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Ibovespa fecha o último pregão aos 173.714,08 pontos, após queda de 0,05%
O Ibovespa fechou o último pregão aos 173.714,08 pontos, após queda de 0,05%. O principal índice da Bolsa brasileira registrou leve baixa em uma sessão marcada pelo avanço das ações da Petrobras, favorecidas pela valorização dos preços do petróleo. Em sentido contrário, os papéis do setor bancário pesaram sobre o índice, refletindo a alta dos juros futuros. O mercado também acompanhou a entrada líquida de recursos de investidores estrangeiros na B3, que reforçou o saldo positivo do mês. Além disso, a sessão foi marcada pelo vencimento de opções sobre ações na Bolsa brasileira. Maiores altas e quedas Ações em alta no Ibovespa B100 S.A. (B1003F) +85,43% Recrusul SA Pfd (RCSL4F) +17,78% Ações em queda no Ibovespa Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4) −11,98% Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) −11,11% O volume total negociado na B3 foi de R$ 23.828.757.594, em meio a 2.983.349 em negócios. O que é o Ibovespa e como ele funciona? O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado. O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil? A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Ações da Raízen (RAIZ4) a R$ 1: B3 estende prazo para companhia reenquadrar valor do papéis
A Raízen (RAIZ4) informou nesta sexta-feira (17) que recebeu da B3 uma prorrogação do prazo para apresentar um plano de reenquadramento da cotação de suas ações preferenciais, que seguem negociadas abaixo de R$ 1. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo comunicado enviado ao mercado, a companhia terá até 31 de março de 2027 para apresentar o cronograma e os procedimentos que pretende adotar para que os papéis voltem a ser negociados acima do valor mínimo exigido pela bolsa. A decisão dá continuidade aos comunicados divulgados pela empresa em 9 de dezembro de 2025 e 29 de maio de 2026, quando a Raízen já havia informado sobre o desenquadramento das ações e as tratativas com a B3. O que significa negociar abaixo de R$ 1? O Regulamento para Listagem de Emissores da B3 estabelece que companhias com ações negociadas por um período prolongado abaixo de R$ 1 precisam apresentar um plano de reenquadramento. O objetivo é evitar a chamada condição de penny stock, geralmente associada a papéis de maior volatilidade e menor liquidez. Na prática, a concessão do novo prazo não representa risco imediato de deslistagem da Raízen, mas obriga a companhia a apresentar medidas para adequar a cotação às regras da bolsa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre as alternativas normalmente adotadas pelas empresas está o grupamento (reverse split) de ações, operação que eleva o preço unitário dos papéis sem alterar o valor total da participação dos acionistas. Leia Também O momento da Raízen A Raízen atravessa um dos momentos mais desafiadores de sua história. Nos últimos meses, a companhia colocou em prática um amplo plano de reestruturação financeira e operacional, após registrar prejuízos bilionários, elevado endividamento e forte pressão sobre a geração de caixa. Como parte desse processo, a empresa vem acelerando a venda de ativos, reduziu investimentos e homologou um Plano de Reestruturação Extrajudicial (PRE) para renegociar parte de suas dívidas. A companhia também concluiu recentemente a venda de sua operação na Argentina para reforçar o caixa. Mesmo com essas iniciativas, as ações da Raízen permanecem negociadas abaixo de R$ 1 desde dezembro de 2025, o que levou a companhia a solicitar a extensão do prazo para cumprir as exigências da B3. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A empresa informou que manterá os investidores informados sobre novos desdobramentos relacionados ao processo de reenquadramento da cotação. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Demanda por exportação e mercado interno impulsionam milho que sobe na B3 nesta 6ªfeira e fecha semanal em alta
Chicago também teve valorizações semanais com novas vendas A sexta-feira (17) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro registrando movimentações positivas na Bolsa de Chicago (CBOT), que fecharam a semana acumulando valorizações de até 1,6%. Os analistas da Agrinvest destacam que alguns vencimentos da safra nova testaram as máximas do ano, sustentados por fundamentos de oferta e demanda. “Pela manhã, o USDA voltou a reportar vendas para a safra nova americana, como novos volumes para a China. Além disso, outras vendas também foram anunciadas, somando mais de 700 mil toneladas apenas nesse reporte. As vendas da safra nova seguem firmes e semana após semanas, o USDA vem trazendo números cada vez mais fortes”, detalha a consultoria. O vencimento setembro/26 foi cotado a US$ 4,44 com alta de 3,25 pontos, o dezembro/26 valeu US$ 4,67 com valorização de 3,50 pontos, o março/27 foi negociado por US$ 4,83 com ganho de 3,50 pontos e o maio/27 teve valor US$ 4,91 com elevação de 3,50 pontos. Esses índices representaram ganhos, com relação ao fechamento da última quinta-feira (16), de 0,74% para o setembro/26, de 0,75% para o dezembro/26, de 0,73% para o março/27 e de 0,72% para o maio/27. No acumulado semanal os preços do cereal norte-americano registraram valorizações de 1,19% para o setembro/26, de 1,41% para o dezembro/26, de 1,52% para o março/27 e de 1,65% para o maio/27, além de perda de 0,97% para o julho/26, com relação ao fechamento da última sexta-feira (10). Mercado Interno Já na Bolsa Brasileira (B3), a sexta-feira também foi de movimentações em campo positivo para os preços futuros do milho. De acordo com a análise da Agrinvest, houve impulso do mercado externo e da demanda para exportação, que segue aquecida e ajuda na firmeza dos preços, principalmente para o vencimento setembro/26, que subiu mais de R$ 1,50 na semana. “No mercado físico, o dia seguiu movimentado, com preços firmes e negociações para embarque e pagamento entre novembro e dezembro na faixa de R$ 49,00 a R$ 50,00 a saca. O fluxo na pessoa física foi mais moderado, enquanto as indústrias seguem confortáveis nas compras”, relatam os analistas. Confira como ficaram todas as cotações nesta sexta-feira O vencimento setembro/26 foi cotado a R$ 68,88 com elevação de 0,66%, o janeiro/27 valeu R$ 75,05 com valorização de 0,67%, o março/27 foi negociado por R$ 76,20 com ganho de 0,26% e o maio/27 teve valor de R$ 75,00 com alta de 0,40%. No acumulado semanal os contratos do cereal brasileiro registraram valorizações de 2,42% para o setembro/26, de 1,97% para o janeiro/27, de 1,06% para o março/27 e de 0,51% para o maio/27, além de baixa de 0,45% para o julho/27, com relação ao fechamento da última sexta-feira (10). No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho subiu neste último dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou valorizações nas praças de Ubiratã/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Palma Sola/SC, Sorriso/MT e Cândido Mota/SP.