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LFTX11

Trend ETF B3 Tesouro SELIC Fundo de Indice - Responsabilidade Limitada

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Fec. Ant: R$ 25,92
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Max: R$ 25,96
52 Semanas
Mín: R$ 25,00
Máx: R$ 25,96
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Moeda: BRL

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B3 lança Opções sobre futuros de Bitcoin, Ethereum e Solana
B3 07/07/2026

B3 lança Opções sobre futuros de Bitcoin, Ethereum e Solana

07/07/2026 B3 lança Opções sobre futuros de Bitcoin, Ethereum e Solana Novos produtos ampliam a prateleira de derivativos de criptoativos da bolsa brasileira e oferecem mais alternativas para proteção, negociação e gestão de risco em ambiente regulado São Paulo, 07 de julho de 2026 - A B3 lançou nesta segunda-feira (6) as Opções sobre contratos futuros de Bitcoin (BIT), Ethereum (ETR) e Solana (SOL), ampliando a oferta de produtos ligados ao universo de criptoativos. A novidade fortalece o ecossistema de derivativos da bolsa e amplia as possibilidades para investidores que buscam estratégias sofisticadas de proteção, diversificação e posicionamento em ativos digitais. Com o lançamento, a B3 avança em sua estratégia de disponibilizar produtos inovadores alinhados às principais tendências dos mercados globais, oferecendo instrumentos regulados ligados a criptoativos para diferentes perfis de investidores. “Nosso objetivo é conectar o investidor brasileiro às principais tendências do mercado financeiro global, mas sempre com a robustez, a transparência e a segurança que caracterizam a atuação da B3. O avanço dos derivativos de criptoativos cria novas possibilidades para traders, gestores e investidores que buscam exposição a essa classe de ativos com instrumentos adequados de gestão de risco”, destaca Rafael Tsopanoglou Teodoro, gerente de Produtos de Moedas da B3. As Opções têm exercício automático na data de vencimento e liquidação por meio compra ou venda no respectivo contrato futuro, pelo preço de exercício definido. Os contratos serão negociados de forma independente, das 9h às 18h30. Os novos produtos também contarão com formadores de mercado, participantes responsáveis por manter ofertas de compra e venda, contribuindo para a liquidez, a eficiência na formação de preços e facilitando a entrada e saída dos investidores das operações. Entenda o que são Opções e Contratos Futuros Contratos de Opções e Contratos futuros são tipos de derivativos, instrumentos financeiros cujo valor deriva do comportamento de outro ativo ou indicador, como uma ação, uma moeda, uma commodity ou um criptoativo. Usados por gestores, tesourarias, traders e investidores mais experientes em estratégias de proteção ou negociação, eles funcionam de formas diferentes. No contrato futuro, comprador e vendedor assumem um compromisso para uma data futura. Na prática, esse instrumento permite se posicionar para a alta ou para a queda de um ativo sem precisar comprá-lo diretamente. Para operar, o investidor precisa depositar uma margem de garantia, em dinheiro ou em ativos aceitos pela B3, que serve para cobrir eventuais perdas da operação. Se um investidor acredita que o preço de referência do Bitcoin, por exemplo, vai subir, ele pode comprar um contrato futuro de Bitcoin. Se o preço subir, ele terá ganho na posição; se cair, terá perda. Já quem vende o contrato futuro se beneficia do movimento contrário: ganha se o preço cair e perde se o preço subir. Por isso, os futuros são usados tanto para buscar ganhos com movimentos de mercado quanto para proteção. Uma empresa ou investidor exposto à queda de determinado ativo, por exemplo, pode vender contratos futuros para tentar compensar perdas caso o preço recue. Já o contrato de Opção dá ao comprador o direito, mas não a obrigação, de comprar ou vender determinado ativo por um preço definido previamente, chamado preço de exercício. Para adquirir esse direito, o comprador paga um valor inicial, chamado prêmio. O vendedor da Opção, por sua vez, recebe esse prêmio e assume a obrigação de cumprir a operação caso a Opção seja exercida. De forma simplificada, a Opção pode funcionar como uma espécie de proteção ou seguro financeiro: quem compra sabe, desde o início, que seu risco direto está limitado ao prêmio pago, enquanto quem vende recebe o prêmio, mas assume obrigações caso o comprador exerça seu direito. Imagine uma ação negociada a R$ 10. Um investidor acredita que ela pode subir e compra uma Opção de compra com preço de exercício de R$ 10, pagando R$ 0,50 de prêmio. Se, no vencimento, a ação estiver a R$ 12, ele poderá exercer o direito de comprar por R$ 10, capturando a diferença, descontado o prêmio pago – ele terá, nesse exemplo, uma economia de R$ 1,50 em relação ao preço da ação. Se a ação continuar abaixo de R$ 10, ele pode simplesmente não exercer a Opção, perdendo apenas o prêmio de R$ 0,50. Entenda o que são Opções e Contratos Futuros No caso das Opções sobre contratos futuros, há uma diferença importante: o exercício da Opção não leva à compra ou venda direta do ativo final. Ele leva o investidor a assumir uma posição no contrato futuro daquele ativo. Nos novos produtos da B3, isso significa que o investidor não exerce a Opção para comprar ou vender Bitcoin, Ethereum ou Solana diretamente. Ao exercê-la, ele passa a ter uma posição comprada ou vendida no respectivo contrato futuro, pelo preço de exercício definido. Em alguns casos, negociar a Opção pode ser mais vantajoso do que operar o contrato futuro diretamente porque, para o comprador da Opção, o risco inicial fica limitado ao prêmio pago. Por isso, a Opção sobre contrato futuro funciona como uma camada de flexibilidade: permite buscar exposição à alta ou à queda, proteger posições, limitar riscos ou até combinar diferentes vencimentos e preços de exercício em estratégias mais sofisticadas. Com a chegada das Opções sobre futuros de Bitcoin, Ethereum e Solana, a B3 reforça seu compromisso com a inovação e com o desenvolvimento de um mercado cada vez mais completo para todos os tipos de investidores, dos institucionais às pessoas físicas.

Portal do Agronegócio
B3 07/07/2026

Portal do Agronegócio

Publicado em: 07/07/2026 às 11:40hs Foto: Fernando Dias O mercado de milho iniciou a semana em alta, sustentado por preocupações climáticas nos principais países produtores do Hemisfério Norte e pelo fortalecimento das exportações brasileiras. O cenário elevou os contratos futuros na Bolsa Brasileira (B3) e na Bolsa de Chicago (CBOT), reforçando a expectativa de maior competitividade do cereal brasileiro no mercado internacional. Apesar da valorização nos mercados futuros, o mercado físico segue com negociações moderadas no Brasil, pressionado pelo avanço da colheita da segunda safra e pela expectativa de uma ampla oferta nas próximas semanas. Clima nos Estados Unidos e Europa sustenta alta do milho De acordo com análise da TF Agroeconômica, a valorização observada na B3 acompanhou os ganhos registrados em Chicago e também na Bolsa de Paris. O principal fator continua sendo o risco climático sobre as lavouras do Hemisfério Norte. Nos Estados Unidos, previsões indicam a continuidade de temperaturas acima da média durante o período crítico de polinização do milho, além do excesso de chuvas registrado recentemente em estados do Meio-Oeste, como Iowa. Segundo o analista Bruce Blythe, do Farm Futures, os modelos climáticos também apontam para um período mais seco na região oeste do Cinturão do Milho, aumentando as preocupações com o potencial produtivo da safra norte-americana. Na Europa, a situação também preocupa o mercado. A intensa onda de calor reduziu significativamente a qualidade das lavouras francesas. As áreas classificadas entre boas e excelentes caíram para 58%, o menor índice dos últimos 13 anos, reforçando o viés altista para os preços internacionais. Exportações brasileiras ganham força O cenário climático internacional favorece o milho brasileiro, que tende a ganhar competitividade nas exportações. Em junho, o Brasil embarcou 434 mil toneladas do cereal, volume aproximadamente 18% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Paralelamente, a colheita da segunda safra avança de forma consistente. Até o início de julho, cerca de 30% da produção já havia sido colhida, ampliando a disponibilidade para comercialização e exportação. Caso os problemas climáticos persistam nos Estados Unidos e na Europa, analistas avaliam que o Brasil poderá ampliar sua participação no mercado internacional ao longo do segundo semestre. Contratos futuros avançam na B3 No fechamento da segunda-feira, os contratos futuros registraram valorização na Bolsa Brasileira. O contrato com vencimento em julho de 2026 encerrou cotado a R$ 64,87 por saca, com alta diária de R$ 0,47. O vencimento de setembro fechou em R$ 68,30, avançando R$ 1,30, enquanto novembro terminou em R$ 71,31, com ganho de R$ 0,81. Na abertura dos negócios desta terça-feira, o mercado iniciou praticamente estável, com pequenas oscilações negativas. Por volta das 9h30, o contrato julho/26 era negociado a R$ 64,88, enquanto setembro/26 estava em R$ 68,34. Os vencimentos janeiro/27 e março/27 eram negociados próximos de R$ 73,90 e R$ 75,40, respectivamente, mantendo estabilidade em relação ao fechamento anterior. Chicago amplia ganhos com preocupação climática Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros mantiveram o movimento de recuperação observado no início da semana. Durante a manhã desta terça-feira, os principais vencimentos operavam em alta. O contrato julho/26 era negociado próximo de US$ 4,42 por bushel, enquanto setembro atingia US$ 4,39. Os vencimentos dezembro/26 e março/27 também apresentavam valorização, refletindo o aumento das preocupações com o desenvolvimento das lavouras norte-americanas. O mercado internacional permanece atento à evolução das condições climáticas nas próximas semanas, período considerado decisivo para o potencial produtivo da safra dos Estados Unidos. Mercado físico segue lento no Brasil Mesmo com o suporte vindo das bolsas internacionais, o mercado disponível continua apresentando baixa liquidez. No Rio Grande do Sul, as negociações permanecem na faixa entre R$ 56 e R$ 65 por saca. Em Santa Catarina, compradores e vendedores continuam distantes nas negociações, limitando o fechamento de novos negócios. No Paraná, os consumidores aguardam uma oferta maior da segunda safra antes de ampliar as compras. No Centro-Oeste e em Minas Gerais, o comportamento também segue cauteloso. A entrada de novos volumes, aliada à expectativa de produção recorde e à elevada oferta mundial, limita movimentos mais expressivos de alta nos preços. Em Mato Grosso do Sul, a demanda da indústria de bioenergia ajuda a sustentar parte do consumo regional, enquanto Goiás e Mato Grosso avançam rapidamente na colheita favorecida pela redução das chuvas. Ainda existem relatos pontuais de perdas de qualidade causadas pela umidade registrada anteriormente. Perspectiva para o mercado A combinação entre riscos climáticos nos principais produtores mundiais e o fortalecimento das exportações brasileiras oferece suporte aos preços futuros do milho. Entretanto, no mercado interno, a ampla oferta decorrente da segunda safra ainda limita uma recuperação mais consistente das cotações. Nas próximas semanas, o comportamento do clima nos Estados Unidos deverá continuar sendo o principal fator de formação dos preços internacionais, enquanto o ritmo das exportações brasileiras será determinante para melhorar a liquidez e sustentar os valores praticados no mercado doméstico.

Ações do Santander Brasil despencam e diferença com matriz bate recorde
UOL - Notícias 07/07/2026

Ações do Santander Brasil despencam e diferença com matriz bate recorde

Bloomberg As ações do Santander Brasil caíram 21% neste ano, o pior desempenho entre os maiores bancos do país, enquanto os papéis do grupo todo na Espanha subiram cerca de 24%, elevando o prêmio da matriz sobre a filial em métricas de valor a um recorde. A relação entre o preço de mercado da unidade brasileira e seu valor patrimonial por ação vem caindo, aumentando a diferença com a matriz para o maior nível desde a listagem do Santander Brasil, em 2009. O prêmio cresce desde o começo de 2025, quando as conversas mais recentes sobre um possível fechamento de capital da unidade brasileira vieram à tona. "Quando eu olho para o diferencial de valuation entre os dois bancos, vis a vis o que aconteceu no passado, eu não descarto uma tender offer", afirmou Thiago Batista, analista do UBS BB. Celular no aplicativo do Santander - Dado Ruvic/Reuters O prêmio recorde levou alguns analistas a discutirem uma possível retirada do Santander Brasil da B3 na primeira metade de 2025, em um momento em que outras empresas, como o Atacadão, tiveram o capital fechado por causa de ações baratas. "Com múltiplos descontados, apenas 10% de ações em circulação (free float) e forte geração de capital pelo Grupo Santander, o movimento seria viável financeiramente", escreveu Eduardo Nishio, analista da Genial Investimentos, em um relatório em junho de 2025. Uma possível tentativa teria precedente. O Santander tentou deslistar a subsidiária por meio de uma troca por ações da matriz em 2014, quando a diferença entre os múltiplos atingiu um recorde. A deslistagem não aconteceu devido à adesão apenas parcial dos acionistas minoritários. Com isso, cerca de 10% das ações do banco continuaram no mercado, com um valor atual de cerca de R$ 10,6 bilhões. Desde então, a matriz trouxe vários negócios para o próprio balanço, inclusive a Getnet, empresa de maquininhas que saiu da Bolsa brasileira em 2022 apenas 14 meses após a listagem. Além disso, também fechou o capital do negócio de financiamento ao consumidor nos EUA em 2021, e da unidade mexicana em 2023. Neste ano, o Grupo Santander integrou o banco britânico TSB, que comprou por 2,65 bilhões de libras (R$ 18,29 bilhões no câmbio atual), e anunciou em fevereiro a compra da americana Webster Financial por US$ 12,2 bilhões. O fluxo de atividade deixou alguns investidores céticos quanto à possibilidade de que um fechamento de capital no Brasil faça parte dos planos a curto prazo, adicionando pressão aos papéis da unidade. "Não acho que o timing seja o ideal, com o banco focado neste momento em integrar as aquisições da TSB e da Webster", avaliou Nuria Alvarez, analista do Renta 4 Banco em Madri, adicionando que uma possível operação futura não pode ser descartada. O banco também não mostra muito entusiasmo. "A gente não pensa nisso", afirmou Mario Leão, então presidente do Santander Brasil, em evento em fevereiro, quando perguntado sobre a possibilidade de um fechamento de capital. Leão deixou a instituição financeira neste mês, sendo substituído por Gilson Finkelsztain, ex-presidente da B3. Representantes do banco na Espanha e no Brasil não comentaram para esta reportagem. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... O Santander se tornou o banco mais valioso da Europa continental, com o lucro atingindo recordes. Ao mesmo tempo, o Santander Brasil foi pressionado pela piora nas condições de crédito na maior economia da América Latina, em que fintechs com modelos de atendimento de baixo custo estão pressionando os bancos tradicionais. O Santander Brasil tem mais exposição ao financiamento ao consumo que os pares locais, o que significa que seus resultados são mais sensíveis aos juros historicamente altos do país e também à inflação. "O Santander tem uma dinâmica de inadimplência pior que as dos demais bancos", comentou Batista, do UBS BB, adicionando que o banco freou a expansão de crédito antes dos rivais. A desaceleração deveria ter melhorado os resultados, mas isso não ocorreu, disse ele. Os índices de inadimplência acima de 90 dias do banco subiram de 2,8% para 3,3% nos 12 meses encerrados em março, de acordo com o balanço do primeiro trimestre. A rentabilidade está atrás da registrada no restante do grupo, com o retorno sobre o patrimônio líquido tangível em 14,8% no primeiro trimestre, comparado com 26% da unidade da Espanha e 15,2% no grupo como um todo. A meta de médio prazo do Santander para o Brasil é 20%. O movimento de saída de executivos do banco adicionou percepção negativa. O diretor financeiro Gustavo Alejo saiu no começo do ano e vai assumir a mesma posição na maior corretora do país, a XP. Christian Egan, que chefiava o banco de atacado e de investimento, deixou o posto meses após substituir Renato Ejnisman. Leão, nome experiente no segmento de atacado, assumiu como presidente do Santander no começo de 2022. Naquele momento, o banco vinha dos anos de maior rentabilidade no Brasil. Mas o mercado mudou desde então. Fintechs como o Nubank prosperaram com estratégias que incluem emitir cartões de crédito para consumidores que antes não estavam no sistema financeiro ou não tinham acesso à maior parte dos serviços bancários. Em resposta, o banco fechou agências, simplificou a oferta de produtos e reduziu pessoal. Nos 12 meses até março, o Santander Brasil demitiu cerca de 6.200 pessoas, ou 11% da equipe que mantinha, mais do que outros grandes bancos no Brasil. Cerca de metade dos fechamentos de agência feitos no mundo no período aconteceram no país. O banco também buscou aumentar receitas com serviços e reduzir a preponderância do crédito em seus resultados. Ainda assim, o Brasil tem mais de um quarto da força de trabalho global do Santander, refletindo o peso que possui nas receitas do grupo. O Brasil ainda tem importância estratégica e o grupo indicou que pode trazer uma "surpresa positiva", disseram analistas do Oddo BHF SCA em um relatório de 24 de junho. Ainda assim, eles mantinham dúvidas sobre a capacidade do banco de voltar à meta de 20% de retorno sobre o patrimônio que estabeleceu para o médio prazo dada a forte competição local. Do lado da liderança em Madri, o presidente Hector Grisi afirmou que espera que os esforços de reestruturação gerem frutos em breve, incluindo um redirecionamento de capital para consumidores de maior renda e para grandes empresas.