JS

JSLG3

Bens Industriais

JSL S.A.

CNPJ: 52548435000179

Preço Atual
R$ 5,41
-1.10%
Abertura
R$ 5,46
Fec. Ant: R$ 5,39
Variação Dia
Min: R$ 5,38
Max: R$ 5,54
52 Semanas
Mín: R$ 5,03
Máx: R$ 8,82
Volume
773.900
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
35.00%
P/L
-16.41
P/VP
1.34
LPA
R$ -0,33
VPA
R$ 4,09
EV/EBITDA
5.58
EV/EBIT
10.71
P/EBITDA
0.87
P/EBIT
1.66
P/Receita (PSR)
0.16
P/FCO
0.97
P/FCL
1.44
EV/Receita Líq.
1.04
EV/FCO
6.25
EV/FCL
9.30
Earning Yield
9.34%
Enterprise Value
R$ 10,06 Bi
Valor de Mercado
R$ 1,56 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.71
Dív. Líquida/PL
6.41
Dívida Líquida
R$ 8,50 Bi
Liq. Corrente
1.28
PL/Ativos
0.11
Passivos/Ativos
0.89
Liq. Seca
1.26
Liq. Imediata
0.43

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
15.45%
Margem EBITDA
18.59%
Margem EBIT
9.69%
Margem Líquida
-0.98%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
-8.15%
ROIC
8.34%
ROA
-0.79%
Giro do Ativo
0.80

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
4.16%
CAGR Lucro
-146.25%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 15.45%
Margem EBITDA 18.59%
Margem Operacional 9.69%
Margem Líquida -0.98%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 1,61 Bi
FCL R$ 1,08 Bi
Caixa Total R$ 1,44 Bi
Caixa/Ação R$ 5,03
Receita e Dívida
Receita Total R$ 9,69 Bi
Lucro Bruto R$ 1,50 Bi
EBITDA R$ 1,80 Bi
Dívida Total R$ 8,93 Bi
Crescimento
Receita 4.16%
Lucro -146.25%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 9.640,61 Mi R$ 9.056,26 Mi R$ 7.574,64 Mi R$ 6.022,40 Mi
Lucro Bruto R$ 1.522,03 Mi R$ 1.553,87 Mi R$ 1.392,04 Mi R$ 1.041,05 Mi
EBITDA R$ 1.141,76 Mi R$ 1.210,46 Mi R$ 1.281,40 Mi R$ 768,83 Mi
Lucro Líquido R$ 81,70 Mi R$ 207,31 Mi R$ 351,78 Mi R$ 194,18 Mi

Sobre a JSLG3

Setor
Bens Industriais
Indústria
Transporte Rodoviário
Market Cap
R$ 1,56 Bi
Descrição do Negócio

JSL S.A., listada na B3 sob o ticker JSLG3, é uma empresa brasileira de logística e transporte rodoviário com atuação nacional em soluções integradas para cadeias industriais e de consumo. O portfólio inclui transporte de cargas, logística interna, armazenagem, distribuição urbana, logística de commodities e fretamento. A companhia opera com abordagem de serviços customizados por setor e grande capilaridade operacional. No posicionamento de mercado, a JSL combina escala de frota, contratos corporativos de longo prazo e serviços de gestão logística para diferentes segmentos econômicos. O desempenho financeiro é influenciado por volume transportado, eficiência operacional, custos de combustível, renovação de frota e atividade econômica dos clientes. Em bens industriais, JSLG3 representa uma das principais referências de operador logístico listado no mercado acionário brasileiro.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 1,4803
Pagamento: 31/12/2026
JCP R$ 0,4312
Pagamento: 02/02/2026
JCP R$ 0,3216
Pagamento: 31/01/2025
DIVIDENDO R$ 0,0989
Pagamento: 31/01/2025
DIVIDENDO R$ 0,0989
Pagamento: 31/01/2025
JCP R$ 0,3216
Pagamento: 31/01/2025
JCP R$ 0,3169
Pagamento: 26/12/2023
DIVIDENDO R$ 0,2361
Pagamento: 06/01/2023
JCP R$ 0,2361
Pagamento: 06/01/2023
DIVIDENDO R$ 0,2161
Pagamento: 16/05/2022

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Rápidas: Petrobras, Vale, Copasa, Gerdau, WEG, B3, Aura Minerals Publicado às 11h21 Ibovespa Com Wall Street fechado a liquidez é reduzida na Bolsa brasileira. O Ibovespa operava entre ganhos e perdas nesta manhã. Às 11h20 subia 0,03% aos 168.327 pontos. Às 11h18 o dólar comercial caía 0,67% a R$ 5,139 na venda. Petrobras (PETR3, PETR4) Às 11h19 as ações PN e ON da Petrobras oscilavam entre o negativo e o positivo. No horário, os papéis preferenciais caíam 0,03% a R$ 38,84. Vale (VALE3) Às 11h19 as ações da Vale tinham leve alta de 0,21% R$ 80,11. Copasa (CSMG3) O time de analistas do BTG atualizou o modelo para a companhia e elevou o preço-alvo para R$ 81 por ação, refletindo a nova fase da Copasa após a privatização e a entrada da Equatorial como acionista de referência. Gerdau (GGBR4) O time de analistas do Safra reiterou a recomendação de “compra” para a Gerdau, com elevação do preço-alvo para o fim de 2026 para R$ 30, ante R$ 25,5, incorporando recentes aumentos de preços do aço nos Estados Unidos e uma visão mais construtiva sobre a dinâmica do acordo comercial da América do Norte, fatores que, segundo o banco, mais do que compensam o efeito de um real mais forte. WEG (WEGE3) A data de corte (data com) para ter direito ao JCP da WEG anunciado em 16 de junho, é nesta sexta, 19. De 22 de junho de 2026 em diante, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento de JCP está previsto para ocorrer em 10 de março de 2027 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,08 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 17,5%. O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou na véspera o pagamento de juros sobre capital próprio, no valor total de R$ 356 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,07 por ação, cujo pagamento será em 07/07/2026 pelo valor líquido estimado de R$ 0,05 por ação. O conselho aprovou também juros sobre capital próprio extraordinários referentes aos saldos não utilizados em exercícios anteriores, no valor total de R$ 750 milhões, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,14 por ação, cujo pagamento também será em 07/07/2026, pelo valor líquido estimado de R$ 0,12357091 por ação. As ações da companhia serão negociadas na condição “com” até o dia 24 de junho de 2026 (data de corte), inclusive, e na condição “ex” juros sobre capital próprio a partir do dia 25 de junho de 2026. Aura Minerals (AURA33) Após uma queda de cerca de 50% desde 17 de abril até 11 de junho, a Aura Minerals anunciou programas de recompra. No âmbito dos programas, a Aura está autorizada a recomprar até US$ 200 milhões em ações ordinárias e Brazilian Depositary Receipts em circulação, no mercado aberto, com base nos preços de mercado vigentes, ou em operações negociadas de forma privada, durante o período com início em 18 de junho de 2026 e término na data que ocorrer primeiro entre a conclusão das recompras ou 18 de junho de 2027, a depender das condições de mercado. Com a queda do ouro nesta sessão, os BDRs recuavam 2,7% às 11h18.

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Valor de mercado das companhias da B3 retorna ao patamar de 2025

O valor de mercado das empresas listadas na B3 praticamente voltou à estaca zero em 2026. Após uma forte recuperação no início do ano, as companhias negociadas na bolsa brasileira perderam R$ 731 bilhões em valor de mercado desde o pico registrado em fevereiro, devolvendo quase integralmente os ganhos acumulados nos primeiros meses do ano. Levantamento da Elos Ayta, com base em 302 empresas com informações disponíveis em todas as datas analisadas, mostra que a capitalização de mercado consolidada alcançou R$ 4,717 trilhões em 18 de junho. O montante é praticamente igual aos R$ 4,709 trilhões observados no encerramento de 2025. Entre dezembro e fevereiro, o cenário era bastante diferente. Impulsionadas pela recuperação do mercado acionário brasileiro, as empresas da amostra adicionaram R$ 739 bilhões em valor de mercado, levando a capitalização consolidada ao recorde de R$ 5,447 trilhões no fechamento de fevereiro. A partir desse patamar, contudo, o movimento se inverteu. Nos meses seguintes, a bolsa passou por um processo contínuo de ajuste, que resultou em quatro meses consecutivos de redução do valor de mercado agregado das companhias. Com isso, praticamente toda a valorização registrada no primeiro bimestre foi eliminada ao longo do segundo trimestre. Os números mostram uma dinâmica de "ida e volta" do mercado acionário brasileiro em 2026. Depois de atingir o maior nível da série em fevereiro, a capitalização das empresas retornou ao patamar observado no fim do ano passado, indicando que o otimismo que marcou o início do ano perdeu força nos meses subsequentes. Efeito da Bradesco Saúde A análise também identificou uma distorção provocada por um evento societário específico envolvendo a Bradesco Saúde (SAUD3). A companhia registrou uma forte expansão do valor de mercado em decorrência da incorporação de sua operação pela controladora, movimento que elevou temporariamente sua capitalização. Para eliminar esse efeito extraordinário, a Elos Ayta realizou um cálculo adicional sem considerar a empresa. Nesse cenário, envolvendo 301 companhias, o valor de mercado consolidado caiu de R$ 4,703 trilhões em dezembro de 2025 para R$ 4,679 trilhões em 18 de junho deste ano. O resultado indica que, sem o impacto pontual da reorganização societária da Bradesco Saúde, o mercado acionário brasileiro não apenas devolveu os ganhos acumulados no início de 2026, como passou a apresentar uma capitalização inferior à registrada no encerramento do ano passado. Segundo a Elos Ayta, os dados reforçam a perda de fôlego da recuperação observada no primeiro bimestre. Em termos agregados, o mercado brasileiro encerrou o período praticamente no mesmo nível de valor de mercado do fim de 2025, evidenciando que a valorização registrada no início do ano não se sustentou ao longo do segundo trimestre.

Empresas brasileiras listadas na B3 perdem R$ 731 bilhões de valor de mercado desde fevereiro
B3 19/06/2026

Empresas brasileiras listadas na B3 perdem R$ 731 bilhões de valor de mercado desde fevereiro

Desvalorização alta no mercado acionário brasileiro. O valor de mercado consolidado das empresas listadas na B3, a Bolsa do Brasil, praticamente devolveu toda a valorização observada no início de 2026. Um levantamento inédito e exclusivo realizado pela consultoria Elos Ayta, com base em 302 companhias com informações disponíveis, mostra que, entre fevereiro deste ano e 18 de junho, a perda acumulada chegou a R$ 731 bilhões. Segundo a Elos Ayta, a capitalização agregada atingiu R$ 4,717 trilhões em 18 de junho, patamar muito próximo dos R$ 4,709 trilhões registrados em dezembro de 2025. Entre dezembro e fevereiro, a recuperação do mercado acionário brasileiro elevou o valor de mercado das companhias em R$ 739 bilhões, levando a capitalização consolidada ao recorde de R$ 5,447 trilhões no fechamento de fevereiro. A partir desse ponto, contudo, a bolsa iniciou um movimento contínuo de ajuste, caindo entre fevereiro e 18 de junho, como mostra a consultoria. “O comportamento da série evidencia uma dinâmica de ida e volta do mercado acionário brasileiro. Após atingir o recorde em fevereiro, as companhias listadas na B3 acumularam quatro meses consecutivos de redução do valor de mercado, devolvendo praticamente toda a valorização obtida no início do ano”, informa o relatório da consultoria. Em 18 de junho, segue o texto, a capitalização consolidada das empresas voltou ao patamar observado no fim de 2025, “indicando que os ganhos registrados entre janeiro e fevereiro foram praticamente anulados ao longo do segundo trimestre”, conclui a Elos Ayta. Evento extraordinário do Bradesco Saúde distorce a série A amostra inclui uma companhia que apresentou comportamento atípico devido a um evento societário extraordinário. A Bradesco Saúde (SAUD3) registrou uma forte expansão do valor de mercado em decorrência da incorporação pela controladora, movimento que provocou uma elevação pontual da capitalização da empresa. Em reorganizações societárias dessa natureza, é comum que o mercado reflita temporariamente a nova estrutura patrimonial, produzindo distorções nas comparações históricas do valor de mercado agregado. Por essa razão, a Elos Ayta realizou uma análise adicional excluindo a companhia da amostra. Considerando apenas as 301 empresas restantes, o valor de mercado consolidado era de R$ 4,703 trilhões em dezembro de 2025 e recuou para R$ 4,679 trilhões em 18 de junho de 2026. Na prática, o exercício mostra que, sem o efeito extraordinário relacionado à Bradesco Saúde, o mercado acionário brasileiro teria encerrado o período com uma capitalização inferior à observada no fim do ano passado. Ou seja, além de devolver os ganhos acumulados na recuperação do início do ano, a bolsa registrou uma contração líquida do valor de mercado da amostra no período analisado. O levantamento reforça que a recuperação observada no primeiro bimestre de 2026 perdeu força ao longo do segundo trimestre. “Em termos agregados, o mercado brasileiro encerrou o período praticamente no mesmo nível de capitalização observado no fim de 2025, evidenciando que a valorização registrada no início do ano não se sustentou nos meses subsequentes”, informa a consultoria.