KN

KNSC11

Fundos Imobiliários

Kinea Securities Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 35864448000138

Preço Atual
R$ 8,98
+0.00%
Abertura
R$ 8,98
Fec. Ant: R$ 8,99
Variação Dia
Min: R$ 8,97
Max: R$ 9,04
52 Semanas
Mín: R$ 8,40
Máx: R$ 9,32
Volume
511.642
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
12.00%
P/VP
1.03
VPA
R$ 8,70
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a KNSC11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O KINEA SECURITIES FII RESPONSABILIDADE LIMITADA (KNSC11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA
CNPJ
62418140000131
Telefone
55 (11) 30726012
Endereço
AV BRIGADEIRO FARIA LIMA, 3400 - 10º Andar, ITAIM BIBI — SÃO PAULO/SP - CEP 04538132

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 13/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 12/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 14/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 14/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 12/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0900
Pagamento: 12/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,0900
Pagamento: 14/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,0900
Pagamento: 11/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,0900
Pagamento: 13/11/2025
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 13/10/2025

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XP, BTG, Empiricus: só dois FIIs aparecem nas carteiras de agosto
Fundos Imobiliários Brasileiros 05/08/2026

XP, BTG, Empiricus: só dois FIIs aparecem nas carteiras de agosto

XP, BTG, Empiricus: só dois FIIs estão nas principais carteiras de agosto; veja quais Marcelo Monteiro 05/08/2026 às 16:00 4 minutos de leitura Atualizado em: 05/08/2026 às 16:00 As carteiras recomendadas de fundos imobiliários (FIIs) para agosto divulgadas por XP Investimentos, BTG Pactual e Empiricus Research, juntamente com a leitura de mercado apresentada pelo Safra, mostram uma recorrência limitada entre as recomendações das principais casas de análise. Embora cada instituição adote metodologias próprias, apenas dois fundos imobiliários aparecem simultaneamente nas carteiras recomendadas das três casas: MCCI11 (Mauá Capital Recebíveis Imobiliários) e HSML11 (HSI Malls). O levantamento considera apenas os fundos efetivamente mantidos ou recomendados para investimento, desconsiderando os casos em que um ativo foi citado apenas por ter sido retirado da carteira ou por ter sua participação reduzida. O cenário também mostra uma convergência na preferência por determinados segmentos. Enquanto os fundos de crédito imobiliário continuam presentes nas carteiras recomendadas das casas de análise, os fundos de shopping centers seguem ocupando espaço relevante nas alocações. Paralelamente, o levantamento do Safra aponta que gestores de fundos de fundos (FoFs) e hedge funds imobiliários continuam demonstrando preferência por esses segmentos. MCCI11 aparece nas três carteiras O MCCI11 (Mauá Capital Recebíveis Imobiliários) é um dos dois fundos presentes nas carteiras recomendadas de agosto da XP Investimentos, do BTG Pactual e da Empiricus Research. No BTG Pactual, o fundo permanece entre as posições da carteira recomendada para agosto, com peso de 8%. Na XP Investimentos, o MCCI11 continua integrando a carteira recomendada. O relatório destaca alterações pontuais na composição do portfólio, como o aumento da participação em XPLG11 e reduções em outros ativos, sem retirar o fundo da Mauá Capital da seleção. Na Empiricus Research, o MCCI11 também foi mantido na carteira. A casa reduziu sua participação em 10% na revisão de agosto, mas preservou o fundo entre os ativos recomendados. Já o Safra adota uma metodologia diferente das demais instituições. Em vez de divulgar uma carteira recomendada, o banco reuniu a percepção de gestores de fundos de fundos e hedge funds imobiliários. O levantamento mostra que o segmento de crédito imobiliário permanece entre os preferidos desses gestores, em linha com a presença recorrente de fundos desse segmento nas carteiras das demais casas. HSML11 segue entre os destaques O outro fundo presente nas três carteiras recomendadas é o HSML11 (HSI Malls), representante do segmento de shopping centers. O BTG Pactual manteve o fundo em sua carteira recomendada para agosto. A XP Investimentos também preservou o HSML11 na seleção do mês, mantendo exposição ao segmento de shopping centers após realizar apenas ajustes pontuais na composição da carteira. Na Empiricus Research, o HSML11 permanece entre os ativos recomendados para agosto, sem alterações relevantes na participação divulgada pela casa. No caso do Safra, embora o banco não recomende fundos específicos, o levantamento realizado com gestores aponta uma visão positiva para diferentes segmentos do mercado imobiliário listado, incluindo shopping centers entre os segmentos mencionados pelos participantes das reuniões. Outros FIIs aparecem em duas carteiras Além de MCCI11 e HSML11, outros fundos aparecem simultaneamente em duas das três carteiras analisadas (BTG Pactual, XP Investimentos e Empiricus Research). Entre eles está o BTLG11 (BTG Logística), presente nas carteiras do BTG Pactual e da XP Investimentos. O KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários) também integra as seleções do BTG Pactual e da XP Investimentos. No segmento de shopping centers, HGBS11 (Hedge Brasil Shopping) e VISC11 (Vinci Shopping Centers) aparecem nas carteiras do BTG Pactual e da XP Investimentos. Entre os fundos logísticos, o VILG11 (Vinci Logística) também é comum às recomendações dessas duas instituições. Já o CPTS11 (Capitania Securities II) integra as carteiras da XP Investimentos e da Empiricus Research, reforçando a presença de fundos de crédito entre as recomendações das casas de análise. As diferenças entre as carteiras refletem as metodologias adotadas por cada instituição na seleção dos ativos. Ainda assim, a presença recorrente de alguns fundos evidencia quais FIIs permaneceram simultaneamente nas recomendações das principais casas de análise para agosto.

Gestores de FIIs apostam em virada dos escritórios
Fundos Imobiliários Brasileiros 04/08/2026

Gestores de FIIs apostam em virada dos escritórios

Capitânia, Hedge, Kinea e Pátria veem recuperação dos ativos corporativos e mantêm cautela com segmentos mais arriscados Apesar do ambiente macroeconômico ainda desafiador, com juros reais elevados, incertezas eleitorais e uma curva de juros restritiva, algumas das principais gestoras de fundos imobiliários do Brasil mantêm uma visão construtiva para o mercado. A avaliação predominante é de que os fundamentos dos ativos permanecem sólidos e que boa parte dos descontos observados nas cotas reflete mais a pressão dos juros do que uma deterioração dos imóveis. A conclusão faz parte de uma série de reuniões realizadas pelo Safra com gestores de fundos de fundos (FoFs) e hedge funds imobiliários, responsáveis pela gestão de fundos como Capitânia Securities (CPTS11), Hedge Top FoF (HFOF11), JS Ativos Financeiros (JSAF11), Kinea Fundo de Fundos (KFOF11), Pátria Securities e RBR Plus Multiestratégia (PSEC11/RBRX11). O principal ponto de convergência entre os gestores foi a identificação das lajes corporativas como a maior oportunidade de valorização para os próximos anos. Depois de um longo período de pressão causado pelo aumento da vacância e pela mudança no perfil de ocupação dos escritórios, o segmento começa a apresentar sinais de recuperação, especialmente nas principais regiões corporativas de São Paulo. Segundo as gestoras, a combinação entre redução da vacância, retomada dos aluguéis e preços de mercado abaixo do custo de reposição dos imóveis cria uma oportunidade para investidores com horizonte de longo prazo. Publicidade Publicidade Escritórios ganham protagonismo enquanto crédito imobiliário mantém preferência defensiva Além das lajes corporativas, o crédito imobiliário segue como uma das principais apostas dos gestores, principalmente em operações de maior qualidade, com garantias robustas e menor risco de execução. A preferência, no entanto, está concentrada em ativos classificados como high grade, enquanto operações de maior retorno e maior risco, conhecidas como high yield, despertam menos interesse. O segmento logístico continua apresentando fundamentos sólidos, sustentado por baixa vacância e crescimento dos aluguéis, mas algumas gestoras avaliam que parte desse cenário positivo já está incorporada aos preços dos ativos. Nos shopping centers, a visão permanece favorável, com destaque para vendas acima da inflação, elevada ocupação e resiliência operacional. Já a renda urbana foi o segmento menos citado nas conversas entre as gestoras, indicando menor convicção em relação ao potencial de retorno. Entre as casas consultadas, a Capitânia Securities apresentou uma das estratégias mais agressivas. Após a mudança regulatória realizada em 2024, o CPTS11 deixou de ser um fundo predominantemente de CRI e passou a atuar como um hedge fund imobiliário, com maior flexibilidade para investir em diferentes classes de ativos. A gestora vendeu mais de R$ 1 bilhão em CRIs adquiridos com retornos de IPCA mais 7,5% a 8% ao ano para direcionar recursos a fundos imobiliários negociados com retornos implícitos próximos de 12% a 13%. A principal aposta está em lajes corporativas, segmento em que a casa identifica descontos relevantes e potencial de destravamento de valor por meio de uma atuação mais ativa. A Capitânia também mantém uma visão positiva para logística e shopping centers, mas considera que as melhores oportunidades atualmente estão concentradas em escritórios e em fundos de crédito imobiliário de alta qualidade negociados abaixo do valor patrimonial. A Hedge, responsável pelo HFOF11, apresentou uma visão igualmente otimista sobre o setor. A gestora avalia que praticamente todos os segmentos imobiliários apresentam fundamentos positivos e mantém aproximadamente 30% da carteira exposta a escritórios, considerados a principal oportunidade de ganho de capital da indústria. O fundo também mantém posições relevantes em CRIs para sustentar a distribuição de dividendos e está abaixo do benchmark em logística, por entender que o segmento está relativamente mais caro. Para a Hedge, o desconto próximo de 20% em relação ao valor patrimonial é excessivo, e os programas de recompra de cotas têm sido utilizados como ferramenta de geração de valor. No JSAF11, a principal convicção também está no mercado de escritórios. A gestora acredita que regiões como Chucri Zaidan, Berrini, Paulista e Pinheiros devem passar por um ciclo de valorização nos próximos anos, impulsionado pela queda da vacância, avanço dos aluguéis e retorno gradual das empresas ao trabalho presencial. O fundo mantém mais de R$ 150 milhões em caixa, equivalente a mais de 20% do patrimônio, e pretende utilizar parte desses recursos para ampliar a exposição ao segmento corporativo. Em contrapartida, a casa segue mais cautelosa com crédito imobiliário e ativos logísticos considerados mais arriscados. A Kinea Fundo de Fundos adota uma postura mais defensiva. A gestora aumentou a posição em caixa e elevou gradualmente a exposição ao crédito imobiliário, segmento que considera oferecer uma relação atrativa entre retorno e risco. Segundo a casa, fundos de CRI oferecem rendimentos entre 14% e 17% ao ano, com risco ainda controlado. Apesar de reconhecer fundamentos operacionais saudáveis em escritórios, logística e shopping centers, a Kinea avalia que o cenário eleitoral e uma possível abertura da curva de juros justificam maior cautela em ativos de tijolo. Já a Pátria Securities destacou a transformação do RBRX em um veículo multiestratégia, com foco em crédito, desenvolvimento imobiliário e operações oportunísticas. A gestora pretende elevar a participação de crédito para algo entre 50% e 60% do patrimônio e utilizar parte do capital em estratégias de desenvolvimento imobiliário com potencial de retorno superior a 15% ao ano. A casa também mantém uma visão construtiva para escritórios, avaliando que o segmento começa a entrar em uma fase de recuperação dos aluguéis após um longo período de aumento da vacância. Shopping centers de maior qualidade e ativos logísticos bem localizados continuam entre as preferências da gestora. Juros altos pressionam cotas, mas gestores veem potencial de recuperação A avaliação predominante entre as gestoras é que o mercado de fundos imobiliários continua apresentando fundamentos operacionais saudáveis. A principal fonte de pressão sobre os preços das cotas permanece sendo o ambiente macroeconômico, especialmente o elevado nível dos juros reais. Nesse contexto, uma eventual melhora da curva de juros pode funcionar como gatilho para uma recuperação dos fundos imobiliários. Os escritórios aparecem como a tese mais consensual entre os gestores, combinando recuperação operacional, redução da vacância e descontos relevantes em relação ao valor dos ativos. O crédito imobiliário segue como uma importante fonte de renda, proteção e previsibilidade para os portfólios, especialmente em operações de maior qualidade. Os shopping centers continuam sendo vistos como ativos resilientes, com capacidade de entregar crescimento operacional e estabilidade de resultados. Para as gestoras consultadas pelo Safra, o atual momento representa uma oportunidade em segmentos onde os descontos parecem estar mais relacionados ao cenário macroeconômico do que à qualidade dos ativos. A expectativa é que uma eventual redução dos juros reais possa abrir espaço para uma recuperação mais ampla das cotas dos fundos imobiliários.

Os melhores FIIs para investir: Safra aponta segmentos onde os gestores veem mais potencial – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 04/08/2026

Os melhores FIIs para investir: Safra aponta segmentos onde os gestores veem mais potencial – Money Times

(Imagem: watchara ritjan/istock) O Safra indicou uma visão positiva para o mercado de Fundos Imobiliários (FIIs), após realizar reuniões com gestores dos principais fundos de fundos e hedge funds imobiliários do Brasil. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o banco, os juros elevados e as incertezas regulatórias são alguns dos desafios que o setor deve enfrentar. Apesar disso, os gestores entendem que os fundamentos dos ativos permanecem sólidos e que boa parte do desconto nas cotas decorre do cenário macro, e não da qualidade dos imóveis. A conversa com o banco incluiu CPTS11, HFOF11, JSAF11, KFOF11, Pátria Securities e RBRX11, para entender os posicionamentos diante do atual cenário do mercado. Na visão dos gestores, alguns segmentos se destacam. De acordo com eles, o setor de logística, apresenta bons fundamentos como baixa vacância e crescimento dos aluguéis. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Shopping centers também seguem bem-avaliados por suas vendas acima da inflação e elevada ocupação. O Safra ainda ressalta os fundos de crédito imobiliário por oferecerem rendimentos atrativos, baixa inadimplência e maior previsibilidade de distribuição. Escritórios também surgem entre os favoritos. O segmento ainda negocia com descontos relevantes em relação ao valor patrimonial e ao custo de reposição, enquanto a vacância vem caindo e os aluguéis mostram recuperação. O relatório ainda aponta os destaques por gestora, indicando que a Capitânia (CPTS11) adota a estratégia mais agressiva entre as gestoras, reduzindo a exposição a CRIs para ampliar investimentos em FIIs, principalmente em lajes corporativas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A Hedge (HFOF11) e a JS Ativos (JSAF11) apostam em escritórios como a principal oportunidade de valorização, enquanto reduzem a exposição à logística e a ativos mais arriscados. Já a Kinea (KFOF11) mantém uma postura mais conservadora, priorizando caixa e fundos de CRI, enquanto o Pátria (PSEC11/RBRX11) aposta em crédito, desenvolvimento imobiliário e escritórios, mantendo visão positiva para shoppings e logística de qualidade. *Com supervisão de Renan Sousa CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE