LAVV3
Construção e ImobiliárioLAVVI Empreendimentos Imobiliarios SA
CNPJ: 26462693000128
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 1.761,40 Mi | R$ 1.549,30 Mi | R$ 903,33 Mi | R$ 555,33 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 615,31 Mi | R$ 523,09 Mi | R$ 299,36 Mi | R$ 186,34 Mi |
| EBITDA | R$ 472,96 Mi | R$ 396,96 Mi | R$ 220,13 Mi | R$ 86,52 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 464,16 Mi | R$ 392,46 Mi | R$ 246,62 Mi | R$ 130,91 Mi |
Sobre a LAVV3
A Lavvi Empreendimentos Imobiliários S.A. é uma incorporadora residencial com foco em projetos de médio-alto e alto padrão, principalmente na cidade de São Paulo. A companhia estrutura seu negócio na aquisição de terrenos, desenvolvimento de produto, lançamento comercial e gestão de obra, com geração de receita pela venda de unidades e reconhecimento contábil ao longo da evolução física dos empreendimentos. Constituída em 2016, a empresa combina atuação operacional própria com histórico de profissionais ligados ao mercado de incorporação paulista. O desempenho depende de preço de terreno, custo de construção, velocidade de vendas, estoque e cenário de crédito imobiliário. No segmento em que atua, a companhia compete por localização dos projetos, padrão construtivo, diferenciação de produto e disciplina na alocação de capital por ciclo.
Dividendos
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Investidores de 60 anos ou mais crescem 358% na B3 nos últimos dez anos
Especialistas atribuem maior educação financeira e aumento no custo de vida para idosos como fatores relevantes de salto de 4,57 vezes desde 2016 Investidores de 60 anos ou mais crescem 358% na B3 nos últimos dez anos O número de investidores com idade igual ou superior a 60 anos tem crescido expressivamente na B3, bolsa de valores brasileira. A partir de dados da instituição, o CNN Money identificou que, nos últimos 10 anos, a quantidade de acionistas nessa faixa etária saltou cerca de 358%. O movimento acompanha o crescimento total no número de investidores na B3. Durante alguns anos, a bolsa de valores ficou estagnada no patamar de meio milhão de investidores. Porém, com o salto durante e após a pandemia, a quantidade de acionistas cresceu para pouco mais de 5,6 milhões até junho de 2026. Segundo os dados publicados em arquivos da bolsa, em 2016 o número seguia no patamar de 500 mil investidores totais, sendo 26% do bolo total formado por acionistas 60+, ou 130 mil investidores dessa faixa etária. Diante do aumento da quantidade geral de investidores, os investidores acima de 60 anos passaram a acompanhar o ciclo de alta. Dez anos depois, dentre os 5,6 milhões acionistas, 10,4% deles estão nessa faixa etária. De acordo com os dados confirmados pela B3, atualmente, cerca de 595 mil pessoas dessa faixa etária investem na bolsa de valores brasileira - um salto de 4,57 vezes o valor inicial ou um crescimento de quase 358% nos últimos 10 anos. Segundo a superintendente de negócios para pessoa física da B3, Christianne Bariquelli, a presença de pessoas a partir de 60 anos na bolsa de valores pode ser explicada pela evolução geral na quantidade de investidores, além da maior facilidade, por conta dos avanços tecnológicos. “A gente viu o mercado evoluir bastante nos últimos anos. A gente saiu de 500, 600 mil investidores em bolsa para mais de 5 milhões. Foi muito impulsionado entre 2019 e 2021, onde a gente também teve uma facilitação do acesso”, explica. “A abertura de contas, as plataformas de investimento facilitaram muito a usabilidade, os produtos estão muito mais fáceis digitalmente." Segundo Bariquelli, o movimento também representa uma evolução e amadurecimento dos investidores em faixa etária mais elevada, que passar a ter mais disponibilidade para gerenciar o patrimônio. “Tudo isso contribuiu para a chegada geral de novas pessoas na bolsa em diferentes faixas etárias. O que acontece é que as pessoas mais velhas já passaram por um ciclo de acúmulo de patrimônio e já estão no momento de influir sua renda.” Carlos Castro, CEO e planejador financeiro da plataforma SuperRico, afirma que essa também é uma questão demográfica. Cerca de 30% a 40% dos investidores da bolsa, desde 2016, são formados por pessoas entre 40 e 59 anos. Nessa linha, as pessoas que já investiam aos 50 anos uma década atrás, passaram a fazer parte dos investidores 60+ neste ano, estimulando o crescimento do grupo. Inflação da saúde e aumento do custo de vida O aumento de investidores dessa faixa etária, segundo Castro, também pode estar relacionado ao custo de vida dessas pessoas, principalmente no que ele chama de "inflação da saúde”. Enquanto o IPCA – principal indicador do aumento de preços no Brasil – acumulou alta de 4,64% nos últimos 12 meses, o segmento da saúde possui aumentos que podem chegar a 13%, dependendo da área. Segundo os dados compilados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), desde junho do ano passado: Serviços de saúde acumularam alta de 6,24%; Serviços médicos e dentários cresceram em 8,24%; Preços de fisioterapeuta avançaram 13,29%; Planos de saúde ficaram 5,80% mais caros. “Esse resultado se acumula ao aumento do consumo geral, o que encarece o estilo de vida do idoso, público bastante afetado pelo setor da saúde”, afirma Castro. Soma-se a esse fator ainda a perda substancial da renda mensal em decorrência da aposentadoria. Atualmente, é necessário ter entre 59 e 64 anos para conquistar a aposentadoria, enquanto a expectativa de vida do brasileiro, atualmente, chega a 76,6 anos de idade. “Estamos vivendo mais e não temos prosperidade financeira, precisamos de aposentadoria ativa”, explica o executivo. Por isso, segundo o especialista, o avanço da educação financeira, sobretudo na internet, estimulou as pessoas de 60 anos ou mais a entenderam que, na bolsa, poderiam conquistar uma renda extra para superar os desafios que chegam com a idade. Queda na proporção Se por um lado o número de investidores cresceu exponencialmente, os acionistas 60+ ainda permanecem com pouca representatividade no bolo total de investidores. Atualmente, a porcentagem de pessoas nessa faixa etária é 15,6% menor do que já foi 10 anos atrás. Em 2016, quando havia 500 mil investidores de renda variável no Brasil, a representatividade dos investidores com mais de 60 anos era cerca de 26% do número geral. Alguns anos depois, em 2019, quando a bolsa bateu a marca de 1,4 milhão de investidores, essa porcentagem caiu para 15%. Já a partir de 2022 – período em que a bolsa de valores alcançou 5 milhões de investidores – a porcentagem estagnou em 7%. Mais recentemente, em junho de 2026, a representatividade desse grupo voltou a crescer, mas ainda de forma singela. Dentre os 5,6 milhões de investidores da B3, 10,4% eram compostos por pessoas de 60 anos ou mais. Bariquelli explica que há desafios para elevar a presença de brasileiros nessa faixa etária entre os investidores. Segundo ela, os receios da população em relação às finanças podem ser um entrave. “Existe muita dúvida com relação a dinheiro, a sair de investimentos que são mais percebidos como mais seguros para eles, para viver uma vida de volatilidade, que é o que a bolsa e os investimentos em ações trazem”, afirma. Segundo a superintendente de negócios da B3, pesquisas realizadas pela própria instituição apontam o receio da população de perder dinheiro. Segundo ela, por muito tempo, o Brasil foi considerado o “país da caderneta de poupança”, justamente por ser percebido como mais seguro. “Pessoas no início do acordo de patrimônio ainda não conseguiram se estruturar para isso, nem se entendem como investidores quando conseguem guardar algum dinheiro no CDB, por exemplo. Eles acham que estão só guardando e não investindo”, explica ela. Além disso, Bariquelli afirma que, atualmente, com os bancos digitais, é possível observar uma transferência para investimentos como caixinhas e cofrinhos. O movimento se deve à liquidez e maior segurança: acessar o dinheiro a qualquer momento com a certeza de que ele não diminuiu é importante para a maioria das pessoas.” Segundo Bariquelli, o caminho para enfrentar tais desafios é educação financeira para que a população possam entender como é investir no mercado de ações. “Esse grupo ainda é minoria, mas a proporção tende a aumentar", afirma Rafael Pracz, head de Estratégia e Alocação de Ativos da Asset Bank. Segundo o estrategista, o baixo retorno nos bancos tradicionais e até mesmo na poupança, como mencionado por Bariquelli, tendem a impulsionar esse movimento de entrada na bolsa. Pracz também salienta que a queda na proporção também pode estar relacionada à entrada de outros grupos na bolsa de valores. “Por conta da digitalização, muitos jovens têm aplicado na bolsa, e por isso existe essa 'competição'. Ainda assim, 46% do volume investido ainda é realizado pelos investidores 60+. Ou seja, outros grupos estão se interessando pela B3, mas esse grupo de faixa etária mais avançada tem muito mais dinheiro aplicado”, explica. Mulheres dominam cenário, mas homens aplicam mais dinheiro O último relatório trimestral publicado pela B3 aponta que, dos investidores de faixa etária a partir de 60 anos, as mulheres são mais presentes do que os homens. Do total de 1,5 milhão de mulheres que aplicam na bolsa de valores, cerca de 11% tem 60 anos ou mais, enquanto a fatia dos investidores homens com a mesma idade ocupa apenas 7% do total de 4,1 milhões de acionistas do sexo masculino. “As mulheres acabam assumindo um papel de responsabilidade maior sobre as finanças das famílias, além de terem uma expectativa de vida maior em relação aos homens”, explica. De acordo com os últimos dados levantados pelo IBGE, enquanto os homens brasileiros tendem a viver até os 73,3 anos, as mulheres brasileiras vivem, em média, até os 79,9 anos. Já para Pracz, os investidores homens buscam diversificar mais a sua carteira de investimentos. "Os investidores do sexo masculino costumam comprar imóveis, ouro e outros investimentos fora da bolsa.” Os homens, no entanto, possuem maiores saldos em custódia em relação às mulheres. Enquanto os investidores dessa faixa etária possuem R$ 731 mil custodiados, as mulheres têm cerca de R$ 403 mil. Segundo a experiência de Castro no mercado financeiro, existem algumas razões para que esse número de mulheres investidoras sejam levemente acima do índice masculino. Para isso, parte da explicação, segundo Castro, pode estar relacionada com a tendência dos homens em arriscarem mais em seus investimentos. Vale ressaltar que a diferença desses saldos por gênero é mais discrepante a medida que a idade do investidor aumenta. Os investidores mais jovens, de até 24 anos, quase empatam em saldo custodiado, com uma diferença mínima de R$ 1 mil. Apesar do crescimento, Castro percebe, dentre os seus clientes, que os investidores de 60 anos ou mais costumam ser mais conservadores em um geral. “Os boomers pegaram um momento que investir significava comprar linha telefônica ou imóveis. O mercado financeiro brasileiro ainda não era consolidado”, explica. Ainda, a questão do patrimônio reduzido faz com que volatilidades intensas não sejam fatores interessantes para esses clientes. “Eles preferem aplicar em instrumentos como fundos imobiliários, e muitos deles procuram esses dividendos para uma renda passiva”, explica. Já para Bariquelli, a participação feminina entre os investidores da bolsa é uma “questão transversal”, mais presente em alguns produtos do que em outros. Segundo ela, no geral, entre os investidores há mais homens investindo do que mulheres. “Por exemplo, o Tesouro Direto, a gente está lá na faixa dos 35,38% de mulheres, é acima do que é a média em renda variável, que tem 24, 25. Mas ainda assim tem uma diferença, um espaço para as mulheres ganharem dentro do mundo dos investimentos como investidoras.”
Investidores acima de 60 anos na B3 crescem 358% em 10 anos
Aumento no custo de vida e educação financeira impulsionam crescimento Gabriel Rodrigues 09 de agosto de 2026 às 04:50 O número de investidores com 60 anos ou mais na B3, a bolsa de valores do Brasil, disparou nos últimos anos, aumentando 358% desde 2016. Atualmente, cerca de 595 mil pessoas dessa faixa etária participam do mercado financeiro, representando 10,4% dos 5,6 milhões de acionistas que a B3 possui. Fatores de Crescimento Esse crescimento é impulsionado por uma combinação de maiores níveis de educação financeira e a escalada do custo de vida, especialmente em relação à saúde. A superintendente de negócios da B3, Christianne Bariquelli, observa que havia cerca de 130 mil acionistas acima de 60 anos em 2016, representando 26% do total de investidores da bolsa na época. ✨ O custo de vida elevado e os avanços tecnológicos facilitaram o acesso de investidores mais velhos ao mercado. O crescimento do número total de investidores na B3 também facilita a presença dos mais velhos, que agora podem gerenciar melhor seus patrimônios devido a um leque mais amplo de produtos e serviços financeiros. Durante a pandemia, a B3 viu um aumento abrupto em seu número de clientes, que saltou de apenas 500 mil para mais de 5 milhões. Desafios e Oportunidades Apesar do aumento, os investidores com mais de 60 anos ainda têm uma presença proporcional menor comparada a 10 anos atrás. A representatividade deste grupo caiu de 26% para cerca de 15,6%. Esse fenômeno é evidenciado pela mudança nas dinâmicas demográficas e pelos desafios psicológicos relacionados ao investimento em bolsas de valores. " A educação financeira é crucial para que os idosos possam entender os riscos e as oportunidades do mercado de ações — Christianne Bariquelli Dados da B3 Atualmente, o número de investidores idosos na B3 representa 10,4% do total, mas as dificuldades de aceitação e os medos financeiros ainda são grandes obstáculos a serem superados. Cenário Demográfico Carlos Castro, CEO da plataforma SuperRico, relaciona esse crescimento ao que ele chama de 'inflação da saúde', onde o aumento dos custos médicos pressiona a renda dos idosos. Enquanto a inflação geral foi de 4,64%, os serviços de saúde têm registrado elevações muito superiores, alterando o estilo de vida dos mais velhos. Por sua vez, a educação financeira assimilada pela internet tem permitido que os idosos compreendam que a bolsa pode proporcionar uma renda extra para enfrentar esses novos desafios. A Perspectiva de Gênero O relatório trimestral da B3 revela que, entre investidores a partir de 60 anos, as mulheres representam uma fatia maior em comparação aos homens. Cerca de 11% das investidoras que operam na bolsa têm mais de 60 anos, enquanto esse número é de 7% entre os homens. Essa participação crescente das mulheres reflete responsabilidades financeiras maiores e uma expectativa de vida superior. ✨ As mulheres dominam em números, mas os homens costumam aportar valores maiores. Dessa forma, embora o crescimento do número de investidores mais velhos seja significativo, a proporção desse grupo em relação ao total de investidores ainda é baixa. A educação financeira e o engajamento contínuo serão essenciais para encorajar mais pessoas nessa faixa etária a explorarem as oportunidades do mercado de ações.
Florianópolis apresenta na Bolsa de Valores concessão do CentroSul com lance mínimo de R$ 16,5 milhões
A Prefeitura de Florianópolis vai apresentar na próxima quarta-feira (12), na sede da B3, a Bolsa de Valores do Brasil, em São Paulo, o projeto de concessão do CentroSul, principal centro de convenções da Capital. O contrato terá duração de 35 anos e prevê outorga inicial mínima de R$ 16,5 milhões, além de pagamentos anuais pela empresa que assumir a administração do complexo. Continua após a publicidade A apresentação ocorrerá durante o road show “Florianópolis: sua próxima grande oportunidade”, marcado para as 14h. O encontro reunirá investidores, representantes do mercado financeiro e lideranças empresariais e terá como um dos principais focos a busca por interessados na gestão, operação e exploração comercial do CentroSul. O edital da concessão foi publicado pela prefeitura no fim de julho. A empresa ou consórcio vencedor será aquele que apresentar a maior proposta de outorga inicial, partindo do lance mínimo de R$ 16,5 milhões. Continua após a publicidade Além do valor inicial, a concessionária terá de pagar R$ 250 mil por ano ao município durante os 35 anos do contrato. Sem considerar os reajustes pelo IPCA, os pagamentos anuais somam outros R$ 8,75 milhões ao longo da concessão. O projeto também determina que a futura concessionária faça investimentos no complexo entre o primeiro e o sexto ano do contrato. As intervenções deverão alcançar as áreas destinadas à gestão e exploração comercial, incluindo a galeria de serviços e o estacionamento. Localizado na Avenida Governador Gustavo Richard, nº 850, no Centro de Florianópolis, o CentroSul recebe congressos, feiras, convenções, exposições e eventos corporativos, culturais e institucionais. A intenção da prefeitura é modernizar a estrutura e ampliar a capacidade de receber eventos de maior porte. Segundo a administração municipal, a concessão também pretende fortalecer o turismo de negócios e reduzir a dependência da alta temporada do turismo de lazer. A movimentação de eventos no CentroSul tem reflexos em setores como hotelaria, bares e restaurantes, transportes, comércio, empresas de audiovisual, montagem de estandes, segurança e alimentação. Continua após a publicidade “Nosso objetivo é selecionar um parceiro capaz de potencializar o CentroSul e transformá-lo em uma referência nacional na realização de eventos”, afirmou a secretária municipal de Licitações, Contratos e Parcerias, Katherine Schreiner. Disputa será em setembro As empresas interessadas poderão entregar as propostas presencialmente na sede da B3, em São Paulo, ou pela plataforma de leilões da instituição. Continua após a publicidade A entrega dos documentos e da proposta inicial está marcada para 14 de setembro, das 10h às 12h. Já a sessão pública para a disputa de valores ocorrerá em 18 de setembro, também na sede da Bolsa. O prefeito Topázio Neto apresentará o projeto diretamente ao mercado financeiro durante o evento da próxima quarta-feira. Além da concessão do CentroSul, o prefeito deve apresentar indicadores econômicos de Florianópolis e projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento da cidade. Continua após a publicidade O processo de concessão é conduzido pela prefeitura em parceria com a B3 e contou com apoio técnico do Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC). Veja fotos do Centrosul