GO

GOAU4

Materiais Básicos

Metalurgica Gerdau SA Pfd

CNPJ: 92690783000109

Preço Atual
R$ 9,58
+0.52%
Abertura
R$ 9,50
Fec. Ant: R$ 9,58
Variação Dia
Min: R$ 9,47
Max: R$ 9,68
52 Semanas
Mín: R$ 6,53
Máx: R$ 10,77
Volume
1.583.700
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
4.00%
P/L
8.14
P/VP
0.76
LPA
R$ 1,11
VPA
R$ 12,61
EV/EBITDA
3.46
EV/EBIT
6.53
P/EBITDA
1.81
P/EBIT
3.42
P/Receita (PSR)
0.21
P/FCO
1.67
P/FCL
24.32
EV/Receita Líq.
0.39
EV/FCO
3.18
EV/FCL
46.40
Earning Yield
15.32%
Enterprise Value
R$ 27,27 Bi
Valor de Mercado
R$ 14,29 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.64
Dív. Líquida/PL
0.24
Dívida Líquida
R$ 12,97 Bi
Liq. Corrente
2.76
PL/Ativos
0.66
Passivos/Ativos
0.34
Liq. Seca
1.30
Liq. Imediata
0.57

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
12.02%
Margem EBITDA
11.40%
Margem EBIT
6.04%
Margem Líquida
2.41%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
8.83%
ROIC
5.77%
ROA
2.06%
Giro do Ativo
0.85

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
1.48%
CAGR Lucro
49.50%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 12.02%
Margem EBITDA 11.40%
Margem Operacional 6.04%
Margem Líquida 2.41%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 8,59 Bi
FCL R$ 587,70 Mi
Caixa Total R$ 5,62 Bi
Caixa/Ação R$ 3,74
Receita e Dívida
Receita Total R$ 69,20 Bi
Lucro Bruto R$ 8,31 Bi
EBITDA R$ 7,89 Bi
Dívida Total R$ 18,63 Bi
Crescimento
Receita 1.48%
Lucro 49.50%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 69.858,53 Mi R$ 67.026,66 Mi R$ 68.916,45 Mi R$ 82.412,21 Mi
Lucro Bruto R$ 7.967,49 Mi R$ 9.203,24 Mi R$ 11.332,45 Mi R$ 18.751,05 Mi
EBITDA R$ 3.727,88 Mi R$ 7.474,32 Mi R$ 10.409,82 Mi R$ 17.689,16 Mi
Lucro Líquido R$ 1.413,72 Mi R$ 4.610,51 Mi R$ 7.585,09 Mi R$ 11.462,28 Mi

Sobre a GOAU4

Setor
Materiais Básicos
Indústria
Siderurgia
Funcionários
27.371
Market Cap
R$ 12,34 Bi
Descrição do Negócio

A Metalúrgica Gerdau S.A. é uma holding ligada ao grupo Gerdau, com exposição relevante ao negócio de siderurgia de aço longo nas Américas. No mercado brasileiro, os papéis GOAU4 representam participação societária na estrutura de controle e resultados do grupo industrial. A plataforma operacional associada inclui produção de aço para construção civil, indústria e agronegócio, com ativos no Brasil e no exterior. O modelo de negócio combina usinas, recicladoras e canais de distribuição, com parte expressiva da produção baseada em sucata ferrosa reciclada. A companhia está enquadrada em materiais básicos, no segmento de siderurgia, e negocia na B3 sob o ticker GOAU4. A base consolidada reportada de pessoal do grupo é de 27.371 empregados.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,0800
Pagamento: 10/06/2026
DIVIDENDO R$ 0,0500
Pagamento: 19/03/2026
DIVIDENDO R$ 0,1900
Pagamento: 12/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,0800
Pagamento: 19/08/2025
DIVIDENDO R$ 0,0800
Pagamento: 20/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,0500
Pagamento: 17/03/2025
DIVIDENDO R$ 0,1300
Pagamento: 17/12/2024
DIVIDENDO R$ 0,0800
Pagamento: 21/08/2024
DIVIDENDO R$ 0,1900
Pagamento: 28/05/2024
DIVIDENDO R$ 0,0500
Pagamento: 13/03/2024

Notícias relacionadas

Quais quais são as empresas mais valiosas do mundo e como investir nelas pela B3 via BDRs
B3 19/06/2026

Quais quais são as empresas mais valiosas do mundo e como investir nelas pela B3 via BDRs

Por B3 Bora Investiri Por B3 Bora Investir https://istoedinheiro.com.br/autor/por-b3-bora-investir 19/06/2026 - 7:00 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar A corrida pela inteligência artificial (IA) está redefinindo o mapa das empresas mais valiosas do mundo. Considerando o valor de mercado em 18 de junho, as gigantes de tecnologia ocupam as primeiras posições do ranking global, concentrando trilhões de dólares em valor de mercado e atraindo a atenção de investidores de todo o mundo. No topo da lista aparece a Nvidia, avaliada em quase US$ 5 trilhões. A fabricante de chips é seguida por Alphabet (Google), Apple e Microsoft, todas com valor de mercado acima de US$ 2,8 trilhões. Entre as 15 empresas mais valiosas do mundo, a maioria está diretamente ligada ao desenvolvimento da inteligência artificial, seja por meio de softwares, plataformas digitais ou semicondutores. + Musk se torna o 1º trilionário do mundo com IPO da Space X Além das tradicionais gigantes americanas, o ranking inclui empresas que ganharam protagonismo com o avanço da IA, como a SpaceX, que acabou de fazer seu IPO – o maior do mundo até agora. A infraestrutura tecnológica para a IA também se destaca, com fabricantes de chips como TSMC, Samsung, SK Hynix e Micron Technology. Clube do trilhão na B3 Entre as empresas que ultrapassaram a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado e que têm BDRs negociados na B3, estão: Inteligência artificial impulsiona valorização Para Bernardo Pascowitch, especialista em finanças e apresentador do Resenha do Dinheiro, a lista evidencia a força da principal narrativa que tem guiado os mercados nos últimos anos. Segundo ele, a tecnologia, especialmente a inteligência artificial, tem sido a principal responsável pela valorização das ações americanas. “Essa tabela mostra nitidamente como a grande narrativa do momento são as empresas de tecnologia. Elas têm dominado a cena e a performance do mercado americano”, afirma. Na avaliação do especialista, o movimento não se limita às empresas que desenvolvem soluções de IA. Toda a cadeia envolvida na tecnologia tem se beneficiado, incluindo fabricantes de chips, empresas de infraestrutura e companhias de software. O resultado aparece nos valuations bilionários observados atualmente, especialmente entre empresas ligadas à computação em nuvem, semicondutores e inteligência artificial generativa. Euforia e cautela caminham juntas Apesar do entusiasmo dos investidores, Pascowitch alerta que o cenário também exige atenção. A concentração dos ganhos em um grupo relativamente pequeno de empresas levanta comparações com outros momentos de forte valorização do setor de tecnologia, como o período que antecedeu o estouro da bolha da internet no início dos anos 2000. Além disso, fatores macroeconômicos seguem no radar dos mercados. Entre eles estão a perspectivas de alta de juros nos Estados Unidos, tensões geopolíticas e oscilações nos preços de commodities. “É um momento de muita euforia em torno de uma única tese, que é a inteligência artificial. Ao mesmo tempo, existem preocupações macroeconômicas, políticas e geopolíticas. É um momento de ter exposição ao setor com consciência, gerenciamento de risco e diversificação”, afirma. O especialista destaca ainda que parte dos gestores e analistas já discute uma possível rotação de capital dentro da bolsa americana, com investidores migrando recursos de empresas de tecnologia para setores que ficaram para trás nos últimos anos, como saúde, indústria e bancos. Como investir nessas empresas pela B3 Investidores brasileiros não precisam abrir conta em uma corretora no exterior para ter exposição a boa parte dessas companhias. Uma das alternativas é investir por meio dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts), certificados negociados na B3 que representam ações de empresas listadas em bolsas estrangeiras. Na prática, uma instituição financeira compra as ações no exterior e emite recibos equivalentes para negociação no mercado brasileiro. Assim, o investidor consegue acessar empresas globais utilizando uma conta em corretora local e operando em reais. Os BDRs permitem diversificação internacional e exposição a setores que muitas vezes têm pouca representatividade na bolsa brasileira, como tecnologia e semicondutores. Por outro lado, é importante lembrar que esses ativos também estão sujeitos às oscilações das bolsas internacionais e à variação do dólar frente ao real, fatores que podem aumentar a volatilidade dos investimentos. Leia a reportagem completa no B3 Bora Investir, parceiro da IstoÉ Dinheiro Para compartilhar:

Dólar sobe após Copom reforçar expectativa de novos cortes da Selic, e Fed adotar postura mais restritiva
Selic 19/06/2026

Dólar sobe após Copom reforçar expectativa de novos cortes da Selic, e Fed adotar postura mais restritiva

O dólar à vista encerrou a quinta-feira (18/06) em forte alta, refletindo um dia de maior cautela dos investidores após as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,1752, avanço de 1,32%, depois de atingir a máxima intradia de R$ 5,1902 (+1,62%). O movimento acompanhou o fortalecimento global da divisa e mostrou que o mercado ainda está recalibrando as expectativas para juros, inflação e crescimento econômico nos próximos meses. Mesmo sem grandes surpresas nas decisões dos bancos centrais, a comunicação das autoridades monetárias acabou elevando a percepção de risco e favorecendo a busca por proteção no dólar. No mercado doméstico, o principal gatilho para a alta do dólar foi a leitura do comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) após o corte da Selic de 14,50% para 14,25% ao ano. Embora a redução já fosse esperada, investidores passaram a interpretar que o Banco Central deixou espaço para novas quedas da taxa, especialmente após sinalizar a mudança do horizonte relevante para a convergência da inflação. Parte do mercado avaliou que essa postura pode indicar maior tolerância com a inflação, o que enfraqueceu o real. Também pesou a avaliação de instituições como o Goldman Sachs, que apontaram um descompasso entre o cenário inflacionário e a continuidade da flexibilização monetária. No cenário internacional, o dólar também ganhou força com a postura considerada mais rígida do Federal Reserve. Após manter os juros entre 3,50% e 3,75% ao ano, o novo presidente do Fed, Kevin Warsh, indicou possíveis mudanças na comunicação da autoridade monetária, enquanto investidores passaram a aumentar as apostas em uma nova alta dos juros já em setembro. Esse movimento fortaleceu o índice DXY (CCOM), que subia cerca de 0,70% e voltou a superar os 100 pontos. O ambiente global ainda contou com atenção às negociações geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã, mantendo o apetite por ativos considerados mais seguros. No mercado futuro da B3, os contratos de dólar (BMF | BMF) acompanharam o movimento observado no mercado à vista, encerrando o pregão em alta. Os vencimentos mais longos apresentaram valorização ainda mais consistente, refletindo a expectativa de que o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos possa continuar diminuindo caso o Banco Central brasileiro mantenha o ciclo de cortes da Selic enquanto o Fed adote uma postura mais restritiva. Assim, a curva futura passou a incorporar um prêmio adicional em relação ao dólar à vista, indicando maior cautela dos agentes para os próximos meses. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se

VISC11 recicla portfólio, e BTG vê oportunidade para encher o carrinho; entenda por que o FII chama a atenção do bancão
B3 19/06/2026

VISC11 recicla portfólio, e BTG vê oportunidade para encher o carrinho; entenda por que o FII chama a atenção do bancão

O fundo imobiliário Vinci Shopping Centers (VISC11) vem mexendo no portfólio e, recentemente, divulgou uma venda milionária para o Patria Malls (PMLL11) que chamou a atenção do BTG Pactual. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Após o anúncio sobre a alienação de cinco ativos do portfólio por R$ 257 milhões, com cap rate (taxa de capitalização) próximo de 8%, o analista Daniel Marinelli reiterou a recomendação de compra para o VISC11 em relatório divulgado pelo banco nesta quarta-feira (17). Segundo o documento, caso a reciclagem seja concluída, a transação deve destravar cerca de R$ 60 milhões em ganho de capital a ser distribuído aos cotistas nos próximos meses. Na visão de Marinelli, o movimento é positivo e colabora para a recomposição de liquidez e o reequilíbrio da estrutura de capital após um ciclo mais intenso de investimentos. Além disso, o analista avalia que a venda pode reduzir o índice de endividamento de 27% para aproximadamente 23% em 2026. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Apesar de o fundo ainda precisar de novos esforços de liquidez para cumprir obrigações até 2028, vemos a venda ao PMLL11 como um primeiro passo importante para reduzir a alavancagem e preservar flexibilidade financeira”, disse Marinelli. Leia Também Porém, não é apenas a venda de parte do portfólio que sustenta a tese do VISC11. VISC11 entre dividendos e valorização das cotas O analista avalia que o FII combina três pilares principais: potencial de aumento gradual do dividendo, valorização de 17,2% das cotas e melhora potencial da estrutura de capital. Segundo o banco, o histórico recente de proventos mostra um leve aumento nas distribuições, que passaram de R$ 0,80 para R$ 0,84 por cota, equivalente a um dividend yield (taxa de retorno de dividendos) anualizado de cerca de 9,6%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já em relação ao preço das cotas negociados na bolsa, o analista destaca que, de acordo com as projeções do BTG — que ainda não incorporam a venda ao PMLL1 —, o VISC11 negocia a cerca de 0,91 vezes o preço por valor patrimonial (P/VP). Ou seja, o FII está com desconto na B3. Assim, além de reiterar a recomendação de compra, o banco estabeleceu um preço-alvo de R$ 123 para as cotas, o que representa uma alta de mais de 17% em relação à cotação do último fechamento, de R$ 104,99. O BTG também informou que o FII apresenta um FFO yield (taxa de retorno da geração operacional) estimado de 9,8% em 2026 e de 10,0% em 2027. Marinelli enxerga esse patamar como atrativo, “especialmente diante da qualidade e diversificação do portfólio”, afirmou em relatório. Um portfólio de peso Para o especialista, o fundo imobiliário possui um dos portfólios mais diversificados do segmento de shopping centers. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Atualmente, o VISC 11 possui participação em 32 ativos distribuídos por 15 estados brasileiros, sendo 301 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) própria. De acordo com o banco, o FII também vem ampliando a exposição a empreendimentos considerados de maior qualidade. Entre as movimentações destacadas, Marinelli cita a aquisição de uma pequena fração no Midway Mall, em Natal, e a compra de 10% do BH Shopping, em Minas Gerais. “A carteira foca em participações minoritárias em shoppings de maior qualidade. Esse modelo amplia a diversificação, mas reduz a influência direta em decisões operacionais”, afirmou em relatório. Além disso, o FII segue com bons indicadores operacionais, com evolução positiva nos termos nominais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O analista destaca que, no primeiro trimestre de 2026, o aluguel nas mesmas lojas dos ativos do VISC11 avançou 4,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as vendas nas mesmas lojas cresceram 4,3%. Porém, em termos reais, o banco avalia que desempenho se mostra mais próximo da estabilidade, refletindo um ambiente macroeconômico ainda restritivo. Ao longo dos últimos meses, a taxa de vacância permaneceu entre 5% e 6%, enquanto a inadimplência líquida seguiu em patamar controlado, encerrando o primeiro trimestre deste ano em 3,5%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE