BBI vê a Embraer (EMBJ3) como uma sólida história de crescimento, apesar do desempenho inferior ao de concorrentes em meio a preocupações consideradas exageradas com o cenário macroeconômico e fundamentos da companhia. A expectativa é de aumento dos volumes nos segmentos de aviação comercial e executiva, expansão das margens e possibilidade de revisão para cima do guidance de 2026. Além disso, a ação é considerada atrativa, negociando a cerca de 9,5 vezes o EV/Ebitda estimado para 2026, aproximadamente 20% abaixo da média dos pares globais. Marcopolo (POMO4) e WEG (WEGE3) O analista Daniel Federle prefere exposição ao segmento de ônibus no setor de bens de capital, diante da elevada alavancagem e da menor previsibilidade operacional das fabricantes de caminhões. Já em relação à WEG (WEGE3), mantém postura cautelosa por causa dos desafios de crescimento no curto prazo, da ausência de catalisadores e do valuation considerado elevado. A principal recomendação é a Marcopolo (POMO4). Segundo Federle, a companhia está bem posicionada para registrar crescimento de receita de cerca de 8% em 2026, impulsionada pelas entregas para o programa do Ministério da Saúde e pelo novo ciclo do programa Caminho da Escola, no qual conquistou a totalidade do contrato. O analista também destaca o valuation atrativo, com a ação negociando a cerca de 5,5 vezes o lucro estimado para 2026 e dividend yield de fluxo de caixa livre próximo de 9%. Totvs (TOTS3) e LWSA (LWSA3) O Bradesco BBI prefere empresas de software, que passaram a negociar em valuations mais atrativos após a correção relacionada à inteligência artificial e estão menos expostas a disrupções por oferecerem serviços essenciais. Já Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3) seguem fora das preferências do banco devido ao cenário competitivo mais incerto e à ausência de perspectiva de reajustes de preços. A principal recomendação é a Totvs (TOTS3). O banco destaca o forte momento operacional do negócio de ERP e o valuation descontado, com a ação negociando a cerca de 15 vezes o lucro estimado para 2026, aproximadamente 35% abaixo da média histórica. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela LWSA (LWSA3), que combina valuation atrativo, sólida execução operacional e expectativa de expansão relevante das margens. MercadoLivre (MELI34) e Smart Fit (SMFT3) O analista Pedro Pinto avalia que o varejo brasileiro deve enfrentar um segundo semestre ainda desafiador, com confiança empresarial em queda, consumo pressionado e elevado endividamento das famílias. A principal escolha é o MercadoLivre. Para o analista, a maior parte das revisões negativas de lucro já foi precificada, enquanto a melhora dos indicadores operacionais reforça a tese de longo prazo. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Smart Fit (SMFT3). Segundo Pinto, as preocupações com concorrência e preços diminuíram após os resultados do primeiro trimestre, enquanto a operação no Brasil e a TotalPass apresentam melhora operacional. Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) A principal recomendação é a Cury (CURY3), destacada pela elevada rentabilidade, forte crescimento esperado dos lucros, valuation descontado e dividend yield próximo de 10%. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Tenda (TEND3). O analista vê uma relação risco-retorno atrativa, sustentada pelo potencial de pagamento de dividendos, resultados em melhora e pela estabilidade estrutural do programa Minha Casa, Minha Vida. Raia Drogasil (RADL3) e Mater Dei (MATD3) O analista Marcio Osako vê oportunidades no setor de saúde brasileiro, destacando empresas com bom momento de resultados e valuations atrativos. A principal recomendação é a Raia Drogasil (RADL3). Para Osako, a recente queda das ações foi exagerada, considerando o perfil defensivo da companhia, a expectativa de resultados sólidos e o valuation descontado em relação à média histórica. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Mater Dei (MATD3). O analista destaca o valuation atrativo, a forte geração de caixa esperada e a perspectiva de crescimento dos resultados. Yduqs (YDUQ3) e Vitru (VTRU3) A Yduqs (YDUQ3) é a principal escolha do Bradesco BBI no setor de educação. O banco destaca os resultados sólidos no primeiro trimestre, a baixa alavancagem e a forte geração de caixa esperada. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Vitru (VTRU3), que combina perspectiva positiva para 2026, baixa alavancagem e geração de caixa atrativa.