KN

KNCR11

Fundos Imobiliários

Kinea Rendimentos Imobiliarios Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas

CNPJ: 16706958000132

Preço Atual
R$ 106,98
+0.04%
Abertura
R$ 107,05
Fec. Ant: R$ 106,98
Variação Dia
Min: R$ 106,88
Max: R$ 107,34
52 Semanas
Mín: R$ 101,59
Máx: R$ 107,90
Volume
99.543
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Dividend Yield
14.00%
P/VP
1.04
VPA
R$ 102,38
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a KNCR11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O KINEA RENDIMENTOS IMOBILIARIOS FII RESPONSABILIDADE LIMITADA (KNCR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA
CNPJ
62418140000131
Telefone
55 (11) 30726012
Endereço
AV BRIGADEIRO FARIA LIMA, 3400 - 10º Andar, ITAIM BIBI — SÃO PAULO/SP - CEP 04538132

Dividendos

RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 12/06/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 14/05/2026
RENDIMENTO R$ 1,1500
Pagamento: 14/04/2026
RENDIMENTO R$ 1,0000
Pagamento: 12/03/2026
RENDIMENTO R$ 1,2000
Pagamento: 12/02/2026
RENDIMENTO R$ 1,3000
Pagamento: 14/01/2026
RENDIMENTO R$ 1,1100
Pagamento: 11/12/2025
RENDIMENTO R$ 1,3300
Pagamento: 13/11/2025
RENDIMENTO R$ 1,3500
Pagamento: 13/10/2025
RENDIMENTO R$ 1,3500
Pagamento: 11/09/2025

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Poder é sinónimo de riqueza. Fortuna dos Trump já aumentou 60% e a guerra no Irão tem ajudado
Criptomoedas 19/06/2026

Poder é sinónimo de riqueza. Fortuna dos Trump já aumentou 60% e a guerra no Irão tem ajudado

Hoje às 07:00 Amontoam-se desde janeiro de 2025 suspeitas de enriquecimento ilícito e conflitos de interesse a envolver não apenas Donald Trump, mas a sua família e os seus associados, bem como acordos com empresas ligadas a governos estrangeiros que, em contrapartida, têm obtido benefícios comerciais e militares. Investimentos em criptomoedas já levaram os filhos do presidente a enriquecer em milhares de milhões. Plano para criar fundo multimilionário pago pelos contribuintes para recompensar aliados do presidente foi abandonado – mas Departamento de Justiça quer manter "imunidade para sempre" em matéria fiscal a Trump, aos seus familiares e aos seus sócios Há uma “preocupação recorrente” desde a inauguração da segunda administração Trump relacionada “com vários casos de negociações bem cronometradas [que] pareceram antecipar decisões importantes do governo antes de serem anunciadas publicamente, em mercados de futuros de petróleo, ações e mercados de previsão”, no contexto da guerra dos EUA contra o Irão. A preocupação foi levantada por um grupo de senadores democratas em abril, perante o que consideram ser um “padrão” que “levanta sérias questões sobre se houve apropriação indevida recorrente de informações governamentais relevantes e não públicas, e sobre até que ponto indivíduos dentro e fora do governo agiram com base nessas informações” – o chamado insider trading, proibido por lei. Nem um mês depois, foi noticiado que o Departamento de Justiça de Donald Trump estava a investigar uma série de negociações suspeitas no mercado de petróleo que tiveram lugar pouco antes de importantes anúncios de Washington e de Teerão sobre a guerra. A informação foi avançada à ABC News no mês passado por fontes oficiais sob anonimato, mas nem o Departamento de Justiça nem a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC) quiseram pronunciar-se sobre o assunto. Segundo o canal televisivo, estão em causa pelo menos quatro instâncias em que investidores lucraram um total de mais de 2,6 mil milhões de dólares com apostas na queda dos preços do petróleo pouco antes de elas ocorrerem, em consequência direta de decisões tomadas por Trump de adiar ataques programados ao Irão. Registos mostram que estas negociações no mercado de petróleo ocorreram minutos antes de cada anúncio. Não é certo que informações já foram apuradas pelos investigadores a cargo deste processo, numa altura em que se mantém igualmente a incerteza sobre se o memorando de entendimento que os EUA e o Irão acabaram de assinar em Versalhes, à margem da cimeira do G7, vai conduzir ao fim da guerra. Também não é certo que investidores lucraram com esta especulação com base em informações privilegiadas e qual a sua proximidade ao presidente norte-americano. Certo é que, neste segundo mandato Trump, têm-se amontoado acusações de conflitos de interesses e suspeitas de enriquecimento ilícito no círculo próximo do presidente. Há dez anos, quando se candidatou pela primeira vez à presidência, Trump chocou muitos dentro e fora dos Estados Unidos ao tornar-se o primeiro candidato presidencial e, posteriormente, o primeiro presidente, a recusar-se a divulgar a sua declaração de rendimentos. Uma década depois, a posição empalidece em comparação com as várias suspeitas que pendem sobre o seu segundo mandato. “Quaisquer restrições que existissem no primeiro mandato parecem ter desaparecido completamente”, dizia em abril o historiador Timothy Naftali, da Universidade de Columbia, deixando no ar a questão: “Queremos que os futuros presidentes estejam abertos a quem dá mais?” Em declarações ao New York Times, Barbara Perry, historiadora do Centro Miller da Universidade da Virgínia, que se dedica ao estudo da presidência norte-americana, sublinha: “Os presidentes [dos EUA] já tiveram familiares corruptos, ou mesmo criminosos, mas nenhum deles chegou ao nível de corrupção alcançado pela família Trump”. Na imagem, os filhos e a mulher de Donald Trump: da esquerda para a direita, Tiffany, Donald Jr., Ivanka, Barron e Melania Trump. foto Chip Somodeville/Getty Images Corrupção não é uma palavra usada de ânimo leve, com investigações de jornais e agências de referência, como o New York Times (NYT), a Reuters e a Associated Press (AP), a demonstrarem como, no último ano e meio, a família do presidente tem lucrado milhares de milhões com o que Perry classifica de “dinheiro ilícito” desde a sua tomada de posse. E não é só a família Trump que tem enchido os bolsos graças ao cargo que o presidente ocupa – a começar pelos seus maiores doadores de campanha. Estes milionários têm despendido milhões para, no mínimo, garantirem acesso exclusivo ao mais poderoso círculo de poder dos EUA proporcionado pelo ‘Executive Branch’ – ‘Ramo Executivo’ – precisamente o nome que Donald Jr., o filho mais velho de Trump, escolheu para batizar o seu recém-inaugurado clube privado em Georgetown, afluente bairro da capital, que cobra taxas de adesão de até 500 mil dólares aos seus membros fundadores. De acordo com cálculos da revista Forbes, o património líquido de Trump será agora de 6,3 mil milhões de dólares, um aumento de 60% em relação ao período antes de regressar à presidência – e um desenvolvimento impressionante considerando as dificuldades que a Organização Trump enfrentou entre a sua primeira e segunda estadia na Casa Branca. Desde janeiro de 2025, aponta a AP, os negócios imobiliários da família Trump entraram na mais rápida fase de expansão internacional desde a sua fundação, com cada acordo assinado no estrangeiro a encerrar o potencial de influenciar desde tarifas comerciais a ajuda militar. E apesar de nem tudo estar a funcionar a favor da Organização Trump no seu ramo original de investimento, a hotelaria, isso tem sido largamente compensado por acordos e investimentos noutros setores, principalmente o das criptomoedas. Liderada por Donald Jr. e o seu irmão Eric, a empresa familiar expandiu-se para o mercado das cripto com empreendimentos que já renderam milhares de milhões de dólares, mas que levantam questões sobre se alguns grandes investidores receberam tratamento privilegiado em troca desses investimentos. Como refere a revista Forbes, “Donald Trump lidera a presidência mais lucrativa da história americana” e já “aumentou o seu património líquido em milhares de milhões graças, em larga medida, a investimentos em criptomoedas”. "Trump lucrou acima de tudo com o lançamento dos seus próprios empreendimentos em criptomoedas – revertendo a sua postura franca e cética em relação às criptomoedas – enquanto desregulamentou agressivamente o setor", adianta o Center for American Progress, uma organização da sociedade civil que criou um tracker atualizado ao segundo com todas as fontes de lucro da família Trump desde janeiro de 2025. (O tracker só considera como "família Trump" o presidente, a primeira-dama e os seus dois filhos mais velhos, embora os restantes também sejam seus herdeiros.) A criptomina Um dos acordos que mais questões levantou sobre potenciais conflitos de interesse até agora foi noticiado pela primeira vez em janeiro deste ano pelo Wall Street Journal, mas foi firmado um ano antes – quando, dias depois da tomada de posse de Donald Trump, a família do presidente vendeu por 500 milhões de dólares quase metade da World Liberty Financial, a sua empresa de criptomoedas, a uma empresa administrada por um membro da família real dos Emirados Árabes Unidos (EAU). Em paralelo, um fundo do governo dos EAU investiu na Binance, corretora offshore de criptomoedas, concretamente dois mil milhões de dólares numa moeda digital chamada stablecoin, emitida pela World Liberty Financial. Isto permitiu que a empresa de Trump, destinatária do dinheiro, o aplicasse em investimentos seguros, como títulos de dívida ou fundos do mercado monetário, lucrando dezenas de milhões de dólares em juros. Coincidência ou não, pouco depois disto, a administração Trump reverteu uma restrição adotada na era Biden para que os EAU tivessem acesso a chips americanos avançados. Posteriormente, o fundador da Binance, Changpeng Zhao, recebeu um indulto presidencial de Trump, depois de ter sido condenado por um tribunal dos EUA por não impedir que a sua plataforma fosse utilizada por criminosos para movimentarem dinheiro ligado a abuso sexual de crianças, tráfico de droga e terrorismo. Changpeng Zhao, fundador da Binance, recebeu um perdão presidencial de Trump após a sua empresa ter recebido investimento de um fundo do governo dos Emirados Árabes Unidos, onde uma empresa ligada ao governo comprou metade de uma das empresas de criptomoedas da família Trump. foto Wei Leng Tay/Bloomberg via Getty Images Questionada pela Associated Press sobre a ligação entre os negócios da Binance com a família Trump e o indulto que Zhao recebeu, uma advogada do empresário chinês disse que “qualquer alegação de troca de favores por parte da Binance ou de CZ ou de tratamento financeiro preferencial por parte da Binance é uma clara distorção dos factos públicos”. A Casa Branca disse, por sua vez, que as autoridades federais puniram Zhao injustamente, acusando a administração de Joe Biden de abrir uma “guerra contra as criptomoedas”. A World Liberty também rejeitou qualquer conflito de interesses, alegando que o acordo com os EAU não está ligado às políticas da administração Trump quanto aos chips avançados fabricados nos Estados Unidos. Aparte o negócio com a empresa ligada ao governo dos Emirados, a World Liberty Financial também gerou uma outra fonte de rendimento para uma nova sociedade por quotas, detida pelos Trump, através da venda de “tokens de governança” – quem adquire os tokens $TRUMP passa a ter certos direitos de voto nos negócios da empresa, ainda que não por via de ações. Esse negócio rendeu aos dois filhos mais velhos do presidente dois mil milhões de dólares no ano passado, por meio da participação de Donald Jr. e Eric na World Liberty e de um acordo paralelo que lhes garante uma percentagem das vendas desses tokens, ou memecoins. Donald Jr. (à esquerda) e Eric Trump, os dois filhos mais velhos do presidente, rejeitam as acusações de conflitos de interesses. foto Alex Brandon/AP Um dos grandes investidores neste produto financeiro foi Justin Sun, um bilionário do mercado de criptomoedas que, enquanto cidadão estrangeiro, estaria teoricamente proibido pela lei americana de fazer doações políticas a campanhas dentro dos EUA. A questão é que, entre a eleição de Donald Trump em novembro de 2024 e a sua tomada de posse a 20 de janeiro de 2025, Sun gastou 75 milhões de dólares em tokens – e um mês depois de Trump tomar posse, um processo federal que visava Sun por defraudar investidores foi suspenso. A juntar a estes tokens, há as moedas comemorativas com o rosto de Trump que a administração pôs à venda dias antes da tomada de posse. Nos primeiros quatro meses, a venda das moedas gerou 320 milhões de dólares, sendo que a maior parte do dinheiro foi arrecadada por entidades ligadas a Trump, de acordo com a Chainalysis, uma empresa de análise de blockchain, um banco de dados sobre transações de criptomoedas. Para comparação, esses 320 milhões de dólares correspondem a mais do dobro do dinheiro arrecadado ao longo de quatro anos pelo Hotel Trump em Washington DC durante o seu primeiro mandato presidencial. Quem perde e quem ganha Algo que distingue quem compra as moedas comemorativas de outros lobistas e doadores de campanha é que os primeiros podem manter o anonimato. Sabe-se que Sun foi um deles porque tornou a compra pública – pagou 200 milhões de dólares para adquirir moedas, o que lhe valeu acesso a uma gala organizada por Donald Trump para os seus maiores compradores. Em março, o presidente anunciou um novo jantar de gala para novos detentores das moedas comemorativas com a sua cara, na tentativa de impulsionar novamente a moeda antes que registasse uma nova queda. Em paralelo, a administração tem estado a leiloar jantares com Trump que, como aponta o New York Times, “criam oportunidades de influência estrangeira” na política e nas políticas dos EUA. Outra empresa de criptomoedas da família Trump, a American Bitcoin, que abriu capital em setembro, já rendeu a Donald Jr. e a Eric cerca de mil milhões de dólares em termos contabilísticos, meses depois de o seu pai ter anunciado uma nova reserva nacional de bitcoin, fazendo o preço das criptomoedas disparar para um recorde máximo. Ao contrário do que acontece com outros negócios, a família Trump não está imune à conhecida volatilidade do mercado das criptos, com o valor da bitcoin e de outros tokens digitais a cair a pique desde então, com impacto nos investidores – tanto as ações da American Bitcoin como o valor das moedas comemorativas de Trump caíram 90% em relação ao pico máximo atingido no passado. A questão é que, em todos os casos analisados pela AP e pela Reuters, os Trump licenciaram o nome da família em vez de investirem capital próprio nestes negócios, promovendo-os nas redes sociais e por via de aparições públicas, o que significou que foram arrecadando receita à medida que os investidores entravam – e que, quando os preços começaram a cair, a família do presidente continuou a lucrar enquanto os compradores absorviam os prejuízos. Através da American Biticoin e de outras empresas de criptomoedas, os filhos mais velhos do presidente norte-americano, Donald Jr. e Eric, aqui fotografados no congresso Bitcoin 2025, já lucraram pelo menos 2,3 mil milhões de dólares desde o início do segundo mandato do pai, de acordo com uma investigação da Reuters. foto John Locher, Arquivo/AP Como destaca a Reuters na sua investigação divulgada a 9 de junho, “o presidente dos EUA e os seus filhos adicionaram pelo menos 2,3 mil milhões de dólares à fortuna da família com os seus principais empreendimentos em criptomoedas, arriscando pouco do próprio dinheiro, ao passo que os investidores que eles cortejaram sofreram um prejuízo de 2,3 mil milhões de dólares”. Dos 27 investidores individuais entrevistados pela Reuters, todos à exceção de três disseram ter conhecimento do histórico de falências, contratos não pagos e empreendimentos fracassados ​​de Donald Trump anteriores à sua carreira política. Ainda assim, a maioria disse acreditar que a posição do presidente e o que consideram ser a sua “perspicácia nos negócios” garantem retornos lucrativos sobre os seus investimentos. Muitos admitiram ter feito pouca ou nenhuma pesquisa prévia; alguns dizem manter a esperança de que Trump corrija os seus erros e “outros expressaram arrependimento, raiva e constrangimento”, adianta a agência. Negócios no estrangeiro Entre 2016 e 2020, no primeiro mandato presidencial de Trump, a Organização Trump não fechou um único negócio em países estrangeiros. Mas ao final de ano e meio do seu segundo mandato, firmou oito, todos aparentemente em conformidade com a regra auto imposta pela empresa do presidente de não negociar diretamente com governos estrangeiros – três deles logo no seu primeiro périplo oficial pelo Médio Oriente. No Catar, um projeto para construir um clube de golfe e villas com chancela Trump está a ser co-desenvolvido por uma empresa detida pelo governo. Na Arábia Saudita, um resort chamado Trump Plaza planeado para a costa do Mar Vermelho está a cargo de uma empresa imobiliária saudita próxima da família real, detida pelo fundo soberano do país, que é presidido pelo príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman. Trump e Melania com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, numa cerimónia na Casa Branca. foto Alex Brandon/AP Há ainda o caso de um resort com chancela Trump a ser construído em terras expropriadas a agricultores pelo governo do Vietname, num acordo que foi assinado pelo vice-primeiro-ministro do país numa cerimónia em meados de maio. Não sendo possível saber se os acordos pesaram nas decisões da administração Trump de alterar a política oficial em relação a estes países, o facto é que cada um deles conseguiu o que pretendia dos EUA: acesso a tecnologia norte-americana avançada no caso do Catar, caças militares para os sauditas e a redução das tarifas comerciais no caso do Vietname. Do outro lado, a Organização Trump lucrou dezenas de milhões em taxas e deverá vir a lucrar ainda mais no futuro. Questionada sobre estes projetos pela AP, a empresa da família Trump diz que não fechou nenhum acordo com governos estrangeiros até ao momento, indicando que a empresa saudita é privada, que está apenas a “colaborar” com a empresa do Catar e que não tem qualquer parceria “firmada” noutros países que viole as suas próprias regras. Confrontada com o resort nos arredores da capital saudita, Riade – que inclui mansões, um hotel e um campo de golfe – e questionada sobre se este projeto viola a promessa da empresa de não negociar com governos estrangeiros, a Organização Trump escusou-se a comentar esse caso em concreto, mas disse à AP que “não faz negócios com nenhuma entidade governamental”, que age “em total conformidade com todas as leis aplicáveis de ética e conflito de interesses” e que “a insinuação de que a política enriqueceu a família Trump é infundada”. Questionada pela mesma agência sobre os vários conflitos de interesse do presidente e da sua família, a porta-voz da Casa Branca Anna Kelly garantiu, em abril, que o presidente Trump age de maneira “eticamente correta” e que qualquer sugestão em contrário é “mal informada ou maliciosa”, reiterando que o chefe de Estado “não tem envolvimento” nos negócios da sua família. Meses antes destas reações, numa entrevista ao New York Times em janeiro, Donald Trump disse sobre a questão de potenciais conflitos de interesse que descobriu “que ninguém se importou” com isto durante o seu primeiro mandato – “Ninguém se importou e eu tenho permissão para o fazer”, declarou. De acordo com uma sondagem do Pew Research Center divulgada nesse mesmo mês, 42% dos eleitores republicanos disseram estar confiantes de que Trump age de forma ética no cargo – uma queda em relação aos 55% que deram a mesma resposta no início do seu segundo mandato, um ano antes. Já em maio, um inquérito de opinião do mesmo instituto mostrou que 56% dos norte-americanos sentem que os níveis de ética e honestidade da presidência caíram desde janeiro de 2025. Negócios de família Aparte os negócios com empresas ligadas a governos estrangeiros e a aposta em força nas criptomoedas, os dois filhos mais velhos de Trump também têm investido em diversas empresas com o objetivo de fazer negócio com a administração a que o seu pai preside. Em março deste ano, por exemplo, Donald Jr. e Eric fecharam um acordo que lhes concedeu participações milionárias numa fabricante de drones armados empenhada em assinar contratos com o Pentágono e com os países do Golfo Pérsico – os mesmos que passaram os últimos meses a ser atacados pelo Irão e dependentes das Forças Armadas dos EUA no contexto da guerra que Trump iniciou contra Teerão a 28 de fevereiro. A par disto, um ou ambos os filhos de Donald Trump obtiveram no último ano participações acionistas em empresas contratadas pelo governo federal, recebendo dezenas de milhões de dólares em dinheiro dos contribuintes. Entre elas contam-se uma fabricante de motores de rockets, uma fornecedora de chips de IA e uma empresa de análise de dados, de acordo com registos públicos de contratos governamentais consultados pela AP. Uma nova empresa de investimentos na qual Don Jr. e Eric Trump atuaram como consultores no ano passado conseguiu, entretanto, captar 345 milhões de dólares numa Oferta Pública Inicial (OPI) para adquirir participações em empresas americanas. O objetivo: ajudar a administração do pai a revitalizar a base industrial dos EUA. Depois de a AP ter questionado o principal advogado de negócios de Trump sobre uma cláusula contida num documento regulatório, que afirmava que essa empresa teria na sua mira empresas que buscam subsídios federais, créditos fiscais e contratos governamentais, o advogado enviou à agência um novo documento sem essa cláusula. Questionado sobre possíveis conflitos de interesse após o anúncio do acordo de drones, Eric Trump disse à Associated Press que tem “muito orgulho de investir em empresas” nas quais acredita. E um porta-voz de Donald Jr. afirmou que este “não interage" com o governo federal por via das empresas que integram o seu portfólio – acrescentando que "a ideia de que deve parar de viver a sua vida e de trabalhar para sustentar os seus cinco filhos só porque o pai é presidente é, francamente, um padrão risível e ridículo". Um projeto de resort de luxo numa área protegida do litoral da Albânia, financiado pela filha do presidente norte-americano, Ivanka Trump, e o marido, Jared Kushner, motivou os maiores protestos da história do país desde o fim do comunismo nos anos 1990. foto Yoan Valat, Pool photo via AP Recentemente, um país europeu viu-se enredado noutro escândalo a envolver Ivanka Trump, filha do presidente americano, e o seu marido Jared Kushner, um dos principais conselheiros de Donald Trump, para construir um resort de luxo em terrenos públicos na costa da Albânia. Visto por muitos albaneses como um caso flagrante de corrupção governamental, o projeto levanta ainda questões sobre alguns dos sócios no empreendimento e a falta de transparência sobre a sua identidade. Perante as exigências de demissão na chamada “revolução dos flamingos”, que tem assistido aos maiores protestos da história recente da Albânia desde o fim do comunismo, o primeiro-ministro continua a defender o projeto de Trump e Kushner. Numa inflamada entrevista ao Politico no início deste mês, Edi Rama declarou que “os estrangeiros são a prioridade máxima” do país, porque “trazem dinheiro para os albaneses”, e argumentou que, “se não fosse pelo Jared, [os manifestantes] não se importariam nada com o que está a acontecer na Albânia”. Ao mesmo site, Jorida Tabaku, um proeminente deputado da oposição albanesa, acusou o governo de “estar a destruir a vantagem competitiva que a Albânia tem no turismo – pequenas propriedades rurais, praias virgens, lugares bonitos que não foram destruídos – deitando cimento em tudo”. Com a Albânia em pleno processo de adesão à UE, a Comissão Europeia alegou no início do mês que o ministro do Ambiente do país informou Bruxelas de que está “comprometido em suspender as obras de construção e em realizar um Estudo de Impacto Ambiental abrangente para o projeto, em consulta com a sociedade civil”. Mas a informação foi rapidamente desmentida pelo governo. “Esta não é apenas uma questão ambiental”, defende Tabaku. “É também uma questão de concorrência. Eles não podem atribuir o contrato diretamente a uma única pessoa porque são próximos do primeiro-ministro e sem um processo adequado.” Tirana, a capital albanesa, tem sido palco de protestos em massa contra projeto de resort de luxo com investimento de Ivanka Trump e Jared Kushner, que é simultaneamente genro e conselheiro do presidente Trump - manifestantes falam em claro caso de "corrupção governamental" e exigem demissão e prisão do primeiro-ministro. foto Hameraldi Agolli/AP Administração dificulta supervisão Entre todos os negócios mais ou menos obscuros da família Trump, que têm recebido mais ou menos atenção mediática, surgiu no final do mês passado um anúncio chocante por parte da administração norte-americana: o plano de criar um fundo milionário pago com dinheiro dos contribuintes para indemnizar aliados do presidente que este considerasse como “vítimas” de processos judiciais motivados por alegada “perseguição política”. O fundo de 1,8 mil milhões de dólares (cerca de 1,5 mil milhões de euros), que seria supervisionado por uma comissão de cinco membros nomeados pelo presidente, serviria para “compensar” vítimas da “instrumentalização da justiça” – palavras usadas pelo presidente e os seus aliados – incluindo, possivelmente, aqueles que foram condenados na sequência da invasão do Capitólio a 6 de janeiro de 2020, incentivados por Donald Trump para tentar impedir a certificação da vitória eleitoral de Joe Biden. O anúncio foi demais até para os senadores republicanos e a ideia de criar este fundo acabou por ser abandonada. Mas ao informar o Congresso dessa decisão na semana passada, Todd Blanche, o procurador-geral interino dos EUA (que, antes de integrar a administração, era o advogado pessoal de Donald Trump), fez um outro anúncio: o de que o serviço de receita federal (IRS) vai continuar impedido de fazer auditorias às finanças do presidente, da sua família e dos seus “afiliados”. Blanche disse que o Departamento de Justiça vai continuar a garantir imunidade a Trump e aos membros da sua família em matéria fiscal, sem explicar porque é que o fundo estava a ser abandonado mas a provisão anti-auditorias não. Também insistiu que essa imunidade é normal – uma versão que é contrariada por ex-funcionários das Finanças, que falam numa imunidade sem precedentes. Todd Blanche, ex-advogado pessoal de Trump nomeado procurador-geral interino dos EUA, anunciou há uma semana que o Departamento de Justiça vai manter a imunidade do presidente, da sua família e dos seus "associados" para impedir auditorias às suas finanças. foto J. Scott Applewhite/AP “Quer seja o presidente ou o Zé canalizador, as pessoas esperam que as mesmas regras tributárias e a mesma estrutura de fiscalização se apliquem a todos”, disse Daniel Werfel, ex-comissário do serviço, à NPR. Outros especialistas apontam que o acordo pode infringir a cláusula de emolumentos da Constituição, que impede que o presidente receba benefícios pessoais por ocupar o cargo – sob o argumento de que ter imunidade perante as suas obrigações tributárias pode ser considerado um benefício financeiro. Quando esta “imunidade para sempre” foi anunciada pela administração em maio, o NYT sumarizou o caso assim: “É difícil imaginar que qualquer presidente anterior tivesse achado que seria capaz de se envolver num ato tão audacioso de autonegociação: processar o governo federal que ele mesmo administra e, em seguida, resolver o processo consigo mesmo, impedindo que a Receita Federal audite as suas declarações de rendimentos e, como parte desse acordo, entregar 1,8 mil milhões de dólares do dinheiro dos contribuintes aos seus aliados.” O fundo multimilionário pode ter caído, mas a imunidade fiscal parece estar para durar, numa altura em que surgem novas suspeitas de falta de transparência, como o alegado caso denunciado esta semana por uma ex-diretora do Citi Bank, que diz ter sido despedida por questionar a abertura de uma conta bancária para o presidente em que o nome do titular seria substituído por um número em série, dificultando a monitorização das suas movimentações financeiras. Esse é apenas mais um indício de como o presidente Trump "tem usado o governo federal para promover os seus próprios interesses pessoais", como escreve o NYT, "bem como os da sua família e aliados, de forma mais ampla e aberta do que qualquer ocupante da Casa Branca”. Se dúvidas houver, “qualquer análise histórica sugere que a diferença é gritante”.

Novo corte da Selic destaca oportunidades em FIIs
Selic 19/06/2026

Novo corte da Selic destaca oportunidades em FIIs

A decisão do Banco Central de cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, reforça a manutenção da renda distribuída pelos fundos imobiliários de papel e mantém o foco dos investidores nos efeitos da curva de juros sobre os fundos de tijolo, segundo análise de Lana Santos, do Research do Clube FII. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) já era esperada pelo mercado e veio acompanhada de uma comunicação sem indicação clara sobre os próximos. No comunicado, o Banco Central destacou o cenário incerto devido aos conflitos no Oriente Médio e informou que a trajetória futura dos juros depende da evolução dos indicadores econômicos, especialmente da inflação. “A aposta majoritária do mercado já era essa, então o que importava não era o número e sim o que o comunicado diria sobre o que vem depois. O que ele disse foi: cautela”, ressalta Santos. Futuro da política monetária depende de dados De acordo com Lana Santos, a sinalização indica que a autoridade monetária adotará uma postura dependente dos dados, sem compromisso prévio com novos cortes da Selic. As projeções do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) seguem acima da meta nos próximos anos, o que pode limitar o espaço para reduções adicionais da taxa básica. No último Boletim Focus divulgado pelo BCB, economistas consultados pela autarquia estimaram IPCA de 5,30% em 2026 e 4,10% em 2027, ambos superiores à meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%. O intervalo de tolerância é de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. “O comitê não se comprometeu com agosto. Preferiu dizer que a restrição acumulada pela política monetária permite diferentes trajetórias de juros compatíveis com a convergência da inflação à meta, e reforçou serenidade e cautela”, explica Santos. “Eu ainda não descartaria mais um corte, mas o ônus da prova mudou de lado. Agora é a inflação que precisa provar que abre espaço, não o contrário”, completa. Impactos no mercado de FIIs Para os fundos imobiliários de papel, especialmente aqueles com exposição a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), o cenário continua favorável à distribuição de rendimentos, pois a inflação elevada sustenta o desempenho dos títulos indexados ao IPCA, enquanto os ativos atrelados ao CDI seguem beneficiados pelo nível ainda elevado dos juros. “Enquanto a Selic ficar em dois dígitos, e deve ficar pelo restante de 2026 e parte de 2027, essa renda mensal não perde graça”. Já os fundos de tijolo permanecem mais sensíveis ao comportamento da curva de juros de longo prazo. Segundo a analista, esses ativos respondem menos às alterações imediatas da Selic e mais às expectativas futuras para a economia e para os juros de prazo mais longo. “Os fundos de tijolo olham menos para a Selic do mês e mais para a curva longa de juros, e foi a ponta longa que passou mal hoje, encerrando o dia entregando IPCA + 7,5%”, destaca Santos. No mesmo dia da decisão do Copom, o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, manteve sua taxa de juros entre 3,5% e 3,75%. A comunicação da autoridade monetária norte-americana contribuiu para a elevação das taxas futuras de juros, movimento que também repercutiu no mercado brasileiro. “A diferença é que o tom foi de aperto. Na estreia de Kevin Warsh, o comitê elevou as medianas de juros para os próximos anos e abriu caminho para uma alta ainda este ano. Os DI futuros dispararam na sequência. Para o cotista de tijolo isso pesa, porque quando a curva longa abre lá fora ela respinga na nossa, e fundo de tijolo é ativo de duration longa”, lembra Santos. A abertura da curva de juros de longo prazo tem pressionado as cotações dos fundos de tijolo, uma vez que esses ativos possuem maior sensibilidade às mudanças nas taxas de desconto utilizadas pelo mercado. Apesar da volatilidade recente, Lana Santos observa que a queda das cotas não implica, necessariamente, deterioração dos fundamentos dos fundos. Segundo a analista, o IFIX continua negociando abaixo do valor patrimonial agregado de parte dos ativos, enquanto alguns fundos mantêm características operacionais e patrimoniais sem alterações relevantes. “Tem fundo bom, com imóvel de qualidade e gestão competente, sendo precificado como se o cenário fosse muito pior do que de fato é”. Diante desse cenário, a avaliação é de que investidores devem acompanhar tanto a evolução da inflação quanto o comportamento da curva de juros, fatores que tendem a influenciar de forma distinta os diferentes segmentos do mercado de fundos imobiliários. “Para quem investe de olho na renda e no prazo longo, é nesse descompasso que mora a oportunidade. A palavra de ordem segue a mesma de meses atrás: equilíbrio, sem correr para o tijolo achando que a recuperação é em linha reta nem largar o papel só porque o juro começou a ceder”, conclui. Neste cenário como encontrar as melhores oportunidades em FIIs? Acompanhe as carteiras do Clube FII! Confira os planos com 15% de desconto!

VISC11 recicla portfólio, e BTG vê oportunidade para encher o carrinho; entenda por que o FII chama a atenção do bancão
B3 19/06/2026

VISC11 recicla portfólio, e BTG vê oportunidade para encher o carrinho; entenda por que o FII chama a atenção do bancão

O fundo imobiliário Vinci Shopping Centers (VISC11) vem mexendo no portfólio e, recentemente, divulgou uma venda milionária para o Patria Malls (PMLL11) que chamou a atenção do BTG Pactual. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Após o anúncio sobre a alienação de cinco ativos do portfólio por R$ 257 milhões, com cap rate (taxa de capitalização) próximo de 8%, o analista Daniel Marinelli reiterou a recomendação de compra para o VISC11 em relatório divulgado pelo banco nesta quarta-feira (17). Segundo o documento, caso a reciclagem seja concluída, a transação deve destravar cerca de R$ 60 milhões em ganho de capital a ser distribuído aos cotistas nos próximos meses. Na visão de Marinelli, o movimento é positivo e colabora para a recomposição de liquidez e o reequilíbrio da estrutura de capital após um ciclo mais intenso de investimentos. Além disso, o analista avalia que a venda pode reduzir o índice de endividamento de 27% para aproximadamente 23% em 2026. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Apesar de o fundo ainda precisar de novos esforços de liquidez para cumprir obrigações até 2028, vemos a venda ao PMLL11 como um primeiro passo importante para reduzir a alavancagem e preservar flexibilidade financeira”, disse Marinelli. Leia Também Porém, não é apenas a venda de parte do portfólio que sustenta a tese do VISC11. VISC11 entre dividendos e valorização das cotas O analista avalia que o FII combina três pilares principais: potencial de aumento gradual do dividendo, valorização de 17,2% das cotas e melhora potencial da estrutura de capital. Segundo o banco, o histórico recente de proventos mostra um leve aumento nas distribuições, que passaram de R$ 0,80 para R$ 0,84 por cota, equivalente a um dividend yield (taxa de retorno de dividendos) anualizado de cerca de 9,6%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já em relação ao preço das cotas negociados na bolsa, o analista destaca que, de acordo com as projeções do BTG — que ainda não incorporam a venda ao PMLL1 —, o VISC11 negocia a cerca de 0,91 vezes o preço por valor patrimonial (P/VP). Ou seja, o FII está com desconto na B3. Assim, além de reiterar a recomendação de compra, o banco estabeleceu um preço-alvo de R$ 123 para as cotas, o que representa uma alta de mais de 17% em relação à cotação do último fechamento, de R$ 104,99. O BTG também informou que o FII apresenta um FFO yield (taxa de retorno da geração operacional) estimado de 9,8% em 2026 e de 10,0% em 2027. Marinelli enxerga esse patamar como atrativo, “especialmente diante da qualidade e diversificação do portfólio”, afirmou em relatório. Um portfólio de peso Para o especialista, o fundo imobiliário possui um dos portfólios mais diversificados do segmento de shopping centers. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Atualmente, o VISC 11 possui participação em 32 ativos distribuídos por 15 estados brasileiros, sendo 301 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) própria. De acordo com o banco, o FII também vem ampliando a exposição a empreendimentos considerados de maior qualidade. Entre as movimentações destacadas, Marinelli cita a aquisição de uma pequena fração no Midway Mall, em Natal, e a compra de 10% do BH Shopping, em Minas Gerais. “A carteira foca em participações minoritárias em shoppings de maior qualidade. Esse modelo amplia a diversificação, mas reduz a influência direta em decisões operacionais”, afirmou em relatório. Além disso, o FII segue com bons indicadores operacionais, com evolução positiva nos termos nominais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O analista destaca que, no primeiro trimestre de 2026, o aluguel nas mesmas lojas dos ativos do VISC11 avançou 4,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as vendas nas mesmas lojas cresceram 4,3%. Porém, em termos reais, o banco avalia que desempenho se mostra mais próximo da estabilidade, refletindo um ambiente macroeconômico ainda restritivo. Ao longo dos últimos meses, a taxa de vacância permaneceu entre 5% e 6%, enquanto a inadimplência líquida seguiu em patamar controlado, encerrando o primeiro trimestre deste ano em 3,5%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE